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quarta-feira, 10 de abril de 2013

Estados Unidos investigam segurança de cirurgias feitas com robô

As cirurgias robóticas com o equipamento da Vinci estão sob a mira da FDA (agência norte-americana que regula remédios e aparelhos médicos) depois de um aumento no número de relatos de problemas nos EUA.
 
As notificações recebidas pela agência incluem cinco mortes desde o ano passado que podem estar ligadas a esse tipo de cirurgia.
 
Em uma operação para retirar de útero, uma mulher morreu, em 2012, porque o robô controlado pelo cirurgião cortou acidentalmente um vaso sanguíneo.
 
Também foram registrados incidentes, como o caso de um braço robótico que não queria desgrudar de um tecido em uma cirurgia de intestino, forçando os médicos a desligar o aparelho para que as pinças se abrissem.
 
Durante uma retirada de útero, um braço do robô bateu no rosto de uma paciente na mesa cirúrgica.
 
A porta-voz da FDA, Synim Rivers, afirmou, porém, que ainda não é possível saber se houve mesmo um aumento no número de incidentes ou se os médicos e os hospitais só passaram a relatá-los com maior frequência.
 
A escalada de problemas também pode estar relacionada a um crescimento no uso do robô da Vinci nos EUA.
 
Só em 2012, o equipamento foi usado em quase 370 mil cirurgias, um número três vezes maior do que em 2008.
 
Especialistas dizem que complicações podem ocorrer em qualquer cirurgia, mas ainda não está claro se elas são mais comuns nas operações robóticas --e é isso que a FDA quer descobrir.
 
Segundo Angela Wonson, porta-voz da Intuitive, fabricante do da Vinci, o sistema registra índices de segurança "excelentes" em mais de 1,5 milhão de cirurgias no mundo. "As taxas de eventos adversos permanecem baixas."
 
Médicos dizem que há vantagens em usar o robô quando o cirurgião precisa chegar a regiões de difícil acesso, como próstata, reto e intestino.
 
Para o tratamento da endometriose, por exemplo, estudos já mostraram que a cirurgia robótica não é superior à técnica convencional.
 
Brasil
No Brasil, de acordo com Rodrigo Pinheiro, representante da H. Strattner (distribuidora do da Vinci no país), não houve complicação grave que tenha causado a morte de pacientes por aqui.
 
De 2008 a 2012, foram feitas cerca de 2.500 cirurgias robóticas no país.
 
Há robôs da Vinci nos hospitais Albert Einstein, Sírio-Libanês, Oswaldo Cruz e Nove de Julho, em São Paulo, e no Hospital Samaritano e no Inca (Instituto Nacional de Câncer), no Rio.
 
Paulo Zimmer, gerente do programa de cirurgia do Einstein, diz que o uso da cirurgia robótica como estratégia de marketing por hospitais nos EUA leva a um excesso na indicação da tecnologia.
 
"Temos a preocupação de não entrar na onda de operar quem não precisa. A tecnologia veio para ficar. Mas os pacientes devem ser bem informados e selecionados, como em qualquer procedimento."
 
Colaborou Mariana Versolato
 
 
Editoria de Arte/Folhapress

Fonte Folhaonline
Subliminar é o termo para qualificar ações, informações e sentimentos que ocorrem abaixo do limite da consciência e é também o título do novo livro do físico americano Leonard Mlodinow.
 
Nesse novo best-seller, o autor de "O Andar do Bêbado" reúne pesquisas para atestar que até as escolhas e decisões que nos parecem mais objetivas são forjadas no inconsciente. Mais que isso, ele incita o leitor a dar mais crédito aos pressentimentos que surgem do "lado escuro da mente".
 
"Ex" lado escuro, melhor dizer. Na visão do físico, as tecnologias que permitem o mapeamento do cérebro --vivo e em funcionamento-- estão mudando a compreensão sobre a atividade que ocorre abaixo da consciência.
 
A existência de uma vida inconsciente paralela e poderosa não é novidade há mais de um século. A novidade é que agora ela pode ser medida "com algum grau de precisão", como diz Mlodinow, que vê aí uma nova "ciência do inconsciente".
 
Para a maioria dos mortais, é difícil admitir que o inconsciente está no comando. "Somos tão frágeis que precisamos inventar justificativas lógicas para as escolhas", afirma o analista junguiano Roberto Gambini, de São Paulo.
 
"O melhor é aceitar que o consciente é permeado pelo inconsciente. E haverá sempre uma parte que vai permanecer misteriosa. Nem toda a tecnologia é capaz de mudar isso. Mas é possível diluir essas fronteiras e colocar essa capacidade de perceber o subliminar a nosso favor, quando prestamos atenção aos sonhos ou dedicamos um tempo para meditar."
 
Palpites
Cientistas que dirigem as pesquisas de ponta consideram que o "novo inconsciente" é totalmente enraizado em funções orgânicas e essa seria a chave para compreender as emoções humanas.
 
Não há consenso sobre isso, naturalmente: "É absurdo pensar que entender as funções cerebrais é suficiente para lidar com os sentimentos", diz Lídia Aratangy, psicanalista formada em biologia médica.
 
Em um ponto os "psis" e o físico concordam: "O inconsciente é otimista", diz Mlodinow. "Ele nos torna mais completos e aptos para seguir na evolução da consciência", acredita Gambini. Aratangy completa: "Reconhecer os palpites do inconsciente pode nos ajudar a fazer escolhas melhores".
 
Editoria de Arte/Folhapress
 
Fonte Folhaonline

Picadas de abelhas, de vespas, de vespões e de formigas

Uma picada pode provocar a morte em virtude de uma
reação anafiláctica em pessoas alérgicas
As picadas de abelhas, de vespas, de vespões e de formigas são muito frequentes em muitos países. Uma pessoa normal pode tolerar, sem problemas, 10 picadas por cada meio quilo de peso corporal. Isto significa que o adulto poderá suportar mais de 1000 picadas, enquanto 500 poderão matar uma criança. No entanto, uma picada pode provocar a morte em virtude de uma reacção anafiláctica em pessoas alérgicas.
 
A morte, embora muito raramente ocorra depois de se sofrer múltiplas picadas de abelhas, costuma ser provocada por um mau funcionamento cardíaco e pelo colapso do sistema circulatório. Existe uma variedade de abelha muito mais agressiva, chamada abelha-assassina-africanizada, procedente da zona norte da América do Sul, a qual, ao atacar as suas vítimas em grandes grupos, provoca uma reacção muito mais grave do que as outras.
 
Em determinadas áreas, como o Sul dos Estados Unidos e sobretudo a zona do golfo do México, as formigas-vermelhas provocam milhares de picadas por ano. Até 40 % das pessoas que vivem em áreas urbanas infestadas podem ser picadas em várias alturas do ano e foram atribuídas pelo menos 30 mortes às picadas destes insectos.
 
A picada da formiga-vermelha costuma provocar uma dor imediata e a zona fica inflamada e vermelha, sintomas que desaparecem num período de 45 minutos. Depois forma-se uma bolha que rebenta ao fim de 30 ou 70 horas e a zona costuma infectar-se. Em alguns casos, em vez de uma bolha, forma-se uma área vermelha e inflamada que provoca prurido. A anafilaxia (reacção alérgica que pode pôr a vida em perigo e na qual a tensão arterial baixa e as vias respiratórias se fecham) ocorre em menos de 1 % de quem sofre picadas de formigas-vermelhas. Alguns nervos do corpo podem-se inflamar e, às vezes, produzem-se convulsões.
 
Tratamento
As abelhas, as vespas e as formigas-vermelhas podem deixar o ferrão na pele ao picar. Este deverá ser retirado raspando suavemente a superfície cutânea até o fazer sair, mas nunca puxando por ele nem torcendo-o, visto que se poderá introduzir ainda mais veneno no corpo. Um cubo de gelo colocado sobre a picada reduz a dor. Também é útil aplicar cremes que combinem um anti-histamínico, um analgésico e um corticosteróide. Os alérgicos às picadas deverão ter sempre consigo um estojo de urgências com comprimidos de anti-histamínicos e uma seringa já carregada com adrenalina, a qual bloqueia as reacções anafilácticas ou alérgicas.
 
As pessoas que tenham tido uma grande reacção alérgica a uma picada de abelha podem ser submetidas a um processo de dessensibilização, que poderá evitar novas reacções no futuro. A dessensibilização é um processo pelo qual o corpo é exposto a pequenas quantidades da substância que lhe provoca uma reacção alérgica (alergénio) até que a referida reacção desapareça.

Fonte Manual Merck

Como fazer o bebê dormir

Massagens, banho e canções de ninar ajudam o bebê a
relaxar na hora do sono
O bom sono das crianças se baseia em rotina, boa alimentação e conforto – seja do berço ou do carinho dos pais
 
Bebês recém-nascidos devem dormir, em média, de 15 a 18 horas por dia. Lactentes precisam de 13 a 15 horas. Os números comprovam que o sono é fundamental no dia a dia do bebê – e existem maneiras de fazer com que a hora de ir dormir não se transforme, sem trocadilho, em um pesadelo.

Do berço à alimentação da criança, tudo faz diferença na hora de dormir. A começar pela posição. “A posição supina, de barriga para cima, é a mais indicada, mas dormir de lado também é aceitável. O que não é aconselhável de modo algum é deixar a criança dormir de barriga para baixo, pois a posição aumenta o risco da Síndrome da Morte Súbita [mal que faz com que as crianças menores de um ano parem de respirar, ainda sem causa determinada]”, explica o médico antroposófico Derblai Sebben, que estudou Ritmos Biológicos na USP (Universidade de São Paulo) e Medicina do Sono na Unifesp (Universidade Federal de São Paulo).
 
Gisele Aguilar, psicóloga e professora da agência de babás Unire Desenvolvimento Humano, e Rosa Resegue Ferreira da Silva, doutora em ciências do Departamento de Pediatria da Unifesp, falam sobre a importância de tornar o berço do bebê aconchegante sem que o local fique cheio de mais de cobertas, brinquedos e travesseiros. “O berço não pode ser amplo demais também, nem ter o colchão muito mole, especialmente para o recém-nascido”, afirma a pediatra. “Os bebês menores de três meses podem se sufocar com pouca coisa. Desta forma, nesta idade são recomendados apenas travesseiros pequenos, não fofos e finos”, completa a psicóloga.
 
Tomando as medidas se segurança, não tema deixar seu filho sozinho no berço. “O bebê precisa entender que tem seu próprio espaço, por isso, é importante que ele jamais durma na cama dos pais”, diz Rosa. Derblai, porém, atenta para o fato de que, nos primeiros seis meses de vida, o berço pode ficar no quarto dos pais. “Nessa idade é normal a criança acordar muitas vezes durante a noite e, estando ao lado da mãe, o atendimento é mais rápido e a criança se sente mais segura”, recomenda o médico. Quando o bebê alcançar um sono noturno prolongado – de 8 a 10 horas – já é possível instalá-lo no próprio quarto.
 
Palavra-chave na criação de crianças, a rotina também é essencial para a questão do sono. “Ritmo é lei, e os pais precisam saber disso. Para que o bebê durma cedo, é fundamental que a criança passe o dia seguindo uma rotina. Assim, o relógio biológico vai se formando após o nascimento”, defende o pediatra.
 
“Desde a chegada da maternidade o bebê deve ser inserido na rotina da casa. Não se deve desligar telefones, rádios ou aparelhos de TV durante o dia, nem mesmo escurecer o quarto ou ambiente que o bebê adormece. Os barulhos e a claridade o ajudam a distinguir o dia da noite”, fala Gisele Aguilar. “Às vezes, os pais têm dificuldade em entender, mas os bebês gostam de rotina”, acrescenta a pediatra.

Cama, mesa e som
Muitos pais recorrem a canções de ninar e a contar histórias para acalmar os filhos na hora de dormir. Isso realmente ajuda a criança a pegar no sono? Segundo Gisele Aguilar, sim. “Um ambiente calmo e tranquilo favorece o sono do bebê, e a associação de músicas suaves é bem-vinda”, revela. “O que recomendo evitar é o uso de qualquer aparelho eletrônico nessa hora, mesmo os de som. TV ou DVD, nem pensar. Isso é estímulo luminoso e desperta o bebê. Para dormir, é necessário, escuro, silêncio e carinho”, explica Derblai.
 
A alimentação também é um fator importante para que a criança tenha um sono tranquilo. Segundo Eliane Domingues da Silva, nutricionista e professora da Unire, é recomendado que o bebê se alimente seis vezes ao dia. “Uma mamadeira antes do sono ou até mesmo uma fruta para crianças maiores também é aceitável”, afirma. Uma boa alimentação também evita que a criança acorde durante a noite com fome. “Se a criança foi bem educada e está com saúde, não precisa ser alimentada após dormir”, diz Derblai.
 
O pediatra antropofósico alerta ainda que dar um banho no bebê antes do sono pode fazer com que ele relaxe. “O maior estímulo que uma criança pode ter é o toque, que é uma expressão maravilhosa de carinho. É importante incluir o banho e a massagem no ritual antes do adormecer”, diz. “A minha experiência mostrou que isso ajuda as crianças a se sentirem mais seguras”, finaliza o médico.
 
Fonte Delas

Pericardite

Definição

A pericardite é um distúrbio causado pela inflamação do pericárdio, o revestimento semelhante a um saco que envolve o coração.

A pericardite pode ser causada por infecções bacterianas, fúngicas ou virais. Também pode ser resultado de uma lesão ou trauma no tórax, esôfago ou coração.

A dor ocorre como resultado de o pericárdio inflamado ser friccionado contra o coração.Consulte também: Pericardite bacteriana


Causas, incidência e fatores de risco
A pericardite geralmente é uma complicação de infecções virais, mais comumente ECHO vírus ou Coxsackie. Com menos frequência, ela é causada por gripe ou infecção pelo HIV.

Infecções com bactérias podem levar à pericardite bacteriana (também chamada pericardite purulenta). Algumas infecções fúngicas também podem causar pericardite.
 
Além disso, a pericardite pode estar associada a doenças como:
  • Distúrbios autoimunes
  • Câncer (inclusive leucemia)
  • Infecção pelo HIV e AIDS
  • Hipotireoidismo
  • Insuficiência renal
  • Febre reumática
  • Tuberculose

Outras causas incluem:
  • Ataque cardíaco (consulte pericardite pós-infarto do miocárdio)
  • Lesão (inclusive cirurgia) ou trauma no tórax, esôfago ou coração
  • Medicamentos que suprimem o sistema imunológico
  • Miocardite
  • Radioterapia no tórax

Frequentemente a causa da pericardite permanece desconhecida. Neste caso, a condição é chamada pericardite idiopática.

A pericardite ocorre com mais frequência em homens dos 20 aos 50 anos de idade e geralmente após infecções respiratórias. Em crianças é mais comumente causada por adenovírus e vírus Coxsackie.

Sintomas
  • Inchaço nos tornozelos, nos pés e nas pernas (ocasionalmente)
  • Ansiedade
  • Dificuldade para respirar ao se deitar
  • Dor no peito, causada pelo pericárdio inflamado que fricciona contra o coração
    • Pode se irradiar para o pescoço, os ombros, as costas ou o abdome
    • Frequentemente, aumenta com respiração profunda e ao se deitar e pode aumentar com tosse e deglutição
    • Tipo de pleurite: dor aguda, penetrante
    • Geralmente, aliviada ao se sentando de forma ereta e inclinando para a frente
  • Tosse seca
  • Cansaço
  • Febre
  • Necessidade de se curvar ou segurar o tórax ao respirar

  • Exames e testes

    Ao auscultar o coração com um estetoscópio, o médico pode ouvir um som chamado atrito pericárdico. Os sons do coração podem estar fracos ou distantes. Pode haver outros sinais de líquido no pericárdio (efusão pericárdica).

    Se o distúrbio for grave, pode haver:

    - Estalidos nos pulmões
    -Sons enfraquecidos de respiração
    -Outros sinais de líquido no espaço ao redor dos pulmões (efusão pleural)

    Se o líquido tiver se acumulado no saco pericárdico, ele pode aparecer em:

    • Ressonância magnética (RM) do tórax
    • Radiografia torácica
    • Eletrocardiograma (ECG)
    • Ecocardiograma
    • Ressonância magnética ou tomografia computadorizada do coração
    • Análise de radionuclídeos

    Esses testes mostram:

    • Aumento do tamanho do coração
    • Sinais de inflamação
    • Cicatrização e contratura do pericárdio (pericardite constritiva)

    Outras descobertas variam dependendo da causa da pericardite.

    Para descartar ataque cardíaco, o médico pode solicitar níveis de marcadores cardíacos seriais (CPK-MB e troponina).

    Outros testes de laboratório podem incluir:

    • Hemocultura
    • Hemograma completo
    • Proteína C-reativa
    • Taxa de sedimentação de eritrócitos (ESR)
    • Sorologia para HIV
    • Pericardiocentese, com análise química e cultura do líquido pericárdico
    • Teste tuberculínico

    Tratamento
    A causa da pericardite deve ser identificada, se possível.

    Os medicamentos incluem:

    • Analgésicos para dor
    • Antibióticos para pericardite bacteriana
    • Medicamentos antifúngicos para pericardite fúngica
    • Aspirina ou um anti-inflamatório não esteroide (AINE) como ibuprofeno para inflamação do pericárdio
    • Corticosteroides como prednisone (em alguns pacientes)
    • Colchicina

    Se o acúmulo de líquido no pericárdio tornar o funcionamento do coração insuficiente ou produzir tamponamento cardíaco, é necessário drenar o líquido do saco. Esse procedimento, chamado pericardiocentese, pode ser feito usando uma agulha guiada por ecocardiograma ou uma pequena cirurgia.

    Se a pericardite for crônica, recorrente ou causar pericardite constritiva, pode ser recomendado o corte ou a remoção de parte do pericárdio.

    Evolução (prognóstico)
    A pericardite pode variar de casos brandos que se tornam melhores por si mesmos a casos que colocam a vida em risco. A condição pode ser complicada por acúmulo significativo de líquido ao redor do coração e funcionamento cardíaco insatisfatório.

    O resultado é bom se o distúrbio for tratado imediatamente. A maioria das pessoas se recupera em 2 semanas a 3 meses. No entanto, a pericardite pode voltar.

    Complicações
    • Arritmias
    • Tamponamento cardíaco
    • Pericardite constritiva, que pode se desenvolver para insuficiência cardíaca
    Ligando para seu serviço de assistência médica
    Ligue para seu médico se sentir sintomas de pericardite. Este distúrbio pode colocar a vida em risco se não for tratado.

    Prevenção
    Muitos casos não podem ser evitados.

    Referências
    LeWinter MM. Pericardial diseases. In: Libby P, Bonow RO, Mann DL, Zipes DP. Braunwald's Heart Disease: A Textbook of Cardiovascular Medicine. 8th ed. Philadelphia, Pa: Saunders Elsevier; 2007:chap 70.
     
    Por iG