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quarta-feira, 17 de abril de 2013

Concurso UESB (BA) - Campus de Jequié

Na Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia (Uesb), em Jequié, foi divulgado o edital n° 075/2013 de concurso público de provas e títulos para o preenchimento de 16 vagas para professor auxiliar de medicina, nível A. As vagas estão disponíveis para o Departamento de Saúde (DS) e a carga horária docente varia de 20 e 40 horas semanais.
 
As inscrições, no valor de R$ 100,0, deverão ser realizadas entre os dias 18 e 25 de abril de 2013, apenas pela internet, no site www.uesb.br; e os documentos poderão ser entregues ou encaminhados Via Sedex ao Campus, onde as vagas serão disponibilizadas, de acordo com as matérias/disciplinas indicadas, para os endereços abaixo:
 
- Campus de Jequié: Assessoria Acadêmica - Rua José Moreira Sobrinho, S/Nº, Jequiezinho – Jequié – BA, CEP – 45206-190.
 
O concurso público será realizado nos dias 10 a 14 de maio de 2013, no Campus de Jequié da UESB, devendo todos os candidatos se apresentar no 1º dia determinado para realização das provas, a ser previamente divulgado, no site da UESB, pelo Departamento para o qual está vinculada a matéria/disciplina.
 
O concurso é válido por 02 anos, podendo ser prorrogado, a critério da Universidade, uma vez, por igual período.

Ouvir novas músicas pode ativar regiões do cérebro ligadas ao prazer

Pesquisadores mostram que ouvir novas músicas tem o poder de ativar uma série de regiões cerebrais, algumas diretamente ligadas ao prazer. Atividade em uma região chamada núcleo accumbens é capaz de tornar as pessoas mais dispostas a pagar por uma canção
 
Fernando Rosa, 58 anos, ouve música todo dia, o tempo todo. Apesar de ter uma impressionante coleção de CDs em casa, contados às centenas, o grande prazer do jornalista e produtor cultural não é ouvir canções antigas e já bem conhecidas por ele.
 
É a vontade de conhecer novos sons que o motiva a, sempre que pode, navegar por sites de compartilhamento de músicas e vídeos, como SoundCloud e YouTube.
 
Muita coisa não merece mais que alguns segundos de audição, mas outras conquistam os ouvidos e logo são anotadas em um arquivo chamado “Discos a comprar”, mantido em seu laptop. E assim sua discoteca pessoal aumenta.

O que faz com que uma nova canção mereça entrar na lista especial? “Não sei bem. Mas acho que tenho um conjunto de referências, formado por coisas que já ouvi, que me faz gostar logo de uma música e querer comprá-la”, conta o gaúcho, criador do festival de música latino-americana El Mapa de Todos, realizado em Porto Alegre, e do site especializado em música Senhor F.
Fonte Correio Braziliense

Estudo mede atividade cerebral de pessoas submetidas a anestesia geral

A pesquisa deve tornar o procedimento médico mais seguro. A pesquisa, publicada recentemente na revista Proceedings of the National Academy of Sciences
 
Surgida em meados do século 19, a anestesia geral foi uma das maiores conquistas da medicina, pois permitiu aos médicos realizar intervenções cirúrgicas complexas sem que o paciente sentisse dor.
 
Até hoje, porém, o comportamento do cérebro durante um procedimento desse tipo não foi totalmente compreendido e, apesar de raros, há casos de pessoas que recobram a consciência quando ainda estão sendo operadas.
 
Um estudo feito por especialistas do Instituto de Tecnologia de Massachussets (MIT) e do Hospital Geral de Massachussets (MGH) promete melhorar o monitoramento do estado de consciência sob o efeito dos anestésicos.
 
Na pesquisa, publicada recentemente na revista Proceedings of the National Academy of Sciences (Pnas), os autores conseguiram mostrar como o cérebro perde a consciência progressivamente e depois começa a retomá-la quando a pessoa é medicada com propofol, uma substância muito usada para induzir e manter a anestesia geral. A ideia é que os resultados, quando aprimorados, sirvam de guia para anestesistas durante operações.
 
Fonte Correio Braziliense

Problemas emocionais são frequentes em mulheres que cometeram aborto

Depressão, transtorno bipolar e culpa são alguns dos problemas. Se não têm apoio psicológico, elas podem buscar consolo no álcool e em outras drogas, dizem especialistas
 
Belo Horizonte - Muito mais do que as sequelas deixadas no corpo, como a perda do útero, milhares de mulheres que se submetem a um aborto clandestino no Brasil enfrentam um outro problema de saúde: o de ordem emocional.
 
Angústia, alto grau de depressão e transtornos mentais são, segundo especialistas, as marcas cravadas na alma que podem aparecer de imediato ou anos depois do procedimento.
 
O gatilho para o desenvolvimento desses males é disparado, principalmente, pelo preconceito da sociedade, pela culpa de ter cometido um crime segundo as leis brasileiras e pelas questões religiosas. Por tudo isso, muitas delas se fecham no silêncio, postura considerada pelos especialistas perigosa para a saúde mental.
 
A psiquiatra e psicanalista Gilda Paoliello, integrante da Diretoria da Associação Mineira de Psiquiatria e professora da residência de psiquiatria do Instituto de Previdência dos Servidores do Estado de Minas Gerais (Ipsemg), diz que "a conotação estigmatizante da ilegalidade do aborto coloca a mulher na condição de ré, provocando sentimento de culpa, muitas vezes irreversível, levando a uma autocondenação sem apelo.
 
" Segundo ela, essa posição de autocondenação relaciona-se com grande incidência a sintomas depressivos e a abuso de álcool e de outras drogas. "Elas vivem também o transtorno de estresse pós-traumático, com vivências de flashbacks do ato do aborto, vivências persecutórias e ideação suicida em torno de 40% dos casos.
 
Muitas vezes, o sentimento de culpa compromete indelevelmente a vida afetiva da mulher, provocando ‘gravidez de substituição’, com prejuízo nas ligações maternas posteriores", explica.
 
Fonte Correio Braziliense

Empresa consegue financiamento do BNDES para fábrica de insulina no Brasil

O medicamento é fundamental no tratamento do diabetes,
doença crônica que atinge 8,3% da população adulta
 no mundo e 9,7% no Brasil
A empresa Biomm conseguiu um financiamento de R$ 118,7 milhões do BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social) que permitirá a retomada da produção de insulina no país --até hoje 100% importada.
 
A iniciativa integra a implantação de uma unidade industrial para desenvolvimento, produção e comercialização de insulina e outros fármacos na cidade mineira de Nova Lima, na região metropolitana de Belo Horizonte.
 
O medicamento é fundamental no tratamento do diabetes, doença crônica que atinge 8,3% da população adulta no mundo e 9,7% no Brasil.
 
O desenvolvimento e a produção local de insulina, diz o BNDES, contribuirá para o SUS (Sistema Único de Saúde), aumentando a oferta e podendo baratear o custo da insulina.
 
Trata-se, segundo o BNDES, de "um dos primeiros projetos privados no Brasil de produção de fármaco com base em biotecnologia moderna".
 
A empresa utilizará tecnologia brasileira protegida por patente internacional para produção de proteínas, usadas na fabricação de insulina.
 
Além do financiamento, o BNDES é acionista da empresa, com 14,36% de seu capital, por meio BNDESPar (seu braço de participação).

Fonte Folhaonline