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quinta-feira, 18 de abril de 2013

Terceira morte por gripe H1N1 é confirmada no estado de São Paulo

Campanha de Vacinação contra Gripe em São José do Rio Preto. Terceira vítima de morte por H1N1 estava internada na Santa Casa de Misericórdia da cidade
Foto Sergio Menezes/SMCS
Campanha de Vacinação contra Gripe em São José do Rio Preto
A vítima foi internada na Santa Casa de Misericórdia de São José do Rio Preto no dia 8 e não tinha outras doenças pré existentes
 
A prefeitura de São José do Rio Preto, no interior paulista, confirmou na terça (16) a morte de um homem de 54 anos em decorrência de gripe influenza A (H1N1) - gripe suína. A vítima, que estava internada na Santa Casa de Misericórdia da cidade desde o último dia 8, não tinha outras doenças pré existentes. É o terceiro caso de morte em decorrência da gripe no estado de São Paulo em 2013.

As outras duas mortes foram registradas na capital paulista e em Catanduva. No estado, segundo balanço da Secretaria de Estado da Saúde, divulgado terça (16), existem 36 pessoas com gripe em estado grave (Síndrome Respiratória Aguda Grave): 18 delas com influenza A e 18 com influenza sazonal. Em 2009, período em que houve a pandemia da doença, o estado de São Paulo registrou aproximadamente 12 mil casos de pacientes com Síndrome Respiratória Aguda Grave e aproximadamente 600 mortes.

Em vigor desde segunda(15), a campanha de vacinação no estado pretende imunizar contra a gripe cerca de 7 milhões de paulistas. A quantidade equivale a 80% dos 8,7 milhões de pessoas alvo da campanha: idosos com 60 anos de idade ou mais, gestantes, crianças de 6 meses até 2 anos, indígenas, pacientes diagnosticados com doenças crônicas, profissionais de saúde, mulheres puérperas (deram à luz em até 45 dias), e presidiários.

Além de imunizar a população contra a influenza A, a campanha também irá proteger a população contra outros dois tipos de gripe: a influenza A (H3N2) e influenza B.
 
Fonte isaude.net

Vacina pode prevenir metade dos casos de herpes em adultos mais velhos

Herpes Zoster
Estudo revela que imunização é eficaz na prevenção do herpes zoster e da neuralgia pós-herpética em pessoas com mais de 65 anos
 
A vacina para prevenir o herpes pode reduzir a infecção pela metade em pessoas mais velhas e também evitar a complicação dolorosa da neuralgia pós-herpética, de acordo com pesquisadores da London School of Hygiene & Tropical Medicine, nos EUA.
 
Herpes zoster, causada pela reativação do vírus da varicela-herpes zoster, que também causa a varicela, é uma infecção de uma área do nervo que provoca uma erupção vesicular da pele. A doença afeta principalmente adultos com mais de 50 anos de idade e pode levar a neuralgia pós-herpética, onde a dor do nervo dura mais de três meses após o desaparecimento da erupção.
 
O pesquisador Sinéad Langan e seus colegas estudaram os registros de 766.330 pacientes nos EUA com 65 anos ou mais, entre 2007 e 2009. Durante o período de estudo, quase 13 mil participantes desenvolveram herpes zoster.
 
Os resultados mostraram que a vacina reduziu a taxa de herpes zoster em 48%, ou seja, cerca de metade dos indivíduos vacinados desenvolveram telhas em comparação com aqueles que não foram vacinados.
 
Os pesquisadores também descobriram que a eficácia da vacina foi de 59%contra a neuralgia pós-herpética. No entanto, a vacina foi menos eficaz contra herpes zoster em idosos com comprometimento do sistema imune.
 
"Este estudo demonstra a eficácia da vacina contra herpes zoster para evitar a doença e a complicação da neuralgia pós-herpética em uma população geral de mais de 65 anos. O herpes zoster é uma condição muito dolorosa e é complicada por dor grave e prolongada, particularmente em indivíduos mais idosos. Nossos resultados devem ser levados em consideração por aqueles que desenvolvem políticas públicas", afirma Langan.
 
Apesar da eficácia da vacina, os pesquisadores descobriram que a absorção nos EUA foi extremamente baixa, com apenas 3,9% dos participantes sendo vacinados.
 
 
Fonte isaude.net

Ministério alerta que campanha de vacinação contra a gripe não elimina circulação do vírus

Brasília – O secretário de Vigilância em Saúde do Ministério da Saúde, Jarbas Barbosa, disse ontem (17) que a vacina contra a gripe não elimina a circulação do vírus influenza no país e pediu à população que mantenha as medidas de prevenção à doença, como lavar as mãos com frequência e cobrir o rosto ao tossir ou espirrar.
 
A mensagem é dirigida principalmente à população que não faz parte dos chamados grupos prioritários da campanha de vacinação iniciada segunda-feira (15) em todo o país – gestantes, idosos com mais de 60 anos, crianças entre 6 meses e 2 anos, profissionais de saúde, índios, população carcerária e doentes crônicos.
 
“O vírus da gripe circula o ano inteiro. Haver casos e mortes é esperado. A Organização Mundial da Saúde [OMS] estima que há de 250 mil a 500 mil mortes por ano [no mundo] relacionadas à influenza. A vacina não impede a circulação do vírus.”
 
Jarbas ressaltou que as pessoas imunizadas contra a gripe em 2012 devem receber a vacina novamente este ano. “Ela dá uma proteção limitada, de dois a seis meses somente, e como o vírus da gripe se modifica muito, a gente tem vários subtipos circulando que podem ser completamente diferentes dos vírus do ano passado”, explicou.
 
O secretário lembrou ainda que, em 2012, 8% dos pacientes mortos pela gripe na Região Sul do país não receberam o medicamento oseltamivir nas primeiras 48 horas de tratamento. O índice, segundo ele, indica que 92% das vítimas não tiveram acesso ao remédio em momento oportuno.
 
“Os médicos não devem esperar exame ou esperar agravar [o quadro], principalmente em casos que têm como condição um doente crônico, uma gestante, uma pessoa com mais de 60 anos ou uma criança menor de 2 anos. Este é o protocolo do ministério: feito o diagnóstico clínico, o médico deve imediatamente utilizar o oseltamivir.”
 
Por fim, Jarbas convocou as pessoas que integram os chamados grupos de risco a procurar os postos de saúde no próximo sábado (20), quando a pasta realiza um dia de mobilização nacional contra a gripe.
 
O secretário disse que o objetivo da mobilização no sábado é facilitar o acesso das pessoas que trabalham e têm mais dificuldade de comparecer às unidades de saúde durante o período comercial. “Apesar de ter toda a próxima semana, até o dia 26, não vamos deixar para a última hora. Procure a unidade de saúde mais próxima da sua casa e vacine”, apelou.

Fonte Agência Brasil

Médicos suspendem atendimento a planos de saúde no próximo dia 25

Brasília – Médicos em todo o país vão suspender o atendimento a pacientes com plano de saúde no próximo dia 25, quando será organizado o Dia Nacional de Alerta aos Planos de Saúde. A mobilização ocorre pelo terceiro ano consecutivo e conta com o apoio do Conselho Federal de Medicina (CFM), da Associação Médica Brasileira (AMB) e da Federação Nacional dos Médicos (Fenm).
 
Na data, estão previstos protestos em diversos estados contra o que a categoria chama de abusos praticados pelas operadoras na relação com médicos e com pacientes. O formato dos atos públicos (caminhadas, concentrações etc.) será definido em assembleias organizadas pelas comissões estaduais de honorários médicos, compostas pelas associações médicas, conselhos regionais de medicina, sindicatos médicos e sociedades estaduais de especialidades.
 
Entre os itens reivindicados pela categoria estão o reajuste de consultas e de procedimentos e o apoio ao Projeto de Lei 6.964/10, que trata da contratualização e da periodicidade de reajuste dos honorários pagos aos médicos.
 
A classe cobra ainda uma resposta da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) sobre as propostas de cláusulas obrigatórias a serem inseridas nos contratos entre médicos e planos de saúde, apresentadas pelos médicos em abril do ano passado.
 
“Em caso de suspensão temporária de atendimentos eletivos, os pacientes serão atendidos em nova data, que será informada. O protesto não atinge os casos de urgência e emergência. Para eles, o atendimento está assegurado”, informou o CFM, por meio de nota.

Fonte Agência Brasil

Portaria informa municípios sobre processo de seleção para construção ou ampliação de UPAs

Brasília – Portaria do Ministério da Saúde publicada ontem (17) no Diário Oficial da União informa os municípios sobre processo de seleção para construção ou ampliação de unidades de Pronto Atendimento (UPAs) no âmbito do Programa de Aceleração do Crescimento, PAC 2.
 
O texto estabelece o prazo de 18 de abril a 8 de maio deste ano para que os municípios interessados e aptos cadastrem e finalizem suas propostas por meio do site www.fns.saude.gov.br.
 
A Secretaria de Atenção à Saúde será responsável pela análise dos pedidos.
De acordo com o ministério, as UPAs são estruturas de complexidade intermediária, entre as unidades Básicas de Saúde e as emergências hospitalares.
 
Elas devem ser implantadas em locais estratégicos para a configuração das redes de atenção à urgência, com acolhimento e classificação de risco em todas as unidades, conforme a Política Nacional de Atenção às Urgências.
 
Fonte Agência Brasil