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sábado, 20 de abril de 2013

Holograma 3D do cérebro melhora compreensão da dor de cabeça

Pesquisador Alexandre DaSilva testando equipamento 3D
Reprodução: University of Michigan
Pesquisador Alexandre DaSilva testando equipamento 3D
Cores diferentes no cérebro 3D fornecem pistas sobre processos químicos que ocorrem durante ataque de enxaqueca real
 
Cientistas da Universidade de Michigan, nos Estados Unidos, desenvolveram uma espécie de holograma tridimensional do cérebro que pode ajudar a entender melhor como o cérebro processa a dor de cabeça.
 
Cores diferentes no cérebro 3D fornecem pistas sobre os processos químicos que acontecem durante um ataque de enxaqueca usando exame de tomografia por emissão de pósitrons.
 
O líder da pesquisa Alexandre DaSilva e seus colegas utilizam um joystick e óculos especiais para girar e cortar através de um grande holograma colorido 3D do cérebro para aprender como nosso cérebro produze químicos naturais que combatem a dor durante as crises de enxaqueca.
 
"O cérebro 3D é uma nova maneira de analisar dados a partir de imagens tiradas durante um ataque de enxaqueca real de um paciente", afirma DaSilva.
 
Segundo os pesquisadores, as cores diferentes no cérebro 3D tem potencial para fornecer pistas sobre os processos químicos que acontecem durante um ataque de enxaqueca de um paciente utilizando uma varredura por PET, ou tomografia por emissão de pósitrons, um tipo de imagens médicas.
 
"Este alto nível de imersão (em 3D) efetivamente coloca nossos investigadores dentro do cérebro real do paciente", conclui DaSilva.
 
 
Fonte isaude.net

Descoberta pode impedir formação de 'reservatórios' de HIV no organismo

Pesquisa pode prevenir multiplicação do vírus nas células brancas do sangue e levar a novas abordagens para tratar a Aids
 
Pesquisadores do Albert Einstein College of Medicine da Yeshiva University, nos EUA, descobriram como ocorre a regulação da proteína que impede a multiplicação do HIV-1 nas células brancas do sangue.
 
A descoberta pode levar a novas abordagens para tratar o HIV-1 "escondido", ou seja, eliminando reservatórios do vírus que persistem em pacientes submetidos à terapia antirretroviral.
 
 
A terapia antirretroviral pode reduzir os níveis sanguíneos de HIV-1, até que não sejam detectáveis. No entanto, apesar da terapia com drogas, reservatórios de HIV-1 podem persistir em vários tipos de glóbulos brancos, particularmente os macrófagos, células imunes importantes que ajudam a remover patógenos e outras substâncias prejudiciais do organismo.
 
"Se você parar a terapia antirretroviral, o vírus emerge destes reservatórios e retorna para a circulação geral em questão de dias, como se o paciente nunca tivesse sido tratado. Agora sabemos que a proteína que precisamos controlar para impedir a formação dos reservatórios de HIV-1", afirma o autor sênior Felipe Diaz-Griffero.
 
Os cientistas sabem que uma proteína chamada SAMHD1 impede o HIV-1 de se replicar em certas células do sistema imunológico. Mas, até agora, não foi entendido por que SAMHD1 não funciona em células do sistema imunológico, como os macrófagos, que são vulneráveis à infecção pelo vírus.
 
Utilizando uma ferramenta para determinar a composição molecular, os pesquisadores descobriram que SAMHD1 pode existir em duas configurações conhecidas como fosforilada e não fosforilada. (A fosforilação é um importante processo celular no qual os grupos de fosfato se unem a outras moléculas, ativando assim sinalizações e mecanismos de regulação diferentes no interior da célula).
 
Quando SAMHD1 é fosforilada, a célula não está protegida de ser infectada com HIV-1. Quando a proteína não é fosforilada, a célula está protegida contra infecção pelo vírus.
 
"No momento, estamos explorando maneiras de manter esta proteína não fosforilada para que os reservatórios de HIV nunca sejam formados", conclui Diaz-Griffero.
 
Fonte isaude.net

Estado do Rio abre 1500 postos de saúde sábado no dia D contra a gripe

 
A campanha tem o slogan "Quem se lembra da vacina se protege da gripe" e imunizou 7% do público alvo no estado até agora
 
No estado do Rio de Janeiro, 1.500 postos de saúde funcionarão neste sábado (20), que é o dia 'D' da Campanha Nacional de Vacinação contra a Gripe deste ano. Os postos ficarão abertos de 8h às 17h. A campanha tem o slogan " Quem se lembra da vacina se protege da gripe" .

Até o momento, a campanha imunizou 7% da população do Rio, pouco mais de 212 mil pessoas. A meta estabelecida pelo Ministério da Saúde é vacinar 80% do público alvo em todo o país, formado por idosos com 60 anos ou mais, crianças de seis meses até 2 anos, gestantes, indígenas e trabalhadores da área da saúde. Este ano foram incluídas no público alvo da campanha mulheres no período de até 45 dias após o parto.

Outra novidade é que os doentes crônicos poderão receber a imunização em qualquer posto de saúde e não apenas nos Centros de Referência de Imunobiológicos Especiais (CRIEs). A cobertura vacinal em todo país está em 9,6%.

O grupo dos indígenas é o que tem, até agora, a maior cobertura vacinal neste início de campanha. Nos 92 municípios do Rio, foram imunizados 26% de indígenas; 11% de mulheres que recém deram à luz, 7,7% de idosos, 6% de gestantes; 5,9% de crianças e 4,9% de profissionais da saúde. A campanha vai até o dia 26 de abril.

Em 2012, o estado do Rio de Janeiro atingiu 83,7% de cobertura, ultrapassando a meta do Ministério. Porém, entre os grupos de idosos e gestantes, a meta não foi alcançada.

O imunizante deve ser tomado todos os anos. A escolha pelo período do outono para a aplicação é estratégica, pois a vacina precisa de duas semanas para induzir alguma proteção e de quatro a seis semanas para que a máxima proteção seja alcançada. Como o inverno é período de maior circulação do vírus, tomando a vacina no outono garante-se máxima proteção no período de maior circulação do vírus influenza.
 
Fonte isaude.net

Dispositivo portátil detecta grupo sanguíneo em cinco minutos

Dispositivo ajuda a eliminar erros humanos e deslocamentos ao laboratório
Foto: Marcos Santos/USP Imagens
Dispositivo ajuda a eliminar erros humanos e deslocamentos
 ao laboratório
Aparelho, criado para ajudar em situações de emergência, pode ser usado para detectar doenças como pneumonia, sífilis e malária
 
Pesquisadora da Universidade do Minho, em Portugal, desenvolveu um novo dispositivo que consegue detectar automaticamente o grupo sanguíneo em cinco minutos.
 
O projeto, que recebeu o nome de ' For a Better World' foi desenvolvido com o intuito de ajudar em situações de emergência, sendo que o tempo de detecção, menos da metade dos detectores atuais do gênero, se adequa perfeitamente a estas situações.
 
Segundo a responsável pelo aparelho, Ana Ferraz, o fato de o processo ser completamente automatizado, sem intervenção de técnicos, faz com "que se eliminem erros humanos e que sejam desnecessárias deslocações ao laboratório. Desta forma os riscos de incompatibilidade são reduzidos".
 
A coleta do sangue é feita normalmente com uma seringa. Depois, o sangue é introduzido em cada uma das cavidades do aparelho. Então, é colocado um reagente e em pouco tempo é feita a identificação entre Rh e ABO.
 
Além desta função principal, o dispositivo pode ser utilizado ainda para detectar várias doenças, como pneumonia, sífilis e malária.
 
Através de uma aplicação informática, os dados podem ser enviados diretamente para o hospital para, por exemplo, começar a preparar a transfusão, mesmo antes de o paciente chegar.
 
O projeto venceu a edição nacional do Imagine Cup, uma competição tecnológica de nível mundial organizada pela Microsoft e dirigida a estudantes universitários, e vai representar Portugal na final mundial, que será realizada em St. Petersburgo, na Rússia, entre 8 e 11 de Julho.
 
Fonte isaude.net

Porto Alegre estabelece parceria com a ONU para combater Aids

Discussões em torno do Plano Integrado em Apoio à Resposta Nacional à Epidemia do HIV/Aids acontecem em hotel da Capital
 
Uma parceria entre o Programa Conjunto da Organização das Nações Unidas(ONU) sobre HIV/Aids (Unaids) e o município de Porto Alegre resultou na construção de um plano integrado de prevenção e enfrentamento à doença. As discussões em torno do Plano Integrado da ONU em Apoio à Resposta Nacional à Epidemia do HIV/Aids - " Aids Tchê" , abordarão a temática, nos dias 24, 25 e 26, no Hotel Continental, localizado, no Largo Vespasiano Julio Veppo, 77, na Capital.
 
De acordo com o programa, o plano foi formulado em cinco eixos. O primeiro é a prevenção entre jovens, com ênfase no Projeto Saúde e Prevenção nas Escolas (SPE), e também com atividades fora do ambiente escolar. Este tema já abordado na Rede de Ensino, por meio do projeto Galera Curtição apresentado no formato de um programa de auditório que é desenvolvido pela Secretaria de Saúde com o objetivo de discutir com os professores, alunos e estudantes, temas como: sexualidade, gênero, e diversidade sexual, prevenção de DST/Aids, saúde sexual e reprodutiva, raça e etnia, além do uso abusivo de álcool e outras drogas.
 
O segundo é o combate à epidemia entre mulheres, gays e homens que fazem sexo com outros homens. Os outros três eixos são o fortalecimento dos movimentos sociais, ações preventivas junto à população negra e a fortificação de ações entre diferentes setores.
 
Neste momento, a discussão é em torno dos planos de enfrentamento do HIV/Aids entre as mulheres e na população de homens que fazem sexo com homens. Apoiado pelo Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento, os planos de enfrentamento serão discutidos com o movimento social. Além disso, a Unaids irá fazer o lançamento da campanha Mulheres e Direitos no Brasil, que tem como objetivo contribuir para a conscientização da população sobre a redução da violência contra a mulher e promover a equidade de gênero e a saúde feminina.
 
Com informações da Prefeitura de Porto Alegre
 
Fonte isaude.net