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domingo, 21 de abril de 2013

ONG faz campanha para divulgar tratamento para lábio leporino

Aproximadamente 4 mil crianças nascem por ano no Brasil com esse problema
 
A ONG (organização não governamental) Smile Train lançou uma campanha de divulgação sobre tratamento de fissuras labiopalatais (também conhecidas como lábio leporino) em crianças. A ação está ocorrendo em todo o País por meio do site www.smiletrainbrasil.com, das redes sociais e de parceiros.
 
O problema ocorre quanto o desenvolvimento do bebê é incompleto durante a gestação e ele permanece com uma abertura no lábio ou no palato (céu da boca). A fissura também pode ocorrer simultaneamente no lábio e no palato.
 
Os objetivos da campanha são fazer com que as pessoas saibam que existe tratamento para a fissura e aumentar em 20% o número de cirurgias corretivas no Brasil. Aproximadamente 4 mil crianças nascem por ano no país com esse problema, porém apenas a metade consegue passar pelo procedimento cirúrgico.
 
Segundo a gerente do programa Smile Train Brasil, Mariane Góes, a expansão dessa campanha é “fundamental para proporcionar às pessoas que sofrem com fissura labiopalatal as mesmas oportunidades de uma pessoa sem esse problema”.
 
No Brasil desde 1999, a Smile Train auxilia na realização de cirurgias gratuitas para tratamento de fissuras labiopalatais e também monitora o resultado pelo acompanhamento de especialista de diversas áreas – como fonoaudiólogos, dentistas, ortodontistas e otorrinolaringologista.
 
A ONG alcançou no ano passado o total de 13,5 mil cirurgias em parceria com cirurgiões e hospitais espalhados pelos estados do Pará, do Maranhão, do Piauí, do Ceará, da Paraíba, de Pernambuco, da Bahia, de Mato Grosso, de Goiás, de Minas Gerais, do Rio de Janeiro, de São Paulo, do Paraná e do Rio Grande do Sul.
 
Fonte R7

Operadoras de planos de saúde deverão fornecer bolsa coletora aos pacientes, diz ANS

Bolsa coletora de urina
De acordo com o regulamento, empresas também deverão dar a proteção para a pele
 
A partir de maio de 2013, as operadoras de planos de saúde deverão fornecer bolsas coletoras intestinais ou urinárias para os seus beneficiários que utilizam o material. A medida foi publicada nesta sexta-feira (19) pela ANS (Agência Nacional de Saúde Suplementar).
 
A norma prevê também o fornecimento de equipamentos de proteção e segurança utilizados conjuntamente com as bolsas coletoras, como as barreiras protetoras de pele. A solicitação do material deverá ser feita à operadora por meio de relatório médico.
 
A norma foi desenvolvida pelo grupo técnico que está revisando o rol de procedimentos e eventos em saúde e passa a fazer parte da cobertura mínima obrigatória dos planos. Fazem parte deste grupo representantes do setor de saúde suplementar, como órgãos de defesa do consumidor, operadoras de planos de saúde, associações de profissionais da área da saúde e representantes de beneficiários.
 
De acordo com a Anvisa, cerca de 34 mil pessoas no Brasil utlilizam bolsas coletoras. Há uma variedade de condições para as quais estas bolsas podem ser indicadas, como: câncer, doença de chagas, doença de drohn, má formação congênita, trauma abdominal, doenças neurológicas e outras.
 
As bolsas coletoras podem ser necessárias provisória ou permanentemente.
 
Segundo André Longo, diretor-presidente da ANS, no desenvolvimento da norma, a ANS se preocupou também em evitar complicações devidas ao procedimento.
 
— Portanto, as operadoras serão orientadas a informar ao paciente quanto ao uso e auto-cuidado.
 
onte R7

Refrigerantes: Um Problema para os Dentes

Alguns adolescentes chegam a beber 12 refrigerantes por dia
Os refrigerantes são uma das fontes mais importantes de cárie dental presentes na dieta
 
Nas diversas regiões do Brasil, as pessoas usam palavras diferentes para identificar um refresco adocicado e gaseificado — o refrigerante. Porém, não importa o nome que se use, trata-se de algo que pode provocar sérios problemas de saúde bucal.
 
Os refrigerantes destacam-se como uma das fontes mais importantes de cárie dental presentes na dieta, atingindo pessoas de todas as idades. Ácidos e subprodutos acidíferos do açúcar presente nos refrigerantes desmineralizam o esmalte dental, contribuindo para a formação das cáries. Em casos extremos, o esmalte desmineralizado combinado com escovação inadequada, bruxismo (hábito de ranger os dentes) ou outros fatores pode levar à perda dental.
 
Bebidas sem açúcar, que respondem por apenas 14 porcento do consumo total de refrigerantes, são menos prejudiciais1. Entretanto, elas são acidíferas e têm potencial para causar problemas.
 
Está-se Bebendo Cada Vez Mais
O consumo de refrigerantes nos Estados Unidos aumentou drasticamente em todos os grupos demográficos, especialmente entre crianças e adolescentes. O problema é tão grave que autoridades de saúde como a American Academy of Pediatrics começou a alertar sobre os perigos.
 
Quantas crianças em idade escolar bebem refrigerantes? Estimativas variam de uma em cada duas à quatro em cada cinco consumindo pelo menos um refrigerante por dia. Pelo menos uma em cada cinco crianças consome um mínimo de quatro porções por dia.2
 
Alguns adolescentes chegam a beber 12 refrigerantes por dia.
 
Porções maiores agravam o problema. De 180 ml na década de 80, o tamanho do refrigerante aumentou para 570 ml na década de 90.
 
Crianças e adolescentes não são as únicas pessoas em risco. O consumo prolongado de refrigerantes tem um efeito cumulativo no esmalte dental. Conforme as pessoas vivem mais, mais pessoas terão probabilidade de apresentar problemas.
 
O Que Fazer
Crianças, adolescentes e adultos podem se beneficiar com a redução do número de refrigerantes que consomem, e também com as terapias bucais disponíveis.
 
Eis algumas medidas que você pode tomar:
 
- Substitua o refrigerante por bebidas diferentes: Tenha na geladeira bebidas que contenham menos açúcar e ácido, como água, leite e suco de fruta 100% natural. Ingira essas bebidas e estimule seus filhos a fazer o mesmo.

- Enxágüe a boca com água: Depois de consumir um refrigerante, faça um bochecho com água para remover vestígios da bebida que possam prolongar o tempo que o esmalte fica exposto aos ácidos.

- Use creme dental e solução para bochecho com flúor: O flúor reduz as cáries e fortalece o esmalte dental, portanto escove com um creme dental que contenha flúor, como o Colgate Total® 12. Fazer bochechos com uma solução com flúor também pode ajudar. Seu dentista pode recomendar um enxaguatório bucal que você compra na farmácia ou supermercado ou prescrever um mais concentrado dependendo da gravidade do seu problema. Ele também pode prescrever um creme dental com maior concentração de flúor.
 
- Faça aplicação de flúor com o profissional: Seu dentista pode aplicar flúor na forma de espuma, gel ou solução.Os refrigerantes são implacáveis com seus dentes. Reduzindo a quantidade que você ingere, praticando uma boa higiene bucal e buscando ajuda com seu dentista e higienista, você pode neutralizar seus efeitos e usufruir de uma saúde bucal melhor.

1 Harnack L, Stang J, Story M. Soft drink consumption among US children and adolescents: Nutritional consequences. Journal of the American Dietetic Association 1999;99:436-444.

2 Gleason P, Suitor C. Children s diets in the mid 1990s: Dietary intake and its relationship with school meal participation. Alexandria, VA: US Department of Agriculture, Food and Nutrition Service, Office of Analysis, Nutrition and Evaluation;2001.

3 Brimacombe C. The effect of extensive consumption of soda pop on the permanent dentition: A case report. Northwest Dentistry 2001;80:23-25.
 
Fonte Colgate-Palmolive

Os pets e as doenças

Perigo: crianças e idosos devem evitar dormir na mesma
cama com seus pets
Animais domésticos podem transmitir doenças a seus donos, mesmo sendo bem cuidados. Confira dicas para evitar isso
 
Você deve pensar duas vezes antes de se aconchegar na cama com seu animalzinho de estimação. Um novo relatório publicado na edição de fevereiro da revista especializada Emerging Infectious Diseases informa que animais aparentemente saudáveis podem transportar parasitas, bactérias e virus causadores de doenças que podem levar à morte quando transmitidas ao homem.
 
Das 250 zoonoses – infecções transmitidas entre os animais e o homem – mais de 100 são derivadas de animais domésticos, diz o veterinário Bruno Chomel, professor de zoonose da Escola de Veterinária da Universidade da California e um dos autores do relatório.
 
Mesmo que a transmissão de doenças seja baixa em comparação ao número de pessoas que dormem com seus animais na cama – mais da metade de todos os americanos que têm um bicho de estimação – Chomel diz que ainda assim existem riscos.
 
“Dormir com o animal na cama não é uma boa idéia”, disse ele.
 
Um exemplo disso foi o que aconteceu com uma mulher de 69 anos que tinha passado por uma cirurgia do quadril e dormiu com seu cãozinho na mesma cama. O animal lambeu o local da incisão da cirurgia e a mulher teve uma meningite. Outro incidente envolveu um garoto de 9 anos de idade que foi infectado por peste, infecção bacteriana que pode causar a morte, ao dormir com seu gato infestado por pulgas.
 
Segundo dados do relatório, dormir com o cachorro ou o gato, ou ainda beijá-lo ou ganhar uma lambida do animal pode ocasionar ao homem diversas doenças transmissíveis, dentre elas a ancilostomíase (popularmente conhecida como amarelão), dermaftose, vermes dermatóides, linforreticulose e infecções estafilocócicas resistentes a medicamentos.
 
Devemos estar cientes que os animais podem transmitir doenças ao homem, mas os benefícios para a saúde de ter um animal de estimação superam os riscos – diz Peter Rabinowitz, da Escola de Medicina da Universidade de Yale e autor do livro didático “Human-Animal Medicine: Clinical Approaches to Zoonoses, Toxicants and Other Shared Health Risks”.
 
Pesquisas já demonstraram que além de oferecer apoio psicológico e amizade, os animais de estimação ajudam, dentre outras coisas, a baixar a pressão sanguínea, aumentar a atividade física, reduzir o estresse e melhorar o humor do dono.
 
Porém, o especialista adverte que pessoas com baixa imunidade correm mais riscos de serem infectados também por animais. Dentre elas estão os idosos, as crianças com menos de cinco anos de idade, os portadores de HIV e os pacientes de câncer.
 
Quem tem um animal de estimação pode preservar a saúde com bons hábitos de higiene, dentre eles lavando as mãos com água morna e sabonete depois de lidar com os pets – principalmente com filhotes ou animais com diarréia. Rabinowitz diz que estes “grupos de risco” têm maior probabilidade de abrigar uma infecção transmissível ao homem. E ele recomenda que, ao receber uma lambida de seu animalzinho, deve-se lavar imediatamente a região afetada.
 
Para evitar doenças, o relatório recomenda o controle de pulgas e carrapatos por meio de programas de prevenção e de consultas veterinárias regulares. Os autores do documento também aconselham os donos de animais a evitar beijar seus gatos e cachorros ou levá-los para a cama.
 
Como grande parte das zoonoses não é diagnosticada ou informada aos órgãos de saúde, Rabinowitz diz que o número de ocorrências anuais destas doenças é desconhecido. Entretanto, ele suspeita que milhões de infecções sejam transmitidas ao homem por animais de estimação anualmente – desde infecções cutâneas autolimitadas até doenças endêmicas que podem levar à morte.
 
“Acreditamos que provavelmente diversas infecções são transmitidas por animais e ninguém simplesmente se dá conta disso”, disse Rabinowitz, diretor do Projeto de Medicina Animal e Humana da Univesidade de Yale.
 
Nos últimos anos, a iniciativa “One Health” – que inclui a Associação Médica Americana, a Associação Americana de Enfermagem e a Associação Americana de Medicina Veterinária – vem pressionando o desenvolvimento de melhor comunicação entre médicos e veterinários. Segundo dados do Centro de Controle e Prevenção de Doenças dos Estados Unidos, aproximadamente 60% das patogenias humanas são zoonóticas. Durante uma conferência veterinária realizada recentemente em Orlando, o presidente da Associação Médica Americana falou sobre a importância de unificar as profissões da área de saúde.
 
“Não são somente os animais que transmitem doenças ao homem, aparentemente a recíproca também pode ser verdadeira. A transmissão é uma rua de mão dupla”, disse Rabinowitz, ao citar o caso de um gato sem raça definida, do estado americano de Iowa, que contraiu o virus H1N1 de seu dono.

Fonte iG

10 benefícios dos pets à saúde e ao bem-estar humano

Ter um animal de estimação traz benefícios à saúde
física e mental em todas as idades
As vantagens vão da redução da pressão arterial à melhora na depressão, veja
 
O melhor amigo do homem também pode ser o melhor amigo da saúde do homem. Mais do que pequenas (ou grandes) bolas de pelo, os pets podem ser fundamentais aliados para uma maior qualidade de vida.
 
Ao fornecer companhia, carinho, conforto, entretenimento e, principalmente, amor incondicional, gatos, cachorros, chinchilas, pássaros e até mesmo animais maiores, como cavalos, trazem a seus donos e a quem convive com eles benefícios como melhora da autoestima, aumento da prática de atividades físicas e maior convívio social.
 
As vantagens da convivência com animais se estendem da infância à tarceira idade. Por ser uma etapa da vida repleta de aprendizados diários, a infância beneficia-se do contato com um animal de estimação pelo auxílio no aprendizado de valores como respeito, cuidado e responsabilidade, além de ter no pet um carinhoso e animado companheiro para os momentos de diversão e brincadeiras.
 
Já para a terceira idade, etapa em que é comum um maior afastamento dos familiares e isolamento social devido ao ritmo mais desacalerado de vida, o animal é o companheiro ideal de todas as horas, sempre disponível para oferecer carinho e companhia, além de contribuir também para o resgate da sensação de prazer relacionada ao cuidado com o outro (alimentação, cuidados com a saúde e higiene etc.).
 
Em casos de doenças e/ou condições de pessoas portadoras de necessidades especiais, o auxílio da terapia assistida com animais é valioso:
 
“Nestes casos, o cão funciona como um facilitador do processo terapêutico, podendo ser usado em qualquer especialidade da área da saúde, de acordo com a necessidade do paciente”, esclarecem as psicólogas Cristiane Blanco e Laís Milani, diretoras de Terapia Assistida por Animais do Instituto Nacional de Ações e Terapias Assistidas por Animais (INATAA).
 
Como a terapia funciona como um agente motivador para o tratamento em diversas especialidades, qualquer paciente que apresente um quadro crônico físico ou psicológico pode se beneficiar dela.
 
“É o caso de pacientes que apresentem algum tipo de dificuldade na interação social, bem como pessoas institucionalizadas, portadoras de síndromes genéticas, paralisias, problemas de aprendizagem, entre outros”, acrescenta Laís.
 
Veja a seguir 10 benefícios dos pets à saúde humana:
 
1. Proteção contra alergias
Uma hipótese levantada recentemente por pesquisadores é a de que o relaxamento obtido com o contato com os cães, por exemplo, pode elevar os níveis de imunoglobulina A, um anticorpo presente nas mucosas que evita a proliferação de vírus ou bactérias e é de grande importância na prevenção de várias doenças, inclusive as alergias.              
 
2. Socialização
Animais de estimação fazem parte de um tema de interesse comum, frequentemente alvos de conversas que estimulam a aproximação entre pessoas. Por ser um animal social, ou seja, que requer convívio com outros cães para a manutenção de sua qualidade de vida, o cachorro naturalmente oferece um estímulo para que os donos frequentem parques e outros ambientes que favorecem a interação social.
 
3. Alívio do estresse
Estudos indicam que a interação entre homem e animal traz uma sensação de bem-estar e conforto, resultando na diminuição dos níveis de cortisol – hormônio relacionado ao estado de alerta e que também é conhecido como o "hormônio do estresse", causando diversos problemas à saúde quando encontrado em níveis elevados na corrente sanguínea.
 
4. Redução da pressão arterial
O mesmo bem-estar provocado pela interação com o pet reduz os níveis de adrenalina – relacionados ao aumento da pressão arterial – e libera da acetilcolina. Esse neurotransmissor está envolvido no estado de tranquilidade, na diminuição de pressão arterial, frequência cardíaca e frequência respiratória, além de desempenhar um importante papel nas funções cognitivas, como a aprendizagem.              
 
5. Combate à depressão
As trocas de carinho, compreensão, apoio e segurança observadas na relação humana com os animais de estimação favorecem o aumento da autoestima, o senso de valor próprio, o estabelecimento de hábitos positivos e o interesse pelo outro, questões que estão entre as centrais da depressão.              
 
6. Elevação da autoestima
Ao sentir o carinho, o amor e a atenção do pet, o dono de um animal de estimação se dá conta do quão importante é para a vida de seu animalzinho. Isso faz com que se sinta também mais importante e confiante em suas próprias capacidades.              
 
7. Liberação de "hormônios da felicidade"
Estudos indicaram que a troca de afetividade entre humanos e animais tem como um dos principais efeitos o aumento da produção e liberação de serotonina e dopamina, os responsáveis pela sensação de prazer e alegria.
 
8. Incentivo à prática de atividades físicas
Xô, sedentarismo: ter um animal de estimação (em especial, um ou mais cães) obriga até o mais ferrenho sedentário a pelo menos duas visitas diárias às calçadas e/ou parques e praças da vizinhança, uma medida sanitária essencial para a saúde do bichinho. Tal "exercício" pode ser o primeiro passo em direção a uma rotina de atividades físicas regulares, essenciais à saúde humana.              
 
9. Diminuição da solidão
Seja pela companhia do próprio animal e/ou pela estimulação de uma maior interação social por meio dos passeios com o pet, a sensação de solidão tende a ser amenizada a partir da convivência com um parceiro para todas as horas que o acompanha e espera pacientemente (ou, às vezes, nem tanto...) 24 horas por dia, sete dias na semana.
 
10. Senso de responsabilidade
Cuidar de um animal envolve uma série de rituais diários e eventuais, como alimentação, manutenção da higiene, banho e passeios. Assumir tais compromissos envolve responsabilidade da parte do dono – assim, ter um pet pode ser uma incalculável lição de responsabilidade e compromisso para as crianças, por exemplo.
 
Fonte iG