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domingo, 21 de abril de 2013

Evite os nove maiores erros ao tomar remédios orais

mulher com comprimido na língua - Foto: Getty Images
Assim como não é recomendada a ingestão de medicamentos
 com outros líquidos que não sejam água, tomá-lo a seco
também pode trazer malefícios
Misturar com álcool ou triturar o comprimido comprometem eficácia da medicação
 
Desde 2009, a Anvisa estabeleceu que todos os remédios devem ser acompanhados da bula do paciente, além da bula técnica já comum nos produtos.
 
Na bula do paciente, deve ser especificada a forma como ele deve ser ingerido e seus riscos específicos de forma clara e objetiva.
 
No entanto, ainda existem muitas dúvidas sobre a melhor maneira de tomar uma medicação e outras crenças tão comuns que sequer são colocadas em dúvida - e muitos desses hábitos podem não só interferir na eficácia do medicamento, como também prejudicar seu organismo.
 
Confira os erros mais comuns na hora de ingerir uma medicação:
 
leite e remédio - Foto: Getty ImagesTomar o medicamento acompanhado de líquidos com sabor
O líquido mais indicado para acompanhar a ingestão de todos os tipos de medicamentos é a água. "Isso porque algumas medicações desencadeiam reações químicas quando ingeridas com sucos, leite, refrigerantes, chás ou café, que podem comprometer sua eficácia", explica a clínica geral Fernanda Galvão, da Amil, em Brasília. De acordo com a especialista, um bom exemplo são os antibiótico com tetraciclina na composição - essa substância reage na presença de cálcio, e portanto tem sua eficácia comprometida se ingeridos com leite.

Outra combinação perigosa e muito conhecida é remédio e bebidas alcoólicas. "O álcool pode tanto potencializar quanto neutralizar os efeitos de um medicamento, em alguns casos ativando enzimas que transformam o remédio em substâncias tóxicas para o organismo", alerta a clínica geral Fernanda. Por isso, na dúvida, sempre tome seus medicamento acompanhados de água apenas.
 
antiácido - Foto: Getty ImagesMisturar com antiácidos
Os antiácidos também interferem na absorção de medicamentos, para mais ou para menos, dependendo da interação. "Além de deixar o estômago com pH alcalino - muitos remédios precisam da acidez gástrica para serem aproveitados - os antiácidos podem conter alumínio, que se ingerido com medicamentos que contenham citrato de cálcio podem atingir níveis tóxicos no sangue, sendo perigosos principalmente para os rins, que podem ter seu funcionamento afetado e até sofrer graves consequências", explica a hepatologista Marta Deguti, do Centro de Referência em Gastroenterologia do Hospital 9 de Julho, em São Paulo.
 
mulher com comprimido na língua - Foto: Getty ImagesIngerir o comprimido sem beber água
Assim como não é recomendada a ingestão de medicamentos com outros líquidos que não sejam água, tomá-lo a seco também pode trazer malefícios. "Existe o risco da medicação ficar parcialmente retida no esôfago, podendo haver irritação na mucosa em que o comprimido se prendeu", explica a hepatologista Marta. Além disso, um pouco da dose da medicação é perdida, já que passa a ser absorvida enquanto está retida. "Um exemplo muito sério é o alendronato, usado no tratamento da osteoporose, que pode causar, se retido no esôfago, até mesmo perfuração do órgão", alerta a especialista. Por isso, deve-se sempre ter muito cuidado com as medicações, seguir as orientações do seu médico e tirar dúvidas tanto com ele quanto com o farmacêutico devidamente habilitado.
 
cápsula aberta - Foto: Getty ImagesRetirar o conteúdo da cápsula
Muitas pessoas optam por abrir a cápsula do medicamento e ingerir apenas o pó, para tornar o processo de deglutição mais simples. No entanto, essas cápsulas são concebidas com a função de proteger a mucosa da boca e do esôfago do contato com a medicação, para que ela possa agir de forma lenta, garantindo sua eficácia. ?Para alguns remédios, a remoção da cápsula pode ter consequências como dor no tórax, vômitos e esofagite?, diz a hepatologista Marta.
 
comprimidos - Foto: Getty ImagesTriturar o comprimido para facilitar a digestão
Com a justificativa de facilitar a deglutição, também é comum as pessoas triturarem o comprido ou cortá-lo ao meio, prática que também pode interferir na absorção pelo organismo. Segundo as especialistas, os únicos comprimidos que podem ser cortados ao meio são aqueles que possuem uma linha no meio, desenhada inclusive para facilitar o corte. "Fora isso, os medicamentos devem ser ingeridos inteiros, da maneira como vieram na cartela", diz a clínica geral Fernanda. Os problemas nesse caso são muito parecidos com o de ingerir o remédio fora da cápsula - o corpo irá absorvê-lo mais rápido do que deveria, levando a uma intoxicação. "O desenho do comprimido foi feito para facilitar a ingestão da quantidade necessária de medicamento e o contato do comprimido com o ácido gástrico deve dissolvê-lo e quebrá-lo em partículas que serão absorvidas", afirma a hepatologista Marta. "Se houver maior dificuldade para ingerir o comprimido, converse com o seu médico para buscar formulações alternativas."
 
mulher colocando remédio em gotas na colher - Foto: Getty ImagesIngerir o medicamento em gotas a seco
"As medicações em gotas também são melhor absorvidas quando diluídas em água, em vez de pingadas direto na língua ou dadas em colher", explica Fernanda Galvão. Como geralmente são prescrições pediátricas, essas já são fabricadas com sabor e aroma diferentes para facilitar a ingestão pelas crianças. Devemos lembrar que os medicamentos devem ser diluídos preferencialmente em água. "O risco da diluição em outras bebidas é principalmente a perda da eficácia terapêutica", diz Fernanda.
 
remédios e relógio - Foto: Getty ImagesTomar a medicação fora do horário
As atividades do organismo variam ao longo do dia de acordo com nosso relógio biológico, e cada medicamento é estudado minuciosamente em relação ao tempo que leva para ser absorvido, o tempo de duração do efeito e modo como é eliminado do corpo de acordo com essas atividades fisiológicas. "Por isso, atrasar ou adiantar o horário do medicamento pode reduzir a eficiência e até mesmo provocar efeitos colaterais", afirma a clínica geral Fernanda. A hepatologista Marta alerta para os antibióticos e antidiabéticos, que podem trazer consequências mais sérias. "Se a pessoa está tomando antibióticos e atrasa um período inteiro, a bactéria pode tornar a se multiplicar e criar resistência ao antibiótico, já no caso de antidiabéticos, os níveis de açúcar do sangue podem subir ou descer demais, o que pode resultar até mesmo em coma", diz.
 
prato com comprimidos e comida - Foto: Getty ImagesPreste atenção nas interações com alimentos
Muitos medicamentos devem ser ingeridos em jejum porque eles necessitam do ambiente mais ácido do estômago para que sejam melhor absorvidos. "Já outros são absorvidos com mais eficácia na presença de alimentos, ou são menos agressivos ao estômago quando tomados desta maneira", explica a clínica geral Fernanda. A especialista afirma que existem também substâncias que possuem interação com determinados tipos de alimentos, formando um complexo que o organismo não consegue absorver, diminuindo ou até mesmo neutralizando a ação do medicamento. Por conta disso, o ideal é perguntar ao médico e sempre seguir as instruções da bula.
 
mulher em consulta médica - Foto: Getty ImagesNão avisar seu médico que toma anticoncepcional
No geral, não existem grandes restrições na mistura de remédios com anticoncepcionais. Mas é preciso estar atenta, pois existem combinações que reduzem a eficácia do anticoncepcional ou da outra medicação. A hepatologista Marta cita alguns exemplos: "Remédios para micose de unha e candidíase, antibióticos, medicações para epilepsia e para tratamento de tuberculose podem reduzir a eficácia do anticoncepcional', diz. Além disso, o contraceptivo pode diminuir a eficácia da aspirina, AAS ou de calmantes, e pode também potencializar os efeitos do Diazepan, da cafeína, dos corticoides e de alguns antidepressivos.
 
Fonte Minha Vida

11 atitudes que facilitam a consulta médica

Agendar consulta com antecedência e levar histórico familiar ajudam no diagnóstico
 
É muito comum pensarmos que uma visita de rotina ao médico ou mesmo uma consulta para checar alguns sintomas não é grande coisa, que basta chegar ao consultório e dizer o que está sentindo para que o médico faça o diagnóstico. No entanto, o paciente pode adotar uma série de atitudes que não só facilitam a consulta médica, como também ajudam o médico a chegar a um diagnóstico mais preciso e evitar a prescrição de remédios ou tratamentos que atrapalhem o tratamento.
 
Veja as dicas dos especialistas e saiba o que levar na próxima consulta:
 
mulher falando ao telefone - Foto: Getty ImagesAgende a consulta com antecedência
Marcar a consulta com antecedência é necessário quando a agenda do médico é muito cheia, o que é muito comum. "Deixar para agendar uma consulta de última hora pode atrasar um diagnóstico e até mesmo um tratamento eficaz", diz o clínico geral Flávio Arruda, do Hospital Alvorada Brasília.
 
homem falando com o atendente do consultório - Foto: Getty ImagesChegue ao consultório antes do horário marcado
Assim como é preciso agendar uma consulta com antecedência, é importante chegar ao consultório pelo menos 10 minutos antes do horário marcado. "Esses minutos ficam reservados para o paciente falar ao atendente do consultório, hospital ou centro médico seus dados pessoais e do convênio, para que seja feito o prontuário", explica Flávio Arruda. Ele diz que esses 10 minutos evitam que a sua consulta atrase, atrasando a entrada de todos os outros pacientes.
 
médico lendo lista de exames de uma senhora - Foto: Getty ImagesLeve os exames anteriores
Para uma consulta médica, é importante sempre levar os exames já realizados, pois facilita e orienta melhor o médico em relação ao diagnóstico. "Além disso, evita que o médico solicite novamente exames que já foram realizados, o que facilita tanto o paciente quanto a operadora de saúde", explica o clínico geral Flávio.
 
caixa de remédios - Foto: Getty ImagesFaça uma lista com os medicamentos que você toma
De acordo com o hematologista Sandro Melim, do laboratório Pasteur, em Brasília, é de suma importância o paciente levar uma lista com todas as medicações que ele faz uso, juntamente com a dosagem. "Isso ajuda o médico a avaliar se é preciso ajustar a dose, suspender ou adicionar à rotina do paciente determinado remédio", diz. Outra vantagem de levar a lista é avaliar as drogas que não podem ser prescritas juntas, pois uma pode alterar o efeito da outra.
 
mulher conversando com a médica - Foto: Getty ImagesInforme o seu histórico familiar médico
Diabetes, hipertensão, alguns tipos de câncer - como o de mama e o de intestino - e outras doenças têm uma alta incidência em pessoas com histórico familiar. "Por esse motivo, deve-se sempre informar ao médico qualquer ocorrência de doenças na família, principalmente em parentes de primeiro grau, pois os riscos de a pessoa apresentar a doença são maiores", explica o clínico geral Flávio.
 
homem escrevendo uma receita - Foto: Getty ImagesLeve os seus diagnósticos anteriores
Assim como o histórico familiar, o histórico particular também é importante para que o médico possa analisar melhor o paciente. Você deve sempre contar se tem qualquer doença crônica ou alergia. "A partir dessas informações e do exame físico completo é que se inicia a formação de uma hipótese diagnóstica", afirma Sandro Melim.

Além disso, algumas doenças aparecem com sintomas isolados ao longo de anos. "Por isso, é importante que o médico saiba de todos os problemas que a pessoa já tenha apresentado, como fraturas, anemias, infecções e outros", completa o hematologista. Notificar sobre alguma alergia também é importante para que o médico faça a prescrição do medicamento mais adequado.
 
médico aferindo a pressão de um paciente - Foto: Getty ImagesUse roupas confortáveis
O paciente deve sempre ir com roupas confortáveis e que sejam fáceis de retirar, caso seja necessário trocá-las ou tirar alguma peça para realizar algum exame. "Além disso, o uso de alguns tecidos ou roupas muito apertadas pode dificultar e até mesmo alterar o resultado de alguns procedimentos, como aferir (medir) a pressão", diz o clínico geral Flávio.
 
casal de idosos conversando com uma médica - Foto: Getty ImagesQuando levar acompanhante?
Pacientes idosos e menores de idade devem sempre ir à consulta com algum responsável, pois estes podem não ter o discernimento ou conhecimento para seguir as orientações do médico. "Nos outros casos, a escolha de um acompanhante fica a critério do paciente, não devendo ser mais de um, para não atrapalhar a consulta", diz Flávio Arruda.
 
mulher escrevendo uma lista - Foto: Getty ImagesDiga ao médico o que você está sentindo
Fazer uma lista dos sintomas que você tem facilita muito o diagnóstico médico. Segundo Flávio Arruda, nessa lista deve estar a data aproximada de quando os sintomas começaram; a localização da dor, se for o caso; fatores que causam, agravam e aliviam os sintomas; tempo de duração das sensações e fatores associados ao sintoma. "Se o paciente souber todas essas informações, a consulta médica ficará muito mais completa", afirma o clínico geral.
 
consulta médica - Foto: Getty ImagesNão esconda informações
Nunca devemos esconder nada do médico, mesmo que a informação pareça pouco importante. "Qualquer informação pode alterar por completo o diagnóstico e levar o médico a acreditar que está fazendo o melhor para o paciente, quando na verdade pode piorar ainda mais o problema", explica Sandro Melim. O especialista lembra que existe o sigilo médico-paciente que é inviolável - todas as informações passadas ao médico não sairão do consultório.
 
consulta médica - Foto: Getty ImagesNão saia do consultório com dúvidas
"O paciente não deve sair com dúvida do consultório em hipótese alguma, por mais boba ou insignificante que essa dúvida possa parecer", explica Sandro Melim. O especialista afirma que sempre deve ficar claro para o paciente o seu diagnóstico e o tratamento para que ele possa entender qual é a gravidade de sua doença e como deve proceder. "Caso o paciente saia de lá com uma receita médica, ele deve se certificar de que entendeu o nome do medicamento e quais são as dosagens, para não haver confusão", completa.
 
Fonte Minha Vida

Metabolismo dos adultos de hoje é pior que das gerações passadas

Magnésio - Foto Getty Images
Uma alimentação deficiente em magnésio não só deixa o
metabolismo mais lento, como também pode favorecer o acúmulo
 de gorduras e a má utilização das proteínas ingeridas
Estudo mostra que corpo fica mais suscetível à obesidade e doenças relacionadas
 
O metabolismo dos adultos de hoje não é tão saudável do que o dos adultos das gerações passadas, de acordo com um novo estudo do Dutch National Institute for Public Health and the Environment, na Holanda. Isso significa que os adultos agora são mais propensos a desenvolver obesidade e problemas como colesterol alto e hipertensão. O trabalho foi publicado dia 15 de abril no European Journal of Preventive Cardiology.

A pesquisa incluiu dados de 6.377 pessoas que faziam parte do Doetinchem Cohort Study, também na Holanda. As pessoas tiveram o seu colesterol, peso corporal e pressão arterial avaliados a partir do ano de 1987, e foram acompanhados novamente seis, 11 e 16 anos mais tarde.

s pesquisadores descobriram que, para todos os participantes do estudo, o excesso de peso, obesidade e pressão arterial elevada ficaram mais comuns com o passar do tempo. Mas, além disso, eles também notaram que os indivíduos que nasceram mais tarde sofreram essas condições mais cedo, quando comparados com as pessoas que nasceram 10 anos antes.

Os autores afirmam que a idade média para a prevalência de obesidade em nossa geração é 40 anos, ao passo que as gerações anteriores sofriam com esse problema mais comumente aos 55 anos. Segundo os pesquisadores, esses resultados indicam que esta nova geração está 15 anos à frente da geração mais velha e será exposta aos malefícios da obesidade por mais tempo.

Especificamente, 40% dos homens que estavam em seus 30 anos na primeira análise de fatores de risco metabólicos foram consideradas acima do peso. Mas quando os pesquisadores analisaram os dados de 11 anos após essa análise, 52% da nova geração de homens na faixa dos 30 foram considerados com sobrepeso.

Os cientistas afirmam que os hábitos alimentares e de atividade física, além da exposição ao estresse, podem estar tornando o metabolismo das pessoas menos eficiente, aumentando o risco de obesidade. Além disso, a exposição maior da obesidade ao longo da vida aumenta, e como consequência haverá mais idosos no futuro com patologias relacionadas com o excesso de peso, como diabetes e doenças cardiovasculares.

Acelere seu metabolismo
É importante entender que o metabolismo nada mais é do que a forma como nosso organismo processa as calorias que ingerimos. Enquanto se é jovem, o metabolismo é rápido. Por isso, na adolescência, muitos comem sem parar e continuam magros, mesmo depois de um pacote inteiro de bolacha recheada, por exemplo. Depois dos 30, entretanto, a coisa pega. Principalmente nas mulheres, cujo organismo tem mais tecido gorduroso e esse é o grande problema: as células de gordura queimam menos caloria que as de músculo, a conhecida massa magra. Para não deixar o metabolismo ficar lerdo, as dicas são muitas, da alimentação à prática de exercícios.
 
Confira as dicas a seguir: 
 
Magnésio - Foto Getty ImagesMagnésio no cardápio
O magnésio é um mineral importante que participa de quase todas as ações metabólicas. "Cerca de 300 sistemas enzimáticos dependem da presença de magnésio", afirma a nutricionista Roseli Rossi, da Clínica Equilíbrio Nutricional.

Uma alimentação deficiente em magnésio não só deixa o metabolismo mais lento, como também pode favorecer o acúmulo de gorduras e a má utilização das proteínas ingeridas.

Fontes de magnésio: castanhas, folhas verde-escuras, figo, beterraba, leite e derivados.
                   
potássio - Foto Getty ImagesComa mais potássio
O potássio é um elemento que está presente em maior concentração nas células musculares e nervosas. Ele é responsável por manter o nosso corpo hidratado, pela contração muscular e pelo funcionamento cardíaco, além de participar da transmissão dos impulsos nervosos.

De acordo com a nutricionista Roseli Rossi, é por conta dessas funções que uma dieta pobre em potássio pode favorecer o mau funcionamento do metabolismo humano, provocando desordens endócrinas e metabólicas, como secreção reduzida de insulina, intolerância a carboidratos, retardo no crescimento e síntese reduzida ou alterada dos hormônios aldosterona, que regula as quantidades de sódio e potássio em nosso sangue, e prostaglandinas, que tem função reprodutiva e de controle da pressão sanguínea, da função renal, da formação de trombos, dos processos inflamatórios, do fluxo sanguíneo e controle também de alguns processos patológicos.

Fontes de potássio: banana, laranja, uva, kiwi, melão, maracujá.
 
gordura insaturada - Foto Getty ImagesGorduras boas para o organismo funcionar
"As gorduras são fundamentais para o metabolismo porque retardam a digestão do carboidrato e permitem que a energia seja gasta de forma mais homogênea", afirma a nutricionista Roseli Rossi. Porém, é importante escolher o tipo certo de gordura, no caso, as insaturadas. Essas, sim, ajudam o metabolismo a funcionar melhor, além de limpar as artérias.

São fontes de gordura insaturada: castanha-do-pará, castanha de caju, amêndoa, amendoim, nozes, pinhão, pistache, azeite de oliva extra virgem, abacate, semente de abóbora, gergelim e girassol.
 
proteínas e fibras - Foto Getty ImagesProteínas e fibras
O nutrólogo Celso Cukier, do Hospital São Luiz, explica que esses dois nutrientes são campeões quando o assunto é manter o metabolismo funcionando. Pelo fato de gastarem mais energia para serem digeridos, fazem o metabolismo trabalhar mais. Além disso, os dois proporcionam uma maior sensação de saciedade. No caso das fibras, prefira as fibras solúveis, pois são elas que auxiliam mais efetivamente no bom funcionamento do metabolismo.

Fonte de proteínas: carnes, leite e derivados.

Fonte de Fibras solúveis: polpa de frutas e farelo de cereais
 
frutas secas - Foto Getty ImagesInvista nas frutas secas
Elas são ótimas fontes de energia e, por isso, ajudam a manter o metabolismo funcionando. Sem contar que, por darem mais energia, nos deixam mais animados para fazer tarefas do dia a dia e exercícios físicos, tão importantes para o bom funcionamento do metabolismo.

O ideal é consumi-las nos lanches da tarde ou antes da atividade física. Usá-las para incrementar as saladas e outros pratos quentes também é uma ótima pedida.
 
pimenta - Foto Getty ImagesAposte nos termogênicos
Alimentos termogênicos são aqueles que têm o poder de aumentar a temperatura corporal, acelerando o metabolismo e aumentando a queima de gordura.

A nutricionista funcional Luciana Harfenist alerta para o fato de que crianças, gestantes e pessoas com cardiopatias, hipertensão, enxaqueca, úlcera e alergias não devem abusar desses alimentos, pois eles podem levar a aumento da pressão arterial, hipoglicemia, insônia, nervosismo e taquicardia.

Dentre os alimentos termogênicos, podemos destacar a pimenta vermelha, o chá verde e a canela.
 
mercado - Foto Getty ImagesVarie o cardápio
Comer sempre a mesma coisa, além de ser muito chato e monótono, não ajuda em nada o seu metabolismo. Consumir a mesma quantidade de calorias todos os dias ou os mesmos alimentos nas refeições faz com que o seu corpo se acostume a receber aquela quantidade de energia, se acomodando.

"Introduzir alimentos sempre diferentes é necessário para contemplar maior riqueza de nutrientes, células com maior capacidade de gerar energia e, consequentemente, um metabolismo mais ativo", diz a nutricionista Roseli Rossi.
 
frutas e relógio - Foto Getty ImagesComa de três em três horas
Se você fica mais do que três horas sem comer nada, seu organismo começa a diminuir a velocidade de funcionamento para poupar energias e proteger funções vitais do seu corpo. Ou seja: o metabolismo fica mais lento. Por isso, é de extrema importância fazer pequenos lanches entre as refeições principais.
 
salada e proteína - Foto Getty ImagesColoque mais do que salada no prato
Apesar de serem muito nutritivas e de baixa caloria, quando comemos apenas uma salada de folhas e mais nada no prato, estamos na verdade sabotando a refeição e freando nosso metabolismo. De acordo com o nutrólogo Celso Cukier, isso acontece por conta da baixa quantidade de substâncias a serem digeridas. "O ideal é fracionar as refeições e deixá-las balanceadas", completa.

Por isso acrescente ao seu prato alimentos fonte de proteínas (frango, peixe, ovos), gorduras boas (azeite, castanhas, linhaça) e carboidratos complexos (aveia, torradas integrais). Eles deixarão sua refeição muito mais interessante e farão seu metabolismo trabalhar melhor.
 
subir escadas - Foto Getty ImagesMexa-se!
Se você é da turma que morre de preguiça só de pensar em fazer exercícios no clima frio do inverno, saiba que qualquer atividade conta para acordar o seu metabolismo. Use as escadas, aposente o controle remoto e desça do ônibus ou estacione o carro um pouco mais longe do lugar que pretende ir. Ponha-se em movimento sempre que possível e colha os benefícios!
 
Fonte Minha Vida

Menina indiana com crânio hipertrofiado está bem, mas operação será difícil, diz médico

Indiano de 18 anos segura sua filha de um ano e seis meses no colo
Aridam Day/AFP
Problema comoveu leitores do mundo todo que criaram um fundo para ajudar a causa
 
Uma menina indiana de 18 meses que sofre de hidrocefalia e cuja situação provocou uma onda de solidariedade internacional se encontra bem, mas a gravidade de sua doença complica o tratamento, declarou o neurologista que cuida do caso, Sandeep Vaishya.
 
Roona Begum sofre de uma grave anomalia neurológica em que há aumento do volume dos espaços que contém líquido cefalorraquidiano e que provoca pressão sobre o cérebro.
 
A divulgação de fotografias tiradas por um fotógrafo da AFP no início de abril comoveu leitores no exterior e um site baseado na Noruega foi criado para lançar uma campanha de angariação de fundos.
 
A criança, cujos pais são muito pobres, está sendo tratada por um prestigiado neurocirurgião indiano, que trabalha em um hospital privado do grupo Fortis Healthcare, próximo de Nova Delhi.
 
—A menina está bem agora. Mas seu caso é muito difícil e, no momento, estamos analisando as melhores opções.
 
O procedimento habitual para este tipo de doença é drenar o excesso de líquido para fora do cérebro e dirigi-lo para outras partes do corpo, onde é absorvido pelo sangue.
 
Mas no caso desta menina, o tamanho da cabeça em relação ao corpo faz com que seja uma operação muito delicada, segundo o médico.
 
—Sua cabeça é várias vezes maior do que a circunferência de sua barriga, por isso é preciso avaliar a quantidade de líquido que o corpo pode absorver se colocado um "dreno craniano".
 
A menina vive no estado de Tripura (nordeste) com seus pais, que são muito pobres para pagar a hospitalização e tentar uma operação. A cabeça, que tem uma circunferência de 91 centímetros, é duas vezes maior do que o normal, o que impede a menina de ficar pé ou engatinhar.
 
O site, com base na Noruega, começou a receber doações no início de abril e nesta sexta-feira contava com cerca de R$ 68 mil. O fundador do site, Jonas Borchgrevink, de 22 anos, lançou esta iniciativa com uma amiga, Nathalie Krantz, depois de ter visto as fotos de Roona na internet.
 
Fonte R7

ONG faz campanha para divulgar tratamento para lábio leporino

Aproximadamente 4 mil crianças nascem por ano no Brasil com esse problema
 
A ONG (organização não governamental) Smile Train lançou uma campanha de divulgação sobre tratamento de fissuras labiopalatais (também conhecidas como lábio leporino) em crianças. A ação está ocorrendo em todo o País por meio do site www.smiletrainbrasil.com, das redes sociais e de parceiros.
 
O problema ocorre quanto o desenvolvimento do bebê é incompleto durante a gestação e ele permanece com uma abertura no lábio ou no palato (céu da boca). A fissura também pode ocorrer simultaneamente no lábio e no palato.
 
Os objetivos da campanha são fazer com que as pessoas saibam que existe tratamento para a fissura e aumentar em 20% o número de cirurgias corretivas no Brasil. Aproximadamente 4 mil crianças nascem por ano no país com esse problema, porém apenas a metade consegue passar pelo procedimento cirúrgico.
 
Segundo a gerente do programa Smile Train Brasil, Mariane Góes, a expansão dessa campanha é “fundamental para proporcionar às pessoas que sofrem com fissura labiopalatal as mesmas oportunidades de uma pessoa sem esse problema”.
 
No Brasil desde 1999, a Smile Train auxilia na realização de cirurgias gratuitas para tratamento de fissuras labiopalatais e também monitora o resultado pelo acompanhamento de especialista de diversas áreas – como fonoaudiólogos, dentistas, ortodontistas e otorrinolaringologista.
 
A ONG alcançou no ano passado o total de 13,5 mil cirurgias em parceria com cirurgiões e hospitais espalhados pelos estados do Pará, do Maranhão, do Piauí, do Ceará, da Paraíba, de Pernambuco, da Bahia, de Mato Grosso, de Goiás, de Minas Gerais, do Rio de Janeiro, de São Paulo, do Paraná e do Rio Grande do Sul.
 
Fonte R7