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terça-feira, 30 de abril de 2013

China confirma 24 mortes por H7N9

Contágio por novo tipo de gripe aviária já teria se espalhado para diversas províncias chinesas
 
Um homem morreu nesta segunda-feira em Xangai, em decorrência da gripe aviária. É a mais recente morte causada pelo vírus H7N9, um novo tipo de gripe aviária descoberto pela primeira vez em humanos no último mês de março. O total de mortes confirmadas chega a 24.
           
O homem de 89 anos morreu após 12 dias de tratamento médico, informou a agência estatal de notícias Xinhua, citando autoridades saúde de Xangai. Casos do vírus, confirmados em bem mais de 100 pessoas, se espalharam para mais províncias nos últimos dias, incluindo as de Fujian e Hunan.
 
Na semana passada houve o primeiro caso de gripe aviária fora da China continental, em Taiwan. Um homem foi infectado durante uma viagem à China.
 
A Organização Mundial da Saúde (OMS) chamou o vírus de “um dos mais letais” , dizendo que esta cepa do H7N9 é transmitida mais facilmente do que a anterior, que matou centenas de pessoas em todo o mundo desde 2003.
 
Os cientistas chineses confirmaram que esta cepa da gripe aviária foi transmitida aos seres humanos por meio do contato com as aves, mas as autoridades informam que ainda não há evidências de transmissão do vírus de pessoa para pessoa.
 
Fonte iG

Efeito similar à maconha explica gula por comidas gordurosas

A pesquisa pode indicar novos caminhos na luta para
conter a obesidade e outras doenças, segundo os cientistas
 envolvidos no estudo
Um estudo revelou que a gordura contida em alimentos como batatas fritas desencadeia um mecanismo biológico de gula no organismo que atua de modo similar aos efeitos da maconha.
 
A pesquisa, feita por cientistas da Universidade de Califórnia, descobriu que roedores, quando ingeriam comidas gordurosas, começaram a produzir substâncias químicas conhecidas como endocanabinóides, uma espécie de lipídios biologicamente ativos que atuam de forma semelhante à da maconha sobre o indivíduo.
 
O processo, relata o estudo, tem início na língua, onde as gorduras contidas no alimento geram um sinal que viaja do cérebro, através de um feixe de nervos conhecido como nervo vago, para o intestino. Lá, ocorre o estímulo na produção de endocanabionóides, que provoca uma onda de ativação celular e, por sua vez, induz à ingestão desenfreada de alimentos gordurosos.
 
"Nós sabemos que comidas gordurosas podem ter um um bom sabor, mas os mecanismo moleculares e sinais por trás dessa resposta eram desconhecidos. Agora sabemos que comidas gordurosas geram um sinal na língua que leva o intestino delgado a produzir as substâncias químicas conhecidas como a maconha natural do corpo humano, que induzem ao consumo de gordura", afirma Daniele Piomelli, que orientou a pesquisa.
 
A pesquisa pode indicar novos caminhos na luta para conter a obesidade e outras doenças, segundo os cientistas envolvidos no estudo. A ampla disponibilidade de alimentos gordurosos em países industrializados é considerada um fator determinante para condições como a obesidade, diabetes, câncer e doenças cardiovasculares.
 
O estudo sugere que pode ser possível conter a compulsão de se comer alimentos gordurosos ao se obstruir atividades endocanabinóides por meio da utilização de medicamentos que bloqueiam a ação desses lipídios.
 
Como tais drogas bloqueadoras não precisam penetrar no cérebro, elas não teriam por que causar efeitos colaterais, como ansiedade e depressão, que surgem quando a ação endocanabinóide é bloqueada no cérebro, conta Piomelli.

Fonte BBC Brasil

Cientistas mexicanos usam própolis para combater cáries

Um grupo de cientistas mexicanos usa própolis, uma substância produzida pelas abelhas, para combater as cáries. A equipe estuda também se a substância tem propriedades que auxiliam no combate à hipertensão, informou a Unam (Universidade Nacional Autônoma do México).
 
O própolis é um composto de cera elaborado pelas abelhas para tapar fissuras em suas colmeias à base de compostos aromáticos, ceras, flavonoides, terpenoides, álcoois e pólen. A estrutura química dessa substância varia de acordo com fatores como a estação do ano, a floração e a região onde os insetos fazem suas coletas, explica a universidade.
 
José Fausto Rivero Cruz, da Faculdade de Química, e os médicos veterinários zootecnistas Ángel López Ramírez e Adriana Correa Benítez são os responsáveis pela pesquisa, cujo objetivo é fomentar o uso e o aproveitamento de um "recurso desperdiçado" no México.
 
Os estudiosos da Unam estimam que no México são aproveitadas apenas 6 toneladas anuais de própolis, apesar de o país ser considerado o sexto produtor de mel no mundo. O própolis é utilizado com mais frequência na prevenção e no tratamento da tosse, embora sua ação terapêutica seja variada e sirva também para tratar cicatrizes, inflamações, alergias, viroses e dores.
 
Os cientistas comprovaram os efeitos dessa substância sobre os microorganismos que causam as cáries - Porphyromonas gingivalis e Streptococcus mutans - e já conseguiram isolar alguns compostos que servem para combatê-las.
 
Alguns compostos atuam sobre as enzimas glicosiltransferases do Streptococcus mutans, responsáveis pelo aumento na produção da placa bacteriana, e outros inibiram o crescimento das bactérias em diferentes focos.
 
Hipertensão
O estudo dos benefícios do própolis no combate à hipertensão, por outro lado, marcha mais devagar.
 
Com apoio do governo da capital mexicana, os pesquisadores desenvolvem um projeto para determinar o efeito cardiovascular dos compostos de própolis, já que "em outros países são empregados para doenças de circulação, cardíacas e de hipertensão", disse. Para isso, os especialistas vão ter que separar os compostos com procedimentos químicos e avaliar a reação biológica.
 
Depois, em colaboração com a Universidade Autônoma de Querétaro, farão testes com a aorta isolada de ratos. Posteriormente, algumas cobaias vão tomar a substância por via oral. As duas pesquisas serão realizadas com 15 tipos de própolis, concedidos por produtores do Centro Ecológico Acuexcómatl, e por apicultores das zonas rurais de Topilejo em Tlalpan, Xochimilco e Milpa Alta, na Cidade do México. 
 
Fonte minhasaudeonline.com.br

Pacientes esquecem mais de 50% das orientações médicas

Quando você vai ao médico, você sabe responder todas as perguntas? Saberia descrever a dor ou quais remédios e dosagens você já tomou para combater este problema? Sempre leva os exames mais recentes? Tudo isso pode facilitar o diagnóstico e auxiliar o médico na escolha do tratamento mais adequado a você.

Uma pesquisa realizada pelo Conselho Federal de Medicina revelou que os pacientes esquecem mais de 50% das orientações do médico. Veja este vídeo do programa Bem Estar da Rede Globo e entenda melhor este e outros problemas relacionados a essas informações.
 

37 sinais de que você está estressado

O ranger de dentes frequente é um sinal de stress
Nem sempre é fácil associar alguns sintomas ao estresse, mas especialistas ressaltam que é importante buscar ajuda para combatê-los

Mandíbula contraída e dores de cabeça frequentes.

Ranger de dentes constante.

Tremores leves nas mãos e nos lábios.

Dores no pescoço, nas costas e espasmos musculares.

Tonturas.

Zumbidos no ouvido.

Suor frequente (inclusive nas mãos).

Dificuldade para engolir.

Gripes e resfriados frequentes.

Urticária e erupções de pele.

Crises frequentes de alergia.

Dor de estômago, azia e náusea.

Gases e inchaço.

Diarreia ou prisão de ventre.

Dificuldade para respirar.

Ataques súbitos de pânico.

Dores no peito, palpitação, pulso acelerado.

Vontade frequente de urinar.

Desejo ou performance sexual diminuídas.

Ansiedade e excesso e nervosismo.

Sensação constante de frustração.

Depressão ou mudanças de humor bruscas e frequentes.

Aumento ou redução do apetite.

Insônia, sonhos perturbadores ou pesadelos.

Falta de concentração.

Dificuldade para aprender informações novas.

Esquecimento e desorganização.

Dificuldade para tomar decisões.

Crises de choro frequentes.

Sentimento de solidão.

Comportamentos obsessivos.

Retração social e isolamento.

Cansaço e fadiga constantes.

Uso frequente de medicamentos.

Ganho ou perda de peso sem motivo aparente.

Aumento do consumo de álcool e tabaco.

Compulsão por compras ou por jogos.

Fonte iG