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quarta-feira, 8 de maio de 2013

Autarquia Hospitalar Municipal – SP abre vagas para ensino médio

A Superintendência da Autarquia Hospitalar Municipal (AHM), em São Paulo, abriu inscrições para a seleção de cinco Auxiliares Técnicos em Saúde, nas áreas de eletrocardiografia, eletroencefalografia e gasoterapia. A remuneração é de R$ 674,12 (mais vale-transporte) por uma jornada de trabalho de 40 horas por semana. O edital do processo seletivo é o de nº 003/2013 /SUP.G/AHM.
 
Para concorrer a uma das vagas, os candidatos devem ter ensino médio completo. A inscrição pode ser feita no dia 08 de maio de 2013, das 9h às 15h, nos seguintes endereços:
 
HM Dr. José Soares Hungria Av. Menotti Laudisio, 100 - Pirituba
 
HM e Maternidade Prof. Mário Degni Rua Lucas de Leyde, 257 – Rio Pequeno
 
HM Dr. Alípio Correa Neto Al. Rodrigo de Brum, 1989 – Ermelino Matarazzo
 
HM Dr. Cármino Caricchio Av. Celso Garcia, 4815 – Tatuapé   
 
Será preciso apresentar, no momento da inscrição, a ficha de inscrição preenchida para ser entregue com os originais e cópias dos documentos obrigatórios exigidos, além de documentos para comprovação de tempo de experiência profissional na função que vai concorrer.
 
O processo seletivo consistirá de análise de documentos e os candidatos serão convocados através do Diário Oficial da Cidade e pelo site www.prefeitura.sp.gov.br.
 
O presente processo seletivo para contratação por tempo determinado, terá validade de 02 anos, podendo ser prorrogado por igual período.

Contratação de médicos estrangeiros é tema de discussões de três ministérios e da Casa Civil

Brasília – A contratação de médicos estrangeiros faz parte das discussões de integrantes dos ministérios da Saúde, da Educação e das Relações Exteriores, além da Casa Civil. A discussão não se limita à vinda de profissionais cubanos e se estende à busca de parcerias com Portugal, por exemplo. Segunda-feira (6) o ministro das Relações Exteriores, Antonio Patriota, mencionou a articulação de um acordo para a contratação de 6 mil médicos cubanos.
 
No começo do ano, a presidenta Dilma Rousseff se reuniu com integrantes da Frente Nacional de Prefeitos (FNP), de quem recebeu um abaixo-assinado que pedia a contratação de médicos de Portugal para atender nas prefeituras. No final de abril, a ministra-chefe de Relações Institucionais, Ideli Salvatti, mencionou a intenção do governo de buscar médicos estrangeiros para os locais carentes do país.
 
A articulação para a contratação de médicos cubanos é conduzida pelos governos do Brasil e de Cuba, com o apoio da Organização Pan-Americana da Saúde (Opas). Os detalhes, segundo Patriota, e o chanceler cubano Bruno Eduardo Rodríguez Parrilla, ainda estão em fase de negociações. O assunto foi tema de reunião ontem em Brasília.
 
Patriota e Rodríguez não informaram como será a concessão de visto – se será definitivo ou provisório. Segundo o chanceler brasileiro, há um déficit de profissionais brasileiros na área de saúde atuando nas áreas carentes do país, daí a articulação com Cuba.
 
“Estamos nos organizando para receber um número maior de médicos aqui, em vista do déficit de profissionais de medicina no Brasil. Trata-se de uma cooperação que tem grande potencial e a qual também atribuímos um valor estratégico”, disse ele.
 
As negociações para o envio dos médicos cubanos para o Brasil foi articulada por Dilma, em janeiro de 2012, quando ela visitou Havana, a capital cubana. Na ocasião, ela defendeu uma iniciativa conjunta para a produção de medicamentos e também mencionou a ampliação do envio de médicos cubanos ao Brasil, para apoiar o atendimento no Serviço Único de Saúde (SUS).

Fonte Agência Brasil

Cai a níveis críticos quantidade de sangue para transfusões em São Paulo

O sangue tipo O positivo é o mais requisitado nos atendimentos
São Paulo - A Fundação Pró-Sangue está fazendo um apelo à população para que doe sangue do tipo O positivo e ajude a entidade a sair do nível crítico de sua capacidade no abastecimento de mais de 100 instituições de saúde da rede pública do estado de São Paulo. “Temos sangue apenas para atender a casos de paciente em emergência”, disse o médico Carlos Roberto Jorge, hematologista da fundação.
 
Ele explicou que  nos últimos 15 dias o movimento nos postos de coleta foi atípico, com uma diminuição que sempre é comum em dias mais frios,. Observou, no entanto, que a temperatura ainda nem tinha começado a cair para justificar esse comportamento. De acordo com a Fundação Pró-Sangue, o estoque está 95% abaixo da quantidade confortável para garantir o fornecimento, levando ao risco de cancelamento de algumas cirurgias.
 
O sangue tipo O positivo é o mais requisitado nos atendimentos e ontem (7) estavam disponíveis apenas 78 bolsas ante uma necessidade estimada de 630 bolsas. Incluindo os demais tipos sanguíneos, a reserva diária ideal sobe para 1.500 bolsas.
 
O hematologista Carlos Roberto Jorge informou ainda que há a colaboração de pessoas vinculadas a empresas, entidades ou repartições públicas onde ocorrem as coletas coletivas. Citou como exemplo as que chegam por meio do Exército, de clubes de futebol ou torcidas organizadas. Para ele, entretanto, só essas fontes não bastam para assegurar o atendimento.
 
O médico lembrou que os interessados em participar da campanha precisam apresentar boas condições de saúde e , ao contrário do que muitos imaginam, devem comparecer aos postos de coleta bem alimentados. É recomendável evitar o consumo de alimentos gordurosos nas quatro horas que antecedem a doação e de bebidas alcoólicas 12 horas antes.
 
Além disso, o doador deve ter idade entre 16 e 67 anos, pesar 50 quilos ou mais e apresentar um documento de identidade com foto. No caso de quem tomou a vacina contra a gripe, é necessário esperar passar 48 horas após a medicação.
 
Antes da doação, a pessoa é submetida a uma entrevista. Maiores detalhes podem ser obtidos por meio do site http://www.prosangue.sp.gov.br  ou do telefone 0800-55-0300.
 
Fonte Agência Brasil

CFM diz que é temerária a contratação de médicos estrangeiros para atender moradores de áreas carentes

Brasília – O Conselho Federal de Medicina (CFM) apresentou ontem (7) os resultados da revalidação de diplomas de médicos formados em Cuba, para contestar a proposta do governo brasileiro de trazer profissionais cubanos para trabalhar em regiões carentes do país.
 
Os números mostram que, dos 182 médicos formados em Cuba, que fizeram o Exame Nacional de Revalidação de Diplomas Médicos em 2012, apenas 20 foram aprovados. O exame do Ministério da Educação é necessário para o estrangeiro exercer a profissão no Brasil.
 
O vice-presidente do CFM, Vital Corrêa, demonstrou preocupação com a possível contratação de médicos formados no exterior sem que eles passem por exame de avaliação para atestar a qualidade da formação profissional. Segundo ele, o CFM não é contra a atuação de médicos formados no exterior desde que eles passem por essa avaliação.
 
“Se os médicos formados no exterior vem exercer a profissão sem nenhum critério de avaliação de suas qualificações, isso é temerário. Naturalmente, traz à população grandes riscos, principalmente a parte da população mais carente. Isso não se configura como uma medida legal, nem justa”, disse.
 
Dos 26 médicos com diploma espanhol que fizeram o exame em 2012, cinco foram aprovados. Dos oito portugueses inscritos, três foram aprovados. Hoje, o ministro da Saúde, Alexandre Padilha, disse que governo brasileiro estuda atrair também profissionais destes dois países para trabalhar nas regiões mais carentes do país.
 
Sobre as críticas do CFM, Padilha destacou que o governo descartou a validação automática de diplomas e a contratação de médicos de países que tenham menos profissionais que o Brasil, como é o caso da Bolívia e do Paraguai. 
 
Fonte Agência Brasil

Doenças isquêmicas do coração matam 75 paulistas por dia

São Paulo – Um levantamento feito pela Secretaria de Saúde de São Paulo mostrou que as doenças isquêmicas do coração são as principais causadoras de mortes no estado.
 
O número de casos chegou a 27.692 em 2011, o que equivale a uma média de 75 mortes por dia. As doenças isquêmicas são decorrentes do entupimento das artérias por gordura, diminuindo o fluxo de sangue que passa pelo coração. O entupimento provoca dores e desconfortos no peito devido à quantidade insuficiente de sangue que o órgão recebe para bombear.
 
De acordo com o cardiologista Marcelo Sampaio, do Instituto Dante Pazzanese, as principais causas da doença são o fumo, o diabetes, a hipertensão e o colesterol alto. Indivíduos com histórico de problemas cardíacos na família também devem ficar atentos, principalmente se o pai ou a mãe manifestaram a doença. Idade avançada e sedentarismo também podem influenciar.
 
“As doenças do coração vêm aumentando sua incidência na população brasileira. É um fenômeno que ocorreu em alguns países industrializados na mudança do século e, com a mudança das condições gerais no nosso país, era um fenômeno que nós íamos presenciar aqui. São doenças absolutamente estáveis, porque decorrência de fatores de risco muito presentes no contexto ambiental no nosso país nos últimos anos”.
 
Os sintomas são dores ou pressão no peito e falta de ar. As doenças isquêmicas do coração podem ser crônicas ou agudas. Na isquemia crônica, o paciente sente dores no peito com alguns períodos de intervalo. A isquemia aguda é considerada um infarto. “Os números da incidência são impactantes, mas é possível e factível evitar a doença com métodos preventivos. Nossa intenção chamar a atenção para a adoção de políticas de saúde e da população para que saiba o que está acontecendo”.
 
O médico explicou que a isquemia é causada por uma obstrução progressiva e, quando toda a artéria está fechada, ocorre o enfarto. “Isso pode ser fatal, quase 60% dos atingidos morrem antes de chegar no hospital. Em geral, quando há o enfarto, uma parte do músculo do coração morre. Se for uma parte significativa a pessoa vai ter sequela que é a fraqueza do músculo do coração”.
 
Além das doenças isquêmicas do coração, as principais causas de morte no estado de São Paulo em 2011, foram: acidente vascular cerebral, com 21.754 óbitos, outras doenças cardíacas, como insuficiência cardíaca, com 17.629, seguida por doenças crônicas das vias aéreas inferiores, como pneumonia e bronquite, com 10.212 mortes, diabetes, com 10.067, tumores malignos, com 8.693 e doenças hipertensivas, 8.034.
 
Fonte Agência Brasil