Aplicativos, carreira, concursos, downloads, enfermagem, farmácia hospitalar, farmácia pública, história, humor, legislação, logística, medicina, novos medicamentos, novas tecnologias na área da saúde e muito mais!



quinta-feira, 16 de maio de 2013

Prefeitura Tocos do Moji - MG lança processo seletivo

A prefeitura de Tocos do Moji, em Minas Gerais, publicou extrato do processo seletivo nº 001/2013 para comunicar que estão abertas as inscrições para contratação de agentes comunitários de saúde, visando atender o Programa de Saúde da Família.  
 
As inscrições vão estar disponíveis entre os dias 20 e 29 de maio de 2013,na sede da Prefeitura Municipal (de segunda a sexta), no horário de 08h às 11h e 13h às 16h.
 
Os aprovados na seleção serão convocados para trabalhar nos bairros Santa Luzia, Barreiro de Baixo, Moquém, Santa Rosa e Capinzal.
 
O edital completo vai estar disponível na sede da prefeitura de Tocos do Moji.

Prefeitura de Presidente Bernardes - MG lança processo seletivo

A prefeitura de Presidente Bernardes, no estado de Minas Gerais, publicou o extrato de edital nº 001/2013,de concurso público, para informar que estarão abertas as inscrições para a ocupação de 100 vagas nos diversos cargos de  servidores municipais,
 
As inscrições podem ser feitas entre os dias 15 de julho e 15 de agosto de 2013, presencialmente,  na sede da Prefeitura Municipal, localizada na  Rua  São José, 21, Centro, Presidente Bernardes, no horário de 12h às 16h ou ainda pelo site pelo site da empresa organizadora do certame, www.legitimusassessoria.com.br, que em breve vai disponibilizar o edital completo do certame.
 
Temporariamente, outras informações podem ser obtidas pelo e-mail cac@legitimusassessoria.com.br.

Vagas de estágio nos Correios do AC

A Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos - ECT, por intermédio da Diretoria Regional do Acre, publicou edital de processo seletivo n° E - 104/2013. A seleção visa o preenchimento de 22 vagas e formação de cadastro de estagiários de nível superior, sendo 12 vagas para o turno matutino e 10 vagas para o turno vespertino, para as cidades de Rio Branco e Cruzeiro do Sul.
 
A bolsa estágio será no valor de R$ 425,95 por mês, mais auxílio-transporte de R$ 80,72 e vale alimentação/refeição no valor de R$ 171,37, por jornada do estágio de 20 horas semanais.
 
Para participar da seleção o estudante deverá, preencher a ficha de inscrição que estará disponível no site www.correios.com.br/institucional/concursos/correios, no período de 27 de maio a 07 de junho de 2013.
 
A ficha de inscrição após devidamente preenchida, bem como os documentos poderão ser entregues, pessoalmente, na Av. Epaminondas Jacome, 2858, Centro, Rio Branco - AC, ou encaminhada para o endereço eletrônico - acrserheducacao@correios.com.br.
 
Documentação necessária para inscrição:
Ficha de inscrição devidamente preenchida;
Histórico escolar atualizado do último semestre, no caso de curso do sistema semestral ou do último ano no caso de curso do sistema anual;
Declaração de escolaridade, expedida pela Instituição de Ensino informando o ano/semestre;
Cópia legível dos documentos que comprovem as atividades extracurriculares realizadas, com a carga horária, se houver.
 
O processo seletivo será composto de análise curricular (classificatória e eliminatória) e análise de documentos (eliminatória).
 
O resultado final será divulgado no site dos correios.
 
A validade do processo seletivo será seis (06) meses, a contar da data de divulgação da lista de aprovados, podendo ser prorrogado uma única vez por igual período, a critério da área de Gestão de Pessoas/Recursos Humanos.

Mercado de saúde adota a nuvem vagarosamente

Conformidade ainda é um grande obstáculo para a adoção da nuvem. No entanto, grandes conglomerados de hospitais começam a hospedar seus aplicativos em um data center e, com isso, reduzir custos
 
Apesar de a computação em nuvem estar entre os principais pontos de inflexão da indústria, seu uso no campo da medicina tem sido relativamente lento e muitas vezes limitado a funções relacionadas à administração, tais como agendamento e faturamento, devido em grande parte a preocupações com segurança e conformidade, afirmam os canais parceiros que buscam avançar neste proeminente mercado.
 
“Parece que o mercado de saúde mergulhará seu pé na água, mas não os vejo fazendo grandes inserções na nuvem”, afirmou Chris Vincent, presidente da Global Data Systems, uma integradora com base em Lafayette, Luisiana. “A conformidade sempre foi um problema para o setor de saúde. Mas começo a ver grandes conglomerados de hospitais sob uma única empresa, começando a juntos hospedar seus aplicativos em um data center e, com isso, reduzindo custos. Isso é geralmente instalado em uma arquitetura de nuvem privada onde quanto mais escalabilidade, mais reduções de custo”.

Vincent também explicou que algumas equipes médicas externas que estão relacionadas aos hospitais por meio de clínicas começaram a utilizar a computação em nuvem para eliminar o custo com equipes de TI no local.
 
“Muitas das clínicas que estão relacionadas aos hospitais buscam por uma arquitetura mais hospedada. Então talvez você encontre um grupo de radiologia ou gastroenterologia, ou de urologia com talvez 20 usuários que queiram algo como desktops virtuais hospedados ou armazenamento fora do local que possam ser replicados para dar suporte à conformidade Hipaa, ou que talvez queiram uma voz hospedada e a habilidade de fazer com que seus dispositivos móveis funcionem na arquitetura voice no escritório ou no hospital ao usar um sistema wireless”.
 
Vincent adicionou que muitas dessas equipes estão abertas à discussão da implantação de distributed antenna systems (DAS – sistemas distribuídos de antenas) que podem ,sem gastos, conectar dispositivos móveis com o sistema de telefone usando um aplicativo no dispositivo do usuário.
 
“Estamos definitivamente vendo a mobilidade dentro dos ambientes e atualmente trabalhamos com inúmeros projetos para dar suporte a isso”, disse Jay Kirby, vice-presidente de networking da Lumenate, uma provedora de soluções com base em Dallas, com clientes no mercado hospitalar. “Há uma grande movimento para consolidar e melhorar os sistemas dentro das instalações e os vejo usando as nuvens privadas para aproveitar a tecnologia, mas a grande maioria se mantém interno, no momento. Então não enxergo a grande massa indo à nuvem”.
 
Kirby também explicou que muitas das corporações de saúde fizeram atualizações extensivas de seus sistemas de TI nos últimos cinco ou sete anos. “A integração não está tão ruim quanto acham. As empresas entendem os benefícios das tecnologias mais recentes”.
 
Quando as empresas de saúde vão em direção à nuvem, a justificativa é geralmente para se manter a par do mercado em geral. Os usuários buscam a nuvem como um meio de estabelecer maior eficiência, segundo Pete Zarras, presidente da ColouStrategies, uma integradora com base em Cedar Knolls, New Jersey.
 
“Os vemos buscando o valor central da nuvem para fazer mais com menos; reduzir custos; ser mais preditivo e ter uma melhor recuperação de reveses; e segurança. Historicamente, tivemos alguns tropeços com relação a como os clientes interpretam e aplicam vários regulamentos e às vezes as pessoas ficam temerosas de tirarem seus dados de quatro paredes. Então começamos a ter sucesso com tecnologias que fornecem criptografia para dados em repouso”.
 
Zarras adicionou que em muitos casos os canais parceiros ainda precisam ajudar seus clientes a estabelecerem um nível razoável de conforto para o uso de serviços em nuvem. Mas isso se torna mais fácil depois que o cliente tem experiências positivas nas quais se apoiar.
 
“É uma filosofia clássica de trabalho de consultoria. Nós encontramos o sucesso quando nos envolvemos em uma conversa de negócios e entendemos seus objetivos e o que querem fazer.
 
Identificamos os problemas da empresa, seus objetivos e pontos sensíveis e então buscamos a tecnologia. Quando fazemos assim, descobrimos que tudo flui muito bem, porque, quando começamos a falar da tecnologia, o olhar está já em seu uso e o que fazer com ela. Quando a conversa começa na tecnologia que deseja-se vender, sua motivação pode ser fora de sintonia”.
 
Dentro dos problemas potenciais acerca da conformidade, a segurança continua sendo um tópico importante de discussão.

“Acho que eles têm que se preocupar ainda mais com segurança”, disse Jack Gerbs, presidente da Quanexus, uma integradora com base em Dayton, Ohio. “Sua abordagem em segurança é feita com base em listas, mas não se aprofundam verdadeiramente no entendimento do risco que está por trás da lista. Precisam conversar com empresas de segurança sobre o controle de acesso e segurança de suas redes. Precisam observar de perto quem acessa qual arquivo e deveria haver traços para auditoria de quem está acessando qual arquivo. Precisam ser mais cuidadosos, ou provavelmente terão uma violação Hipaa em suas mãos”.
 
Fonte Saudeweb

Força-tarefa rastreia prontuários de pacientes de oncologia no MS

A força-tarefa criada pelo Ministério da Saúde para investigar
 irregularidades em procedimentos oncológicos no estado
 do Mato Grosso do Sul
Ao todo, 236 prontuários médicos de pacientes que tiveram atendimento e tratamento no Mato Grosso do Sul já estão sendo analisados
 
A força-tarefa criada pelo Ministério da Saúde para investigar irregularidades em procedimentos oncológicos no estado do Mato Grosso do Sul começou a análise em minúcias de 236 prontuários médicos. Desses, 143 são de pacientes do Hospital do Câncer Professor Dr. Alfredo Abrão, em Campo Grande. Os demais são de outros serviços de oncologia existentes no estado, nos quais estão em apuração 1.222 autorizações de pagamento de alto custo (APACs). As outras três unidades de saúde que prestam atendimento oncológico em Campo Grande – Hospital Regional de Mato Grosso do Sul, Associação Beneficente de Campo Grande/Santa Casa e Hospital Universitário Maria Aparecida Pedrossian – também são alvos de investigação da força-tarefa.
 
A definição de quais prontuários estão sendo analisados, etapa essencial para a comprovação de irregularidades, obedeceu aos seguintes critérios: pacientes submetidos a mais de dois tipos de procedimentos (como cirurgia, atendimento clínico, radioterapia e/ou quimioterapia), pacientes que faleceram durante o tratamento, estágio avançado do câncer e tempo prolongado da doença no paciente. Segundo o secretário de Gestão Estratégica e Participativa do Ministério da Saúde, Odorico Monteiro, nesses casos há maior possibilidade de incidência de irregularidades, o que os torna o alvo principal da força-tarefa.
 
Monteiro ressalta ainda que a força-tarefa realiza um estudo comparando a mortalidade por câncer no estado do Mato Grosso do Sul e no Brasil. “Vamos fazer o cruzamento do perfil de mortalidade por câncer no Mato Grosso do Sul, comparado com o perfil de mortalidade pela doença no Brasil. Assim, será possível discutirmos qual o padrão de mortalidade esperado para cada tipo de câncer, verificando se os protocolos terapêuticos foram aplicados, qual seria mortalidade esperada e, também, a sua repercussão na sobrevida dos pacientes”, explica.
 
Os integrantes da força-tarefa já estiveram no Hospital do Câncer para averiguar in loco os prontuários, que não se referem apenas a pacientes já falecidos, mas também aos que estão vivos pós-tratamento. Entre os indícios de irregularidades estão a cobrança de procedimentos após a morte do paciente, cobrança de procedimentos em número maior do que o realizado, cobrança de procedimentos antes mesmo de sua realização e utilização de doses subclínicas. Por meio dos prontuários será possível, ainda, avaliar se os tratamentos utilizados correspondem ao indicado e ao que está sendo ressarcido pelo Sistema Único de Saúde (SUS).
 
“Este trabalho de ida a campo é fundamental para as investigações, porque é ele que permite, com base na análise documental, comprovar as denúncias realizadas nesses serviços e identificar, se for o caso, as situações já corrigidas após as auditorias que vêm sendo realizadas pelo Ministério da Saúde nesses locais desde 2011”, ressalta Monteiro.
 
Atuação
A força-tarefa foi instituída pelo ministro da Saúde, Alexandre Padilha, na última terça-feira (7). Apurações que o Departamento Nacional de Auditoria do SUS (Denasus) realiza desde 2011 no Hospital do Câncer e no Hospital Universitário de Campo Grande resultaram na recente ação da Polícia Federal nessas duas instituições de saúde. Ao averiguar distorções em suas auditorias, o Denasus repassou informações tanto à Polícia Federal quanto à Controladoria Geral da União (CGU). A Polícia Federal já repassou à força-tarefa escutas telefônicas que obteve em suas investigações.
 
No Hospital do Câncer, já foram solicitados à administração da unidade informações como a relação de profissionais que atendem na unidade, o contrato de serviços terceirizados, controle de infecção hospitalar, autorizações da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e dados cadastrais do hospital nos sistemas de gestão (como o Cadastro Nacional de Estabelecimentos de Saúde/Cnes). Os demais serviços sob apuração da força-tarefa também terão a documentação e equipamentos analisados.
 
A força-tarefa terá a atuação de 30 dias e está centrada em três eixos: se as recomendações das auditorias do Denasus foram cumpridas e qual a situação atual do serviço oncológico; a segurança do paciente (para determinar se estão sendo atendidos de forma segura e eficiente); e a situação da assistência oncológica no município e sua integração com a rede estadual de oncologia.
 
Criada pela portaria 768, publicada terça-feira no Diário Oficial da União, a força-tarefa é composta por representantes do Denasus, que coordena o trabalho, além de integrantes do Departamento de Atenção Especializada (DAE) e do Departamento de Regulação, Avaliação e Controle de Sistemas (DRAC) da Secretaria de Atenção à Saúde do Ministério da Saúde, Instituto Nacional de Câncer (Inca) e Anvisa.
 
Fonte Saudeweb