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quarta-feira, 29 de maio de 2013

Eles parecem saudáveis, mas podem se transformar em vilões da dieta

Imagem da internet
Queijo branco: dependendo da fabricação, pode ter altos
 teores e gordura saturada, calorias e sal
Aprenda a identificar algumas armadilhas nos alimentos industrializados e faça escolhas benéficas à saúde
 
Eleger opções saudáveis entre os alimentos processados e industrializados nunca foi uma tarefa fácil. Nos últimos anos, entretanto, a escolha está ficando ainda mais complexa.
 
Atendendo a uma demanda crescente dos consumidores por uma alimentação mais saudável e equilibrada, a indústria alimentícia tem tentado se adaptar e está promovendo mudanças nos produtos.
 
Nunca as prateleiras dos supermercados abrigaram tantas opções com 0% de colesterol, livres de gordura trans, com teor reduzido de sódio e ricas em fibras.
 
Mas como saber se o que o fabricante alardeia traz mesmo benefícios com o consumo regular? Existe uma maneira de garimpar opções mais saudáveis entre os alimentos processados e industrializados?
           
O mais importante é sempre tentar entender o que está sendo comprado, sem se deixar levar apenas pelo que está em evidência na embalagem. Em alguns casos, porém, o consumidor pode ser confundido pela publicidade.
 
“A alegação de 0% de colesterol era muito utilizada em óleos vegetais para mostrar os benefícios em relação à manteiga, por exemplo, mas todo produto de origem vegetal (soja, canola, girassol etc) não contém colesterol, essa é uma característica natural do óleo vegetal. Agora, temos visto o 0% de colesterol acompanhado da frase ‘como todo produto de origem vegetal’, para não soar como um benefício ao consumidor”, explicam as nutricionistas Samantha Peixoto e Carolina Silva, do blog Fechando o Zíper .
 
Fera em desvendar rótulos de alimentos industrializados e pesquisar alternativas melhores entre produtos semelhantes disponíveis para o consumidor nos mercados, a dupla nos ajudou a esclarecer alguns pontos do rótulo, para enfrentar as prateleiras lotadas de embalagens chamativas com maior conhecimento de causa – ainda que sem radicalismos.
 
“É importante ter conhecimento de que nenhum alimento é vilão por si só. O problema é o desequilíbrio na alimentação ao longo do tempo. Por isso, devemos priorizar os alimentos mais naturais e deixar os mais ‘artificiais’ para consumo ocasional e em quantidades moderadas” defende Samantha.
 
Aprenda a seguir a não se deixar enganar pelo rótulo ou pela aparência dos produtos:
 
0% de gordura trans. Será mesmo?
A Anvisa obriga a declarar na tabela nutricional a quantidade dessa gordura que é prejudicial ao coração, mas considera não significativa uma quantia menor ou igual a 0,2g por porção. Isso quer dizer que o fabricante pode declarar "zero" ou "não contém" na tabela nutricional de um produto que contém gordura trans, sim, naquela porção considerada não significativa.
           
Por isso é importante olhar a lista de ingredientes. Se nela aparecer escrito “gordura vegetal hidrogenada” é porque o produto tem gordura trans. Algumas empresas utilizam o termo "gordura vegetal", não especificando o tipo – infelizmente, sem essa especificação, não é possível saber se é trans ou não.
 
Rico em fibras x fonte de fibras
A diferença sutil da palavra “rico” para “fonte” de fibras é nada sutil para o consumidor: essa simples troca de palavras significa que o primeiro produto pode ter pelo menos o dobro de fibras em 100g quando comparado ao segundo. A Anvisa determina que, para um produto ser considerado fonte de fibras, ele deve apresentar no mínimo 3g de fibras em 100g do produto. Para ser considerado rico em fibras, deve ter pelo menos 6g em cada 100g.
           
Mas a diferença não para por aí. Também é preciso prestar atenção ao tipo de fibra utilizada – se são fibras naturalmente presentes nos ingredientes ou se são acrescentadas ao produto industrialmente. As nutricionistas citam como exemplo os pães: “muitas vezes, para aumentar o teor de fibras, se acrescenta inulina, uma fibra extraída industrialmente das raízes da chicória e da cebola, em vez de o pão ter fibras advindas de ingredientes integrais, como farinha de trigo integral, grão de centeio, semente de linhaça”.
 
Light x diet
Com certeza ainda existe confusão em relação aos dois termos. A palavra light, segundo a Anvisa, deve ser utilizada em alimentos produzidos de forma que sua composição tenha a redução de pelo menos 25% do valor calórico ou de algum nutriente (sódio, gordura, colesterol e açúcar, por exemplo) quando comparado ao produto tradicional. Do ponto de vista de uma dieta equilibrada ou para emagrecimento, até faz sentido o consumo de determinados produtos light, mas é bom ter cuidado: cada produto light tem a sua redução específica, então é preciso conferir se o ingrediente reduzido é o que você que reduzir na dieta.
 
“É importante fazer a comparação para ver se a troca realmente vale a pena”, diz Carolina.
           
Já o termo diet só pode ser usado em alimentos especialmente formulados ou processados para atender as necessidade de pessoas em condições específicas. É o caso dos alimentos sem açúcar (para os diabéticos), sem proteínas (para portadores de determinadas doenças) ou sem sódio (para hipertensos). Nessa classe de alimento, as nutricionistas fazem um alerta: apesar de não conterem o nutriente indesejado, eles podem apresentar outro nutriente em grande quantidade para compensar o sabor. Um exemplo clássico é o chocolate diet, que apresenta uma elevada quantidade de gordura para agradar ao paladar e compensar o fato de não conter açúcar. Nesse caso, o produto seria totalmente contraindicado para uma pessoa que deseja apenas emagrecer.
 
Natural x industrializado
O alimento natural será sempre melhor do que a versão industrializada, porque é possível controlar o sabor, o tipo de preparo e a textura final dele. Mesmo assim, nem todo mundo tem tempo ou disposição para cozinhar em todas as refeições do dia. Felizmente hoje já é possível encontrar opções industrializadas de macarrão, doce de frutas, queijo, iogurte, suco de frutas e até feijão que são boas alternativas aos naturais.
           
Para isso, alerta a dupla de nutricionistas, é obrigatório prestar atenção às letrinhas pequenas dos ingredientes e olhar a tabela nutricional. Os produtos mais próximos do natural são aqueles com uma lista pequena de ingredientes e sem o que costumamos chamar de ‘antes’ – estabilizantes, corantes, conservantes, emulsificantes e por aí vai.
 
“Assim, por exemplo, em vez de optar por um molho ou extrato de tomate pronto (muitos contêm açúcar, sal e outros aditivos), dá para fazer um molho com os tomates enlatados inteiros e sem pele, uma alternativa mais saudável”, orientam as nutricionistas.
 
Veja a seguir alguns alimentos que parecem saudáveis, mais podem comprometer a dieta e, em alguns casos, até mesmo a saúde:
 
- Barra de cereal: são práticas e parecem saudáveis, mas muitas são ricas em calorias, açúcar e gorduras, pois contêm chocolate e/ou xarope de glicose.
 
- Queijo branco: dependendo da fabricação, pode ter altos teores e gordura saturada, calorias e sal. Prefira os feitos com leite desnatado, como cottage ou ricota.
 
- Suco de fruta de caixinha: a maioria tem grandes quantidades de corantes e conservantes, além de altos teores de açúcar. Aposte sempre na versão in natura.
 
- Cereal matinal: em geral não tem valor calórico reduzido e algumas versões inclusive acrescentam muito açúcar refinado na composição. Prefira as versões integrais.
 
- Sopa instantânea: contém altos níveis de sódio, um ingrediente proibido para quem precisa controlar a pressão.
 
- Chás industrializados: contêm boas doses de açúcar, sódio e conservantes. Prefira a versão feita em casa ou um suco natural, de preferência feito na hora.
 
O que você deve observar sempre nos ingredientes dos produtos industrializados: 
                          
As quantidades de ingredientes são apresentadas sempre da maior para a menor quantidade, ou seja, se o primeiro ingrediente da lista é açúcar, melhor procurar uma alternativa mais saudável.
 
O mesmo vale para um produto que se diz integral, mas cuja lista de ingredientes começa com farinha refinada.
 
Leia primeiro as letras pequenas do verso da embalagem. Isso evita a compra de um produto com a alegação de 0% de gordura trans na frente e um “rico em gordura saturada” escondido na parte de traseira da embalagem, por exemplo.
 
Fuja dos produtos que têm uma lista enorme de aditivos alimentares (estabilizantes, corantes, conservantes, emulsificantes, etc.)
 
Fonte iG

Planos de saúde terão que oferecer medicamentos orais contra o câncer

A grande novidade aqui é a incorporação do tratamento
oral domiciliar para pacientes com câncer
Medicamentos fazem parte do grupo de 80 procedimentos que deverão de oferecidos a partir de janeiro de 2014; outros 30 terão uso ampliado
 
A Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) ampliou a relação de procedimentos obrigatórios que terão de ser oferecidos pelos planos de saúde a partir de janeiro de 2014. Entre as novidades apresentadas nesta terça-feira (28), está a inclusão de 36 medicamentos orais para tratamento de câncer , usados em casa.
 
O rol de procedimentos está disponível para consulta pública a partir desta terça-feira receberá contribuições entre 7 de junho a 7 de julho. Essa relação inclui 80 procedimentos médicos e odontológicos, entre medicamentos, exames, cirurgias e terapias, e expande as indicações de outros 30 itens já ofertados. Após aprovadas, as novas incorporações deverão ser comunicadas aos beneficiários pelos próprios planos de saúde.
 
“A grande novidade aqui é a incorporação do tratamento oral domiciliar para pacientes com câncer. Isso é fruto da inovação tecnológica para a doença. É muito importante a consulta pública para estimular o debate no congresso e dar visibilidade a essas medidas para a sociedade. Queremos a participação não só de especialistas, mas também da população”, ressaltou o ministro da Saúde, Alexandre Padilha. Também participaram do evento o presidente da ANS, André Longo, e o diretor de da ANS, Jorge Sobral.
      
Segundo o ministério da Saúde, o número de consultas com nutricionistas, psicólogos e fisioterapeutas, por exemplo, foi ampliado. Já o Pet Scan, empregado para monitoramento do câncer, teve suas indicações de uso estendidas de três para oito.
 
A inclusão dos medicamentos orais para tratamento do câncer possibilita que o paciente se trate em casa, servindo de alternativa ou de complemento a outros tratamentos como a quimioterapia tradicional ou a radioterapia. “Estamos seguros de que não é correto esses medicamentos não serem cobertos pelos planos de saúde. A ANS fez um debate detalhado e tem o poder de estabelecer regras para as operadoras. É responsabilidade do ministério e da ANS reforçar o monitoramento e garantir o direito do cidadão”, acrescentou Padilha.
 
O Ministério da Saúde informou que cada plano deverá estabelecer sua lógica de distribuição dos produtos. Entre as possibilidades estão a distribuição direta, a definição de convênios com farmácias privadas e a criação de mecanismos de reembolso aos pacientes. O plano não poderá limitar a quantidade de medicamentos usada: o paciente terá direito ao volume prescrito por seu médico, enquanto durar seu tratamento.
 
A atualização do rol de procedimentos é feita a cada dois anos. Os procedimentos são revistos para garantir o acesso ao diagnóstico, tratamento e acompanhamento das doenças através de técnicas que possibilitem o melhor resultado em saúde, de acordo com critérios científicos de segurança e eficiência.
 
Para a revisão, a ANS formou um grupo com participação de órgãos de defesa do consumidor, do Ministério Público, dos ministérios da Saúde, da Fazenda e da Justiça, das operadoras de planos de saúde, representantes de beneficiários, de profissionais da área de saúde e de prestadores de serviço.
 
Fonte iG

Ipea diz que dedução dos gastos de saúde favorece operadoras em detrimento da rede pública

Imagem da internet
Rio de Janeiro - A renúncia fiscal dada pelo governo a empresas e pessoas físicas que pagam por serviços de saúde privados tem favorecido o crescimento das empresas do setor, em detrimento do investimento na rede pública. Com isso, o atendimento público fica mais difícil para quem não tem condições de pagar e precisa recorrer ao Sistema Único de Saúde (SUS).
 
A conclusão é parte da análise divulgada ontem (28) pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea). De acordo com o documento Mensuração dos Gastos Tributários: o Caso dos Planos de Saúde, a dedução de impostos para o pagamento de planos de saúde representa cerca de 50% da renúncia fiscal total do governo federal dada para serviços de saúde.
 
Em 2011, do total renunciado (R$ 15,8 bilhões), R$ 7,7 bilhões se referem apenas ao pagamento de planos e representa um quarto do investimento feito naquele ano pelo Ministério da Saúde no SUS – média que vem se mantendo desde 2003.
 
No entanto, o favorecimento aos planos, que têm 9% do faturamento de gastos tributários, não se reflete em reajustes menores de mensalidades ou aumento da qualidade. Para o economista autor da pesquisa, Carlos Octávio Ocké-Reis, ante o peso das deduções no total da renúncia, o governo deveria exigir mais das operadoras. "Esses gastos entram na conta da inflação. Então, para conter os reajustes, essa renúncia deveria ser instrumento de barganha”, argumentou.
 
Outro problema, na avaliação de Ocké-Reis, é o não ressarcimento do atendimento feitos pelo SUS aos clientes de planos com vacinação, urgência e emergência, por exemplo. Segundo o especialista, esses serviços geram custos extras e sobrecarregam a rede pública, favorecendo apenas a quem pode usar os dois sistemas, mesmo pagando apenas um. “Em tese, aquela pessoa que não tem esse benefício recebe menos do governo, o que gera um problema de justiça redistributiva”, disse.
 
De acordo com a pesquisa, gastos com hospitais e clínicas privadas no Brasil, por sua vez, representam 20,5% das deduções do Imposto sobre a Renda (IR) da Pessoa Física e do IR da Pessoa Jurídica – o pagamento feito pelo empregador que assiste seus empregados e pode ser descontado do lucro tributável. Os profissionais da área de saúde são responsáveis por mais 16,6% dos gastos com renúncia.
 
“Somente o gastos tributário com hospitais e clínicas foi R$ 1,5 bilhão. Quantos programas Saúde da Família poderiam ser feitos, quantas UPAs [unidades de Pronto-Atendimento], quantos leitos novos poderiam ser ofertados com esse recurso?”, criticou o economista. A pesquisa foi feita com base em cruzamento de dados da Receita Federal.
 
Fonte Agência Brasil

Mortes por dengue já somam 28 no estado do Rio de Janeiro

Rio de Janeiro - Subiu para 28 o número de mortes provocadas pela dengue no estado do Rio de Janeiro, das quais a maioria (12) foi registrada na capital.
 
De acordo com números divulgados esta tarde pela Secretaria Estadual de Saúde, foram notificados 178.765 casos suspeitos da doença, de janeiro deste ano até o último sábado. Em igual período do ano passado, foram notificados 145. 078 casos suspeitos, com 34 mortes.
 
Durante todo o ano de 2012, foram notificados 184.123 casos suspeitos de dengue no estado, com 42 óbitos. Na comparação com 2011, houve aumento de 9,34% nos registros da doença, mas, em contrapartida, a quantidade de mortes apresentou queda de 70%, destacou a secretaria. Em 2011, o número de casos suspeitos de dengue chegou a 168.242, enquanto o total de mortes alcançou 142, em todo o estado.
 
A secretaria alerta a população para a necessidade de todos se engajarem na luta contra o mosquito Aedes aegypti, transmissor da dengue, por meio da campanha "10 minutos contra a dengue". A iniciativa objetiva incentivar a população a investir dez minutos por semana para eliminar possíveis criadouros em suas casas. De acordo com o órgão, o ambiente doméstico concentra 80% dos focos do mosquito transmissor da doença.
 
Fonte Agência Brasil

Restrição de propaganda de cigarro levou 33% dos brasileiros a deixarem de fumar, diz pesquisa

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Brasília - Um em cada três brasileiros deixou de fumar depois que medidas que restringiram a propaganda de cigarros  na TV e em veículos de comunicação de massa entraram em vigor. É o que mostra pesquisa da Organização Pan-Americana da Saúde (Opas)  no lançamento da campanha “Tabaco: proíba publicidade, promoção e propaganda”, em atenção ao Dia Mundial sem Tabaco, comemorado em 31 de maio.
 
A pesquisa, feita entre 1989 e 2010, foi divulgada ontem (28) pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e é baseada em levantamento com 1,8 mil pessoas em Porto Alegre, no Rio de Janeiro e em São Paulo. A pesquisa mostrou que a maioria da população é a favor de medidas ainda mais rigorosas contra o fumo.
 
Dados do Instituto Nacional do Câncer (Inca) mostram que cerca de 90% dos casos de câncer de pulmão, o mais comum de todos os tumores malignos, estão relacionados ao tabagismo. A instituição estima que em 2012 foram diagnosticados mais de 27 mil novos casos da doença, considerada “altamente letal”.
 
A Fundação do Câncer também lançou campanha em combate ao tabaco. Intitulada “E aí governo?”, que começou no dia 23 e vai até o dia 31, a campanha a opinião de internautas que cobraram políticas eficazes para reduzir o consumo de produtos derivados de tabaco por meio das redes sociais.
 
Para Celso Ruggeiro, diretor executivo da fundação, a regulamentação da Lei Antifumo e a criação de uma lei que proíba aditivos em cigarros, tema hoje tratado por resolução da Anvisa, são os principais pontos a serem tratados durante a campanha.
 
A regulamentação da Lei Antifumo (Lei 12.546 de 2011) é um dos principais temas abordados pelos especialistas. Sancionada  em dezembro de 2011, a lei proíbe a propaganda em pontos de venda de cigarros, como padarias e lanchonetes, e também proíbe o fumo em ambientes fechados. No entanto, de acordo com Ruggeiro, por não ter regulamentação, a lei ainda não é cumprida em todo o Brasil.
 
De acordo com a Fundação do Câncer, cerca de 15% da população brasileira são fumantes. Para Roberto Gil, membro do Serviço de Oncologia Clínica do Instituto Nacional do Câncer, se o cigarro fosse eliminado, cerca de 50% dos tipos de câncer que existem seriam eliminados.
 
Histórico de regulamentação
1988 – obrigatoriedade da frase: “O Ministério da Saúde adverte: fumar é prejudicial à saúde” nas embalagens dos produtos derivados do tabaco
 
1990 – obrigatoriedade de frases de alerta em propagandas de rádio e televisão
 
1996 – Comerciais de produtos derivados do tabaco só podem ser veiculados entre as 21h e as 6h. Fumar em locais fechados passa a ser proibido (exceto em fumódromos)
 
2000- É proibida a propaganda de produtos derivados de tabaco em revistas, jornais, outdoors, televisão e rádios.  Patrocínio de eventos culturais e esportivos e associar o fumo às praticas esportivas também passam a ser proibidos
 
2001 -  Anvisa determina teores máximos para alcatrão, nicotina e monóxido de carbono. Imagens de advertência passam a ser obrigatórias em material de propaganda e embalagens de produtos fumígenos
 
2002 – É proibida a produção, comercialização, distribuição e propaganda de alimentos na forma de produtos derivados do tabaco
 
2003 – Passa a ser obrigatória o uso das frases: “Venda proibida a menores de 18 anos” e “Este produto contém mais de 4.700 substâncias tóxicas, e nicotina, que causa dependência física ou psíquica. Não existem níveis seguros para consumo destas substâncias”
 
2005 - É promulgada Convenção Quadro de Controle do Tabaco. Primeiro tratado mundial de saúde pública, do qual o Brasil é signatário
 
2008 - Novas imagens de advertência, mais agressivas, passam a ser introduzidas nos rótulos de produtos derivados do tabaco
 
2010 -  Anvisa publica duas consultas públicas sobre produtos derivados do tabaco: uma prevê o fim do uso de aditivos e a outra regulamenta a propaganda desses produtos, bem como, exposição nos pontos de venda e prevê nova frase de advertências nas embalagens
 
2011 – Lei Federal proíbe fumar em locais fechados e Anvisa proíbe o uso de aditivos em produtos derivados do tabaco
 
2012 - Anvisa publica resolução que restringe aditivos em cigarros
 
Fonte Agência Brasil