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quarta-feira, 5 de junho de 2013

Campanha de vacinação contra a poliomielite pretende imunizar 12,2 milhões de crianças

Brasília – A Campanha Nacional de Vacinação contra a Poliomielite começa no próximo sábado (8) com a meta de vacinar 12,2 milhões de crianças de 6 meses a menores de 5 anos com a dose oral – o que corresponde a 95% do público-alvo. A campanha será encerrada no dia 21 de junho.
 
No próximo sábado (8) será o Dia D de Mobilização Nacional. Cerca de 115 mil postos de saúde e pontos de vacinação itinerantes estarão funcionando em todo o país. Após o encerramento da campanha, a vacina continua disponível na rede pública de saúde. É importante que as mães levem a carteira de vacinação.
 
O último caso de poliomielite, também conhecida como paralisia infantil, foi registrado no Brasil em 1989. O país recebeu da Organização Mundial da Saúde (OMS) o certificado de erradicação da doença em 1994.
 
O secretário de Vigilância em Saúde, Jarbas Barbosa, alerta, entretanto, que é preciso manter as crianças imunizadas e não “baixar a guarda” diante da doença. “Essa vacinação oral é extremamente importante para conseguirmos alcançar a eliminação global da poliomielite. Além do risco de pessoas virem de países onde tem transmissão, já foi observado, em países das Américas que começaram a acumular baixa cobertura vacinal, que isso termina favorecendo a circulação de vírus que produziram casos de pólio”, disse.
 
Neste ano, o público alvo da campanha da vacina oral são as crianças a partir de 6 meses. Isso porque as crianças menores já estão sendo imunizadas com a dose injetável - introduzida no calendário básico de vacinação no segundo semestre de 2012. Com a mudança, o Brasil está se preparando para utilizar apenas a versão injetável quando ocorrer a erradicação da doença do mundo.
 
O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, alertou as mães para que aproveitem a ida ao posto de saúde para colocar o cartão de vacinação das crianças em dia. “É também uma chance de a família checar se o calendário de vacinas da criança até 5 anos de idade está em dia e, se não tiver, poder programar no posto de saúde qual o melhor dia para atualizar suas vacinas”, disse.
 
Cerca de 350 mil pessoas estarão envolvidas na campanha e serão utilizados 42 mil veículos, entre terrestres, marítimos e fluviais, para alcançar todos os pontos do país. Os postos receberão um total de 19,4 milhões de doses orais da vacina. O investimento do ministério chega a R$ 32,3 milhões em repasse do Fundo Nacional de Saúde para os estados e municípios, sendo R$ 13,7 milhões para aquisição das vacinas.

Fonte Agência Brasil

Secretaria de Saúde garante que municípios fluminenses estão livres de epidemia de dengue

Conforme a Secretaria de Saúde, de janeiro a maio do ano passado,
 foram notificados em todo o estado 145.078 casos suspeitos
 de dengue, com 34 mortes
Rio de Janeiro – Todos os 92 municípios fluminenses estão livres de epidemia de dengue, informou ontem (4) a Secretaria de Saúde do estado. Até o último boletim, de 25 de maio, o Rio de Janeiro havia contabilizado, neste ano, 28 mortes por dengue e notificado 178.765 casos suspeitos da doença em todo o estado. A epidemia estava confirmada em 29 municípios.
 
Segundo  a Superintendência de Vigilância Epidemiológica e Ambiental da Secretaria de Saúde, a redução no número de casos de dengue já era esperada com a chegada dos dias mais frios e a intensificação das ações de controle da doença.
 
“Historicamente, há uma queda importante no número de casos de dengue nesta época do ano, apesar de haver ainda transmissões em vários municípios”, explicou, em nota, o superintendente de Vigilância Epidemiológica, Alexandre Chieppe.
 
O boletim da Secretaria de Saúde mostra que 12 pessoas morreram vítimas de dengue no município do Rio neste ano, o maior número de todo o estado. Depois vieram São Gonçalo, com três mortes, Maricá, com duas, e Magé, Volta Redonda, Itaocara, Itaperuna, Petrópolis, Duque de Caxias, São João de Meriti, Pinheiral, Valença, Barra Mansa e Campos dos Goytacazes, com uma morte em cada município.
 
Conforme a Secretaria de Saúde, de janeiro a maio do ano passado, foram notificados em todo o estado 145.078 casos suspeitos de dengue, com 34 mortes.
 
Além da campanha 10 Minutos contra a Dengue, cuja objetivo é engajar a população no combate ao foco do mosquito Aedes aegypti, transmissor da doença, a Secretaria de Saúde vai distribuir 10 mil smartphones aos municípios para transmissão dos dados em tempo real. A tecnologia vai agilizar a elaboração dos relatórios com os dados coletados e permitir que o tempo de resposta para a implementação de ações de combate à doença e atendimento aos pacientes seja  mais rápido.
 
Fonte Agência Brasil

Aposentados e pensionistas poderão descontar gastos com remédios do IR

Pela proposta, o benefício será concedido mediante apresentação  de receita
médica e nota fiscal pelos que têm renda mensal inferior a seis salários mínimos
Brasília – Um projeto aprovado nesta terça-feira (4) pela Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) do Senado estabelece que gastos com medicamentos de aposentados e pensionistas, para uso próprio ou por dependentes, sejam deduzidos do Imposto de Renda.
 
Pela proposta, o benefício será concedido mediante apresentação de receita médica e nota fiscal pelos que têm renda mensal inferior a seis salários mínimos. Hoje o desconto deste tipo de despesa só é permitido quando o medicamento é utilizado em ambiente hospitalar, e não quando o uso ocorre antes ou depois da internação.
 
Na avaliação do autor da proposta, senador Paulo Paim (PT-RS), a regra atual é uma incoerência da legislação tributária, em razão da tendência de se privilegiar os tratamentos domiciliares e deixar a internação hospitalar para os casos mais graves.
 
Como foi votado em caráter terminativo pela CAE, se não houver recurso ao plenário do Senado, o projeto segue direto para apreciação da Câmara dos Deputados.
 
Fonte Agência Brasil

Mais da metade dos prontos-socorros paulistas têm macas com pacientes nos corredores

São Paulo – Fiscalização do Conselho Regional de Medicina do Estado de São Paulo (Cremesp), feita em 71 prontos-socorros do estado, constatou que 57,7% deles têm macas com pacientes nos corredores; 66,2% enfrentam dificuldade de encaminhar pacientes para outros serviços de referência e 57,7% estão com equipes médicas incompletas.
 
O levantamento, divulgado ontem (4), mostra que em 46,5% dos prontos-socorros não há chefia de plantão nem médico diarista; em 59,2% das salas de emergência falta algum tipo de material e em 32,4% dos prontos-socorros não é feita a triagem com classificação de risco. “As conclusões [obtidas a partir] do levantamento revelam falhas graves dos serviços de urgência e emergência, que colocam a população em risco e não oferecem aos médicos condições mínimas e adequadas de trabalho”, diz o texto.
 
O Cremesp responsabiliza pela situação a falta de políticas públicas de saúde eficientes dos governos federal, estadual e municipal. Também é apontado o subfinanciamento do Sistema Único de Saúde e a escassez de recursos humanos, “relacionada às condições precárias de trabalho e à ausência de plano de carreira de estado”.
 
Dos 71 prontos-socorros vistoriados entre fevereiro e abril de 2013, 23 estão na capital e 48 em 35 municípios do interior, litoral e Grande São Paulo. Do total, 30 são prontos-socorros públicos municipais, 22 filantrópicos, 16 públicos estaduais e três privados.
 
“Temos municípios gastando 25% do orçamento com saúde, os estados estão cumprindo a emenda constitucional 29, gastando no mínimo 12%. Só que a união não tem feito a sua parte. No orçamento de 2012 foi previsto 3,8% do orçamento da união para aplicação em saúde. Isso é muito insuficiente, é irrisório”, disse o presidente do Cremesp, Renato Azevedo Júnior.
 
Em nota, a Secretaria de Estado da Saúde do Estado de São Paulo disse que cumpre rigorosamente a Emenda Constitucional 29 e aplica 12% de seu Orçamento na área da saúde. A pasta ressaltou que não faltam materiais nos prontos-socorros estaduais e que a superlotação de alguns  hospitais estaduais se deve, na maioria dos casos, à falta de estrutura das redes básicas de saúde de alguns municípios.
 
“As unidades básicas de Saúde [UBS] podem resolver até 80% dos problemas de saúde da população. Se a população não consegue atendimento na UBS, o problema pode se agravar, levando a um quadro agudo que requer atendimento emergencial em prontos-socorros”, diz a nota.  A secretaria disse ainda que tem investido cada vez mais em suas unidades próprias, ampliando e modernizando os serviços oferecidos e contratando novos médicos para ampliar a assistência à população.
 
A Secretaria Municipal da Saúde (SMS) informa que está reestruturando a Rede Urgência e Emergência (RUE) em conjunto com o Ministério da Saúde. Segundo a pasta, estão previstos investimentos de aproximadamente R$ 95 milhões para ampliação e reforma de 17 prontos-socorros e construção de 21 unidades de Pronto Atendimento (UPA 24h).

“A secretaria destaca que está contratando emergencialmente mais 320 médicos para o atendimento nos hospitais e prontos-socorros, além da abertura de concurso público este ano. Ressalta que todos os plantões dos prontos-socorros municipais possuem um profissional de saúde responsável”.
 
Em nota, o Ministério da Saúde disse que o investimento do governo federal em saúde ultrapassou R$ 93,4 bilhões em 2012, o que representou crescimento de 20% em relação ao ano anterior. Do total gasto no ano passado, segundo a pasta, R$ 10,3 bilhões foram repassados para o estado de São Paulo.
 
“Para 2013, a expectativa é R$ 99,47 bilhões, conforme substituto aprovado pelo Congresso Nacional. É importante destacar ainda que o orçamento do Ministério da Saúde triplicou nos últimos dez anos – em 2002, o gasto do setor estava na ordem de R$ 28,3 bilhões”, diz a nota.
 
O ministério ressaltou que, desde 2002, destinou R$ 3,5 bilhões à Rede de Urgência e Emergência do Sistema Único de Saúde (SUS). Em São Paulo, há 52 unidades de Pronto Atendimento (UPAs) em funcionamento, que recebem repasse de custeio anual do Ministério da Saúde de R$ 91,2 milhões. Outras 155 estão previstas.
 
O Cremesp informa que, embora englobe quase 10% do total dos serviços de urgência e emergência no estado, o levantamento não tem significância estatística em relação ao total dos prontos-socorros de São Paulo.
 
Fonte Agência Brasil

Ministro da Saúde exonera diretor após campanha para o Dia Internacional das Prostitutas

Divulgação
Campanha que o ministro mandou tirar do ar
Brasília - Após a divulgação de uma campanha para o Dia Internacional das Prostitutas com a frase “Sou feliz sendo prostituta", o ministro da Saúde, Alexandre Padilha, determinou a exoneração do diretor do Departamento Departamento de DST, Aids e Hepatites Virais do ministério, Dirceu Greco.
 
A campanha foi lançada no último fim de semana nas redes sociais pelo departamento dirigido por Greco.

Nesta terça-feira (4), o ministro da Saúde, Alexandre Padilha, disse que a pasta não avaliza a peça da campanha e disse que, enquanto fosse ministro da Saúde, a mensagem não faria parte da campanha do ministério.
 
Em nota, a pasta diz que as peças expostas "não foram aprovadas pela Assessoria de Comunicação Social, como ocorre com todas as campanhas", além disso, esclarece que a campanha foi elaborada a partir de oficina de comunicação comunitária conduzida pelo Departamento de DST, Aids e Hepatites Virais com representantes desse público alvo.

Ele diz que as peças estão agora sendo analisadas pela assessoria e que serão disponibilizadas se aprovadas.
 
Fonte Agência Brasil