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terça-feira, 11 de junho de 2013

10 estratégias infalíveis para seu filho comer bem

Se reeducação alimentar para adultos já é tão complicado, com as crianças é mais difícil. Você vai precisar adaptar as compras do mês – e colocar mais alimentos in natura no carrinho –, lidar com as recusas que certamente vão aparecer diante do novo cardápio e, por fim, mudar e o que você coloca no seu prato (sem esse esforço não vai rolar). Abaixo, 10 dicas para dar tudo certo na hora das refeições:

1. Comece com o que ele gosta
A partir de 2 ou 3 anos as recusas são mais frequentes, e o “eu não quero” vira hit nas refeições. Esse comportamento é normal, mas deve ser considerado como parte de um processo de aprendizagem, e não algo que vá determinar o paladar dele. Então, comece pelo o que seu filho mais gosta, nem que essa lista tenha apenas sete alimentos. Monte o prato, por exemplo, com cenoura ralada, arroz e frango, e ponha na mesa uma outra verdura ou legume, como a beterraba. Dali a três dias, misture à cenoura um pouco de beterraba. Progressivamente, você acrescenta um novo alimento.

2. Estabeleça uma rotina
Não, a ideia não é burocratizar as refeições. Mas ter horários ajuda por muitos motivos. Evita que seu filho passe o dia todo beliscando, e pesquisas mostram que isso favorece a obesidade. Você também consegue se organizar para sair mais cedo do trabalho um dia e chegar a tempo de jantar com ele. Se você não tem uma pessoa que ajuda na cozinha, adiante alguns preparos no fim de semana, como limpar e cortar folhas e legumes. Mesmo que você decida fazer um lanche rápido para o jantar durante a semana, vai ter à mão esses alimentos saudáveis prontos para o consumo.

3. Tente novas combinações
Variedade é a palavra da vez. Isso significa nem servir a mesma coisa no almoço e no jantar nem fazer pratos mais elaborados. Se seu filho adora suco de banana, por que não misturar um pedaço de mamão na hora de bater? Para colorir o arroz, cozinhe-o com beterraba ou abobrinha. O filé de frango do almoço pode ser servido desfiado com milho e chuchu no jantar.

4. Deixe frutas à mão
Fique na altura do seu filho e veja se você consegue pegar as frutas que estão guardadas. Se não alcançar, ou mude a fruteira de lugar ou deixe algumas unidades em um lugar de fácil acesso. Ver todos os dias desperta o interesse, mostrou um estudo norte-americano.

5. Explore a curiosidade dele
Toda criança é um pouco curiosa e gosta de experiências. Essa é uma ótima fase para usar isso a seu favor. Combinem de comprar uma fruta nova por semana e experimentá-la de vários jeitos: suco, cortadinha, com outra fruta, no forno etc.

6. Inspire-se nos desenhos
Diga que o personagem preferido do seu filho adora comer frutas, legumes, vegetais e por isso que brinca muito.

7. Convide-o para ajudar
Chame-o para fazer compras, peça ajuda para preparar a comida e para montar uma horta.

8. Prepare refeições especiais
Que tal um jantar de gala? Ou um café da manhã no quintal de casa ou no playground do prédio? Quebrar a rotina pode funcionar como um estímulo também.

9. Explique os benefícios
Diga claramente: laranja ajuda a não ficar gripado, banana evita dores nas pernas, mamão facilita o cocô sair sem doer o bumbum, cenoura ajuda a enxergar bem, abóbora faz os cabelos ficarem brilhantes etc.

10. Resista às tentações
Espere ele dormir para abrir um pacote de bolacha recheada ou então tome refrigerante na rua. Se nesse processo ele ver você comendo “o que não deve”, vai ser mais difícil fazer com que ele adquira novos hábitos. 
 
Fonte minhasaudeonline

É possível superar o medo de dirigir

Estima-se que para cada grupo de 100 indivíduos, seis têm medo de dirigir. No Brasil, 70% dos que apresentam essa dificuldade são mulheres entre 30 e 60 anos

Segundo o Detran de São Paulo, entre motos e automóveis, a cidade de São Paulo ganha, por ano, 317.550 novos veículos. São mais de 820 veículos por dia que ganham as ruas. Em meio a motoboys, ônibus, caminhões, bicicletas e carros espremidos no caótico e precário tráfego na cidade de São Paulo, não é raro encontrar motoristas que declaram ter medo de dirigir pela cidade. “São pessoas que relatam suor, tremedeira, taquicardia e até mesmo vontade de sair correndo, quando estão ao volante”, afirma a psicóloga Adriana de Araújo, especializada em hipnose ericksoniana.

No Distrito Federal, segundo o Detran-DF, o medo de dirigir deixou de ser um problema particular do motorista e tornou-se causa de acidentes graves na região. Atenta ao problema, a Diretoria de Educação do Detran-DF, em parceria com clínicas psicológicas da cidade, criou o curso de Iniciação à Superação do Medo de Dirigir, que abriu sua primeira turma em setembro de 2007. As aulas são voltadas para motoristas com habilitação, mas que não têm coragem de dirigir; quem tentam e não conseguem passar nas provas de habilitação ou quem nem mesmo conseguem iniciar o processo de obtenção da carteira de motorista.

Segundo a psicóloga, os medos em relação ao carro mais frequentes são o de tirar o carro da garagem, subir ladeiras, estacionar, atropelar alguém, bater o carro. Por fim, “o indivíduo acaba evitando o carro, até mesmo deixando de comprá-lo, apresentando várias desculpas para não dirigir”, diz a psicóloga. O medo de dirigir é comum na maioria das pessoas e faz parte do dia-a-dia de muita gente. “Está associado aos transtornos de ansiedade que acabam provocando limitações, baixa auto-estima e dependência de outras pessoas, dificultando o enfrentamento de situações cotidianas do indivíduo”, explica Adriana de Araújo.

Por que o medo surge?
Dentre os fatores relacionados ao aparecimento do medo de dirigir estão acidentes graves ou leves; a falta de autonomia financeira, pois quem não tem condições de ter um carro pode ficar inseguro em dirigir o carro de outro. Uma sensação de mal estar em relação a lugares fechados, o que também pode ser estendido ao carro; um desconforto em relação a situações externas, como por exemplo, um assalto, um sequestro relâmpago.

Porém, a maior causa que leva uma pessoa a ter medo de dirigir está relacionada ao seu próprio tipo de personalidade, pois, o ato de dirigir acaba expondo o indivíduo às criticas e observações de outros. “Hoje em dia, dirigir um veículo se tornou uma necessidade e o não dirigir promove uma discriminação pelo grupo social – familiar e profissional – em que o indivíduo vive. Aprender a guiar um carro é mais uma etapa das diversas aprendizagens que podemos ter durante a vida. É uma conquista que também simboliza independência. É poder, por assim dizer, se locomover de uma maneira mais rápida, chegar e sair dos lugares, sozinho ou acompanhado”, explica Adriana de Araújo.

É possível superar este medo?
Adriana de Araújo mostra-se confiante ao responder esta pergunta: “Para cada caso é possível um tratamento. A solução pode ser a realização de mais aulas de direção para um maior aperfeiçoamento ao dirigir, como também pode passar por sessões de psicoterapia, com o intuito de compreender melhor os processos psíquicos individuais que levam cada um a ter uma reação de desconforto perante a situação de guiar um carro. É possível superar esta fobia, trabalhando os aspectos emocionais e práticos ao mesmo tempo, através do resgate da autoestima, da redução da ansiedade, ressaltando os aspectos positivos da personalidade deste motorista, levando-o ao autoconhecimento”, diz.

Para enfrentar o medo de dirigir, é preciso:

- Assumir o sentimento de medo, não sentindo vergonha, pois, este é um problema comum que é possível pode ser resolvido;

- Sentir motivação para querer dirigir, enfrentando o problema;

- Persistir e treinar, não encarar o carro como algo estranho a você.
 
Fonte minhasaudeonline

Melhore o poder do seu cérebro comendo

Vegetais e peixes ricos em ômega-3 ajudam a turbinar a memória
Com alimentação balanceada é possível adiar o declínio cognitivo que ocorre com o passar dos anos
 
O declínio cognitivo pode levar à dificuldade de lembrar, comunicar ou aprender novas tarefas.

A Academia Americana de Médicos de Família sugere as seguintes medidas para ajudar a melhorar a saúde do cérebro e prevenir o declínio cognitivo:
 
- Mantenha o peso, o colesterol e a pressão arterial sob controle, com uma dieta nutritiva e alimentos com baixo teor de gordura.
 
- Consuma em grande quantidade grãos, frutas e vegetais.
 
- Evite gorduras saturadas.
 
- Inclua ácidos graxos ômega-3 na dieta, como os contidos em peixes como salmão, sardinha e atum.
 
- Pergunte a seu médico se você deve tomar algum suplemento com vitaminas .
 
Fonte iG

As doenças mais comuns da gravidez

Pré-natal: consulta é imprescindível para prevenir as
principais doenças da gravidez
Conheça sintomas e saiba como tratar os problemas mais frequentes que podem surgir nos nove meses de gestação

As doenças mais frequentes durante a gravidez– respondendo por 80% dos casos – são as infecciosas, principalmente aquelas que atingem o trato urinário. Elas podem causar complicações graves como um aumento no risco de aborto, antecipação do trabalho de parto e até septicemia.

No entanto, as que mais preocupam os obstetras são as síndromes metabólicas, como a pré-eclâmpsia e a diabetes gestacional, que são mais fatais tanto para as mães quanto para os bebês.

“A gestação predispõe a alguns desses problemas. Por mais simples que pareçam, sempre é preciso tratar”, alerta Edilson Ogeda, do Hospital Samaritano, em São Paulo.

“Uma boa nutrição, atividade física e consulta pré-natal regular minimizam, e muito, o risco da mulher apresentar qualquer um desses problemas”, ressalta Luiz Fernando Leite, ginecologista e obstetra do hospital e maternidade Santa Joana.

Conheça as principais condições que podem afetar a gravidez:
 
Pré-eclâmpsia
Entre os problemas mais graves de uma gestação, sem dúvida a doença hipertensiva específica da gravidez (como é hoje chamada a pré-eclâmpsia) é a que mais preocupa os médicos. No Brasil, por dia, três mulheres são vítimas da doença . Em geral, ela acomete as futuras mamães no terceiro trimestre e é mais comum na primeira gravidez.
 
“O problema acontece devido a uma alteração vascular da placenta, que eleva a pressão arterial”, explica Luiz Fernando Leite, do Santa Joana. A doença pode causar o envelhecimento da placenta, o parto prematuro ou evoluir para eclampsia ou ainda para a Hellp Síndrome .
 
“Os sintomas são inchaço, dor de cabeça e de estômago, espuma na urina (pelo aumento de proteínas na urina), convulsões, dores abdominais e vista embaralhada”, explica Rosa Maria Neme, ginecologista e obstetra do Centro de Endometriose de São Paulo.
 
Se confirmado o diagnóstico, as consultas com o médico devem ser mais frequentes, assim como os exames clínicos. A mulher deverá adotar uma dieta com pouco sal e controlar a pressão. Em alguns casos, ela pode ser internada para tratamento.
            
Diabetes gestacional
É a segunda doença mais frequente da gestação e costuma aparecer ao redor da 26ª ou 27ª semana. “A placenta tem hormônios diabetogênicos, com potencial para desenvolver o diabetes . Aquela mulher cujo pâncreas produz insulina de forma normal passa tranquilamente pela gestação. Mas aquela com alguma deficiência na produção de insulina pode desenvolver a doença”, explica Edilson Ogeda, ginecologista e obstetra do Hospital Samaritano, em São Paulo.
 
O diabetes gestacional é mais frequente em mulheres com histórico familiar da doença na família ou naquelas que engordam muito nesse período, alerta Luiz Fernando Leite. O ideal, lembra o médico, é ganhar no máximo 12kg. No entanto, o especialista ressalva que o diabetes pode não estar ligado somente ao ganho de peso.
 
“Posso ter uma mulher magra com diabetes gestacional . Por isso um pré-natal adequado é tão importante”, diz ele.
 
O diagnóstico deve ser feito por meio da medição das taxas de açúcar no sangue. A sede e o aumento na vontade de urinar, sintomas clássicos da doença, são frequentes na gestação e, por isso, podem passar despercebidos.
           
Infecções urinárias
As infecções mais frequentes do trato urinário durante a gravidez são a cistite e a candidíase . Os sintomas mais frequentes são desejo frequente de urinar, sensação de ardência na vagina, dor no baixo-ventre, corrimento e coceira.
 
“A progesterona (hormônio predominante na gravidez) provoca uma dilatação das vias urinárias que impede a bexiga de esvaziar completamente, favorecendo a cistite. Além disso, devido à queda na imunidade da gestante, a cândida, que habitualmente vive no intestino e faz parte da flora vaginal normal, prolifera e passa para a vagina provocando a candidíase”, explica Rosa Maria Neme.
           
A infecção representa um risco maior no primeiro e no último trimestre da gravidez, podendo causar um parto prematuro. O tratamento é basicamente medicamentoso e vai depender da indicação médica.
 
Anemia
Essa é uma condição bem comum às gestantes e, em geral, transitória. “Na gravidez, há um aumento de 20% no volume de sangue sem haver um acréscimo de glóbulos vermelhos. É como colocar mais água em suco em pó, ele vai ficar menos denso. Por isso, é importante uma dieta adequada ”, ressalta Luiz Fernando Leite, do Santa Joana.
           
Para evitar o problema as grávidas devem apostar em agrião, espinafre, lentilha, feijão branco, frutas secas, fígado, escarola e abacate, indica a ginecologista Rosa Maria Neme. Em alguns casos, o médico pode prescrever vitaminas a fim de minimizar os efeitos da falta de ferro, que pode levar a um crescimento menor do bebê.
 
Distúrbios da Tireoide
As alterações hormonais típicas da gravidez podem descompensar o funcionamento da tireoide, causando o hipertireoidismo ou o hipotireoidismo, esse último mais comum nesse período.
 
“O funcionamento deficiente dessa glândula é muito simples de ser tratado, por meio de medicamento, e não deve afetar a saúde da mãe ou do bebê”, afirma Edilson Ogeda, do Samaritano.
         
O obstetra Luiz Fernando recomenda um exame completo dessa glândula logo no início da gestação, a fim de verificar se o problema é decorrente da gravidez ou anterior a ela.
 
Fonte iG

Teste detecta síndrome de Down durante gravidez com 'mais precisão'

Cientistas vão fazer um estudo com 20 mil mulheres,
para confirmar os resultados já obtidos
A precisão do resultado do teste chega a 99%, afirma o coordenador da pesquisa
 
Uma equipe de cientistas britânicos desenvolveu um novo exame que promete detectar, mais cedo e com mais precisão, a síndrome de Down durante a gravidez.
 
A equipe da universidade Kings College de Londres, responsável pela pesquisa, analisou o sangue de 1 mil grávidas e concluiu que o novo teste, chamado exame de DNA fetal (cfDNA, na sigla em inglês), pode mostrar "quase que com certeza" se o bebê é portador do distúrbio genético.
 
Atualmente, o teste mais comum é feito entre a 11ª e a 33ª semana de gravidez por meio de ultrassom. Nele, o médico mede a quantidade de um líquido atrás do pescoço do bebê chamado translucência nucal. Crianças com síndrome de Down tendem a apresentar uma maior quantidade de dessa substância.
 
Além disso, hoje, as grávidas podem fazer um exame de sangue para checar se há níveis anormais de certas proteínas e hormônios em seus bebês. A partir desses testes, são calculadas as chances da criança ser portadora da síndrome. No entanto, se a chance for alta, a recomendação é que as grávidas passem por um dos dois testes para esses casos - ambos invasivos e arriscados.
 
Um deles é a biópsia do vilo corial, que analisa uma pequena amostra da placenta. O outro é a amniocentese, que testa o líquido aminiótico que envolve o bebê. A probabilidade de os dois exames provocarem aborto é de 1 em 100 casos.
 
'Definitivo'
O professor Kypros Nicolaides, que coordenou a pesquisa, afirmou que o novo exame de DNA é muito mais certeiro, já que seu resultado indica com 99% de precisão se o bebê apresenta a síndrome de Down.
 
"Esse teste é praticamente um diagnóstico. Ele mostra com quase certeza se o seu bebê tem ou não a síndrome", diz Nicolaides.
 
"Da perspectiva da mulher, ele traz uma mensagem muito mais clara sobre o que fazer em seguida."
Segundo ele, hoje a prática médica recomenda envolver os pacientes nessas decisões.
 
"Mas isso é apenas da boca para fora. Porque se o risco é de, por exemplo, um em 250, como é possível decidir? Quando os pacientes tiverem mais clareza, será mais fácil."
 
A equipe médica, que publicou a pesquisa sobre o teste na revista científica Ultrasound in Obstetrics and Gynaecology, agora vai fazer um estudo com 20 mil mulheres para incrementar os resultados obtidos.
 
A Associação de Síndrome de Down no país disse que a realização do teste ainda não é algo iminente.
 
Fonte iG