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sexta-feira, 28 de junho de 2013

Portugal: Ordem chumba medicamentos

Foto Rui Miguel Pedrosa
Uma lista de 17 substâncias ativas compõem remédios que
vão ser de venda sem receita médica
Infarmed alega que os medicamentos a vender sem receita médica ainda estão em avaliação.

Três das 17 substâncias ativas que o Governo autorizou que possam ser medicamentos não sujeitos a receita médica, impondo a venda exclusiva nas farmácias e não nas parafarmácias, são um risco para os doentes por conterem um grau de toxicidade grave que pode causar a morte.
 
Os Colégios da Especialidade de Imunoalergologia e de Farmacologia Clínica da Ordem dos Médicos (OM) deram parecer negativo à mudança de classificação dos produtos.
 
A OM manifesta "total discordância com a inclusão da teofilina e da aminofilina, por se tratar de fármacos com uma margem terapêutica estreita e um potencial importante de toxicidade grave, por vezes resultando em morte".
 
Acrescenta que se pode criar " um perigoso precedente que pode colocar em risco a saúde dos doentes". Estes remédios destinam-se ao tratamento da asma brônquica e da doença pulmonar obstrutiva crónica.
 
Quanto à tansulosina, para tratar a hiperplasia benigna da próstata, a OM afirma que a venda sem controlo clínico é um risco que "contribuirá para a afluência às Urgências".´ Fonte do Infarmed explica ao Correio da Manhã que ainda está a avaliar quais os produtos a vender sem receita.
 
Fonte Correio da Manhã

Estados americanos fazem progresso na TI para saúde

Os estados americanos devem implementar uma arquitetura amplamente empresarial para o compartilhamento de informações de saúde, especialmente enquanto os CIOs continuam a ter diferentes papeis sob o âmbito da reforma da saúde. Esse foi um dos tópicos de um novo estudo feito pela National Association of State Chief Information Officers (NASCIO) e pela Healtchcare Information and Management Systems Society (HIMSS).
 
Os CIOs dos estados agora desempenham papel crucial nas estratégias, supervisão e governança de TI de saúde e, daqui para frente, consolidação e otimização se tornarão as principais prioridades enquanto eles aumentarem a influência de TI entre múltiplas iniciativas.
 
O estudo – que examinou como os CIOs dos estados visualizam a atual situação das iniciativas de TI de saúde – recebeu uma taxa de resposta de 48%, ou seja, 26 CIOs dos Estados Unidos e seus territórios. Segundo as descobertas, estes CIOs têm inúmeros papeis e responsabilidades em áreas como Medicaid Management Information System (MMIS), sistemas elegíveis da Medicaid, governança de dados, gerenciamento de identidade (IdM – identity management), health insurance marketplaces (HIX), nível de compartilhamento de informações de saúde no estado (SLHIE – state-level health information exchanges) e serviços compartilhados e colaborações.
 
A pesquisa descobriu que 71% dos CIOs estaduais afirmaram ter um papel significativo no SLHIE, o que permite o compartilhamento de informação de saúde eletronicamente. “Os CIOs estaduais têm muitos papeis no que concerne aos projetos estaduais de TI de saúde”, esclareceu o diretor executivo da NASCIO, Doug Robinson, em uma declaração escrita. “O foco continua ser achar maneiras de colaboração e coordenação de iniciativas de TI do ponto de vista global ou empresarial”.
 
Outras descobertas mostram que os estados parecem estar terceirizando sistemas MMIS e funções de centros de dados. 78% deles disseram que seu estados terminarão a modernização MMIS até 2014, enquanto 72% afirmaram que seu estados irão implementar um novo sistema elegível Medicaid até 2014. É estimado que o custo desses sistemas seja entre 30 e 154 milhões de dólares. Quando pedidos para denominar a capacidade menos madura nos estados, 80% dos executivos que participaram da pesquisa disseram não ter estrutura de governança.
 
Os estados se dividem quanto aos seus planos de integração de elegibilidade Medicaid e sistemas de matrícula com health insurance marketplaces (HIX), que permite que as pessoas e os funcionários comparem e avaliem os planos de seguro de saúde. 94% dos CIOs disseram que 50% ou menos de suas necessidades de componentes de TI para HIX forma completadas. Quando ao SLHIE, a grande maioria dos CIOs disse usar um compartilhamento de informação de saúde designado ao estados; 69% desses compartilhamentos estão em produção ou compartilhando dados ativamente.
 
O último componente do estudo se focou no compartilhamento de serviços e colaboração. 96% dos estados usam serviços compartilhados para iniciativas de saúde. Serviços compartilhados são em sua maioria usados para elegibilidade da Medicaid (86%), MMIS (55%), SLHIE (41%) e HIX (36%), enquanto 32% usa serviços compartilhados para outras iniciativas de saúde.
 
Fonte SaudeWeb

Ortopedistas denunciam fila de 5 anos para cirurgias

Pacientes do SUS podem ficar até cinco anos na fila para
receber uma prótese
A Sociedade Brasileira de Ortopedia e Traumatologia (SBOT) denunciou esta semana que em todos os grandes hospitais brasileiros que pacientes do SUS podem ficar até cinco anos na fila para receber uma prótese.
 
Segundo a entidade, isso ocorre por falta de financiamento à infraestrutura: faltam salas cirúrgicas, ambulatórios, equipamentos para anestesia, aparelhos para exames de imagem, entre outros, segundo os especialistas.
 
Em meio à polêmica sobre a importação de médicos estrangeiros, o presidente da SBOT, Flávio Faloppa, diz que os 10 mil ortopedistas brasileiros são suficientes para atender a população necessitada e eliminar as filas nos hospitais. Mas faltam as condições mínimas necessárias.
 
Faloppa, que integra os quadros do Hospital São Paulo, da Unifesp, diz que na instituição em que trabalha a fila para colocar uma prótese de quadril, de joelho ou para uma revisão – substituição da prótese após uma década de uso – é de cinco anos. “Mas eu tenho médicos, pós-graduandos, professores, anestesistas e pessoal de enfermagem mais que suficiente para zerar essa fila em pouquíssimo tempo, se houvesse recursos para fazer mais de duas próteses por semana, que é o número que nossa equipe está autorizada a fazer”, diz.
 
Para o especialista, a situação é idêntica nos demais hospitais de São Paulo, incluindo o Santa Marcelina e o Hospital das Clínicas, além dos grandes hospitais do Brasil. Assim, considera, quando os médicos estrangeiros chegarem o problema não será resolvido.
 
Fonte SaudeWeb

Servidores param Hospital Roberto Santos hoje(28)

Foto Reprodução
Servidores do Hospital Geral Roberto Santos (HGRS) mantêm a decisão de paralisação das atividades por 24 horas nesta sexta-feira, a partir das 9h.
 
Os trabalhadores da Secretaria de Saúde do Estado (Sesab) aguardam o pagamento da diferença da GID (Gratificação Incentivo Desempenho) dos trabalhadores de 180 horas, que vem sofrendo constantes reduções sem justificativas há cerca de três meses.
 
No último dia 19 de junho, os servidores, junto com o Sindsaúde-Ba, fizeram manifestação em frente ao HGRS para protestar também contra os problemas referentes às condições de trabalho, escala de serviço, déficit de profissional, falta de segurança, inadequação de estrutura física, por uma política ocupacional de saúde do trabalhador, superlotação, terceirização da saúde, dentre outros questionamentos.
 
Os servidores do HGRS reivindicam uma reunião com a diretoria da unidade para uma ampla discussão em defesa saúde pública que valorize o servidor e garanta melhoria do atendimento à população do hospital que é uma das principais referências de atendimento da rede pública do estado.
 
Fonte osistemaebruto.com.br

Hospital Alvorada conquista acreditação canadense

O Hospital Alvorada anunciou esta semana que acaba de receber a Acreditação da Joint Commission International (JCI). Segundo a instituição, o “selo” garante mais qualidade e segurança no atendimento aos pacientes graças ao conjunto de padrões, protocolos, indicadores, rotinas e processos internacionais adotados e seguidos em todo o processo de assistência médica.
 
Fernando José Pedro, diretor médico do Hospital Alvorada, diz que o selo deverá agregar mais peso e responsabilidades ao nome do hospital ao mesmo tempo em que oferece atendimento com mais qualidade.
 
O processo de certificação do Alvorada começou há cerca de três anos. Foi criado na época um projeto específico para a iniciativa. O setor de qualidade do hospital prestou auxílio na implementação e padronização de protocolos, que passaram a ser utilizados por todos os profissionais da instituição.
 
O Alvorada é um hospital geral e referência em neurologia e ortopedia. Dispõe de 235 leitos – 129 apartamentos individuais, 42 leitos de enfermaria, 32 de UTI Adulto e oito semi-intensivas adulto, além de 16 leitos de Unidade de Terapia Intensiva Pediátrica (UTI) e oito apartamentos VIP.
 
Fonte SaudeWeb