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sábado, 6 de julho de 2013

Ninfomania

O surgimento da Internet gerou outro tipo de compulsão
 sexual – o sexo virtual -, que atinge aproximadamente
 dois milhões de pessoas
A ninfomania implica em uma descompensação do desejo sexual feminino. A mulher sente um apetite intenso demais, permeado por fantasias sexuais que a perseguem a ponto de prejudicar suas atividades cotidianas. Esta perturbação psíquica enquadra-se nos transtornos conhecidos como Desejo Sexual Hiperativo (DSH) e se expressa através de uma ausência do controle da sexualidade.
 
A paciente é acometida por uma compulsividade sexual praticamente incontrolável, o que lhe provoca uma grande dor emocional e repercute diretamente em seus relacionamentos afetivos. Mas é de certa forma um exagero pensar que esta mulher quer praticar sexo incessantemente, ela apenas tem dificuldades na satisfação de seus desejos, daí alimentar constantemente a vontade de praticar o ato.

Quando essa pessoa tem a consciência de seu problema e tenta disciplinar seus pensamentos e suas fantasias, torna-se deprimida e ansiosa. Torna-se cada vez mais difícil para ela libertar-se destes pensamentos, uma vez que a própria cultura ocidental canoniza o sexo, estimulando ainda mais as compulsões sexuais.
 
É comum a ninfomaníaca sentir-se desprovida de vontade própria, uma escrava de seus próprios desejos. Geralmente essa sensação vem acompanhada de muita ansiedade antes do ato sexual, de um orgasmo intenso e satisfatório no primeiro momento, seguido de uma culpa profunda.
 
Mas quais as causas desse problema? Ele não deixa de ter raízes nos mesmos fatores que provocam as demais dependências, como a busca de um bálsamo para as feridas da alma, uma compensação para a solidão e para a inadaptação social, um paliativo contra o medo e as expectativas comuns na vida de cada um, as frustrações e tantas outras emoções sombrias. Mas vários pesquisadores compreendem esse transtorno também como uma doença, provocada por mutações no equilíbrio dos neurotransmissores.
 
No discurso psicanalítico, a ninfomania é conhecida como hipersexualidade, uma cristalização do desenvolvimento sexual na etapa anal, ou seja, no momento da evolução da sexualidade em que as ansiedades deslocam-se para comportamentos repetitivos. De acordo com a causa estabelecida para este transtorno, deve ser prescrito um determinado tipo de tratamento. Principalmente no mundo contemporâneo, quando o surgimento da Internet gerou outro tipo de compulsão sexual – o sexo virtual -, que atinge aproximadamente dois milhões de pessoas.
 
Com dificuldades para enfrentar seus distúrbios de sexualidade e ao mesmo tempo mergulhados em um temor crescente do outro, principalmente por conta da violência cada vez maior nas grandes metrópoles, estes indivíduos optam por passar horas sem fim na frente de um computador, navegando em sites com conteúdo sexual.
 
Estas pessoas procuram, assim, satisfazer seus desejos a cada momento mais fortes, já que a compulsão ao vício é sempre maior, quanto mais elas submergem nos meandros da dependência.
 
Fonte: www.infoescola.com

Temperos que fazem bem à saúde

Cada vez mais lemos notícias de que este ou aquele tempero, além de darem um gostinho especial aos alimentos, também ajudam o organismo a funcionar melhor. Que tal conhecer alguns deles e usufruirmos de todos os seus benefícios?
 
Alho
Segundo os especialistas, consumir alho regularmente auxilia na redução da pressão alta, ou seja, é muito indicado para os hipertensos. Além disso, o alho também possui vitaminas do complexo B, que contribuem para a diminuição das doenças do coração. O consumo pode ser de um a dois dentes de alho por dia. As cápsulas de alho só devem ser tomadas sob prescrição médica e para não perder suas propriedades, não deixe o alho dourar quando você fizer suas receitas.
 
Pimenta
Ela possui capsaicina, um composto termogênico que acelera o metabolismo. Mesmo assim, não é somente comendo pimenta que irá fazer com que você perca peso mais rápido. Uma dieta regular associada a exercícios físicos é o ideal para a pimenta poder fazer efeito. Preste atenção na quantidade a ser ingerida diariamente: pimenta dedo de moça seis unidades, pimenta jalapeño três unidades e da malagueta consuma meia.
 
Manjericão
Use manjericão com bastante freqüência, pois certamente ele auxiliará na sua digestão. Utilize-o nas massas, molhos e saladas. Além de fazer bem, o prato fica com outro sabor.
 
Orégano
Ao contrário do que muitas pessoas pensam, o orégano não serve somente para colocar na pizza. Consuma-o fresco pois ele conserva melhor suas propriedades. Além de ser digestivo, o orégano é um antioxidante natural, ajudando no combate dos radicais livres, alguns tipos de câncer, envelhecimento e alterações no sistema nervoso.
 
Cebola
Além de ter baixa caloria, a cebola possui fibras, vitaminas C e B e ajuda ainda a manter o nível de glicose e o de colesterol em dia. A querticina, propriedade contida na cebola ajuda a prevenir o câncer. Para aproveitá-la melhor, consuma-a crua e sem fritar. Recomenda-se que seja consumida em torno de 150 gramas por dia.
 
Fonte: www.comofazeronline.com

Evite a flatulência

Os gases se formam quando ingerirmos alguma bebida ou alimento. Sem nos darmos conta, engolimos também pequenas quantidades de ar. Aos poucos ele vai acumulando podendo ocasionar a aerofagia, o nome científico para os gases.
 
Chamamos de flatulência a liberação voluntária ou involuntária do ar que fica retido na porção final do intestino, uma situação que pode gerar algum constrangimento.
 
O ar pode ser eliminado via oral através do arrotou ou via anal por meio dos gases intestinais ou flatos. A grande maioria é produzida no intestino pelos carboidratos que não são quebrados durante a passagem pelo estômago. Porém o intestino não tem as enzimas necessárias para digeri-los e os carboidratos são fermentados pelas bactérias que o habitam. Todo esse processo produz e libera gases.
 
Se você está com algum desconforto como distensão abdominal é muito provável que sejam gases. E eles podem ser bem doloridos. Por isso procure verificar como está sua alimentação.
 
Abaixo segue a lista dos alimentos causadores da aerofagia:
 
Vegetais:  agrião, acelga, alho, cebola, brócolis, couve, couve-flor, repolho, batata doce, gengibre, couve de Bruxelas, chucrute, ervilha verde, milho verde, mostarda, pepino, nabo, rabanete, pimentão, pimenta do reino;
 
Doces: caramelos, bolo, bombom, chocolate, doce em pasta, açúcar em excesso;
Queijos: Evite os de alta concentração como o mussarela, parmesão, roquefort, gorgonzola;
 
Leguminosas: Ervilha, grão de bico, feijão, lentilha, soja. Um segredinho para evitar que o feijão cause menos gases está na sua preparação. Deixe os grãos de molho de um dia para o outro. Pela manhã troque a água antes de cozinhá-lo. A produção de gases aumenta quando o amido está mal cozido.
 
Frutas: Abacate, goiaba, maçã, pera crua, melão, melancia, passas;
 
Bebidas: soda, bebidas gaseificadas como coca-cola e café;
 
Adoçantes: aqueles que contêm sorbitol como os dietéticos, balas e chicletes dietéticos;
 
Outros: condimentos em demasia, alimentos crus ou fritos, avelãs, nozes e demais alimentos oleaginosos.
 
Além de todos esses cuidados, procure um ambiente sossegado para fazer as refeições, mastigue os alimentos e coma devagar. Não converse enquanto estiver comendo, evitando com isso engolir ar.
 
Tente descobrir quais os alimentos que lhe causam flatulência e os evite ou diminua a porção. Se mesmo assim o desconforto permanecer, consulte seu médico. Essa é uma situação que ocorre com todas as pessoas. A diferença é que umas sofrem mais que as outras.
 
Fonte: www.comofazeronline.com

Menopausa precoce pode atrapalhar saúde feminina

Menopausa precoce pode atrapalhar saúde feminina Cynthia Vanzella/Agencia RBS
Foto: Cynthia Vanzella / Agencia RBS
Ondas de calor atingem 80% das mulheres na menopausa
Cerca de 3% das mulheres estão sujeitas ao problema
 
Caso antes dos 40 anos você notar sintomas como ondas de calor, irregularidade menstrual, insônia, irritabilidade persistente , ressecamento vaginal, alterações na pele e cabelo, aumento de peso e suores noturnos, fique atenta, pode ser a menopausa que chegou antes da hora. Ainda não existe uma causa determinante para a menopausa precoce, mas ela pode ocorrer por vários fatores, como o histórico familiar.
 
Segundo a ginecologista e obstetra Erica Mantelli, a menopausa ocorre, em média, aos 50 anos. Ela é definida como a parada da menstruação, já o climatério é o período de transição entre o período reprodutivo e não reprodutivo da mulher. Esse período de transição pode iniciar dois a três anos antes da menopausa e terminar muitos anos após.
 
— Quando a menopausa ocorre antes dos 40 anos, sem uma causa aparente, costuma-se identificar o processo como Falência Ovariana Precoce (FOP) — explica a médica.
 
Cerca de 3% das mulheres estão sujeitas à menopausa precoce ou falência ovariana prematura. As mulheres nascem com um número de óvulos pré-determinados que, em condições normais, são suficientes para que ovulem da puberdade até próximo aos 50 anos, quando chega à menopausa.
 
— Quando ocorre a menopausa precoce os ovários deixam de funcionar adequadamente ainda numa idade jovem. A menstruação desaparece ou vem em quantidade mínima ou esporádica. Em alguns casos, a menopausa pode ser decorrente de tratamentos como, por exemplo, a quimioterapia, radioterapia, cirurgia ovariana, tabagismo e algumas doenças infecciosas (malária, varicela e caxumba) — afirma Erica.
 
Alguns estudos vêm revelando que a idade da menopausa tem a ver com a história familiar da paciente. De acordo com a médica, a idade que a menopausa ocorre pode não estar relacionada apenas com à época da primeira menstruação, mas sim quando a mãe e as irmãs da paciente entraram em menopausa.
 
Menopausa precoce impede a maternidade?
A menopausa prematura diminui drasticamente as chances de engravidar. Entretanto, a ginecologista esclarece que ela não representa o fim das esperanças para mulheres que desejam ser mães.
 
— Se a menopausa é diagnosticada precocemente, a mulher pode conseguir uma gravidez bem sucedida através de doação de óvulos com o uso dos espermatozoides do seu companheiro — revela a médica.
 
Atenção aos sinais do corpo

Os sintomas da menopausa podem variar. Entre eles, estão:
 
— Ondas de calor: atingem 80% das mulheres e aparecem subitamente, com duração de 5 a 30 minutos, acompanhados de suor intenso e desconforto

— Suores noturnos

— Irregularidade menstrual: o fluxo menstrual vai diminuindo progressivamente. Pode tornar-se abundante, parar por alguns meses, reaparecendo depois em ciclos esparsos

— Ressecamento vaginal: sintoma que provoca desconforto especialmente durante as relações sexuais

— Diminuição da libido: a vontade de praticar sexo sofre uma perceptível redução

— Incontinência urinária: por perda de tônus da bexiga

— Dores de cabeça

— Alterações na pele e nos cabelos (queda de cabelo, pele ressecada, cabelos quebradiços e opacos)

— Insônia e cansaço

— Perda de memória

— Aumento de peso

— Perda de força muscular

— Perda de massa óssea, com decorrente risco de osteoporose

— Nervosismo, irritabilidade

— Alterações do humor

— Tensão, ansiedade

— Depressão
 
Convivendo com o problema
O diagnóstico da menopausa é importante para todas as mulheres, principalmente as que desejam engravidar. A mulher deve procurar um ginecologista após notar os sintomas da menopausa precoce para dar início a uma série de exames físicos e complementares, como o de dosagem hormonal e o ultrassom transvaginal. Exames de sangue podem ser realizados para se investigar a presença de anticorpos que causam danos às glândulas endócrinas.
 
Confirmado o diagnóstico, um dos tratamentos é com a Terapia de Reposição Hormonal (TRH).
 
— O TRH é imprescindível nos casos de menopausa de origem cirúrgica ou provocada por quimioterapia, em virtude da intensidade destes sintomas. Além disso, essas mulheres apresentam um risco maior de desenvolver doenças cardíacas e osteoporose — conclui Erica.
 
Saiba como aliviar os sintomas:
 
— Mantenha uma vida saudável e pratique exercícios

— Faça todos os exames anuais recomendados pelo médico, incluindo controle de glicemia e colesterol

— Tente dormir o suficiente. A falta de sono pode contribuir para a confusão mental e baixa libido, problemas frequentemente associados à menopausa

— Para evitar a osteoporose, consuma alimentos ricos em cálcio, como vegetais verde-escuros, peixes, sementes de abóbora, melancia, leite de soja enriquecido com cálcio, tofu, leite de vaca desnatado e seus derivados

— Aumente o consumo de água. Evite bebidas alcoólicas, café e refrigerantes

— Devido à facilidade para engordar e aumentar o colesterol ruim e triglicérides, evite frituras, alimentos gordurosos, excesso de açúcares, massas e sobremesas com frequência

— Discuta com o médico os prós e contras do uso da terapia de reposição hormonal. Ela não é recomendada para mulheres em situação de risco de câncer de mama, trombose ou doença cardíaca
 
Fonte Zero Hora

Saiba como manter uma alimentação saudável na terceira idade

Saiba como manter uma alimentação saudável na terceira idade Stock Photos/Divulgação
Carboidrato é nutriente essencial para fornecer energia
para o organismo
Dieta equilibrada é fundamental para a ingestão de nutrientes importantes para uma vida mais saudável
 
Os cuidados com a saúde requerem uma boa alimentação durante toda a vida. No entanto, a entrada na terceira idade traz uma série de mudanças físicas que exigem algumas necessidades. É comum, por exemplo, sentir menos apetite a partir dos 65 anos. O paladar fica menos apurado e a mastigação também pode ser comprometida. Por isso, cuidar bem da alimentação do idoso é essencial para que todas essas variações não sejam um impeditivo para a ingestão de nutrientes importantes para se manter uma vida saudável.
 
A nutricionista Tereza Cibella explica que a alimentação na terceira idade precisa ser variada e equilibrada, assim como a de uma criança ou de um adulto. Entretanto, existem alguns alimentos que são mais indicados, principalmente por fazerem bem para o sangue e para o cérebro, como grãos, frutas e azeite. A aveia também é aconselhada pela especialista, já que auxilia na digestão, e o leite, assim como seus derivados, é importante por oferecer cálcio, que fortalece os ossos, mais fracos nessa idade.
 
— O que não pode faltar de forma alguma é o carboidrato, nutriente essencial para a nutrição humana por fornecer energia para o organismo. Para o idoso, o ideal é que entre 50% a 60% do valor calórico total da dieta sejam compostos por este componente — ressalta a nutricionista.
 
Arroz, macarrão, pães, batata e cereais, considerados carboidratos complexos, minimizam os picos de hiperglicemia. Os carboidratos simples, como glicose e sacarose, devem compor no máximo 10% da dieta.
 
— Uma boa dica neste contexto é o macarrão, que além de ser do tipo complexo, tem digestão e absorção mais lenta que os demais, que faz com que a sensação de saciedade dure mais tempo. Além disso, uma absorção mais pausada faz com que o aumento do nível glicêmico no sangue seja menor, e, como se trata de um alimento de consistência mais mole, facilita a mastigação do idoso — aconselha Tereza.
 
Também é necessário preservar a proteína, que serve como substrato energético para o sistema nervoso central e ativar o metabolismo. Os alimentos fontes deste nutriente fornecem a construção e manutenção das diferentes partes do corpo e a reparação dos tecidos que são perdidos com maior frequência por meio de descamações, suor e cicatrizações, por exemplo. As proteínas também são as responsáveis pela formação dos anticorpos - proteção contra as doenças - e de todos os órgãos do nosso corpo.
 
A nutricionista também ressalta que alimentos fontes de vitaminas, minerais e fibras regulam as funções do organismo, facilitando a digestão e absorção dos nutrientes, fortalecendo o sistema imunológico, permitindo o bom funcionamento intestinal e protegendo visão, pele e dentes.
 
Confira alguns exemplos de fontes dos diferentes grupos de alimentos:
 
— Fontes de carboidratos: macarrão, arroz, milho, centeio, pão, batata, aveia, cará, inhame, açúcares, doces, mel, geleia, cevada trigo, aveia.
 
— Fontes de proteínas: ovos, feijão, ervilha, lentilha, soja, grão de bico, leite iogurte, coalhada, carne.
 
— Fontes de vitaminas, minerais e fibras: pepino, berinjela, abobrinha, chuchu, cenoura, limão, laranja, goiaba, manga, caju, morango, mexerica, almeirão, acelga, brócolis, escarola, mostarda, salsa, couve e cereais integrais.

Fonte Zero Hora