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segunda-feira, 8 de julho de 2013

Vitalidade: O cálcio de origem vegetal que gera saúde

Novo suplemento alimentar à base de algas marinhas, com mais de 50 nutrientes e minerais, previne a osteoporose, fortalece o sistema imunológico e os músculos, além de gerar mais disposição e energia
 
A descoberta de uma osteoporose avançada, assim como de outras doenças degenerativas, pode ocorrer repentinamente com o processo de envelhecimento. Mas como evitar tais complicações, que comprometem a saúde e a qualidade de vida das pessoas? No Brasil, só a osteoporose atinge mais de 10 milhões de pessoas e sua gravidade pode fazer com que aproximadamente dois mil brasileiros morram todos os anos - o que torna evidente a necessidade da prevenção. 
 
Hábitos de vida saudáveis e uma alimentação natural e balanceada é o que todos nós - jovens, adultos e idosos - precisamos para obter cálcio e demais nutrientes essenciais ao bom funcionamento do organismo. Entretanto, a alimentação industrializada e os solos empobrecidos inviabilizam a ingestão e assimilação das doses diárias de cálcio e minerais recomendadas pela Organização Mundial da Saúde (OMS). 
 
A grande novidade para suprir as carências do organismo é um suplemento alimentar mineral de origem vegetal e orgânica - o Vitalidade – fabricado pelo laboratório Phosther Algamar e distribuído pela Pronatural, em Curitiba, que possui muitas vantagens: além de conter mais de 50 nutrientes e minerais presentes na água do mar, é 100% biodisponível e apresenta 98% de absorção pelo organismo, tornando-se a mais nova e eficiente forma de suplementação multimineral disponível na atualidade – o único existente no mercado. 
 
“A ingestão de apenas duas cápsulas diárias (1g) do produto representa 34% da ingestão diária recomendada de cálcio”, afirma Cláudio Renato Salau, da Pronatural. Além disso, a suplementação de cálcio com o Vitalidade, aliada à alimentação balanceada e hábitos de vida saudáveis, é a maneira mais eficaz de prevenção e combate às doenças reumáticas e aos radicais livres, retardando o envelhecimento das células e conferindo muito mais disposição e energia para as atividades do dia a dia, sem trazer risco algum à saúde.
 
Veja os benefícios do suplemento nutricional Vitalidade® para uma vida mais longa e saudável:
  • Dá mais energia e disposição
  • Auxilia nos quadros de artrites e artroses
  • Auxilia no tratamento de osteoporose 
  • Fortalece os músculos 
  • Aumenta as defesas do organismo
  • Melhora a memória 
  • Bloqueia os radicais livres 
  • Não possui toxicidade
  • Pode ser associado às vitaminas A - C - D e E
  • Não interfere com medicamentos prescritos
Fonte Revista Corpore
 
Jamais utilize qualquer tipo de medicamento ou suplemento nutricional sem o conhecimento e autorização de seu médico

Dieta Detox

Eliminar as toxinas do seu organismo ficou ainda mais fácil
 
Todos os dias, nosso corpo é bombardeado por substâncias nocivas, como medicamentos, corantes, conservantes, gordura, entre outras. Todo esse excesso, ao longo do tempo, vai se acumulando e impedindo que o metabolismo funcione a todo vapor. A nutricionista da Vida Leve, Bianca Araújo, explica que os sintomas de um organismo intoxicado podem ser físicos e mentais, como “cansaço, sono durante o dia, falta de concentração, má digestão, mau funcionamento intestinal, enfraquecimento do sistema imunológico, alergias, inchaço, ganho de peso, irregularidades no ciclo menstrual, entre tantos outros problemas”.
 
Já que é quase impossível blindar o nosso corpo, vez ou outra se torna necessário fazer uma limpeza geral para livrá-lo dos prejuízos causados por essas substâncias nocivas. É com essa proposta que a Vida Leve desenvolveu a Dieta Detox, que elimina não só as toxinas, mas também as gorduras e os quilos extras. “É uma dieta baseada em estudos científicos, que inclui alimentos potencialmente antioxidantes e desintoxicantes e exclui os tóxicos. Tem por objetivo restabelecer o perfeito desempenho do intestino e do fígado, órgãos com função principal de metabolização, absorção e excreção, sendo, por isso, os mais acometidos por alimentos intoxicantes”, explica Bianca.
 
O objetivo principal desta dieta é fazer que as toxinas tornem-se hidrossolúveis, para que sejam eliminadas por meio da urina, bile e suor, restaurando o equilíbrio do organismo, a fim de evitar ou auxiliar no tratamento de doenças acarretadas por desordens metabólicas, entre elas a obesidade. “Quem sofre de constipação, dores de cabeça, inchaço abdominal, depressão, bem como outras complicações causadas por má absorção de nutrientes e excesso de material tóxico no organismo, também pode se beneficiar e muito da Dieta Detox”, garante a nutricionista.

Cardápio da dieta
Na hora de escolher os alimentos que fazem parte da dieta, a equipe explica que a proposta da Vida Leve é fazer com que os clientes consigam aderir ao plano alimentar. “Retiramos carne vermelha, leite, glúten, bem como outros alimentos ‘proibidos’ nesse processo, e incluímos clorofila, linhaça, quinoa, carnes brancas, legumes e vegetais diferenciados, castanhas, suco de frutas especiais, shakes com biomassa de banana verde, lanches com farofa funcional e outros alimentos com propriedades específicas para o resultado esperado. Essa combinação de ingredientes faz parte do sucesso da dieta, bem como o consumo de tudo que é enviado ao cliente”, destaca Elaine Cristina Schopping Imbiriba, responsável pela empresa.
 
O pacote tem duração de sete dias, incluindo sete refeições diárias: desjejum, café da manhã, lanche da manhã, almoço, lanche da tarde, jantar e ceia. O cardápio único e exclusivo para esta dieta tem o objetivo de aguçar o paladar e promover uma experiência deliciosa. “A Detox não tem como foco principal o emagrecimento, e sim a desintoxicação. O que acontece é que temos uma redução de peso, muitas vezes devido a um excesso de água corporal que é eliminado durante a dieta. Há pacientes que reduzem 3 kg de líquido em uma semana”, enfatiza Bianca.
 
Mas a profissional ressalta que a resposta depende de cada organismo, a prática de atividades físicas e o controle emocional podem influenciar nesse resultado. “Por isso, colocamos à disposição do cliente uma equipe de nutricionistas, para fazer uma avaliação precisa do quadro e apoio durante o processo. A avaliação com bioempedância nos mostra a porcentagem de gordura, de massa muscular, de água e de gordura visceral do cliente. Se a Dieta Detox for recomendada, ele pode fazê-la por até 14 dias seguidos”. 
 
Testada e aprovada
“Há um bom tempo procurava algo que me ajudasse a perder peso, mas sem que depois voltasse a engordar tudo de novo. Quando comecei a pesquisar sobre o assunto, percebi que o meu problema estava na alimentação. Comia em horários errados e, como dava um intervalo muito grande entre uma refeição e outra, acabava comendo mais do que devia”, relata a jornalista Fabiana Genestra, de 27 anos.
 
Depois de uma consulta com uma das nutricionistas, Fabiana começou o programa de desintoxicação. “Em uma semana perdi 3 kg e me senti mais saudável, leve e com mais disposição. A adaptação à dieta foi bem mais fácil do que imaginava”, revela. O resultado inspirou a jornalista a seguir por mais duas semanas a Dieta Ultrarrápida, com baixo teor de carboidratos, que acelera o metabolismo e proporciona o emagrecimento. “Com esta dieta, conquistei uma alimentação personalizada para o meu paladar e estilo de vida. Um dos ingredientes que pedi para a nutricionista manter nesta fase foi o shake, que é delicioso e dá uma sensação de saciedade. Passar fome é uma coisa que não existe nos programas alimentares da Vida Leve. Tinha dias que não conseguia comer a ceia, de tão satisfeita que estava”, conta Fabiana, que está na dieta Spa, um programa que faz a reeducação alimentar.
 
A jornalista destaca que cada horário tem seu alimento. “À noite tem sempre um chá que ajuda a relaxar, na parte da manhã são refeições que contribuem para o despertar. Com isso, meu sono melhorou muito e a disposição durante o dia é outra. Já me acostumei a comer menos, mas com qualidade”, afirma. Em três semanas, ela “mandou embora” 6 kg. “O acompanhamento constante é importantíssimo. Agora, quero fazer novamente a Dieta Detox e seguir com a reeducação alimentar. Recomendei para todos os amigos”.

Dietas que levam em conta o seu estilo de vida
Não atribua o fracasso da sua alimentação à falta de tempo para preparar a comida e administrar os horários das refeições. A Vida Leve compreende a sua rotina agitada e proporciona refeições saudáveis, elaborando programas alimentares de redução de peso, restrição de sal e açúcar, controle de diabetes, dietas para gestantes e até mesmo para aqueles que desejam ganhar massa muscular, com a nova dieta para atletas. Isso tudo aliado a muito sabor, aroma e temperos só vistos nas cozinhas dos grandes chefs.
 
Os pratos prontos são feitos sob os olhares criteriosos dos nutricionistas e engana-se quem pensa que ao aderir a alguma dieta terá poucas opções para escolher. A empresa possui um cardápio bem variado, entre carnes, massas, peixes, sopas, pizzas, sobremesas e ainda conta com a linha infantil e produtos diet.
 
Outro grande diferencial é o constante investimento em tecnologia. Todos os pratos passam pelo processo de ultracongelamento, que mantém sua textura, aroma, sabor e nutrientes. “Investimos em embalagens a vácuo com atmosfera modificada, ou seja, sem oxigênio, evitando a oxidação. Mandamos as refeições para a casa do cliente ou no trabalho, a cada dois dias, para que tudo esteja sempre fresquinho”, explica Elaine Schopping.
 
As nutricionistas acrescentam que as necessidades de cada cliente são respeitadas na hora de montar a dieta. “É preciso avaliar o gosto pessoal e também se existe alguma restrição alimentar, se a pessoa é diabética ou tem colesterol alto. Isso é importante para evitar que ela fique com deficiência nutricional caso não possa ingerir certo alimento, ou perca o estímulo de fazer a dieta porque não gosta de determinado legume ou verdura”, destaca Elaine, que além de gestora, administradora e especialista em marketing, é a chef de cozinha e uma das grandes responsáveis pelo sabor e sucesso da marca. 
 
Dietas para homens & mulheres, escolha a sua*:

- Dieta Detox: programa alimentar de 7 dias, com todas as refeições do dia, para limpar e desintoxicar o organismo;
 
- Dieta Fitness: programa alimentar hiperproteico de 6 dias, com todas as refeições do dia e suplementação pré, durante e pós-treino, proporcionando ganho de massa muscular;
 
- Dieta Ultrarrápida: programa alimentar de 7 dias, com todas as refeições com baixo carboidrato, proporciona a aceleração do metabolismo, emagrecimento e perda de gordura abdominal;
 
- Dieta Baixo IG: programa alimentar de 7 dias, com todas as refeições compostas de carboidrato integrais, proporcionando perda de peso e reeducação alimentar.

Conheça outras opções no site: www.vidaleve.net
 
*Todos os programas incluem avaliação nutricional e entrega em domicílio.
 
Fonte Revista Corpore

Como manter a saúde bucal na terceira idade

Saúde Bucal na Terceira Idade - Dr. Eduardo Gurkewicz
Foto: Reprodução
Maior sensibilidade, cáries e boca seca são mais comuns nessa
 fase da vida, que impõe inúmeras limitações
Hábitos saudáveis são fundamentais para qualidade da mastigação
 
De acordo com estudos do IBGE, os idosos somam 23,5 milhões dos brasileiros, mais que o dobro do registrado em 1991, quando a faixa etária contabilizava 10,7 milhões de pessoas. Na medida em que a população vive mais tempo, é necessário pensar em hábitos mais saudáveis para garantir uma boa qualidade de vida por um período prolongado. E o cuidado com os dentes não pode ficar de fora dessa lógica.
 
A terceira idade, que inicia a partir dos 60 anos, pode trazer complicações maiores e exige mais atenção. Maior sensibilidade, cáries e boca seca são mais comuns nessa fase da vida, que impõe inúmeras limitações.
 
Escovar os dentes três vezes ao dia com creme dental contendo flúor, passar fio dental pelo menos uma vez ao dia e consultar um dentista a cada seis meses são costumes que podem evitar futuros incômodos. Do contrário, até mesmo problemas na alimentação podem surgir. Ainda é preciso destacar que, mesmo não sentido dor, existe a possibilidade de sofrer distúrbios na boca.
 
Os dentes bem cuidados permitem a mastigação correta dos alimentos, fragmentando-os em pequenas partículas, o que resulta na maior absorção dos nutrientes.
 
— Indivíduos com função mastigatória insatisfatória mudam o tipo de alimentação, podendo ter como consequência a má nutrição — adverte o dentista Rafael de Liz Pocztaruk.
 
A falta de dentes pode prejudicar o processo digestivo, causar inflamações e desconfortos faciais. Também pode haver dificuldades na fala. Técnicas mais avançadas permitem obter uma estética mais satisfatória e confortável para manter a autoestima dos idosos e a sua alimentação adequada.
 
Embora os avanços tecnológicos proporcionem tratamentos eficientes, ações preventivas são sempre a melhor opção. Em qualquer idade, é essencial consultar periodicamente o dentista e manter a higienização bucal, que continua sendo o melhor método para manter um belo sorriso.
 
Fonte Zero Hora

Tratamento pioneiro testado na Santa Casa é alternativa contra a depressão

Natalia Julio/Folhapress
Chamado de Estimulação Transcraniana por Corrente Contínua (ETCC),
 a proposta terapêutica é relativamente simples: uma corrente elétrica de
baixa intensidade é aplicada através do couro cabeludo
Cristina Zelante, 58, não parecia se encaixar no diagnóstico de uma pessoa com depressão. Tinha dois filhos adultos e era dona de um escritório de arquitetura, uma floricultura e uma loja de roupas, que ficavam no mesmo prédio no bairro de Pinheiros.
 
Em 2008, teve o que chamou de surto: estava dirigindo e, sem saber o porquê, não conseguia tirar o pé do acelerador. O carro foi batendo em outros veículos da rua. Era a doença dando indícios.
 
Depois desse episódio, decidiu fechar os negócios. Saía de casa poucas vezes, quase sempre a pedido dos filhos, e logo voltava para o quarto. Ficou cinco anos em depressão.
 
"Era uma tristeza, eu não conseguia mais fazer as coisas. Passei três anos no meu quarto. Antes eu me achava muito forte, dizia: 'Eu não vou ter depressão, criei dois filhos após uma separação!'".
 
 
Com os medicamentos usados para tratar a doença, gastava cerca de R$ 900 por mês. Os remédios davam dor de cabeça, formigamento e a deixavam com a visão turva. "Eu estava enlouquecida".
 
Quem vê Cristiana hoje não tem ideia que há poucos meses a empresária tinha receio de sair de casa até para ir ao mercado. Falante, sorridente e vaidosa, ela se descreve como uma nova pessoa. O motivo da mudança? Um tratamento pioneiro e inédito contra a depressão que está sendo testado na Santa Casa de São Paulo.
 
ETCC
Chamado de Estimulação Transcraniana por Corrente Contínua (ETCC), a proposta terapêutica é relativamente simples: uma corrente elétrica de baixa intensidade é aplicada através do couro cabeludo, e facilita a atividade neuronal em áreas onde está a atividade inibida e inibe em áreas em que a atividade está exagerada, melhorando o quadro de depressão.
 
A empresária está em tratamento há dois meses com o médico Pedro Shiozawa, autor da pesquisa. Como ela, mais de 50 pessoas vieram de diversas regiões do Brasil para participar dos testes em São Paulo, geralmente incentivados pela família --há pessoas de estados como Pernambuco e Paraná.
 
"Há só sete trabalhos publicados no mundo sobre depressão, e 10% da população brasileira sofre com a doença", diz Shiozawa. "Dos depressivos tratados ambulatorialmente, só 70% respondem. E tomarão remédio para sempre, e com frequência terão outro episódio depressivo em 10 anos", continua.
 
A técnica inovadora ainda está em fase de testes, mas o médico se diz animado com as respostas. O tratamento deve ser apresentado no Conselho Federal de Medicina ao fim do ano para aprovação. "Temos uma taxa de sucesso de 70% a 80%. Daqui a cinco anos vai estar no SUS", diz Shiozawa, confiante.
 
Mais barato
Uma das principais vantagens deste tratamento é a redução de custos. Além do aparelho custar muito menos do que outros (como o de estimulação magnética) e poder ser usado diversas vezes, diferentemente dos medicamentos que precisam ser renovados mensalmente, a técnica é mais sutil e menos cara que outras terapias, como o eletrochoque, que demanda sedação e costuma necessitar a presença de dois médicos e um enfermeiro --sem contar que apresenta risco do paciente ter prejuízos cognitivos.
 
"É barato, seguro e bastante efetivo", diz, confiante. "Em termos de saúde pública, será algo muito plausível. Mesmo comparando com o remédio mais barato, este tratamento é mais econômico", afirma o médico, que parece preocupado com outro dado da saúde no Brasil: cerca de 50% da população toma algum tipo de psicotrópico.
 
Em dois meses, os pesquisadores devem começar outro estudo com 150 pacientes em depressão. Desta vez, para comparar com um medicamento considerado um dos melhores do mercado, cujo custo é de cerca de R$ 200 por mês.
 
"Fui para o inferno e voltei"
Cristina faz questão de dar entrevistas para divulgar a técnica, dizendo ter esperança de que outras pessoas possam ter a melhora que ela teve. Nos pacientes tratados por Shiozawa, havia casos em que a pessoa com depressão não falava há décadas e aos poucos tem retomado o convívio social.
 
"Os últimos anos foram terríveis. Fui para o inferno e voltei. Eu andava de qualquer jeito, com qualquer roupa. Tinha vontade de sair de onde estava e ir para o meu quarto", conta Cristina. Incentivada pelos filhos, ela fez uma viagem de navio na época em que estava em depressão. Passava todo o dia na cabine e chegava a acordar mais cedo para não cruzar com as pessoas ao tomar o café da manhã.
 
"Eu era agressiva, brigada com todo mundo. Você perde o senso do ridículo", diz ela, que as poucos tenta retomar a vida.

Se antes Cristina passava o dia dormindo, hoje voltou a pintar, atividade que não exerceu durante os anos da doença. E se só pensava em ficar no quarto, hoje planeja uma reforma. "Aquilo é um buraco. E agora eu estou saindo. Hoje o telefone não para de tocar. A rua não é tão perigosa assim."
 
Quem quiser participar da triagem para os testes contra a depressão na Santa Casa deve mandar um email para pesquisa.depressao@gmail.com.
 
Fonte Folhaonline

Hospitais privados de São Paulo investem em centros oncológicos

Foto: Daia Oliver/ R7
Ala de oncologia pediátrica do hospital A.C Camargo Cancer
De olho em um mercado crescente, hospitais privados de São Paulo estão ampliando e criando novos serviços oncológicos, voltados principalmente à classe média.
 
A expansão vem no curso de fatores conhecidos: envelhecimento populacional, mais pessoas com planos de saúde, previsão de aumento de 35% dos novos casos de câncer e diagnóstico precoce por métodos mais eficazes.
 
Até "franquias" oncológicas já começam a surgir. Em junho, o Hospital Santa Paula (zona sul), voltado para as classes B e C, inaugurou um instituto de câncer que terá a gestão técnica do Hospital Sírio-Libanês.
 
"Nossos pacientes são atendidos pelos oncologistas e radioterapeutas do Sírio. Sem o acordo, possivelmente não teriam acesso a eles", afirma George Schahin, presidente do Santa Paula.
 
Segundo Paulo Hoff, diretor de oncologia do Sírio-Libanês, a parceria foi possível porque o Santa Paula atendeu às condições de qualidade exigidas pelo Sírio.
 
O Sírio tem descentralizado o atendimento de oncologia, com um centro em Brasília e uma unidade no Itaim (zona oeste).
 
O Hospital Israelita Albert Einstein também passa a ter atendimento oncológico, inclusive radioterapia, na unidade Perdizes (zona oeste).
 
Com a consultoria do americano M.D. Anderson Cancer Center, o Einstein estabeleceu uma clínica integrada de atendimento ao paciente até uma semana após a confirmação do diagnóstico, segundo Nelson Hamerschlak, diretor de oncologia do hospital. "Ele não é visto mais por um médico, mas sim por uma equipe que indicará o tratamento mais adequado."
 
Isso deve evitar conflitos que hoje são comuns. Um homem com câncer de próstata pode ter indicação de cirurgia, de radioterapia ou de hormonioterapia.
 
"Uma decisão conjunta, envolvendo clínico, cirurgião, radioterapeuta, oferece um melhor cuidado do paciente."
 
"Cancer Center" 
Com objetivo de se firmar como um centro oncológico, que reúne assistência, ensino e pesquisa, e divulgar a marca no exterior, o Hospital A.C. Camargo incorporou há dois meses o sobrenome de "cancer center". Ele tem parcerias hoje com 22 países.
 
"Havia outros hospitais querendo ser reconhecidos como centros oncológicos. Mas ninguém tem a produção científica, o número de médicos-pesquisadores e a casuística que nós temos", diz Irlau Machado, CEO do hospital.
 
O A.C. Camargo atende 15 mil pacientes por ano (60% dos atendimentos são do SUS), e 90% do seu corpo clínico é de pesquisadores.
 
O atendimento aos pacientes com câncer dos Hospitais São José e São Joaquim, da Beneficência Portuguesa, também foi rebatizado neste ano e desde junho é chamado de Centro Oncológico Antônio Ermírio de Moraes.
 
Essa integração abre o leque de clientes, antes mais restrito ao público com os convênios médicos de alto padrão com acesso ao Hospital São José, para incluir também planos medianos, segundo a CEO da Beneficência, Denise Santos.
 
Em cerca de três anos, o centro terá um prédio exclusivo para a oncologia, com um pronto-socorro só para os doentes com câncer. A ideia é ao menos dobrar a capacidade de atendimento. No primeiro trimestre deste ano, quase 5.000 pacientes com câncer foram atendidos.
 
O oncologista Antonio Buzaid, um dos coordenadores médicos do centro, diz que o serviço se destaca pela realização de pesquisas clínicas na área da imunologia, que usa as defesas do organismo para combater a doença.
 
Dois pacientes do hospital com câncer nos rins já começaram a testar o nivolumabe, uma das novas drogas mais promissoras dessa linha de tratamento. "A imunoterapia traz menos efeitos colaterais do que a químio e tem boa aceitação com os pacientes."
 
O HCor também quer expandir o atendimento oncológico e vai iniciar a construção de um prédio para quimioterapia com salas privativas e exames, segundo o superintendente médico Carlos Alberto Buchpiguel.
 
"O espaço será humanizado, dentro do contexto da desospitalização." A estruturação do serviço especializado, no entanto, já começa em agosto. Os planos para a área da pesquisa tocam na área de excelência do hospital, a cardiologia. A ideia é aprofundar estudos sobre as consequências do tratamento oncológico para o coração.

Editoria de Arte/Folhapress
novos serviços cancer
 
Fonte Folhaonline