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sábado, 3 de agosto de 2013

Proteja seus lábios do inverno

No inverno, a recomendação é redobrar o hidratante labial
 para evitar ressecamento e rachaduras
Ressecamento pode ser a porta de entrada de bactérias, saiba como prevenir
 
Carnudos ou finos, os lábios, no inverno, precisam de proteção redobrada – as baixas temperaturas provocam rachaduras e ressecamento.
 
Meire Brasil Parada, dermatologista e professora da Universidade Federal de Medicina de São Paulo (Unifesp), alerta que pequenas fissuras na boca, se não tratadas, atraem bactérias e podem provocar infecções.
 
Para manter o problema distante a receita é mais simples do que se imagina: basta hidratar constantemente os lábios. Segundo a médica, qualquer tipo de proteção, seja ela feita com gloss, batom ou produtos específicos para hidratação, funciona como tratamento. A manteiga de cacau e a vaselina são mais recomendadas porque oferecem uma hidratação natural e evitam que os lábios percam água para o ambiente.
 
“Há uma diferença no tipo de hidratação, a vaselina e a manteiga são ótimos protetores, mas o importante é não deixar de cuidar.”
 
A hidratação precisa formar um filme que evite a perda de água. Engana-se quem pensa que a saliva é uma boa aliada para proteger os lábios. Flávia Addor, vice-presidente da Sociedade Brasileira de Dermatologia de São Paulo, explica que a saliva contém pequenas enzimas digestivas que podem provocar até dermatite irritativa. "É uma atitude inconsciente umedecer a boca no frio, mas isso gera mais irritação. Protetores labiais são fundamentais, eles recobrem a pele."
 
A receita quase caseira, muitas vezes ensinada pelas avós, de passar um pouquinho de pomada contra assaduras nos lábios antes de dormir, também ajuda a renovar a pele e prevenir rachaduras. A dermatologista comenta que o hábito é recomendado para pacientes que tomam medicações que provocam secura na boca.
 
“A pomada protege, ajuda a cicatrizar. Durante a noite, muitas pessoas costumam dormir de boca aberta, têm dificuldade de respirar pelo nariz. Isso provoca ressecamento e aumenta as chances de rachaduras nos lábios.”
 
Flavia Addor, entretanto, prega cautela quanto ao uso das pomadas. Na avaliação da médica, embora o produto tenha um efeito cicatrizante eficaz, o uso é indicado para a pele e não para as mucosas. "A finalidade é outra e isso pode provocar reações adversas. É preciso tomar cuidado para não engolir o produto."
 
Hidratar os lábios não tem contraindicação e deve ser repetido quantas vezes for necessário. Meire explica que o lábio sinaliza quando precisa de proteção. “Sempre que sentir a boca seca, é importante usar um batom, manteiga ou hidratante.”
 
Além de carregar um creme na bolsa, é fundamental beber bastante água durante o dia – ela é a principal fonte de hidratação do organismo, endossa a médica. O contato dos lábios com frutas cítricas não é recomendado quando já existe algum machucado. A acidez do alimento prejudica a região já sensibilizada. Banhos muito quentes também pioram a qualidade da pele dos lábios, deixando-a mais ressecada. Por mais difícil que seja encarar a água gelada no inverno, a dermatologista orienta seus pacientes a lavar o rosto com a água morna ou fria.
 
“Ao menos o rosto deve ser lavado com água fria, no mínimo morna. Ácidos e produtos fortes também não devem ser usados no frio.”
 
Fonte iG

Alongamento combate dor nas costas durante o frio

Exercícios ajudam a evitar sintomas de doenças degenerativas
 
Quem sofre de algum problema nas costas deve ficar mais atento no frio e tomar alguns cuidados especiais. Isso porque as dores tendem a ser mais frequentes nesta época do ano, devido a uma série de fatores.
 
“O problema está na falta de atividade física”, aponta Sérgio de Souza Pinto, professor de fisioterapia da Unicid (Universidade Cidade de São Paulo). A baixa temperatura faz com que muitas pessoas evitem exercícios, o que pode agravar o efeito de processos degenerativos como bico de papagaio, hérnia de disco e artrose.
 
Roseli Cordeiro Morais, diretora do curso de fisioterapia da UnG (Universidade de Guarulhos), cita os problemas de postura. “A pessoa tende a ficar mais encolhida no frio, com os músculos retraídos”, afirma.
 
 
A musculatura se contrai e passa mais tempo parada por efeito do frio, de acordo com a fisioterapeuta. “O frio gera constrição dos vasos sanguíneos, reduzindo a irrigação muscular. Resultado: o músculo leva mais tempo para exercer suas funções.”
 
A circulação também pode privilegiar órgãos mais importantes do organismo, como pulmões e coração, prejudicando a irrigação muscular. Isso acontece, explica Roseli, em condições extremas. Mas também pode ocorrer, com menos intensidade, durante o frio.
 
Outro fator fisiológico está no líquido encontrado nas articulações do corpo, o líquido sinovial. “Ele fica mais espesso com o frio e pode limitar os movimentos”, afirma a fisioterapeuta.
 
No inverno, a umidade relativa do ar costuma ser mais alta e isso pode afetar os tecidos moles, tendões e ligamentos. “É por isso que as pessoas com cicatrizes costumam dizer que ela está doendo", comenta.
 
Motivos para se cuidar no frio não faltam. As dicas são simples: mantenha-se aquecido e não deixe de fazer alguma atividade física. Mas se você não pode ir à academia, existem alternativas de alongamento que podem ser feitas em casa. E elas ajudam bastante.
 
O ideal é fazer os alongamentos diariamente, mas eles também podem ser realizados a cada dois dias.

Nas imagens, uma estudante da Unicid mostra os principais movimentos para evitar dor nas costas:
 
Deite com os joelhos dobrados. Traga um dos joelhos para perto do peito e mantenha a posição por 30 segundos. Refaça o movimento com a outra perna. Foto: Edu Cesar/Fotoarena
 
Com um lençol em volta do pé, estique a perna até formar um ângulo reto com o quadril. Mantenha a posição por 30 segundos e relaxe. Repita o exercício com a outra perna. Foto: Edu Cesar/Fotoarena
Deite com os joelhos dobrados. Use as mãos para levá-los contra o peito e mantenha a posição por 30 segundos. Relaxe e volte à posição inicial. Foto: Edu César/ Fotoarena
 
Fonte iG

Sete alimentos que ajudam a proteger a saúde dos olhos

Especialista elenca as substâncias saudáveis que contribuem para a saúde ocular e protegem da síndrome do olho seco e da degeneração macular
 
A alimentação é tida por especialistas de diversas áreas como chave para deixar a saúde em dia. Segundo a oftalmologista Lara Murad Bichara, membro do Conselho Brasileiro de Oftalmologia e da Sociedade Brasileira de Oftalmologia, vários estudos já comprovaram que a escolha de nutrientes pode prevenir o aparecimento de doenças oculares , como a degeneração macular e olho seco, por exemplo.
           
Veja a lista de produtos elencados pela médica que contribuem para a preservar a saúde dos olhos:
 
1 - Ovo é indicado por ser fonte de luteína e zeaxantina, auxiliares na prevenção da evolução da degeneração macular.
 
2 - Laranja é rica em carotenoides, nutrientes aliados da saúde ocular, que previnem um tipo de cegueira noturna.
 
3 - Peixes, como salmão, sardinha e atum, são excelentes fontes de antioxidantes (como ômega 3) que ajudam a combater a formação de radicais livres prejudiciais aos olhos.
 
4 - Cenoura é rica em carotenoides, nutrientes aliados da saúde ocular, que previnem um tipo de cegueira noturna.
 
5 - Linhaça é fonte de vitamina E e de ômega 3, 6 e 9, todos de extrema importância para tratamento do olho seco, uma alteração comum e desconfortável.
 
6 - Mamão é rico em carotenoides, nutrientes aliados da saúde ocular, que previnem um tipo de cegueira noturna.
 
7 - Azeite de oliva: outra fonte de ômega 3, vitamina E e polifenóis, também é um alimento indicado para prevenir degeneração macular.
 
Fonte iG

Salmão sempre tem ômega 3, não importa a procedência

Salmão de cativeiro é, teoricamente, mais gordo do que o
selvagem, e pode também concentrar mais ômega 3
Mito que peixe de cativeiro não teria nutriente não procede, segundo especialistas; ele é adicionado à ração dos animais
 
O salmão criado em cativeiro pode ser ainda mais rico em ômega 3 que o peixe selvagem. O ácido graxo poli-insaturado, essencial para a manutenção da saúde neurológica de humanos, é adquirido a partir da alimentação, seja nos plânctons das águas geladas dos mares do norte, ou na ração dada aos peixes criados em tanques.
 
“Os animais não produzem gordura vegetal e o ômega 3 faz parte desse tipo de gordura. O peixe precisa pegar essa gordura no meio ambiente e o salmão selvagem encontra nos plânctons que existem nos mares do norte”, diz Roberto Carlos Burini, biomédico e coordenador do Centro de Metabolismo e Nutrição da Faculdade de Medicina de Botucatu.
 
“Os peixes menores se alimentam desse plâncton e o salmão se alimenta desses peixes, consumindo indiretamente o ômega 3”, explica. “Qualquer peixe que for alimentado com ômega 3, depois de um tempo passará a ter esse ácido graxo em sua carne”, explica o biomédico.
 
No caso do salmão criado em cativeiro, que é o mais consumido no Brasil, ele é alimentado com ração que contém ômega 3. É mito, porém, acreditar que o salmão de cativeiro não tenha – ou tenha pouco – ômega 3 em relação ao peixe selvagem.
 
“Os produtores de salmão de cativeiro perdem em produção se não alimentarem o peixe com ômega 3, já que ele é essencial para o bom crescimento do animal”, explica o nutrólogo Roberto Navarro, membro da Associação Brasileira de Nutrologia (Abran).
 
Ele ressalta que o salmão de cativeiro pode, inclusive, até ter mais ômega 3 do que o selvagem. “O peixe de cativeiro se movimenta menos, podendo armazenar mais gordura. Pode ser então, que ele tenha mais ômega 3”, explica.
                          
Ração balanceada para o peixe crescer
Especialistas afirmam que a alimentação do salmão de cativeiro é balanceada. “Basicamente as rações são à base de proteínas, gorduras – para que o salmão tenha ômega 3 e 6 – vitaminas, minerais, antibióticos, fungicidas, farinhas de peixes e carnes, porque eles são naturalmente carnívoros e, na natureza, comeriam pequenos peixes e crustáceos coloridos”, explica a zootecnista, dizendo que eles também recebem um corante artificial na ração, para que adquiram a coloração típica – senão a carne do salmão de cativeiro seria totalmente branca.
 
O corante astaxantina, o carotenoide adicionado às rações, é um poderoso antioxidante, afirma o nutrólogo Roberto Navarro.
 
“Ele diminui a incidência de câncer e protege os olhos contra a degeneração macular [perda de visão]. O que se fala na internet é que, supostamente, os produtores de salmão adicionariam um corante derivado do petróleo, que é cancerígeno. Essa afirmação só pode ser tomada como verdade se for comprovada pela Vigilância Sanitária, responsável por fiscalizar os alimentos”, explica.
           
Além da possível diferença na quantidade de ômega 3, a nutróloga Ana Luisa Vilela, da clínica Slim Form, ressalta que, por mais que o corante astaxantina seja benéfico, algumas pessoas podem ter alergias. “Na natureza, a pigmentação é natural, já em cativeiro, é forçada. É como se fosse um produto orgânico e não orgânico”, explica.
 
Outro ponto que a nutróloga Ana Luisa ressalta é o meio ambiente do salmão. “Como ele está em cativeiro e o produtor quer um peixe de melhor qualidade, sem contaminação, eles tratam as bactérias do cativeiro com antibióticos – o que pode causar alergias em algumas pessoas”, explica. “Mas não é preciso alarde. Cerca de 90% do salmão brasileiro vem de cativeiro e ninguém está morrendo ou sofrendo surtos alérgicos”, tranquiliza.
 
Entenda a produção de salmão em cativeiro
A maior parte do salmão que se consome no Brasil vem do Chile. A zootecnista e mestre em produção animal Andressa Cristina Gomes Carolino explica que o salmão precisa de água limpa e gelada para se reproduzir. “A produção começa em meados de maio e vai até o começo de agosto. O salmão precisa de águas de 10ºC para se reproduzir” explica a zootecnista.
 
Os salmões são criados em tanques, e, no caso das fêmeas, é necessário fazer uma seleção diária dos animais.
 
“Tem que pegar uma a uma e observar pela dilatação do abdome quais estão aptas a liberar ovos. É só apertar a barriguinha delas para ver se soltam ovos. Se soltarem, elas são levadas para um tanque com anestésico, para liberarem os ovos sem se debaterem. Uma massagem abdominal é feita até que elas liberem os ovos”, detalha Andressa Carolino, explicando que elas liberam em torno de dois mil ovos em cada coleta.
 
Os ovos, depois de serem fecundados, são levados para uma incubadora por cerca de 30 dias, até eclodirem e nascerem os alevinos (filhotes). “Como todo peixe, eles se mantém da absorção do saco vitelínico, se alimentando do próprio alimento. Quando acaba essa reserva, aí entra o fornecimento da ração, até que ele atinja mais ou menos 60 centímetros, o que leva em média dois anos”, explica Andressa Carolino.
 
Cativeiro não interfere na cadeia alimentar
Caso a procura pelo salmão selvagem aumente, poderá haver um desequilíbrio em toda a cadeia alimentar, como explica a zootecnista Andressa Carolino.
 
“O salmão se alimenta do camarão, que se alimenta das algas que, por sua vez produz oxigênio para a água, contribuindo para a manutenção de toda a vida aquática. Se todos resolverem pescar o salmão selvagem, um elo desta cadeia irá se quebrar e, a médio prazo, vai haver um desequilíbrio geral”, explica a especialista. “Vários outros animais marinhos se alimentam do salmão, então a interferência do homem é sempre maléfica”.
 
Fonte iG

Especialistas defendem cumprimento de regras existentes para formar bons médicos

Foto: Futura Press
Manifestante se veste de caveira durante protesto de médicos em São Paulo,
 nesta quarta-feira (31).
Proposta de comissão designada para avaliar o Programa Mais Médicos sugere mais fiscalização da formação oferecida no internato e residência obrigatória no futuro
 
Representantes de entidades de ensino médico e de universidades convenceram o governo federal de que é preciso fiscalizar o cumprimento das regras para a graduação e a qualidade do internato em Medicina em vez de criar um segundo ciclo de formação nos cursos. Além disso, querem uma meta de residência médica obrigatória para os futuros médicos.
 
“As diretrizes, definidas em 2001, preveem dois anos de treinamento em serviço, plantões, ambulatórios, enfermarias, durante o internato. Entendemos que não era o caso de quatro anos dessa formação (com os dois anos extras). O que precisamos é fiscalizar e fazer valer as diretrizes curriculares nacionais, no tempo e no conteúdo”, afirma a secretária-executiva da Comissão Nacional de Residência Médica, Maria do Patrocínio Tenório Nunes.
 
Patrocínio é uma das integrantes da comissão de especialistas escalada para avaliar a Medida Provisória 621/2013, que cria o Programa Mais Médicos. Segundo ela, o que ocorre em muitos cursos de Medicina hoje é que as orientações para a formação do internato, que devem valorizar a atuação no Sistema Único de Saúde (SUS), são descumpridas.
 
O professor Mourad Ibrahim Belaciano, professor do Departamento de Saúde Coletiva da Universidade de Brasília (UnB), acredita que a proposta é um passo para reformar os currículos da graduação em Medicina. Segundo ele, eles não valorizam uma formação sólida e básica, dividida por níveis de atenção à saúde.
 
“O currículo hoje está muito fragmentado, dividido em especialidades e procedimentos. Essa especialização só faz sentido na residência. A graduação tem de ser um primeiro ciclo básico e a residência um segundo ciclo de formação”, avalia.
 
Especialização obrigatória
Dentro do relatório da comissão, há uma sugestão para que a residência médica, que é uma pós-graduação, seja obrigatória a todos os médicos em seis grandes áreas: clínica médica, cirurgia geral, pediatria, ginecologia e obstetrícia, medicina de família e comunidade e psiquiatria. Essas especialidades concentram a maior parte das vagas atuais em residência e são pré-requisitos para várias outras especialidades, por exemplo.
 
A medida valeria a partir de 2018, quando o governo espera ter garantido a criação de vagas na residência para todos os egressos dos cursos de Medicina. Esses programas deverão ser desenvolvidos no âmbito do SUS e 40% deles devem ser destinados à área de medicina de família. O primeiro ano desses cursos, que têm no mínimo dois anos, deverá ser feito nos serviços de atenção primária à saúde e de urgência e emergência.
 
Patrocínio ressalta que há especialidades médicas que não seriam atingidas por essa regra de atendimento na atenção primária: as 23 de acesso direto, como a radiologia, ortopedia, medicina nuclear, oftalmologia, por exemplo. Nesses casos, o documento abre a possibilidade de aplicar a mesma regra, mas sem obrigatoriedade. “O grupo de trabalho entende que é preciso respeitar as individualidades e as habilidades individuais de cada um”, comenta.
 
A médica lembra que será preciso criar um marco jurídico para que as mudanças ocorram em 2018 e, antes disso, elas terão de ser aprovadas no Congresso Nacional. Além disso, o conteúdo pedagógico das especializações precisará ser definido pelo Conselho Nacional de Educação.
 
Críticas
Belaciano, que criou a Escola Superior de Ciências da Saúde (ESCS), faculdade de Medicina do Governo do Distrito Federal, diz que o mais importante é o consenso sobre a necessidade de melhorar a formação dos médicos do país. “O segundo ciclo era uma opção”, acredita.
 
A proposta de criar um segundo ciclo nos cursos de medicina, anunciada no mês passado pelo ministro da Educação, Aloizio Mercadante, não foi bem recebida pela classe médica. Assim como a possibilidade de atrair médicos estrangeiros para o Brasil. Protestos foram organizados em todo o país e a comissão foi criada para validar o programa.
 
O vice-presidente do Conselho Federal de Medicina, Carlos Vital Corrêa Lima, afirmou em entrevista coletiva nesta quarta-feira que o Mais Médicos é um programa “temerário e improvisado”. “Isso é uma politica de governo. Talvez até com outros fins que não sejam, na verdade, o da assistência à saúde. Residência em posto de saúde sem supervisão não é residência é serviço civil apresentado de outra forma”, disse.
 
Lima diz que não há garantias de que a ampliação das vagas em programas de residência será feita com qualidade em cinco anos, como promete o governo. “Não entendo como vai haver estrutura necessária para essa duplicação, preceptores capacitados e pedagogicamente preparados. A estrutura de hoje é deficitária para assumir um programa dessa dimensão”.
 
O CFM defende a residência para todos os egressos. “Esse é um pleito antigo, mas essa medida é improvisada”, afirma Lima. Belaciano discorda das críticas de que a medida seria um “serviço civil disfarçado de residência”. “Isso é desqualificar a discussão da qualidade de formação, que precisa ser discutida pela sociedade, gestores de sistemas de saúde e educação”, pondera.
 
Fonte Último Segundo