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sábado, 3 de agosto de 2013

Estudo mostra interação complexa entre mosquito e vírus da dengue

Por enquanto, não existe nem tratamento específico, nem vacina no mercado para a doença
 
Uma equipe de cientistas do Instituto Pasteur de Paris, do CNRS (Centro Nacional de Pesquisas Científicas) francês e do Afrims (Centro de Pesquisa Militar Tailandês-americano) se dedicou ao estudo dos fatores genéticos que determinam a transmissão do vírus da dengue pelo mosquito 'Aedes aegypti'.
 
Atualmente, existem quatro grandes tipos (sorotipos) do vírus causador desta doença, que provoca, entre outros sintomas, febre, dores de cabeça, nos músculos e articulações, assim como erupções cutâneas.
 
Em forte progressão no mundo, a dengue se tornou endêmica em mais de 100 países e emergente em novas regiões, com os primeiros casos autóctones registrados na Europa continental na França e na Croácia.
 
Várias equipes de cientistas no mundo trabalham atualmente sobre as interações entre o vírus da dengue e o mosquito vetor, o 'Aedes egypti', que também é o principal transmissor da febre amarela.
A esperança é poder um dia selecionar os mosquitos resistentes a este vírus ou os menos capazes de transmiti-lo ao homem, a fim de romper o ciclo da doença.
 
A equipe franco-tailandesa-americana trabalhou com mosquitos selvagens capturados na Tailândia para efetuar um levantamento dos fatores genéticos do inseto que condicionam a transmissão do vírus ao homem.
 
Os cientistas descobriram que uma "série de fatores genéticos" produziriam mosquitos mais ou menos aptos a transmitir o vírus da dengue e que estes fatores estariam presentes na população natural dos insetos, explicaram em comunicado conjunto o CNRS e o Instituto Pasteur.
 
Interação complexa
A análise destes fatores genéticos se complicou com a presença dos vários tipos do vírus da dengue. Os cientistas observaram, assim, que em um mesmo mosquito "um fator de resistência contra um tipo de vírus pode se modificar em face da sensibilidade perante um outro tipo".
 
— A eficácia da transmissão do vírus da dengue pelo 'Aedes aegypti' é dependente das combinações específicas entre os mosquitos e os tipos de vírus.

Explicaram os pesquisadores em um artigo publicado na edição desta quinta-feira da revista científica americana Plos Genetics.
 
— A transmissibilidade do vírus da dengue é fruto de uma interação complexa entre fatores genéticos dos mosquitos e do vírus. 
 
Conhecer melhor estas relações de combinação permitiria estabelecer "estratégias" para impedir que o vírus se desenvolva nos mosquitos transmissores.
 
Por enquanto, não existe nem tratamento específico, nem vacina no mercado para a dengue. Mas testes estão em andamento.
 
A companhia farmacêutica francesa Sanofi Pasteur espera obter em 2014 os resultados de uma ampla campanha de testes clínicos (fase 3) para sua candidata a vacina, depois que a publicação dos resultados dos ensaios intermediários (fase 2), em setembro de 2012, apresentaram uma boa cobertura para três dos quatro tipos do vírus da dengue.

Fonte AFP/R7

Câncer de pele: sete sinais que justificam uma consulta com o dermatologista

mulher com várias pintas no ombro - Foto Getty ImagesAnálise de pintas e manchas na pele pode antecipar o diagnóstico da doença
 
O câncer de pele do tipo não melanoma é o mais incidente no Brasil, correspondendo a 25% de todos os tumores malignos registrados no país, segundo o Instituto Nacional do Câncer.
 
A maneira mais simples de prevenir o câncer de pele ou identificá-lo em um estágio inicial é visitando o dermatologista.
 
Pequenos sinais ou condições da nossa pele podem denunciar o momento de visitar o profissional.
 
A seguir, listamos essas pistas para que você cuide da pele e afasta de vez o câncer: 
 
mulher com a pele muito clara - Foto Getty ImagesPele muito clara
Para se bronzear, a pele precisa de células chamadas melanócitos, que são as responsáveis por produzir o pigmento melanina - que por sua vez dá cor à pele. Pessoas de pele clara têm menos melanócitos, e consequentemente irão produzir menos pigmento quando expostas ao sol. "A melanina é o nosso protetor solar natural, e quanto mais o indivíduo a possui, maior a proteção ao se expor ao sol e menos dano ele terá", diz a dermatologista Ranaia Papsukawa, do Hospital Santa Luzia, em Brasília. Dessa forma, aqueles de pele muita clara sofrerão os danos da exposição solar mais facilmente, tendo portanto um risco aumentado tanto para o câncer de pele quando para o aparecimento de manchas e envelhecimento cutâneo. Por isso é importante que pessoas com a pele mais clara e que dificilmente se bronzeia visitem o dermatologista regularmente, ainda que não haja qualquer pinta ou sinal suspeito. 
 
mulher com sardas no rosto - Foto Getty ImagesSardas no rosto
"As sardas (ou efélides) são características de pessoas de peles muito claras, muitas vezes ruivas e de olhos claros, e devido a isto devem ficar mais atentas", diz a dermatologista Samantha Kelmann, do Hospital Alemão Oswaldo Cruz, em São Paulo. Isso não quer dizer que as sardas se tornarão um câncer - as causas da formação de um e de outro são diferentes. No entanto, pessoas com sardas normalmente são mais sensíveis à luz solar, sofrendo um maior risco de desenvolver de lesões solares. 
 
braço com pintas - Foto Getty ImagesPintas espalhadas pelo corpo
Quem tem muitas pintas ao longo do corpo deve ficar atento. "Pode ser algum tipo de síndrome genética que envolve outros órgãos e os sinais cutâneos, às vezes, são as primeiras manifestações que chamam a atenção para um problema maior", alerta a dermatologista Ranaia. Segundo a dermatologista Samantha, pode ser que as pintas sejam apenas marcas genéticas sem comprometimento clínico, mas de qualquer forma devem ser avaliadas por um profissional. "Isso porque uma das muitas pintas pode passar a sofrer modificações que indiquem um câncer, e a pessoa pode não ficar atenta às mudanças."
 
mulher com várias pintas no ombro - Foto Getty ImagesPintas que se concentram em uma área
Pessoas que têm uma alta concentração de pintas de determinadas partes do corpo, principalmente áreas de maior exposição solar, como os ombros, devem considerar avaliação médica. ?O acompanhamento se faz necessário devido a maior possibilidade de transformação maligna?, explica a dermatologista Raiana.  
 
homem verificando uma pinta no dermatologista - Foto Getty ImagesAlterações nas pintas
 Os nevos podem ser benignos ou malignos, por isso, precisamos observá-los e monitorá-los. De acordo com a dermatologista Samantha são seguidos os critérios "ABCD" para avaliação de uma pinta:

A: assimetria - lesões assimétricas são mais preocupantes que as regulares
B: bordas - pintas com bordas irregulares merecem mais atenção
C: coloração - se o nevo tiver duas ou mais cores deverá ser observado
D: dimensão da lesão - se houver mais de 6 mm, entram na classificação de lesão a ser monitorada.

"No entanto, não necessariamente uma pinta em relevo e com diversas cores ou contorno irregular será maligna, mas ainda sim deverá ser avaliado por um médico dermatologista", explica Samantha. É importante ficar atento para algumas alterações: se a pinta começar a coçar, crescer, sangrar ou mudar de aparência (ficar mais áspera, mais escura ou clara), pode ser um sinal de malignidade e um motivo forte para procurar seu médico. 
 
mulher se olhando no espelho - Foto Getty ImagesPele com diferentes tonalidades
Algumas pessoas podem apresentar cores variadas na pele devido à exposição solar. Essa concentração de melanina em determinadas partes do corpo pede atenção e deve ser analisada por um dermatologista. "No entanto, essa diferença de tonalidade pode ser genética e não indicar malignidade", explica a dermatologista Samantha. De um modo geral, é importante que toda a pele seja examinada, seja no consultório médico ou no autoexame em casa. 
 
mulher com a pele vermelha por causa do sol - Foto Getty ImagesHistórico de queimaduras solares
Os danos em nossa pele causados pelo sol no geral são decorrentes da exposição feita na infância, nos primeiros seis anos de vida - por isso, mesmo que você use protetor solar agora, deve considerar visitar um dermatologista se no passado tomava sol de maneira desprotegida. Histórico de intensa exposição solar e queimaduras com formação de bolhas de água na pele na infância e adolescência merecem atenção redobrada.  
 
Fonte Minha Vida

Aprenda a usar o pedômetro, perca quilos e mande embora o sedentarismo

O aparelho é fácil de usar e coloca mais movimento no seu dia a dia
 
Já ouviu falar no pedômetro? Ele é um aparelho pequeno e portátil que conta os seus passos o dia todo, basta prendê-lo em algum lugar da sua roupa, como no cós da calça. O objetivo é te incentivar a sair da cadeira e dar uns passinhos por aí. Parece pouco, mas com o tempo esta se torna uma ótima estratégia para vencer o sedentarismo e até ajuda a perder peso.

Isso é o que diz um estudo realizado na Universidade de Indiana, nos Estados Unidos. Em sua pesquisa, eles detectaram que, depois de 12 semanas de uso do pedômetro, os participantes estavam muito mais ativos fisicamente e mais magros. Isso mesmo: cada um deles perdeu em média 1,5 kg.

"A recomendação da Organização Mundial da Saúde (OMS) é que, para sair da linha de sedentarismo, é preciso dar ao menos 10.000 passos por dia", conta o educador físico Givanildo Matias.

Além disso, o aparelho é relativamente barato: os preços começam na casa dos 10 reais*. E então, convencido a usar esse aliado na busca por uma vida mais ativa, com mais saúde e qualidade de vida? Nós te ensinamos a seguir a usar o aparelho. E sem mais desculpas!

*Preços pesquisados em junho de 2013, sujeito a alterações.
 
Pedômetro  - Getty ImagesO pedômetro será útil para você?
Muita gente se beneficia do uso do pedômetro, não apenas quem está começando a guerra contra o sedentarismo. Isso porque ele tem outras utilidades. "Além de contar o número de passadas durante o dia, uma prova de corrida ou outras atividades físicas, o pedômetro também já é utilizado para estimar o grau de atividade física de uma pessoa", explica o educador físico Givanildo Matias, personal trainer e diretor da Rede Test Trainer. Também dá para estimar a quantidade de calorias gasta durante uma atividade física, já que alguns pedômetros fazem essa medição. Você se encaixou em alguma dessas necessidades? Então mãos à obra!
 
Pedômetro  - Getty ImagesComo prender o pedômetro
Givanildo Matias explica que os pedômetros possuem um sensor interno que faz a contagem dos passos a partir do balanço corporal decorrente dos passos. Por isso é bom mantê-lo preso ao quadril, onde os movimentos das pernas serão detectados mais facilmente. O educador físico Raul Santo, doutor em fisiologia do exercício, conta que esses aparelhos possuem uma presilha que se encaixa ao cós de calças ou saias. Basta pendurar e sair andando.
 
Caminhada - foto: Getty ImagesAvalie a eficiência do pedômetro
O teste é muito simples, mas indispensável: prenda o pedômetro da maneira recomendado e dê alguns passos, carca de 100 passos é uma boa quantidade.
 
Lembre-se de não mexer no pedômetro enquanto caminha. Conte os passos e, ao final, veja se o resultado do pedômetro é o mesmo da sua contagem.
 
Caminhada - foto: Getty ImagesPeríodos do dia em que ele deve ser usado
Se seu objetivo é usar o pedômetro para combater o sedentarismo, ele deve ser colocado logo ao acordar e retirado apenas para o banho e ao dormir, mesmo que você fique sentado por um tempo, mantenha-o preso ao seu corpo. Mantenha o aparelho por pelo menos um mês para detectar seu nível de atividade física. "Nesse caso a informação mais válida é a média de todos os dias e não apenas a de um único dia", conta Givanildo Matias.

Se o objetivo for melhorar o desempenho na corrida, é interessante usar o aparelho somente durante a prova. "Essa informação é muito útil para tentar melhorar a eficiência do treino, pois permite que o praticante compare o número de passadas de diferentes provas", explica Givanildo. "Caso esse número diminua, significa que o corredor teve uma melhora da biomecânica do movimento e economia de energia".
 
Pedômetro  - Getty ImagesAvaliando seu nível de atividade física com o pedômetro
"A recomendação da Organização Mundial da Saúde (OMS) é que, para sair da linha de sedentarismo, é preciso dar ao menos 10.000 passos por dia", conta o educador físico Givanildo. Entre 5.000 e 10.000 passos, a pessoa é considerada sedentária de risco médio e abaixo de 5.000 passos por dia é considerada sedentária de alto risco. Para jovens e crianças, o número ideal sobe para 12.500, e para idosos, e número cai para 8.500 passos por dia. Para se ter uma ideia, essa faixa de 10.000 passos representa algo em torno de sete e nove quilômetros por dia. Mas para atingir essa marca vale tudo: desde realizar os exercícios convencionais, como uma caminhada no parque ou na esteira ou ser consciente nos próprios movimentos do dia a dia, como trocar o elevador pelas escadas e realizar mais atividades a pé em vez de usar o carro ou o transporte público. Só não se esqueça que quanto mais você ficar parado, o seu pedômetro também ficará.
 
Pedômetro - foto: Getty ImagesProgredindo o exercício
A progressão do número de passos deve ser gradual. O fisiologista do exercício Raul Santo recomenda um aumento de 10% do número de passadas por semana. Ele lembra que a intensificação da quantidade de passos deve obedecer a características individuais. Fique atento aos sinais do seu corpo, como frequência cardíaca, cansaço e dores corporais.
 
Corrida na esteira - foto: Getty ImagesHora de evoluir
À medida que você usar o pedômetro, maior será a vontade de se exercitar. Não se limite às caminhadas encaixadas na rotina, como ir à padaria a pé. O objetivo é progredir e reservar um tempo do seu dia para caminhar ou correr. Daí em diante o céu é o limite. Descubra as atividades que você sente prazer em realizar e torne-as parte do seu dia a dia. E lembre-se: como a caminhada e a corrida são atividades aeróbicas, é importante logo inserir algum exercício para fortalecer a musculatura, como a própria musculação ou o pilates, e também exercícios de alongamento, na agenda de atividades. 
 
Calculadora - foto: Getty ImagesCalculando a distância percorrida
Faça as contas:

1º. Meça o seu passo - coloque uma fita métrica no chão e dê um passo normal. A medida vai do calcanhar do pé (traseiro) ao dedão do pé (dianteiro);

2º. Multiplique a medida da sua passada pela quantidade de passos marcada pelo pedômetro. Lembre-se de transformar a medida em quilômetros. Um exemplo: Se você percorreu 10.000 passos no dia e sua passada tem 70 centímetros (0,7m), significa que percorreu sete quilômetros no dia!

Pronto! Você vai achar quantos quilômetros anda por dia. Faça outra conta no final do mês para obter a média mensal.
 
Fonte Minha Vida

Aprenda a lidar com sete comportamentos estressantes do seu chefe no trabalho

Chefe que não escuta - Foto: Getty ImagesSeu superior pode ser responsável por seu estresse, mas você é quem deve saber lidar com essas situações
 
Tem gente que diz que chefe é como nuvem: melhor mesmo é quando não aparece! Brincadeiras a parte, ele pode ser responsável não só pela liderança do seu trabalho, mas pelo seu bem-estar também. "Podemos dizer que em uma área tão delicada como a da realização profissional a opinião do chefe tende a pesar bastante no nosso humor e disposição do dia a dia. Mas como isso mexe conosco, depende da forma como fomos criados e aprendemos a nos relacionar com alguém de nível hierárquico superior ao nosso", define o psiquiatra Roberto Shinyashiki, doutor em Administração de Empresas.

Tal tese é, inclusive, confirmada por um estudo divulgado em junho de 2013, feito pelo Instituto de Pesquisa e Orientação da Mente (Ipom) mostrou que 38% acreditam que o mau humor do chefe e dos colegas é o principal responsável pelo seu estresse no trabalho. Para chegar a esse resultado, foram entrevistadas 1,5 mil pessoas entre maio de 2012 e maio de 2013. Não é de se admirar que muita gente literalmente sofre quando a relação com o superior não vai bem. O impacto chega a ser físico: "À longo prazo algumas pessoas podem manifestar dores de estômago e de cabeça, músculos tensionados, sono prejudicado e sensação de ansiedade e angústia", enumera a psicóloga Ana Paula Bellati, especializada em Gestão Estratégica de Recursos Humanos e diretora de projetos da UM%, empresa especializada em coaching profissional.

O problema é que a figura de autoridade normalmente nos remete a outro personagem. "Pense na imagem que uma criança tem de seu pai. Para o liderado, inconscientemente, o líder acaba tendo uma representação parecida na maioria das vezes: a de um semideus praticamente, que diz que você é isso ou aquilo e também diz o que pode fazer ou não fazer. Isso influencia também no processo de construção de crenças de identidade do indivíduo, ao definir quem ele é e do que ele é capaz", compara a Ana Paula.

Mas será que a culpa é sempre do chefe? Muitas vezes o funcionário pode também estar se fazendo de vítima em alguma situação. "Existem dois pontos importantes a observar: o primeiro é que se o chefe é um vilão ele não o é só com você e sim com todo mundo da equipe, e isso vai ficar fácil de identificar. O segundo ponto é que a postura de vítima de uma pessoa não vai se manifestar somente na área profissional, como em todos os setores da sua vida", explica Shinyashiki.

Se você está na dúvida, descubra qual a sua situação atual com seu chefe e o que você pode fazer para sair dessa! 
 
Chefe que não escuta - Foto: Getty ImagesNão aceita opiniões e sugestões
O primeiro passo é reconhecer: o seu chefe não aceita ideias de ninguém, ou só as suas? Se for a última opção, talvez caiba a você observar que tipo de opiniões você vem dando, vale conversar com ele e pedir um feedback, verificando o que está faltando para que a sua sugestão seja realizada. O especialista em coaching Fabio Di Giacomo, diretor presidente da UM%, acredita que é preciso muita conversa para que os ruídos sejam tratados antes de se tornarem um problema de comunicação. "Os colaboradores precisam saber o motivo de suas ideias não serem aceitas, suas sugestões precisam ser no mínimo ouvidas e precisam receber um retorno delas", acredita Di Giacomo, que é especialista em desenvolvimento estratégico de pessoas, com foco em liderança e formação de times.

Mas se a reclamação for geral, o problema está mesmo no chefe, e as consequências são graves, principalmente em que tem a autoestima mais baixa. "Isso pode gerar medo, raiva, culpa, desânimo e preguiça dentre as emoções e estados de espírito mais básicos. Eles depois podem desencadear uma porção de outros problemas mais graves como: depressão, agressividade, transtorno de ansiedade, entre outros males", lista Ana Paula Bellati, psicóloga especializada em Gestão Estratégica de Recursos Humanos. A solução aqui também é conversar e cobrar do líder um feedback de sua participação. 
 
Chefe centralizadora - Foto: Getty ImagesNão delega funções, mas depois cobra pró-atividade
Não vamos vilanizar o chefe que faz isso, afinal de conta nossos especialistas são unânimes ao acreditar que esse tipo de comportamento normalmente é feito sem querer. "Às vezes os líderes têm certeza de que delegam e não percebem que na verdade estão sendo extremamente centralizadores", avalia Fábio Di Giacomo. O problema é que o funcionário acaba sendo colocado no limite nesse tipo de situação, tendo como consequência um possível desestímulo do funcionário, além de insegurança, impotência na sua função e frustração, como lista Roberto Shinyashiki, médico psiquiatra e doutor em Administração de Empresas.

Aqui a solução também começa com uma conversa com o seu líder, expondo esse problema e explicando como você se sente. "Se a conversa não surtir efeito, outras alternativas são: ter uma conversa com o superior do chefe, pedir transferência para outro setor, ou até mesmo procurar outra empresa pra trabalhar, quando você sentir que não pode mudar isso e que esse fato está prejudicando a sua carreira", considera Shinyashiki. Cabe também conversar com seus colegas e ver se eles têm esse tipo de sensação também. 
 
Apresentando ideias da equipe - Foto: Getty ImagesToma o crédito por ideias da sua equipe
As três palavrinhas chave para perceber quando o problema é do funcionário ou do chefe são: frequência, recorrência e contexto. "Um colaborador maduro, sem mania de perseguição e com controle emocional, pode perceber em quais situações isso acontece e colocar outras pessoas de sua confiança e maturidade para checarem junto com ele", considera o especialista em coaching Fábio Di Giacomo.

Quando isso de fato ocorre, são diversas as motivações. "Pode ser que o líder tenha medo de perder seu posto e tenha problemas com sua própria autoestima. Também é possível que em outras ocasiões também roubavam as ideias dele e ele ache isso normal", enumera Ana Paula Bellati. Algumas vezes também, ele tem um perfil mais oportunista. Nesses casos, muitas vezes cabe conversar com o superior de seu chefe, expondo a situação ou até avaliar o quanto se consegue suportar essa situação ou se não vale a pena mudar de emprego. 
 
Chefe gritando - Foto: Getty ImagesLevanta a voz e humilha o funcionário
Nada mina mais a autoestima de alguém do que levar uma chamada de atenção. Quando isso ocorre em voz alta, é pior ainda! "Levantar a voz traz prejuízos para qualquer relacionamento. Em especial quando se faz isso na presença de outras pessoas. Sem dúvida que no ambiente de trabalho isso é péssimo e pode realmente afetar a autoestima do funcionário", considera Roberto Shinyashiki.

Mas cabe verificar se ocorreu apenas uma vez ou já se tornou algo recorrente. É no segundo caso que a saúde emocional do funcionário começa a ficar em risco. Em ambos, conversar com o chefe é a principal solução, mostrando que você não gosta desse tipo de atitude e isso não resolve. Mas espere até os ânimos esfriarem, antes de colocar as cartas na mesa. Esse tempo é importante porque ajuda a acalmar e organizar melhor as ideias, quando for expor o descontentamento. 
 
Chefe com mudanças de humor - Foto: Getty ImagesQuando o humor oscila
A variação de estados de espírito é ruim em toda relação. "O colaborador só vai se sentir inseguro com as variações de humor de seu líder, uma vez que ele não entende de fato como o seu líder funciona", considera Fábio Di Giacomo. É importante observar com que frequência isso ocorre. É normal do ser humano não estar sempre feliz ou triste o tempo todo, e a situação só está fora de controle quando as variações de humor são realmente extremas.

A forma como isso afeta os funcionários é realmente individual. "Alguns poderão se sentir inseguros, outros ficarão mal humorados, outros não vão estar nem aí para o chefe", explica Shinyashiki. Como abordar isso? Para o especialista, depende de como cada funcionário está se sentindo nessa situação. "Mas quando o chefe tem variações de humor prejudiciais à equipe, é o caso dos superiores dele tomarem providências quanto à sua liderança", finaliza o especialista. 
 
Chefe com medo de arriscar - Foto: Getty ImagesTem medo de se arriscar em ideias novas
Para Shinyashiki, é muito raro que a equipe de um chefe que não se arrisca progrida dentro de uma empresa. "Se alguém na equipe tem boas ideias e gosta de arriscar mais, vai se frustrar com as limitações do chefe e poderá realmente ficar estressado e muito frustrado com suas ideias sendo podadas o tempo todo", afirma o especialista. A tendência é que com o passar do tempo, pessoas nesse perfil acabem saindo por conta própria desse tipo de situação.

Muitas vezes, porém, o que pode acontecer é o funcionário se tornar acomodado e isso prejudicar o desenvolvimento profissional dele. "Com o tempo, uma equipe com um chefe que não arrisca passa a ter somente funcionários medíocres e acomodados", acredita o psiquiatra. E por isso mesmo, se apenas conversar com o chefe não resolver, a melhor solução é procurar outros tipos de oportunidade. 
 
Alguns chefes causam desorganização - Foto: Getty ImagesNão se organiza, mas cobra organização
Organização é algo muito importante para um líder: "Um chefe desorganizado costuma, no mínimo, reduzir os resultados da equipe, além de aumentar o trabalho dos seus liderados. Em alguns casos, a sua desorganização induz também a desorganização de seus funcionários e o efeito catastrófico se multiplica. Em outros, alguém da equipe vai assumir a organização necessária no grupo, mas vai acabar tirando seu foco da sua atividade principal, o que vai prejudicar os seus resultados pessoais", contabiliza Shinyashiki.

Normalmente isso pode gerar insegurança nos seus funcionários, que podem não se sentir capazes de dar conta do seu próprio trabalho, além da sensação de falta de comunicação na equipe. A forma de resolver a questão é ter uma conversa sincera com o chefe e passar esse feedback.  
 
Fonte Minha Vida

Inclua no cardápio sete nutrientes para amenizar os sintomas da asma

Sete nutrientes que ajudam a amenizar a asmaMagnésio e vitamina D estão na lista de recomendações dos especialistas
 
Um simples vento gelado já pode ser suficiente para a crise de asma atacar.
 
De acordo com dados do Ministério da Saúde, aproximadamente 16 milhões de brasileiros sofrem com essa inflamação crônica, que dificulta a passagem do ar pelas vias respiratórias e provoca tosse, chiado no peito e sensação de falta de ar.
 
Segundo o alergista Marcelo Aun, do Hospital Samaritano, em São Paulo, nenhum alimento pode isoladamente prevenir ou piorar as crises, mas existem nutrientes que ajudam nosso sistema respiratório a funcionar melhor e podem ajudar na prevenção.
 
Inclua as sete opções abaixo no seu cardápio - sugeridas por especialistas - e aumente a sua imunidade!
 
Bife de fígado - Foto: Getty ImagesVitamina D
"A falta dessa vitamina no organismo pode contribuir para o aumento da massa muscular nos brônquios, fazendo com que eles se contraiam mais, tornando a respiração mais difícil", explica a nutricionista Hellen Fernandes, consultora da farmácia de manipulação Galgani, em Belo Horizonte. Também é comum a pessoa com asma ser deficiente em vitamina D porque o uso de corticoides para o tratamento da asma pode diminuir os níveis desse nutriente, sendo necessária a suplementação. "Até o momento, a vitamina D só deve ser suplementada em asmáticos com deficiência confirmada por exame de laboratório e a dose ideal de reposição será receitada pelo médico", diz o alergista Marcelo. Boas fontes de vitamina D são gema de ovo, fígado, manteiga e alguns tipos de peixes, como cavala, salmão e arenque.  
 
couve refogada - Foto: Getty ImagesMagnésio
A nutricionista Hellen explica que o magnésio promove o relaxamento muscular em períodos de crise de asma. "A ingestão por meio da dieta vai facilitar a broncodilatação, melhorando o quadro respiratório e as funções pulmonares", afirma. Oleaginosas, leguminosas, cereais integrais, frutos do mar, vegetais e folhas verde escuras são boas fontes desse nutriente.

O mineral também pode ser usado no tratamento de crises graves de asma - em versão intravenosa ou inalatória - porque ajuda a aliviar o broncoespasmo, mas sempre com supervisão médica. "O magnésio é usado sempre para complementar o tratamento padrão com broncodilatadores e corticoides", explica o alergista Marcelo.  
 
salada com ovos cozidos - Foto: Getty ImagesVitamina A
Além de fortalecer o sistema imunológico, a vitamina A regula o crescimento e a regeneração de vários tipos de tecidos e células do trato respiratório. "Esse nutriente regula a função pulmonar, ajudando na produção de muco para expelir partículas, deixando nosso pulmão menos vulnerável a infecções", explica a nutricionista Hellen. As principais fontes de vitamina A são fígado, ovo, manteiga, talos de verduras e legumes amarelos e vermelhos, como a cenoura. 
 
laranjas e kiwis - Foto: Getty ImagesVitamina C
Segundo um estudo publicado no periódico Clinical and Translational Allergy e desenvolvido pela Universidade de Tanta, no Egito, e a Universidade de Helsinki, na Finlândia, descobriu que a vitamina C pode melhorar a respiração de crianças com sintomas moderados de asma. Os efeitos benéficos da ingestão diária de vitamina C foram mais significativos em crianças com idades entre sete e oito anos. "A ingestão de vitamina C ameniza a inflamação e estabiliza a liberação de histamina - substância vasodilatadora responsável pelas crises de asma", afirma a nutricionista Hellen.

A especialista também conta que é comum portadores de asma apresentarem uma deficiência na vitamina, mas a ingestão é recomendada somente por meio da dieta. "Não há evidências que incentivem o uso de suplementação de vitamina C nos portadores de asma", afirma o alergista Marcelo. Boas fontes de vitaminas C são acerola, laranja, limão e kiwi. 
 
oleaginosas - Foto: Getty ImagesSelênio
Poderoso antioxidante, o selênio ajuda a eliminar os radicais livres que foram produzidos pelo processo inflamatório da crise de asma, evitando quedas bruscas na imunidade do portador da doença.
 
O selênio pode ser encontrado em oleaginosas e cereais integrais. 
 
Óleos vegetais - Foto: Getty ImagesVitamina E
Assim como o selênio, a vitamina E é um antioxidante que ajuda nos processos inflamatórios desencadeados pela crise de asma. "Alguns estudos mostraram que gestantes com deficiência nessa vitamina apresentaram mais riscos de ter filhos com asma", explica o alergista Marcelo. Gérmen de trigo, óleos vegetais, gema de ovo e vegetais folhosos são fontes de vitamina E. 
 
salmão grelhado - Foto: Getty ImagesÔmega 3
"A ingestão de ômega 3 irá inibir a produção de prostaglandinas, uma substância broncoconstritora associada a alergias respiratórias", diz a nutricionista Hellen. Por conta disso, esse nutriente combate as inflamações e melhora a função respiratória. Peixes de água fria, canola, linhaça e gérmen de trigo são boas fontes de ômega 3. 
 
Fonte Minha Vida