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quarta-feira, 7 de agosto de 2013

Especialista dá dicas para se manter saudável no ambiente de trabalho

Especialista dá dicas para se manter saudável no ambiente de trabalho Eduardo Uchôa/Agencia RBS
Foto: Eduardo Uchôa / Agencia RBS
Gerenciar o estresse e alimentar-se adequadamente podem melhorar a saúde durante o expediente
 
Em um mundo agitado como o atual, manter-se saudável e sentir-se bem em qualquer lugar ou em qualquer situação é a intenção de todos. Mas os imprevistos do dia a dia são um desafio para quem busca manter a mente e o corpo em equilíbrio, principalmente durante a carga horária de trabalho. Ficar sentado ou em pé por longos períodos e adotar posturas inadequadas, por exemplo, são apenas alguns dos maus hábitos dos trabalhadores.

Com a chegada do Dia Nacional da Saúde, comemorado em 5 de agosto, driblar essas dificuldades e alcançar uma saúde estável é uma meta a ser buscada. Para isso, a Enfermeira do Trabalho Maria Angélica Lehn listou algumas dicas para quem deseja melhorar a saúde no ambiente de trabalho:

— Satisfação pela escolha da atividade/ função laboral

— Prazer e motivação pelo trabalho

— Manter a postura adequada, preferencialmente ereta

—  Ergonomia no ambiente de trabalho

— Realizar pausas e alongamentos durante as jornadas de trabalho, principalmente para os colaboradores que ficam muito tempo em pé e/ou sentados

— Ginástica laboral no mínimo três vezes por semana

— Gerenciamento do estresse

— Alimentação saudável e adequada (pratos coloridos com mix de frutas, legumes, verduras e muita água)

—  Avaliar o sedentarismo: praticar atividades físicas, como caminhadas, periodicamente.

A especialista alerta que, embora possa ocupar algum tempo de trabalho e parecer exagero, tornar essas atividades um hábito pode ser compensador com o passar do tempo.

— Os maus costumes no ambiente de trabalho prejudicam o rendimento profissional e até pessoal do indivíduo — alerta
 
Fonte Zero Hora

Veja dicas de cuidados com a pele antes e após a depilação

Veja dicas de cuidados com a pele antes e após a depilação Tadeu Vilani/Agencia RBS
Foto: Tadeu Vilani / Agencia RBS
Não é recomendável utilizar cremes hidratantes antes da depilação
Dermatologista ensina como evitar machucados na remoção dos pelos
 
O mercado brasileiro hoje conta com uma gama de métodos para a extração dos pelos, como ceras (quente e fria), lâminas, linha, pinça, aparadores, cremes depilatórios, laser, entre outros. Para cada técnica, no entanto, é preciso ter alguns cuidados, pois de alguma forma o procedimento depilatório pode agredir a pele.
 
— É muito comum que pelos encravados, irritação e manchas apareçam após a depilação e, para que isso não ocorra, alguns cuidados especiais devem ser tomados para preservar a pele e evitar riscos e lesões típicas desta prática — comenta a dermatologista e membro da Sociedade Brasileira de Dermatologia, Anelisa Lamberti.
 
Não é recomendável, por exemplo, utilizar cremes hidratantes antes da depilação, principalmente quando o método escolhido for a cera.
 
— A hidratação amolece os pelos e isso dificulta a remoção. O ideal é não usar nenhum produto antes e logo depois da extração. Isso porque o uso de óleos ou cremes logo após o processo pode ocasionar a foliculite (uma inflamação dos poros) já que estes ainda estão abertos — ressalta a médica.
 
Segundo a especialista, evitar o uso de roupas apertadas no local da inflamação também é outro cuidado muito importante.
 
Cuidados valem também para os homens
Assim como as mulheres, os homens também têm seus rituais de beleza. Alguns já estão aderindo aos métodos mais dolorosos para remoção dos pelos, como cera e laser. Porém, a maioria ainda utiliza a lâmina, principalmente na área do rosto.
 
— No pescoço, os pelos nascem em diversas direções e, por conta disso, os homens passam a lâmina muitas vezes no mesmo lugar, o que acaba agredindo e inflamando a pele. Para evitar que isso aconteça, é importante utilizar um creme de barbear espesso, que irá diminuir o atrito entre a lâmina e a pele. Outra dica é fazer a barba debaixo do chuveiro, pois o calor ajuda na abertura dos poros e, consequentemente, na remoção dos pelos — afirma a dermatologista.
 
A especialista também indica, para os homens que têm peles muito sensíveis, usar pós barba sem álcool, com ingredientes calmantes e descongestionantes.
 
Caso a foliculite já esteja instalada na pele é imprescindível não cutucar.
 
— O ideal é lavar o local com água morna, sabonete neutro e tratá-lo com uma pomada antibiótica — conclui a médica.

Fonte Zero Hora

Tamanho da cintura pode indicar risco de desenvolver diabetes

Tamanho da cintura pode indicar risco de desenvolver diabetes Rafaela Martins/Agencia RBS
Foto: Rafaela Martins / Agencia RBS
Valores de circunferência contribuem também para o diagnóstico
 de outras doenças
Segundo pesquisa, quanto maior a circunferência, maiores as chances de desenvolver a doença
 
As chances de desenvolver diabetes crescem à medida que os valores da circunferência da cintura também aumentam. Este foi o resultado de um estudo elaborado pela Faculdade de Saúde Pública (FSP) da USP, com o auxílio da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp), que realizou uma análise comparativa entre as medidas da circunferência da cintura de idosos e a pré-disposição para o desenvolvimento de diabetes.
 
A pesquisa da nutricionista Luiza Antoniazzi Gomes de Gouveia procurou identificar os valores de circunferência da cintura em idosos, que se associam ao desenvolvimento de doenças e agravos não transmissíveis, segundo sexo e grupo etário.
 
— Nesse grupo se encaixam as doenças cardíacas, hipertensão arterial e diabetes mellitus — ressalta a pesquisadora.
 
Durante o projeto, a pesquisadora realizou um estudo longitudinal baseado nos dados do chamado Estudo SABE: Saúde, Bem-estar e Envelhecimento. Esse levantamento foi realizado com idosos residentes no município de São Paulo, nos anos 2000 e 2006, sob coordenação de docentes do Departamento de Epidemiologia da FSP. Ao todo, 2.143 idosos participaram do estudo no ano 2000, dos quais 1.115 foram reentrevistados em 2006.
 
No período de análise, foram observados os dados dos idosos que, no ano 2000, não apresentaram as doenças referidas no estudo. A partir dos valores de circunferência da cintura obtidos em 2000, estabeleceu-se uma relação com os que passaram a referir essas doenças no ano de 2006 na mesma população.
 
— A partir dos idosos que não referiram essas doenças (doença cardíaca, hipertensão arterial e diabetes mellitus) no ano de 2000, verificou-se quais os valores de circunferência da cintura que apresentaram a melhor capacidade preditiva do desenvolvimento de doença, no período de seis anos — conta Luiza.
 
Os resultados das relações revelaram que, com relação à maior capacidade de desenvolvimento de diabetes, os pacientes nessa condição apresentaram valores de circunferência da cintura maior ou igual a 87 cm para mulheres, e maior ou igual a 99 cm para homens, na faixa etária de 60 a 74 anos.
 
— Esses valores são maiores do que os números usualmente trabalhados na área da saúde, que seriam maior ou igual a 80 cm e menor do que 88 cm, ou maior ou igual a 88 cm, para as mulheres, e maior ou igual a 94 cm e menor do que 102 cm, ou maior ou igual a 102 cm, para os homens, e que foram estabelecidos anteriormente em pesquisa com população adulta — completa.
 
Risco para outras doenças
Segundo a nutricionista, ainda que os valores de circunferência da cintura identificados na pesquisa sejam capazes de discriminar apenas o risco para diabetes, eles contribuem também para o diagnóstico de outras doenças.
 
— Isso acontece pois a diabetes mellitus além de doença, constitui fator de risco para outras enfermidades, como hipertensão arterial e aumento da chance de eventos cardiovasculares — afirma Luiza.
 
Dessa forma, valores de circunferência da cintura, capazes de discriminar a referência da doença, podem ser considerados preditores de enfermidades e agravos não transmissíveis. Luiza ressalta a importância do reconhecimento desses valores como indicativos de risco.
 
— Essa conclusão permite que intervenções sejam adequadamente direcionadas, constituindo grande benefício para a saúde pública, principalmente em se tratando da possibilidade de prevenção de doenças com elevada prevalência nesse grupo etário — conclui.
 
Fonte Agência USP

CFM reafirma que falhas impediram inscrição de brasileiros no Mais Médicos

Brasília – O Conselho Federal de Medicina (CFM) reafirmou que a baixa adesão ao Programa Mais Médicos ocorreu porque os profissionais brasileiros tiveram dificuldades para se inscrever. O conselho recebeu relatos de médicos que não conseguiram fazer a inscrição, sendo prejudicados. O CFM encaminhou denúncia ao Ministério Público Federal e à Polícia Federal solicitando o acompanhamento do processo de inscrição.
 
“Infelizmente, as histórias contadas por nossos colegas mostram que há uma ação deliberada para dificultar a inscrição dos médicos brasileiros no Mais Médicos”, disse em nota o presidente do conselho, Roberto d’Ávila.
 
O Ministério da Saúde anunciou hoje (6) que 938 médicos com diploma brasileiro confirmaram participação no programa, equivalente a 6% da demanda de 15.460  profissionais solicitados pelos municípios.
 
Roberto d'Ávila apontou ainda a possibilidade de ter ocorrido facilitação de cadastros a partir de computadores registrados no exterior, em prejuízo dos que têm registro no Brasil. Segundo o conselho, há relatos de médicos do Maranhão, Amazonas, Mato Grosso do Sul e da Paraíba que não conseguiram concluir a segunda etapa do processo de inscrição.
 
Em relatos recebidos pela entidade, médicos contam que, apesar de terem selecionado trabalhar em cidades do interior, foram lotados em capitais ou regiões metropolitanas.
 
Na nota, o conselho cita o caso de um médico baiano que “inicialmente, solicitou inscrição para a cidade onde já morava, Canavieiras, mas foi encaminhado para Itaparica, município vizinho a Salvador, com mais equipamentos do que a primeira opção do candidato”.
 
Ao rebater as críticas de falhas nas inscrições, o ministro da Saúde, Alexandre Padilha, cobra a apresentação de provas, por se tratar de acusações sérias sobre a conduta de servidores. De acordo com Padilha, a maioria dos registros nos conselhos regionais de Medicina (CRMs) considerados inválidos no processo de inscrição foi digitada de forma aleatória propositalmente, e não invalidados por eventuais erros do sistema, como argumenta o CFM.
 
Desde o lançamento do Mais Médicos, as entidades representativas da categoria criticam o programa por prever a atuação de médicos estrangeiros sem revalidação do diploma. A categoria critica também o fato de o programa prever bolsa-formação como forma pagamento.
 
Na divulgação do balanço do programa, Padilha levantou a possibilidade de buscar parcerias com outros países para trazer médicos para o Brasil, medida contestada pelas principais entidades médicas - que argumentam não haver falta de profissionais no país.

Fonte Agência Brasil

Programa de combate ao crack está em todo o país

Brasília – O Programa Crack, É Possível Vencer", do governo federal, está agora em todas as unidades da Federação. Os estados do Amazonas, Amapá, Maranhão, Tocantins, de Rondônia, Roraima e da Bahia, que ainda não tinham aderido ao programa, assinaram ontem (6) a participação. Além dos estados, 28 municípios também se juntaram aos 90 que já desenvolvem ações contra o crack.
 
O ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, exaltou a articulação interministerial necessária para a execução do programa, lançado em dezembro de 2011. Ele também destacou que o resultado do programa é favorável. “O balanço que fazemos é extremamente positivo. É um programa onde muitos recursos serão alocados, envolvendo vários ministérios e uma integração entre estados brasileiros, municípios e entidades da sociedade civil. É um programa de difícil execução, ousado, mas que vai bem e vai atingir seus objetivos”, disse. O governo prevê gastar R$ 4 bilhões com o programa até 2014.
 
A ministra da Casa Civil, Gleisi Hoffmann, participou do evento e também citou o trabalho entre os órgãos do governo. “Quando costuramos o programa, nos baseamos na articulação e na participação sistêmica de todos esses entes e áreas do governo. Temos trabalhado arduamente na articulação de todos esses atores”, declarou.
 
A ministra do Desenvolvimento Social e Combate à Fome, Tereza Campello, chamou a atenção para a importância de dar oportunidades para aquele que conseguem se livrar da dependência do crack, reinserindo-o na sociedade. Para ela, o cidadão muitas vezes é bem-sucedido no tratamento, mas não tem expectativa de vida ou de futuro.
 
O Ministério da Saúde, por sua vez, anunciou o aumento da verba destinada aos centros de Atenção Psicossocial Álcool e Drogas (Caps) em R$ 230 milhões. Os Caps atendem a dependentes químicos e pacientes com transtornos mentais durante 24 horas. Mais R$ 100 milhões serão investidos na construção de Caps em todo o país.
 
Fonte iG