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quinta-feira, 8 de agosto de 2013

Emagreça sem neura e com saúde após o parto

Emagreça sem neura e com saúde após o parto Stock Images/Stock ImagesEspecialista dá dicas para perder peso sem comprometer a saúde da mãe e do bebê
 
Não adianta. Mesmo que você se cuide, mantenha uma dieta equilibrada e continue praticando atividades físicas, o ganho de peso durante a gravidez é inevitável. E, depois do nascimento da criança, a perda desses quilos vira uma das maiores preocupações da nova mamãe: como voltar à antiga forma depois de dar à luz?

A preocupação não é à toa. Afinal, é difícil não se sentir pressionada ao ver tantas celebridades afinarem a silhueta semanas ou até mesmo dias depois do parto.

Segundo o cirurgião geral Sérgio Barrichello, especialista em emagrecimento, imediatamente após o parto já ocorre uma perda de peso de aproximadamente cinco quilos, em razão da saída do recém-nascido, placenta, líquido amniótico e sangue. Em mais alguns dias, a perda de peso continua com a eliminação de líquidos retidos no organismo e normalização das funções intestinais.

O especialista alerta que o importante é que a mulher não faça dietas malucas e restrições alimentares para emagrecer depois do parto. Isso porque o bebê precisa de um leite de qualidade, que só pode ser produzido pelo organismo se a mãe estiver se alimentando bem.

— O correto sempre é manter uma alimentação saudável sob a orientação de um especialista, evitando alimentos ricos em gordura saturada e trans.

Emagreça sem neura e com saúde
A fase da amamentação não é a melhor fase para se preocupar tanto em emagrecer. O ideal é deixar os quilos irem embora de forma saudável e tranquila, entendendo que esse processo da perda de peso pode levar, no mínimo, seis meses, dependendo de quantos quilos a mulher pesava antes e quanto adquiriu durante a gravidez.

— Perder peso após a gestação não deve ser a principal preocupação de uma mãe, por mais pressão que a sociedade faça para que isso aconteça. Dê ao corpo uma trégua de até um ano para que a perda de peso seja gradual e saudável. Os hormônios precisam entrar em um acordo com seu novo estado após o parto — explica o médico.

Mas usando a própria rotina de mãe (principalmente a de primeira viagem) a seu favor é possível emagrecer sem neura, sem culpa e com saúde. Veja como:

— Amamente o maior tempo possível, mas escolha bem os alimentos que consome antes e depois. Isso porque, se por um lado amamentar emagrece, também dá fome e comer bem é diferente de comer muito

— Comer bem é um das dicas mais valiosas. No início e no final de cada mamada, o ideal é um iogurte ou um copo de suco. Beba muita água durante todo o dia, porque ajuda a produzir leite e também a deixar o estômago ligeiramente cheio e com a fome controlada.

— Saia para passear com o bebê. Usar o canguru ou o sling pode ser uma espécie de musculação, mas andar de carrinho também é uma boa forma de gastar calorias distraindo-se um pouco da rotina cansativa de casa, além de também fazer muito bem à mente e à autoestima. Segundo Barrichello, 30 minutos de caminhada pode significar até 100 calorias a menos.

— Tenha paciência. Às vezes é complicado, especialmente quando se olha no espelho. Mas deixe a ansiedade de lado e espere passar pelo menos seis meses para enfrentar uma dieta mais restritiva sem comprometer o leite do seu pequeno. Assim o corpo vai estar mais equilibrado hormonalmente para responder bem ao sacrifício e emagrecer mais rápido depois do parto.

Riscos para a mãe e o bebê

Motivos para você perceber que nem todo sacrifício nesse período vale para emagrecer:


— Fazer dieta durante a amamentação e exagerar na atividade física prejudicam a produção de leite, e consequentemente a nutrição do seu bebê

— A maioria dos procedimentos estéticos é totalmente contraindicada durante a amamentação

— Quem emagrece rápido demais e sem a orientação adequada tem chance de recuperar o peso perdido rápido demais também
 
Fonte Zero Hora

Hábitos e alimentos saudáveis ajudam a aliviar as cólicas menstruais

Cólicas são resultado da contração involuntária dos músculos uterinos
Saiba o que consumir quando o incômodo aparecer
 
Além de lidar com a alteração de humor e irritabilidade durante a TPM (Tensão Pré-Menstrual), muitas mulheres também sofrem com as cólicas, uma dor na região pélvica, no baixo ventre, que aparece dois dias antes do início do ciclo menstrual e persiste, com alguma intensidade, no primeiro e no segundo dia do sangramento.
 
De acordo com a ginecologista e obstetra Erica Mantelli, as cólicas são resultado da contração involuntária dos músculos uterinos.
 
— A cólica não deixa de ser uma dor pélvica provocada pela liberação de prostaglandina, substância que faz o útero contrair para eliminar o endométrio (camada interna do útero que cresce para nutrir o embrião), em forma de sangramento, durante a menstruação, quando o óvulo não foi fecundado — explica.
 
Se a dor for muito forte ou persistir após o final da menstruação, as causas devem ser investigadas pelo médico.
 
— A dismenorreia, mais conhecida como cólica menstrual, pode ser primária ou secundária. A primária é quando ocorre o aumento da produção de prostaglandina pelo endométrio, sem doença associada. Já a secundária está associada a alterações patológicas no aparelho reprodutivo como endometriose, miomas, tumores pélvicos, cistos de ovário ou estenose cervical — afirma a médica.
 
Caso essas dores sejam excessivas ou aumentem de intensidade repentinamente, é preciso tomar cuidado, principalmente se elas vierem acompanhadas de sintomas como enjoos, diarreia, desmaios ou queda de pressão.
 
Por que algumas mulheres não têm cólicas?
Isso vai depender de cada organismo.
 
— Se o fluxo menstrual da mulher é intenso, o corpo precisa produzir bastante prostaglandina para a descamação do endométrio. Por isso, algumas mulheres apresentam mais cólicas do que as outras. Além disso, a sensibilidade à dor é muito subjetiva e individual — revela a ginecologista.
 
Quem sofre com as cólicas pode aliviar as cólicas por meio de tratamento acompanhado por um ginecologista e também por uma alimentação e hábitos saudáveis.
 
A ginecologista Erica Mantelli ensina quais são os alimentos que você deve consumir quando a cólica resolver aparecer.
 
Veja quais são eles:
 
Ácidos graxos
Alimentos ricos em ácidos graxos possuem propriedades anti-inflamatórias. Eles são encontrados na semente de abóbora, semente de linhaça, amêndoas, nozes, abacate, peixes (salmão, atum, sardinha), e azeite extra virgem.
 
Leites e derivados
Alimentos ricos em cálcio também costumam ser muito indicados para amenizar a cólica, como leite e derivados, que agem diretamente sobre a musculatura lisa do útero e reduzem as contrações musculares dolorosas responsáveis pela cólica.
 
Hortaliças
As hortaliças são leves, possuem baixa caloria e muitas vitaminas, por isso evitam a sensação de inchaço acompanhada de dor abdominal, facilitando a digestão e amenizando as dores. Cenoura, tomate e folhas escuras (agrião e couve, por exemplo) são indicados.
 
Frutas
As frutas também são ricas em nutrientes e possuem açúcar natural e muito liquido, o que ajuda a aliviar a sensação de fome e ansiedade. As mais indicadas são manga, melão e abacaxi.
 
Chás
No período menstrual os chás mais indicados são chás de louro, de Artemísia e canela. Eles podem aliviar as cólicas e as dores, auxiliando na limpeza e tratamento do aparelho reprodutor.
 
Fuja dos alimentos gordurosos
Evite comer frituras, hambúrgueres ou alimentos ricos em gorduras, pois aumentam a produção de hormônios que causam contração no útero. Passe longe também de alimentos embutidos e bebidas com cafeína como, por exemplo, café, chá preto e refrigerante.
 
Chocolate
Comer, em pequena quantidade, chocolate meio amargo ou 70% cacau pode aliviar as dores e sintomas da TPM. O chocolate possui uma substância chamada triptofano que é um precursor da serotonina, trazendo uma sensação de bem estar e aliviando o incômodo.
 
Mudando a alimentação aos poucos é possível sentir-se mais leve e sem dor durante o ciclo menstrual. Outros recursos que auxiliam no alívio da cólica são: atividade física, massagem relaxante, reflexologia, acupuntura e uso de bolsa de água quente.
 
Caso a dor seja muito intensa e persistente, é aconselhável procurar um ginecologista o quanto antes, pois ele saberá identificar se há ou não a presença de alguma doença associada, além de indicar o melhor tratamento.
 
Fonte Zero Hora

Especialistas indicam como lidar com a dislexia

Especialistas indicam como lidar com a dislexia Pena Filho/Agencia RBS
Foto: Pena Filho / Agencia RBS
O disléxico mostra dificuldade em aprender a ler e a escrever
Transtorno não é uma doença e, portanto, não há cura
 
Dificuldade de leitura, escrita, interpretações de textos e cálculo aritmético. Estes são os sintomas mais comuns de um distúrbio de aprendizagem conhecido como dislexia e que é apresentado já na pré-escola.
 
— O disléxico mostra dificuldade em aprender a ler e a escrever, em manipular as letras dentro de uma palavra e, consequentemente, em compreender um texto quando estiver lendo — explica a fonoaudióloga e especialista em psicopedagogia Maria Ângela Nico, coordenadora científica da Associação Brasileira de Dislexia (ABD).
 
Quando o portador do problema chega à adolescência, poderá apresentar dificuldades em aprender uma segunda língua, muitas vezes em compreender o enunciado de um problema de matemática, química ou física.
 
— A dislexia é um quadro complexo caracterizado por dificuldade à leitura, escrita, interpretações de textos e, ainda, associado a dificuldades para o cálculo aritmético — expõe o neurocientista português Rafael Silva Pereira, doutor em Neuropsicologia da Dislexia pela Universidade de Extremadura.
 
O especialista explica que a avaliação do problema necessita ser multiprofissional, com uma equipe especializada, envolvendo fonoaudiólogos, psicopedagogos, psicólogos, neuropediatras e psiquiatras.
 
— Associado à dislexia, algumas crianças e jovens também podem apresentar déficit de atenção, hiperatividade, impulsividade, agressividade, depressão, transtorno de ansiedade, bipolaridade e enurese — diz.
 
Genética e hereditária
Segundo Maria Ângela Nico, a dislexia é um transtorno com causas variadas, entre as quais estão: pais com dificuldades pregressas na vida escolar, casos semelhantes nos familiares, presença de genes potencialmente responsáveis pelo quadro, ou uma arquitetura diferente do tecido cerebral nos indivíduos disléxicos que não é encontrada nos não disléxicos.
 
— Só podemos falar em dislexia a partir do processo de alfabetização, mas como ela é genética e hereditária, a partir dos cinco anos de idade já é possível realizar a avaliação com uma equipe multidisciplinar especializada e essa criança com dislexia será encaminhada para uma intervenção com uma fonoaudióloga. Depois que ela passar pelo processo de alfabetização, será necessária uma reavaliação para confirmar ou não o quadro — afirma.
 
Para o professor Rafael Pereira, por não ser uma doença, “não há cura”. A complexidade do distúrbio exige uma intervenção rápida.
 
— Deverá ser realizada por uma fonoaudióloga, e ou uma psicopedagoga e, em casos de problemas de autoestima, um psicólogo deverá atuar também — conta Maria Ângela.
 
Segundo a especialista, o problema é descoberto na maior parte das vezes quando o processo de alfabetização se inicia. O tratamento objetiva a aprendizagem do disléxico frente às dificuldades que encontrará, de modo que consiga lidar com elas.
 
— Quando os pais perceberem algum sinal ou sintoma nos filhos, devem conversar com a coordenadora da escola em que a criança está frequentando, que deverá encaminhá-la para uma avaliação. Se confirmada a dislexia, a intervenção deverá ser realizada o mais rápido possível — explica Rafael Pereira.

Fonte Zero Hora

Médicos fazem atos em Brasília contra o Programa Mais Médicos

Brasília – Organizações médicas iniciaram ontem (8) uma série de ações de mobilização contra o programa Mais Médicos e os vetos à lei que regulamenta a atividade no país e que ficou conhecida como Lei do Ato Médico. Até sábado (10), representantes dessas entidades se reúnem com parlamentares em busca de apoio contra as medidas, promovem ato público e discussões sobre os temas.
 
Para esta quinta-feira está programada a Marcha dos Médicos a Brasília e um ato público no auditório da Câmara dos Deputados. De manhã, os médicos pretendem visitar os gabinetes de deputados e senadores para apresentar as razões que os levam a se posicionar contra os vetos presidenciais à Lei do Ato Médico e contra a Medida Provisória 621/2013, que instituiu o Mais Médicos. À tarde, os médicos chamam os parlamentares a ouvir seus argumentos durante ato público na Câmara e fazem uma manifestação próximo ao Congresso Nacional.
 
A articulação dos médicos no Congresso faz parte do Encontro Nacional de Entidades Médicas (Enem), que ocorre em caráter extraordinário e irá reunir os profissionais de saúde entre os dias 8 e 10, em Brasília.
 
Na pauta do Enem estão debates sobre as implicações do Mais Médicos em questões como a graduação e residência médica e o trabalho temporário de médicos estrangeiros no Brasil sem o Exame Nacional de Revalidação de Diplomas Médicos Expedidos por Instituições de Educação Superior Estrangeiras (Revalida). A necessidade de uma carreira de Estado para os médicos também está entre os temas a serem discutidos.
 
As mobilizações são organizadas por cinco entidades médicas nacionais: a Associação Médica Brasileira (AMB), Associação Nacional dos Médicos Residentes (ANMR), o Conselho Federal de Medicina (CFM), a Federação Nacional dos Médicos (Fenam) e Federação Brasileira de Academias de Medicina (Fbam).

Fonte Agência Brasil

Maior parte do tempo de lazer do idoso é usada em atividades que não trazem benefícios à saúde

Rio de Janeiro – O tempo de lazer dos idosos, no Brasil, é grande, porém, mal aproveitado. É o que constataram os estudantes Luís Fernando Bevilaqua, Janine Gomes Cassiano e Tainã Alves Fagundes, no trabalho de graduação do curso de Terapia Ocupacional da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), no qual analisaram a relação entre o uso do tempo dos idosos e o estado de saúde. Bevilaqua, explicou que 26% do dia dos idosos é dedicado a atividades de lazer, porém com pouca contribuição para a melhoria da saúde.
 
“O Brasil está enfrentando um processo de envelhecimento rápido, então o olhar para a velhice tem que estar presente. Nosso trabalho vem trazer um pouco dessa necessidade que é pouco explorada. A gente também verifica que a maior parte do tempo do idoso está dedicada ao lazer, mas um lazer ocioso, passivo, como assistir televisão e ficar deitado descansando. Mas o lazer ativo traz mais benefícios, como as atividades da terapia ocupacional”. Entre essas atividades, ele cita artesanato, dança e até mesmo rodas de conversa.
 
O trabalho foi apresentado na Sessão de Posters da 35ª Conferência da Associação Internacional para Pesquisas de Uso do Tempo (Iatur), que começou hoje (7) no Rio. Até sexta-feira (9), especialistas de 38 países vão discutir temas como valor do tempo, trabalho remunerado, valor do trabalho não remunerado, meios de comunicação e lazer, cuidados na família, educação e equilíbrio vida-trabalho. O objetivo é saber como as pessoas usam o tempo, para poder planejar políticas públicas e combater as desigualdades sociais.
 
A pesquisadora do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) Cíntia Simões Agostinho, que está analisando as informações do projeto-piloto feito em 2009, pela instituição, sobre o uso do tempo, explicou que o tema é debatido há muito tempo em outros países, mas só há alguns anos passou a receber atenção no Brasil e na América Latina.
 
“É importante porque é uma forma de captar o cotidiano das pessoas, o uso do tempo em diferentes realidades, para diferentes perfis de população, tanto para [elaborar] políticas públicas como para o bem-estar das pessoas. [É importante] para entender como que a gente preenche as nossas horas diárias”.
 
Cíntia lembrou que a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad), feita anualmente pelo IBGE, já inclui perguntas sobre o uso do tempo relacionado à locomoção, ao cuidado de pessoas da família, aos afazeres domésticos e ao trabalho voluntário. “Além de conseguir caracterizar melhor os perfis das diferentes pessoas, a gente pode cruzar com muitas variáveis. Onde ela mora, se ela usa o serviço de saúde, qual o tempo de lazer ou de trabalho, se assiste à televisão, uso de meio de comunicação de massa. É uma pesquisa que avalia vários aspectos da vida da pessoa e pode ser muito útil. Qualquer setor público pode olhar para esses dados sob a ótica de políticas sociais”, declarou.
 
A professora Hildete Pereira, do Departamento de Economia da Universidade Federal Fluminense (UFF) e assessora da Secretaria de Políticas para as Mulheres, lembra que a questão de gênero também é fundamental nas discussões sobre o uso do tempo. “A discussão do uso do tempo é extremamente significativa para a vida das mulheres, porque existe a questão da divisão sexual do trabalho, porque a sociedade diz que mulher faz isso e homem faz aquilo. A mediação do tempo é uma forma de se entender a raiz da subordinação e da desigualdade”, disse.
 
Na avaliação da professora, o principal trabalho que a sociedade oferece para as mulheres não é visto como trabalho, como cuidar dos filhos, dos doentes, arrumar, varrer, lavar. “Isso tem que ser valorado, porque em economia tudo tem preço. Desde 2001, a gente pode fazer uma proposta metodológica para mensurar esse trabalho não pago, porque graças à Pnad eu sei quantas horas as mulheres se dedicam aos trabalhos domésticos”, ressaltou.
 
De acordo com a pesquisa, em 2001 as mulheres dedicavam em média 29 horas por semana para as tarefas domésticas, hoje são 23 horas. Enquanto os homens declaravam nove horas em 2001 e agora são dez horas. Para Hildete, é necessário acabar com a divisão sexual do trabalho. “O que está enraizado a gente retira da terra. Para isso, é preciso discutir, colocar a nu a questão, precisa vontade política, de políticas públicas, precisa tirar os trabalhos dos cuidados de dentro de casa, precisa ter creche para as crianças, lavanderias populares, públicas, comida em restaurante popular, para deixar em casa o menor tempo de trabalhos possível. Isso é o ideal, um sonho. E fazer com que os homens repartam as tarefas domésticas”, declarou.
 
Com o trabalho apresentado na Sessão de Posters, a formanda em direito pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj) Jamile Abraham Tosta, analisou o trabalho feminino no Japão e no Brasil e concluiu que no país asiático a situação delas é ainda pior.
 
“Brasil e Japão tem culturas muito diferentes, só que a maneira como encaram a mulher no mercado de trabalho é parecida, que é o modelo de cuidar da casa e cuidar dos filhos. No Japão, as mulheres entram no mercado por volta dos 20 anos e quando casam e têm filhos, são coagidas a se demitirem porque tem a pressão social de serem boas mães, estar sempre presente. O homem não consegue dividir esse papel com elas por fatores sociais e também porque a jornada de trabalho no Japão é muito longa, chega a 60 horas por semana, então a mulher não consegue dar conta da jornada e dos filhos e os homens não conseguem se dividir também”, disse.
 
Fonte Agência Brasil