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quinta-feira, 8 de agosto de 2013

Aprenda a controlar seu apetite em oito passos

Oito passos para controlar melhor seu apetite
Reduzir o consumo de açúcares e gorduras é a principal mudança
 
Em um contexto que engloba a correria do dia a dia e o aumento das ofertas de inúmeras tentações culinárias, fazer dieta realmente não é uma tarefa das mais fáceis - é preciso muita força de vontade.
 
A loucura da vida moderna nos suga todo o tempo livre e a comida fácil, rápida ou pronta como as redes de fast-food, ricas em gordura, sal e açúcares, ganha mais espaço nas prateleiras de supermercados, fachadas de lojas e deliverys, sempre pronta para nos fazer ganhar mais tempo com sua rapidez e praticidade. Isso sem falar nas propagandas com imagens deliciosas e altamente tentadoras que nos fazem, quase sem querer, sair do sofá para um rápido ataque à geladeira.
 
Pensamos em comida quase o tempo todo - é um estímulo atrás do outro, e que nos faz comer cada vez mais e com pior qualidade, tornando-nos propensos ao sobrepeso, obesidade e desenvolvimento de doenças ligadas à má alimentação, como diabetes, hipertensão, colesterol alto, entre outros.
 
Mas comida vicia?
Diversos estudos vêm constatando a perigosa relação do açúcar, sal e gorduras no aumento da produção de hormônios que causam a sensação de bem estar, como a dopamina e a serotonina, neurotransmissores que aumentam a fome. Em um ciclo vicioso, a sensação de bem estar que alimentos ricos em açúcar, sal e gordura proporcionam é de pouca duração e para mantê-la é necessário recorrer cada vez mais às guloseimas e em doses cada vez maiores. Não é à toa que esses ingredientes são a base da comida fast-food.
 
Com os alimentos ricos em açúcar, a sensação de satisfação vai se desfazendo na medida em que a insulina, substância produzida pelo pâncreas, vai saindo de cena, e quanto mais a insulina cai mais o corpo pede por ela, aumentando assim as estatísticas do aumento de diabetes, principalmente entre crianças e adultos com obesidade.
 
Hoje a recomendação dada para o açúcar refinado pela Organização Mundial da Saúde (OMS) é a de no máximo 10% do total das calorias ingeridas diariamente. Ou seja, se sua dieta for de 2000 calorias, sua ingesta deverá ser de até 200 calorias, o que dá um pouco menos de 2 colheres (sopa) de açúcar refinado ao dia. O que poucos seguem.
 
O correto é trocar o açúcar refinado, cheio de calorias vazias, pelo açúcar mascavo, repleto de nutrientes importantes, como selênio, vitaminas do grupo B e zinco. Lembrando, porém, que esse açúcar tem calorias e não devemos exagerar nas quantidades. Para pessoas que tem diabetes ou obesidade, o mais indicado é o uso de adoçantes em substituição ao açúcar branco.
 
E a gordura?
Dizem que o limite entre o prazer e o vício é a perda de controle sobre a quantidade que se vai ingerir. Mas a grande dúvida é: comemos mais do que o necessário porque somos esfomeados ou somos esfomeados porque os alimentos ricos em açúcar e gorduras nos fazem comer mais? Todos sabemos que a gordura aumenta o sabor da comida, portanto é necessário não se tornar refém desse sabor.
 
A gordura executa um papel importante para o desenvolvimento e manutenção do nosso corpo e devem estar inseridas em nossa alimentação diária, mas é necessário escolher sempre boas fontes e evitar o excesso de gordura saturada, que está presente nas carnes, queijos e frituras. Gordura saturada em excesso aumenta o colesterol ruim, elevando o risco de doenças cardíacas.
 
Assim, algumas pessoas ao se darem conta que estão engordando resolvem iniciar dietas que prometem milagres sem ter que alterar muito seus hábitos alimentares, cortando de maneira aleatória grupos alimentares importantes para manter sua energia, saúde e imunidade em dia. Dietas malucas ou muito restritivas, como passar horas sem se alimentar, podem até trazer resultados rápidos, mas com certeza não serão duradouros, é muito complicado e difícil manter uma dieta aonde grupos inteiros devem ser cortados e a volta ao peso anterior se dará de forma rápida, o famoso efeito sanfona. Ter uma alimentação equilibrada e de bom senso, sem cortes radicais pode ser a melhor forma de você conseguir atingir seus objetivos, perder o peso em excesso sem comprometer sua saúde. 
 
Como controlar seu apetite em oito passos
No corre corre diário é comum para algumas pessoas pular o café da manhã ou almoçar muito pouco, não se alimentando de maneira correta - e com isso, invariavelmente à noite sua fome estará incontrolável, e beliscar até a próxima refeição acabará sendo inevitável.
 
Saber como controlar a fome é imprescindível para que você emagreça, e alimentar-se a cada três horas é o primeiro passo para não correr o risco de se descontrolar e atacar tudo o que vier pela frente quando a fome chegar. Inverta de forma gradativa esse quadro, comece o dia com um café da manhã reforçado e vá diminuindo as quantidades do que você come no decorrer do dia.
 
1. Invista em atividade física, ela é fundamental para sua saúde e qualidade de vida. Ela ajudará você a emagrecer e se manter magro
 
2. Mantenha uma alimentação balanceada, com todos os grupos alimentares, proteínas, gorduras boas e carboidratos de baixo índice glicêmico. Mudanças de estilo de vida são muito eficazes no tratamento de emagrecimento
 
3. Aposte em alimentos termogênicos, capazes de aumentar o gasto calórico do organismo. Nessa lista, você encontra pimenta, chá verde, gengibre e outros
 
4. Faça check-ups periódicos, pois seu corpo precisa estar em equilíbrio para que você possa emagrecer sem riscos, e só fazendo os exames médicos da parte clínica, nutricional e hormonal você poderá detectar os entraves metabólicos que emperram a perda de peso
 
5. Aumente a ingestão de fibras, que além de melhorar o trato intestinal aumenta a sensação de saciedade
 
6. Use medicamentos quando necessário, como no caso da obesidade, que é uma doença de causa multifatorial e complexa, que em muitos casos necessita ser tratada com diversas estratégias, inclusive com o uso de medicamentos, que devem ser usados de maneira criteriosa e após avaliação detalhada do histórico do paciente
 
7. Diminua o estresse, pois estudos demonstram que o ganho de peso e os níveis de cortisol (conhecido como hormônio do estresse) estão intimamente ligados, ou seja, quanto maior o estresse, maior é o nível do cortisol e maior é a facilidade com que o indivíduo ganha peso. A má alimentação e sedentarismo fazem parte do círculo vicioso em que o indivíduo está inserido e para interromper este ciclo é necessário a adoção de hábitos e atividades que melhorem a qualidade de vida, como atividades ao ar livre, caminhadas e atividades lúdicas
 
8. Diminua o consumo de açúcares e gorduras, pelos motivos descritos acima na matéria e segundo a Associação de Neurociências do Canadá, existem pessoas que são mais vulneráveis a se viciarem em alimentos pouco saudáveis, como os ricos em açúcares e gorduras, portanto evite-os!
 
Fonte Minha Vida

Humor: Meu problema era apendicite!

Bruxismo pode ser diagnosticado antes do surgimento de sequelas

Fabiana Xavier e Cláudia Untar tratam os incômodos do  bruxismo em Jaffar Mohammed. Segundo a dentista Daniela Rosário, a toxina botulínica tem apresentado resultados eficazes para quem sofre com o estresse bucal (Jair Amaral/EM/D.A Press)
Fabiana Xavier e Cláudia Untar tratam os incômodos do
 bruxismo em Jaffar Mohammed. Segundo a dentista Daniela
 Rosário, a toxina botulínica tem apresentado resultados eficazes
 para quem sofre com o estresse bucal
Distúrbio é caracterizado pela contração excessiva de músculos bucais
 
As disfunções da articulação temporomandibular (ATM) atingem cerca de 30% da população mundial, segundo dados da Organização Mundial da Saúde (OMS). O problema acontece quando a complexa articulação que movimenta a mandíbula não funciona bem.
 
As causas podem ser má oclusão, traumatismos, excessiva abertura da boca, estresse físico e muscular e alterações hormonais, entre outros fatores. O resultado? Dores na cabeça, no ouvido, no pescoço, na mandíbula e nos músculos da face, tonturas, zumbidos, torcicolos, além de estalos ao abrir e fechar a boca e alterações do sono.

Uma dessas disfunções é o bruxismo, caracterizado pela contração anormal da musculatura mastigatória. A pessoa com o distúrbio tem o hábito de ranger ou apertar os dentes. Ele surge da contração excessiva do músculo mais forte do corpo humano, o masseter, que é responsável pela mastigação e pelo fechamento da mandíbula. Apesar de incurável, o problema pode ser controlado. A dentista e especialista em reabilitação oral Fabiana Xavier sugere um dispositivo noturno já usado na Europa e que começa a chegar ao Brasil.

“Trata-se de um aparelho que é usado pelo paciente durante quatro noites. Ele mostra, por meio de um exame neurofisiológico e sensores posicionados facilmente pelo usuário nas têmporas, todo o padrão de bruxismo, ou seja, a exata quantidade de força aplicada, o número de episódios por noite e a duração deles”, explica Fabiana.
 
De acordo com a especialista, o dispositivo é uma das maneiras mais eficazes de tirar as dúvidas com relação à existência do problema, principalmente quando os sintomas ainda são iniciais e não causaram sequelas.
 
Fonte Correio Braziliense

Gordura saturada em excesso afeta o cérebro e pode diminuir a saciedade

A gordura saturada causa danos aos neurônios responsáveis pelo apetite. Para ficar satisfeito com menos comida, recomendação é ingerir mais fibras
 
Comer pouco e, mesmo assim, sentir-se satisfeito é uma receita importante para manter ou perder peso. No entanto, existem alguns alimentos que podem “sabotar” essa sensação de saciedade, como por exemplo, a gordura saturada de origem animal.
 
Pesquisas mostram que essa gordura causa danos e até a morte dos neurônios responsáveis pelo controle do apetite, o que faz a pessoa se sentir menos saciada e com mais fome, como explicou o clínico geral Lício Velloso.
 
Esses neurônios ficam no hipotálamo e precisam ser preservados para que a pessoa se sinta saciada, coma menos e não engorde. Ou seja, além de gastar mais energia do que ingere, é importante evitar a ingestão de gordura saturada e manter uma dieta rica em frutas, verduras, legumes e fibras, que ajudam a aumentar a sensação de saciedade.

Bem Estar - Infográfico sobre saciedade VALENDO (Foto: Arte/G1)


Para comprovar a ação da gordura nos neurônios, um estudo da Universidade Estadual de Campinas acompanhou 13 obesos que passaram por cirurgia bariátrica e 9 magros – por meio de um exame, foi possível perceber que os obesos têm uma resposta cerebral da saciedade pior e, depois da cirurgia, essa resposta melhorou em alguns casos, mas nunca 100% porque provavelmente já houve perda de neurônios.
 
Isso acontece porque o sistema imunológico interpreta a gordura saturada como um potencial risco já que certas bactérias prejudiciais ao corpo têm o mesmo tipo de gordura. Por isso, são produzidas citocinas para matar essa ameaça, o que causa uma inflamação e a perda dos neurônios. Com isso, a pessoa acaba comendo mais e tem o risco maior de desenvolver obesidade e todas as doenças associadas a ela, como diabetes, hipertensão, aterosclerose e até alguns tipos de câncer.
 
Entre os alimentos que têm esse tipo de gordura e devem ser evitados, estão o bacon, bolos industrializados, biscoitos, chantilly e creme de leite. Por outro lado, existem os alimentos com fibras, que aumentam a sensação de saciedade já que demandam um tempo maior de digestão.
 
A dica dos especialistas, portanto, é preferir cereais integrais, frutas com casca, verduras, legumes e também fontes de proteína, como iogurtes desnatados, queijos, carnes, ovos e castanhas. Além disso, opções como farelo de trigo, aveia e chia também são benéficas para serem associadas às refeições.
 
Outra dica importante é fatiar os pedaços de alimento no prato – segundo o endocrinologista Alfredo Halpern, isso dá a impressão de maior quantidade de comida e obriga a pessoa comer mais devagar. O fato de comer devagar, inclusive, é muito importante para ficar mais satisfeito no fim da refeição, como explicaram os especialistas.
 
Ao contrário do que a maioria pensa, ingerir vegetais e queijo na hora do lanche aumentam muito mais a saciedade do que lanches calóricos.
 
Antes das refeições principais, a recomendação é tomar um copo de água ou um líquido com baixa caloria, como chás, ou comer um prato de sopa de legumes, por exemplo, para sentar à mesa com menos fome e, assim, evitar excessos
 
Fonte Bem Estar

Água contaminada com radiação tem vazado para o Pacífico há dois anos

Foto tirada nesta terça-feira (6) mostra funcionários do governo e especialistas em energia nuclear inspecionando um local de construção para prevenir o vazamento para o mar da água contaminada.  (Foto: AFP Photo/Japan Pool via Jiji Press)
Foto: AFP Photo/Japan Pool via Jiji Press
Funcionários do governo e especialistas em energia nuclear
inspecionaram construção para prevenir o vazamento para
o mar da água contaminada
Constatação sobre vazamento de Fukushima é do governo do Japão. Primeiro-ministro japonês definiu situação como um problema grave
 
O governo do Japão acredita que, durante os últimos dois anos, água contaminada com radiação tem vazado para o oceano Pacífico a partir da usina nuclear de Fukushima Daiichi, disse uma autoridade do Ministério da Indústria nesta quarta-feira (7). As informações são da Reuters.
 
Mais cedo, o funcionário disse que cerca de 300 toneladas de água contaminada estão vazando no mar por dia a partir da usina nuclear de Fukushima, que foi atingida por um terremoto seguido de tsunami em março de 2011.
 
Também nesta quarta-feira, o primeiro-ministro japonês, Shinzo Abe, comprometeu-se a intensificar os esforços do governo para conter o vazamento de água radiativa.
 
Abe ordenou ao ministro da Economia, Comércio e Indústria a lidar urgentemente com a situação e garantir que a operadora da usina, a Tokyo Electric Power Co, tome as medidas apropriadas para realizar a limpeza, que deve durar mais de 40 anos e custar 11 bilhões de dólares.
 
A operadora disse também nesta quarta que não pode confirmar a quantidade exata de volume de água contaminada que está vazando para o oceano. "Nós não somos capazes atualmente de dizer claramente o quanto de água está realmente fluindo para o oceano", disse o porta-voz da Tokyo Electric Power Noriyuki Imaizumi, em resposta à pergunta de um repórter sobre a estimativa do governo.
 
Problema urgente
De acordo com a AFP, a água contaminada da central nuclear de Fukushima que chega ao mar é um problema 'urgente' e as autoridades reforçarão as atividades para solucionar a questão, anunciou o primeiro-ministro Abe.
 
"Estabilizar a central de Fukushima é nosso desafio. E, em particular, a água contaminada representa um problema urgente que provoca muita inquietação entre a população", explicou Abe durante reunião de um comitê de crise governamental sobre o tema.

Fonte G1