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sexta-feira, 9 de agosto de 2013

Município do Rio ganha primeiro centro 24 horas para atendimento a dependentes químicos

Rio de Janeiro – O primeiro Centro de Atenção Psicossocial para atendimento a usuários de álcool, crack e outras drogas (Caps-AD), com funcionamento 24 horas, foi inaugurado ontem (8) na capital fluminense. O local é preparado para receber pacientes em momentos de crise e dispõe de oito leitos para tratamento de desintoxicação com até 15 dias de duração.
 
Ao lado do Caps-AD, foi inaugurada uma Unidade de Acolhimento Adulto (UAA), com 30 leitos, para tratamentos mais longos, até três meses. Os dois imóveis ficam no bairro de Jacarepaguá, dentro da área da antiga Colônia Juliano Moreira, onde eram segregadas pessoas com problemas mentais ou usuárias de drogas e álcool.
 
A coordenadora de Saúde Mental do município, Karen Aquino, disse que as internações são voluntárias e os pacientes não são obrigados a permanecer no local. Mesmo após o período de alta, eles podem continuar frequentando o centro para prosseguir com o tratamento.
 
“O Caps-AD é dirigido a pacientes em crise, com intoxicações de leve a moderada, que precisam de um acolhimento pontual de até 15 dias para se restabelecer e voltar a fazer o tratamento. Na UAA, já é uma situação na qual o paciente precisa de um afastamento do local onde ele está ou do local do uso de droga, para um período maior, a fim de restabelecer os laços sociais e de parentescos”, explicou.
O tratamento é individualizado, caso a caso, e envolve diversos profissionais, incluindo médicos clínicos, psiquiatras, enfermeiros, técnicos em enfermagem, psicólogos, musicoterapeutas e terapeutas ocupacionais. Segundo Karen, a maior parte do atendimento no sistema municipal dedicado à área é de usuários de álcool, sendo que o uso de crack responde por uma parte menor, de 20%.
 
O secretário municipal de Saúde, Hans Dohmann, participou da inauguração e ressaltou a necessidade de se construir mais unidades voltadas ao tratamento de usuários de álcool e drogas. “É um modelo novo para a cidade, dentro da política do Ministério da Saúde, e que é um passo dentro do grande esforço que a prefeitura vai fazer nos próximos anos, para avançar na atenção psicossocial. Nosso planejamento é termos um equipamento deste em cada área programática da cidade, para dar conta das necessidades de cada região”, disse.
 
De acordo com o secretário, o Ministério da Saúde preconiza um Centro de Atenção Psicossocial (Caps) para cada 200 mil habitantes. Até 2014, ele prevê a inauguração de mais duas unidades semelhantes na cidade. A preferência de atendimento será para as pessoas que residam dentro da área abrangida pelo centro, mas qualquer um pode procurar a unidade para obter informações sobre locais de atendimento. Os telefones de contato são: (21) 3412-8356 e 2293-4192.

Fonte Agência Brasil

Médicos pedem no Senado carreira de estado e derrubada dos vetos à Lei do Ato Médico

Brasília – Os presidentes do Conselho Federal de Medicina, Roberto d’Ávila, e da Federação Nacional dos Médicos (Fenam), Gilberto Ferreira, conversaram ontem (8) com o presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), sobre a Medida Provisória (MP) 621, que cria o Programa Mais Médicos, e pediram apoio do parlamentar para a derrubada do veto presidencial ao Projeto de Lei do Ato Médico.
 
D'Ávila e Ferreira insistiram que os médicos estrangeiros que venham a ser contratados pelo programa passem pelo exame Revalida, para ter seus diplomas aceitos no Brasil, e pediram que seja aprovada a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 434, que cria carreira de Estado para médicos. Ambos afirmaram que o governo está “boicotando” os médicos brasileiros que se inscrevem no programa.
 
“Sempre se diz que os médicos não querem ir para o interior, e isso é mentira. Eles querem ir para o interior, se houver estrutura e carreira, como vão promotores, militares e juízes. Queremos ir para o interior, não aceitamos essa acusação", disse d'Ávila. O médico destacou que, recentemente, surgiu a informação de que não havia brasileiros inscritos no Programa Mais Médicos.
 
"Nós inscrevemos 18 mil médicos e 8 mil foram impedidos, sob o argumento de que o [registro no] CRM [Conselho Regional de Medicina] era inválido. Tudo para privilegiar médicos formados no exterior, para que entrem no país sem revalidação do diploma e até, como foi dito ontem [7], que brigadas sanitárias cubanas venham para catequizar o povo mais carente e vulnerável do Brasil. É contra isso que estamos lutando”, afirmou d’Ávila.
 
Para o presidente da Fenam, Gilberto Ferreira, a MP 621 pode ser um “instrumento útil” apenas se estiver atrelada à garantia de direitos trabalhistas e condições de trabalho. Ele ressaltou a importância de transformar os médicos em funcionários públicos federais, de modo a garantir que a União arque com os custos de manter esses profissionais em lugares remotos ou municípios do interior. “Algumas prefeituras não têm condição de remunerar esses profissionais. Por isso, defendemos um concurso federal e que o governo federal disponibilize os médicos para as prefeituras”, disse Ferreira, após o encontro.
 
Ele ressaltou que a falta de estrutura para atendimento também é um problema grave, que precisa ser corrigido para proporcionar a ida dos médicos para os locais onde há carência. Segundo Ferreira, não é mais possível contar com o “curanderismo” na hora de atender à população. “Hoje não se faz mais medicina dessa forma. Não precisamos de médicos heróis, precisamos de médicos voltados para critérios científicos."
 
D'Ávila e Ferreira disseram que os médicos vão buscar apoio dos pacientes para uma campanha contra o programa e a favor da derrubada do veto à Lei do Ato Médico. Segundo d’Ávila, os médicos estão agindo politicamente e tendem a mostrar mais força dessa maneira. “Não queremos peitar o Congresso, queremos vencer pela força do argumento. A nossa força é a possibilidade de colaborar, é cada paciente que atendemos e que será prejudicado com essa medida. Se o Congresso não ouvir o apelo da população, aí não podemos fazer nada. Mas vamos continuar orientando os pacientes para que, na hora do voto, saibam exatamente quem os respeita. Todo ser humano é um ser político, e o médico também é”, disse o presidente do d'Ávila.
 
A comissão especial que vai analisar e votar emendas à MP 621 deveria ter sido instalada quarta-feira (7), mas a reunião foi adiada para a próxima semana. É provável que a presidência fique com o senador João Alberto (PMDB-MA) e a relatoria com o deputado Rogério Carvalho (PT-SE).

Fonte Agência Brasil

Médicos e estudantes de medicina protestam na Câmara contra MP 621

Brasília – Dezenas de médicos e estudantes de medicina de vários estados promoveram ontem  (8), na Câmara do Deputados, ato contra a Medida Provisória (MP) 621, que cria o Programa Mais Médicos, e os vetos à Lei do Ato Médico. Deputados e representantes da categoria criticaram a edição de uma MP para discutir o problema da saúde no Brasil e a possibilidade de contratação de médicos estrangeiros.
 
"Este é o ato de afirmação do Parlamento. Por isso, somos contra o vetos à Lei do Ato Médico e a MP 621", disse o vice-presidente do Conselho Federal de Medicina (CFM), Aloísio Tibiriçá Miranda.
 
O ato de protesto foi organizado pelo CFM, pela Associação Médica Brasileira (AMB), pela Associação Nacional dos Médicos Residentes (ANMR) e pela Federação Nacional Nacional dos Médicos (Fenam).
 
Lançado no início de junho pelo governo, o Programa Mais Médicos prevê a contratação de médicos para atuar na saúde básica em municípios do interior e na periferia das grandes cidades. Além da MP, foi publicada portaria conjunta do ministérios da Educação e da Saúde que fixa as diretrizes do programa.
 
Fonte Agência Brasil

quinta-feira, 8 de agosto de 2013

Mercado de saúde móvel deve alcançar US$ 26 bi até 2017

Crescimento chegará a 61% devido às vendas de dispositivos móveis de monitoramento e a integração com a medicina em geral
 
O mercado para aplicativos móveis de saúde e dispositivos associados crescerá anualmente de forma composta a uma taxa de 61%, até atingir 26 bilhões de dólares de receita em 2017, segundo um novo relatório, da Research e Markets. Grande parte dessa receita não virá do download de softwares, mas das vendas de dispositivos e serviços de saúde móvel, declara o relatório.
 
Com base em parte em uma pesquisa com 324 “líderes de opinião”, o relatório também estimou que cerca de 50% de usuários de tablets e smartphones, irão baixar aplicativos de saúde móvel – mHealth – nos próximos cinco anos. Em comparação, 11% dos usuários de celular e 19% dos usuários de smartphones, tinham apps mHealth em seus dispositivos em 2012, segundo uma pesquisa da Pew Internet .
 
O estudo da Research and Markets prevê que a inserção dos usuários de smartphone será o que levará o crescimento dos aplicativos mHealth e que “os compradores continuarão a impulsionar o mercado”. Os aplicativos primeiro entrarão nos canais de distribuição tradicionais de saúde; a segundo geração terá seu foco em doenças crônicas; e então o modelo de mHealth se ampliará.
 
O relatório divide o desenvolvimento do mercado mHealth em três fases. Passada a fase inicial de triagem, o mercado agora entrou no estágio de comercialização. Isso é caracterizado por “um grande aumento de ofertas de soluções, a criação de novos modelos de negócios e a concentração nos interesses particulares das pessoas em sua saúde, pacientes e empresas como os principais grupos-alvo”, afirma o relatório.
 
A terceira fase, na qual os aplicativos mHealth se tornarão parte dos planos de tratamento dos médicos, está sendo principalmente adiada pelas “regras inexistentes”, explica ainda o relatório. Essa parte faz referência para a regra muito adiada da Food and Drug Administration (FDA), acerca do uso dos aplicativos mHealth como dispositivos médicos. Alguns especialistas veem a ausência das regras da FDA, esperada para chegar até o final do ano, como um impedimento para investimento em projetos de aplicativos para pessoas com doenças crônicas.
 
Há outros grandes obstáculos para a integração dos aplicativos de saúde com a saúde em geral. Uma das dificuldades da integração dos dados de monitoramento com o workflow clínico e os registros eletrônicos de saúde. Outro impedimento é a atual falta de pagamento para os médicos que visualizam esses dados.
 
A hipótese do relatório é que na próxima fase do mercado, “as seguradoras de saúde irão se tornar as principais pagadoras, especialmente para as soluções mais avançadas de mHealth (segunda geração de aplicativos de saúde)”. Hoje, no entanto, a maioria dos planos de saúde não paga nem para monitoramento em casa, imagine o uso de aplicativos móveis para tratamento. Três grandes seguradoras concordaram em cobrir o aplicativo de gerenciamento de diabetes WellDoc como um benefício, mas isso por enquanto é uma exceção.
 
John Moore, fundador e CEO da Chilmark Research, que também estuda o mercado móvel de saúde, disse à Information Week Healthcare, que a transição para os novos métodos de reembolso pode remodelar a atitude dos médicos acerca da saúde móvel. “Estamos indo ao encontro de um modelo de cuidado, onde os provedores estão tomando os riscos financeiros e com isso vemos inúmeras organizações monitorando pacientes que estão fora de seus centros de cuidados. Mas tudo é muito preliminar – são programas pilotos. Ainda não houve grandes resultados de nada disso”, ele afirmou.
 
Mesmo que a previsão da Research and Markets sobre os downloads de aplicativos mHealht se provar verdadeira, Moore continuou, a maioria desses aplicativos continuará a ser apenas de referência médica e programas de exercício/ bem-estar. “A grande maioria não será integrada (com planos de tratamentos médicos)”, ele afirmou.
 
Entretanto, ele admitiu, as previsões são turvas no momento. Um fator que pode mudar a equação é a proposta do critério 3 do Uso Significativo (Meaningful Use). Entre muitas coisas, ela exige que os EHRs (registros eletrônicos de saúde), aceitem dados gerados pelos pacientes, incluindo dados biométricos de peso, pressão sanguínea e glicemia.
 
E o problema com o workflow? “Talvez os dados entrem nos sistemas com base na nuvem que os converterão para o EHRs”, ele sugeriu. Mas os médicos ainda podem ficar relutantes com a visualização dos dados, a não ser que sejam convencidos que isso os ajudará a prover um melhor cuidado sem aumentar a sua responsabilidade.
 
Enquanto isso, ele observou, muitas empresas estão criando novos aplicativos relacionados a dispositivos de monitoramento, para “pegar a onda” criada pela Nike e outras empresas de fitness. No momento, ele disse, algumas empresas vendem seus dispositivos com aplicativos gratuitos e juntam a eles outros apps que têm taxa. Por exemplo, um app de fitness pode ser combinado com um programa de perda de peso usando os mesmo dados.
 
“O que não encontramos ainda é se há uma convergência entre as necessidades de consumo para atividades de saúde e bem-estar e quando os provedores vão usá-la no contexto de prestação de cuidados e monitoramento de um paciente a longo termo”, finalizou Moore.
 
* Por Ken Terry, da InformationWeek Healthcare EUA

 ** Tradução: Alba Milena, especial para a InformationWeek Brasil
 
Fonte SaudeWeb

12 motivos para consumir mais água durante o dia

Entenda como esse líquido é um santo remédio para o corpo
 
Quem consome água de forma regular durante o dia ajuda o corpo a funcionar melhor, previne problemas de saúde e até fica mais bonito.
 
"A água tem um papel regulador de muitas funções de nosso organismo. a quantidade de água que consumimos tem um papel fundamental desde o controle da temperatura até o bom funcionamento do sistema circulatório", explica o fisiologista Raul Santo de Oliveira, da Unifesp.

Para saber a quantidade certa de água para consumir, basta multiplicar o seu peso corporal por 0,03. Assim, uma pessoa com 70 quilos, por exemplo, deve tomar aproximadamente 2,1 litros de líquido por dia.
 
"É importante lembrar que esse cálculo é feito de maneira geral, mas a necessidade de água varia de pessoa para pessoa.
 
Uma atleta de alto rendimento, por exemplo, pode perder um litro de água por hora, e por isso precisa de uma maior ingestão", diz o fisiologista.
 
A seguir, conheça 12 motivos para deixar sempre um copo de água por perto:
 
Pressão do sangue- Foto Getty Images1.Controlar a pressão sanguínea: Um estudo feito pela Vanderbilt University Medical Center, nos Estados Unidos, mostrou que a água sem nenhum aditivo pode ter um papel importante para regular a pressão sanguínea. "A água tem grande influencia no controle da pressão, já que a sua presença determina a densidade do sangue. É por isso que em alguns aparelhos medidores, a pressão é medida em porcentagem de água no sangue", explica Raul Santo.
Cãibra- Foto Getty Images2.Previne cãibras: As cãibras aparecem quando há um desequilíbrio hidroelétrico em nossos músculos, causando uma contração involuntária da musculatura. "Elas acontecem por que existe um desequilíbrio na quantidade de água de nossos músculos.
 
Beber água regularmente ajuda manter o equilíbrio hidroelétrico e o bom funcionamento das células musculares", diz o fisiologista.
 
Dor no peito- Foto Getty Images3.Protege o coração: Um estudo feito pela Loma Linda University, nos Estados Unidos, mostrou que pessoas que bebem mais de cinco copos, o que equivale em média a dois litros, de água diariamente, têm menos chances de sofrer ataques cardíacos ou outras doenças do coração do que aqueles que bebem menos do que isso. "Com o sangue mais diluído, ele flui com mais facilidade pelos vasos sanguíneos, diminuindo as chances de infartos e derrames", explica o fisiologista.
 
Digestão- Foto Getty Images4.Melhora o funcionamento do intestino: Quando o intestino não está funcionando muito bem, uma boa dica é comer mais fibras e ingerir mais água também.
 
Aliás, ingerir muitas fibras e pouca água provoca o efeito reverso: intestino preso. Isso mesmo, a água auxilia na lubrificação das paredes intestinais e na movimentação do bolo fecal, evitando constipação e a formação de gases.
 
Beber água - Foto: Getty Images5.Aumenta a resistência física: Durante exercícios físicos, a perda de água pelo suor faz com que nosso desempenho piore. Esse processo pode ser observado também longe do treino. De acordo com o especialista, algumas profissões exigem um esforço muito grande do corpo, e consequentemente, há uma perda maior de água pela transpiração. "Um carteiro ou um entregador, por exemplo, se não tomarem cuidado com a hidratação, não conseguirão fazer um bom trabalho, já que realizam um esforço físico muito grande durante o dia". Além da hidratação, a água ajuda a controlar a temperatura do corpo, e assim melhora o rendimento em alguns esportes.
 
água- Foto Getty Images6.Limpa o organismo: De acordo com a nutricionista Márcia Curzio, o consumo de água é vital para o bom funcionamento do organismo, já que quando não nos hidratamos corretamente, substâncias tóxicas e prejudiciais ficam retidas no organismo, abrindo o caminho para o aparecimento de algumas doenças. "A cada 500 gramas de gordura que o organismo metaboliza, são produzidos e despejados no organismo cerca de 550 gramas de um mix de água e resíduos que tende a se acumular cada vez mais. Para que sejam eliminados, só há um meio: botar mais água para circular no corpo, o que proporciona uma espécie de faxina interna, garantindo o equilíbrio hídrico do organismo", explica Márcia Curzio.
 
Pedra nos rins - Foto Getty Images7.Protege contra pedra nos rins: Beber muita água é a principal maneira de se proteger da formação de um cálculo no rim. Quanto mais água bebermos, mais o nosso sangue circulará e ficará diluído, facilitando o trabalho dos rins na hora de excretar nutrientes que não são mais necessários em nosso organismo. "A ingestão continua de água faz com que nossos rins trabalhem constantemente devido ao maior volume de sangue. E isso acontece sem sobrecarregar os rins, mantendo sua função de "limpar" o sangue eficiente", diz o urologista Roberto Maluf, do Hospital Santa Cruz.
 
Salada - Foto Getty Images8.Transporte de nutrientes: A água também é fundamental para que ocorra um bom transporte de nutrientes em nosso organismo. Segundo o fisiologista Raul Sano, sem ela, o sangue fica mais denso e, consequentemente, menos capaz de transportar nutrientes como vitaminas e minerais para nossas células. "A parte líquida do sangue, chamada de plasma, deve corresponder a 55% do sangue. Se essa proporção diminui pela falta de água, as células não recebem todos os nutrientes que deveriam".
 
Perder Peso- Foto Getty Images9.Ajuda a emagrecer: Por aumentar a atividade no sistema nervoso, e assim elevar o nível de energia gasto, o hábito de beber água constantemente também promove a perda de peso. De acordo com cientistas do Vanderbilt University Medical Center, uma pessoa que beba três copos de água por dia pode perder três quilos em um ano, sem mudar em mais nada sua rotina. Isso não resolve o problema de excesso de peso, mas ajuda quem quer emagrecer a entender como o sistema nervoso funciona. De acordo com a endocrinologista Alessandra Rascovski, se ingerirmos bastante líquido durante o dia, conseguiremos manter o estômago relativamente preenchido. Isso significa maior saciedade e, por sua vez, menor comida ingerida.
 
Olhos- Foto Getty Images10.Protege os olhos: Manter o organismo hidratado é essencial para que os olhos fiquem protegidos de lesões.
 
"Os olhos são órgãos muitos sensíveis a desidratação. Por isso, manter o organismo com níveis de água elevados, protege os olhos de ressecamento que podem levar a problemas oculares como inflamações e infecções", diz Raul Santo.
 
Vitaminas - Foto Getty Images11.Absorção de vitaminas: as vitaminas C e do complexo B são hidrossolúveis, ou seja, só são absorvidas pelo organismo com a presença de água.
 
"Ao contrário das vitaminas lipossolúveis, que ficam armazenadas no tecido adiposo, as vitaminas hidrossolúveis precisam ser consumidas regularmente, assim como a água, já que são eliminadas pela urina", diz Raul Santo.
 
Pele- Foto Getty images12. Manter a pele jovem: Um dos primeiros sinais da falta de água (desidratação) se dá na pele e nas mucosas. "Entre as células, temos um líquido intersticial que ajuda na sustentação da pele, entre outras funções. A falta de ingestão de água deixa a pele flácida e sem viço", explica a dermatologista Daniela Taniguchi. A pele perde o turgor, demorando para voltar ao seu estado natural, quando sofre uma distorção. Por exemplo, quando beliscamos a pele, ela logo deve voltar ao seu estado normal ao soltarmos. Se isso demora para acontecer, é sinal de que está desidratada e flácida. Além de deixar a pele hidratada e firme, beber água também favorece a excreção de toxinas, substâncias que prejudicam a pele.
 
Fonte Minha Vida