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sábado, 10 de agosto de 2013

Saiba o que são, as causas e sintomas das varizes pélvicas

Saiba o que são, as causas e sintomas das varizes pélvicas Piotr Marcinski/Deposit Photos
Depressão, dores fortes na região pélvica e intenso sangramento
 menstrual são alguns dos sintomas
Problema é comumente associado a doenças ginecológicas e acomete principalmente as mulheres após os 30 anos
 
Depressão, baixa autoestima, intensas dores na região pélvica, sensação de peso antes da menstruação, cólicas fortes, intenso sangramento menstrual e incômodos durante e após as relações sexuais. Sintomas que são normalmente associados a doenças ginecológicas podem, na verdade, esconder uma disfunção ainda pouco conhecida, mas que acomete principalmente as mulheres depois dos 30 anos: as varizes pélvicas.

Considerada a principal causa da dor pélvica crônica, esse tipo de varizes causa dor no útero, ovários e vulva. Segundo o especialista em cirurgia vascular periférica e tratamento a laser Ary Elwing, o problema é causado pelo hormônio feminino estradiol, que dilata as veias ovarianas e uterinas, principalmente em mulheres que já tiveram duas ou mais gestações, têm ovário policístico ou disfunções hormonais.

— Pesquisas na área mostram que um terço das mulheres já sentiu ou vai sentir algum tipo de dor pélvica. Então, é importante que os médicos estejam atentos aos sintomas porque, embora a doença não tenha cura, evitar um diagnóstico errado possibilita ao paciente ter uma vida normal e sem dores — explica o especialista.

Diagnóstico e tratamento
Muitas vezes, a doença é descoberta acidentalmente, durante uma ultrassonografia de rotina ou uma cirurgia abdominal. Entretanto, quando os sintomas são mais evidentes, o diagnóstico é simples, feito por ultrassom transvaginal ou por um exame chamado flebografia, que consiste na injeção de contraste para radiografar o sistema venoso.

O tratamento pode ser feito de duas maneiras. Uma delas é igual ao realizado para as varizes das pernas, onde é utilizada a medicação flebotômicas. Já nos casos mais graves, recomenda-se a embolização ou escleroterapia endovascular, que são métodos cirúrgicos que visam à remoção de todo o bloco varicoso.
 
Fonte Zero Hora

Casais que dormem mal discutem mais, aponta pesquisa

Casais que dormem mal discutem mais, aponta pesquisa reprodução/divulgação
Casais que brigam mais são menos felizes e menos saudáveis
Sono ruim compromete a capacidade dos casais de gerenciar conflitos
 
Uma nova pesquisa confirma que noites de sono ruins trazem mais brigas para o cotidiano do casal em um relacionamento. As psicólogas Amie Gordon e Serena Chen, da Universidade da Califórnia, em Berkeley, descobriram que as pessoas estão muito mais propensas a começar discussões com seus parceiros de relacionamento e provocar mais tensão entre os dois depois de uma noite mal dormida.
 
— Casais que brigam mais são menos felizes e menos saudáveis. Nossa pesquisa ajuda a elucidar um fator que leva os casais a se envolverem em conflitos desnecessários e prejudiciais ao mostrar que eles experimentam conflitos mais frequentes e graves depois de noites sem dormir — disse Amie.
 
Embora estudos anteriores indiquem que a falta de sono tem um impacto negativo sobre as relações amorosas, as novas descobertas lançam mais luz sobre como o sono ruim compromete a capacidade que os casais têm de gerenciar conflitos, disseram as pesquisadoras.
 
As pesquisadoras coletaram dados sobre os hábitos de sono de mais de 100 casais que estavam juntos, em média, por quase dois anos. Elas descartaram pessoas com depressão, ansiedade e outros fatores de estresse, para se concentrar exclusivamente na ligação entre a qualidade do sono dos casais e os conflitos no relacionamento.
 
Em um teste, 78 jovens adultos em relacionamentos românticos tiveram que fazer relatórios diários ao longo de duas semanas sobre a sua qualidade de sono e as tensões que aconteceram no relacionamento durante esse período. No geral, os participantes relataram mais discórdia com seus parceiros naqueles dias seguidos de uma noite ruim de sono.
 
— Mesmo entre os relativamente "bons dorminhocos", uma má noite de sono foi associada a mais conflitos com seu parceiro romântico no dia seguinte — disse Serena.
 
Em um segundo teste, 71 casais entraram no laboratório e avaliaram como haviam dormido na noite anterior, e, em seguida, ao serem filmados, discutiram com seus parceiros uma fonte de conflitos em seus relacionamentos. Cada um deles avaliou suas próprias interações emocionais e as do seu parceiro ou parceira ao longo da conversa conflituosa e os dois avaliaram se conseguiram resolver o desentendimento.
 
Os participantes que tinham dormido mal e seus parceiros relataram sentir mais coisas negativas em relação ao outro durante a discussão.
 
Os resultados foram publicados online no periódico Social Psychological and Personality Science.

Fonte AFP/Zero Hora

Você sabe administrar o seu tempo?

Com agenda de compromissos que já não cabem nas 24h do dia, para muita gente a falta de tempo tornou-se mais uma fonte de estresse e angústia
 
As pessoas hoje têm suas vidas cronometradas, diz a psicóloga e mestre em Aconselhamento de Carreira pela UFRGS Alyane Audibert Silveira. Ela atende pacientes preocupados com relógios em que não cabem todas as horas necessárias para cumprirem suas tarefas diárias. É um problema característico de nossa época, representado pelo famoso "deixar tudo para a última hora", resultado mais conhecido do excesso de tarefas e da falta de método para cumpri-las.

— O que a gente vê é a procrastinação imperando. Quando a pessoa se dá conta, está em cima do laço — alerta Alyane.

A insegurança é uma das causas que levam aos adiamentos, salienta a psicóloga. Outra é a crença que o atrasado tem de que mais tarde encontrará a concentração necessária para resolver a tarefa do dia, mas no fim acaba se estressando ainda mais porque a inspiração mágica não vem.

Alyane chama a atenção para o sofrimento que o descumprimento de dead lines pode causar. Às vezes, são prazos tão apertados que dificilmente podem ser cumpridos. Frustração é um sentimento comum nessas horas. E quando a vida pessoal acaba atingida — um relacionamento desfeito, a angústia dos filhos por companhia —, aí é sinal de que o problema saiu do controle.

A servidora pública Juliane Luz, 35 anos, é alguém que vive no limite do uso do tempo. Moradora de Porto Alegre, cursa Biblioteconomia na UFRGS pela manhã, trabalha à tarde em Gravataí, repassa estudos das duas filhas (sete e 13 anos) no início da noite e se prolonga pela madrugada nos trabalhos da faculdade — além de tudo, faz monitoria à distância para uma professora e um bico extra, colocando nas normas trabalhos de conclusão. Conseguiu dar certa ordem ao cotidiano ao elencar o que era prioritário. Nos finais de semana, garante tempo para a família.

— Tem momentos em que penso: será que vou conseguir fazer tudo? É difícil, mas procuro coordenar os horários, administrar — afirma Juliane.

É preciso ter claro o que é mais importante e definir prioridades
Doutoranda do Programa de Pós-graduação da UFRGS, a psicóloga Ana Paula Couto Zoltowski reforça que é preciso listar as prioridades na vida e saber dizer "não" quando uma tarefa passa a sugar tanto tempo a ponto de nada sobrar para lazer, família, amigos, namorado(a). É uma decisão difícil, entende Ana Paula:

— A pessoa tem de ter claro o que é mais importante e saber dizer "não, tenho de dar prioridade a isso". Claro que é difícil, vivemos em um mundo em que temos de fazer várias coisas ao mesmo tempo. Hoje, há uma pressão por darmos conta de tudo e sermos ótimos em tudo que fazemos, só que isso não é possível. Temos um limite físico e mental que precisamos respeitar.

Por um ano, o supervisor contábil Fabio Kulczynski, 32 anos, suportou cargas de 70 a 80 horas semanais em seu trabalho na Capital. Chegou um momento em que teve de admitir que não conseguia fazer todo o serviço. Ao final, o chefe concordou que era preciso contratar mais gente para o setor. Entrou um novo funcionário. Depois, outro. A vida melhorou.

Formado em Administração, Kulczynski hoje não costuma levar trabalho para casa e tem tempo para fazer outro curso superior, o de Contabilidade. Sua última decisão foi comprar um celular com agenda eletrônica para combater os adiamentos.

— Eu gosto do modelo de papel, mas às vezes tu não olhas naquele dia e perde o evento. Entrei nessa onda eletrônica agora para ver se não deixo nada para trás — explica.
 
Fonte Zero Hora

Confira três dicas de beleza para mulheres grávidas

Confira três dicas de beleza para mulheres grávidas Jose Torres/Stock.xchng
Mulheres enfrentam muita insegurança na medida em que
seus corpos mudam ao longo da gravidez
Futuras mãe precisam de cuidados especiais nos procedimentos estéticos
 
Você pode tingir o cabelo enquanto está grávida? E ir à manicure? Para esclarecer algumas dúvidas das futuras mamães que precisam de um banho de beleza, uma especialista em saúde alivia algumas preocupações.
 
— Mulheres enfrentam muita insegurança na medida em que seus corpos mudam ao longo da gravidez e muitas se preocupam em manter a aparência sempre linda — explica Mary Rosser, médica do Departamento de Obstetria e Ginecologia e Saúde da Mulher do Centro Médico de Montefiore, e professora no Colégio Albert Einstein de Medicina da Universidade Yeshiva, em Nova York.
 
— Nós trabalhamos duro para separar a verdade da ficção para tranquilizar as mães. Queremos ajudá-las a encontrar maneiras de fazer esse momento especial na vida delas consistente com o jeito com o qual estão acostumadas a viver e a aparentar — completa Mary.
 
É seguro tingir o cabelo durante a gravidez?
De modo geral, tinturas são seguras, mas tente ficar completamente natural durante a gravidez. Se você precisa colorir o cabelo, faça depois do primeiro trimestre e em um lugar bem ventilado: deixe o seu cabelereiro saber que você está grávida e pergunte se existe a opção de não deixar os produtos químicos chegarem ao couro cabeludo.
 
— A verdadeira preocupação é respirar a amônia, que pode ser prejudicial para o desenvolvimento do bebê nos primeiros três meses. Mulheres precisam lembrar que os elementos em produtos de alisamento apresentam o mesmo problema — explica a especialista.
 
Para ter ainda mais precaução, tente usar outras tinturas, como henna.
 
É seguro fazer as unhas?
Sim, mas espere até o segundo trimestre, quando o risco para o feto é menor. Certifique-se também que os instrumentos são esterilizados e peça à manicure para não tirar a cutícula — isso evita a exposição da pele às bactérias e aos germes. Deixe de lado as unhas postiças, pois os adesivos contém químicos, que podem ser inalados quando as unhas são coladas.
 
E o cuidado com a pele?
O hábito com os cuidados com a pele, geralmente, pode continuar o mesmo, mas evite produtos com Retina A ou tetraciclina, que podem causar problemas no parto.
 
— Não dá para evitar totalmente o surgimento de estrias, mas você pode tentar esfregar óleo de vitamina E nas áreas mais vulneráveis — explica Mary.

Fonte AFP/Zero Hora

Diário Oficial publica medida que inclui médico estrangeiro na tributação do IR

Brasília - O Diário Oficial da União publicou ontem (9) instrução normativa que inclui os profissionais estrangeiros contratados por meio do programa Mais Médicos na tributação do Imposto de Renda (IR).
 
De acordo com o texto, a instrução normativa altera a legislação já existente que dispõe sobre a tributação, pelo IR, dos rendimentos recebidos de fontes situadas no exterior e dos ganhos de capital apurados na alienação de bens e direitos situados no exterior por pessoa física residente no Brasil. Também dispõe sobre a tributação dos rendimentos recebidos e dos ganhos de capital apurados por pessoa física não residente no Brasil.
 
O programa foi lançado no dia 8 de julho deste ano, quando o governo federal anunciou a abertura de 10 mil vagas para médicos, para atuação exclusiva na atenção básica de saúde em periferias de grandes cidades, municípios de interior e nas regiões Norte e Nordeste.
 
Os municípios que se increveram para receber os profissionais de saúde apresentaram a necessidade de 15.460 médicos.
 
Fonte Agência Brasil