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quinta-feira, 22 de agosto de 2013

Diretor de hospital elogia médicos estrangeiros e reclama de falta de especialistas

Rio Preto da Eva (AM) - O município de Rio Preto da Eva fica a 80 quilômetros de Manaus (AM). A estrada é cheia de curvas e em diversos trechos é totalmente ladeada pela mata verde e densa, mas apresenta boas condições de tráfego, com asfalto conservado. Em situações normais, a viagem pode ser agradável e não tão demorada. Mas quando chega a hora de se ter um bebê, o trecho parece interminável e cada curva tortura quem nada pode fazer para amenizar a ansiedade e até a dor de um trabalho de parto iniciado.
 
A cada mês, dezenas de mulheres moradoras do município vivem histórias parecidas, segundo o diretor-geral do Hospital Thomé de Medeiros Raposo, Ricardo Honorato, porque faltam médicos especialistas.

A unidade de saúde, única desse porte no município, com cerca de 28 mil habitantes, conta com apenas um clínico geral por plantão de 24 horas. Na avaliação do diretor, que tem formação em administração hospitalar, para dar conta da demanda estimada em 100 atendimentos diários seria necessário que a equipe médica também incluísse ao menos cinco especialistas - cirurgião-geral, ortopedista, anestesista, obstetra e pediatra.
 
"Não temos obstetra aqui, mas se tivéssemos, pelo menos, um cirurgião-geral evitaríamos encaminhar as grávidas com algum risco no parto. Não podemos assumir uma situação que não sabemos se vai ter complicação e comprometer a vida da mãe e do bebê por falta de profissional", disse Honorato à Agência Brasil.
 
Com isso, destacou, muitas crianças que moram na cidade, acabam sendo registradas em Manaus, porque "foram lá só para nascer". É o caso dos três filhos da conselheira tutelar Rosinei Torres de Souza, 33 anos, que se programou com antecedência para fazer o parto dos meninos na capital.
 
 
"Aqui não tem médico e eu também não confio muito na estrutura então, para evitar problemas, me proteger e proteger meus filhos, preferi nas três gestações ir para Manaus uns dez dias antes da previsão da chegada deles e esperá-los nascer na capital", disse Rosinei. "Muita gente aqui faz isso. Foi assim com as minhas cunhadas, minhas amigas. Só nasce aqui se for de emergência ou se a pessoa não tiver condições de ir para Manaus", acrescentou.
 
Ricardo Honorato acredita que a dificuldade de atrair médicos para os municípios do interior do Amazonas pode ser explicada pelo mercado aquecido nas capitais, onde eles encontram "bons salários, mais opções de lazer e oportunidades de reciclagem". Ele defende a contratação de médicos estrangeiros para ocupar vagas ociosas, principalmente no interior do país.
 
"Já trabalhei com muitos médicos estrangeiros que prestavam excelentes serviços à população da Amazônia. Se eles vierem dispostos realmente a trabalhar e a servir acho que podem ajudar a resolver muitos problemas por aqui", disse o diretor-geral do hospital.
 
Agência Brasil

Comunidade indígena amazonense tem assistência de saúde precária

Rio Preto da Eva (AM) - Os 570 índios que vivem no território Beija-Flor, no município de Rio Preto da Eva, a 80 quilômetros da capital amazonense, recebem, em média, duas vezes por mês a visita da equipe de saúde ligada ao Distrito Sanitário Especial Indígena de Manaus, estrutura do Ministério da Saúde.
 
Nas aldeias, os profissionais não médicos como enfermeiros, técnicos em enfermagem e agentes de saúde, pesam e medem as crianças e verificam as condições gerais dos moradores como sintomas de alguma doença e se têm vermes. Já o médico, que passa cinco dias por mês na comunidade, faz consultas e, quando necessário, pedidos de exames.
 
Alguns casos, no entanto, precisam ser tratados no Polo Base, localizado em uma área central do território indígena, que funciona como a primeira referência para as equipes multidisciplinares que atuam nas aldeias. A estrutura, segundo quem trabalha no local, não é adequada. Em um imóvel de apenas dois cômodos moram duas enfermeiras - que se revezam em plantões de 20 dias - e uma técnica de enfermagem. Elas dividem o único quarto do imóvel.
 
O outro cômodo é uma espécie de sala multiuso, onde são feitos atendimentos. Nele também ficam armazenados os medicamentos em uma estante de madeira com isolamento improvisado feito com cortina de TNT – um tipo de pano -, próxima à área que funciona como cozinha.
 
Segundo a enfermeira Eliane Araújo, há cerca de um mês, a índia da etnia Sateré-Mawé, Francinete de Oliveira Cidade, 18 anos, deu à luz na cama da enfermeira. Sentindo fortes dores, ela chegou ao polo ainda de madrugada. Sem ter onde colocar a jovem, a enfermeira pediu que ela se deitasse em sua cama enquanto ligava para o hospital do município para definir os procedimentos. Antes que terminasse a ligação, a criança nasceu.
 
"Eu já estava sentindo muitas dores há algum tempo e corri para cá. Ela me mandou deitar ali na cama, mas não deu tempo de quase nada. O bebê nasceu muito rápido", disse Francinete.
 
"Aqui, a gente não tem estrutura para atender, mas atende o que chegar. Só que não temos uma sala para fazer atendimento de enfermagem, não temos maca ou um local para deixar o paciente em observação após administrar uma medicação forte, por exemplo", disse a enfermeira Elaine Araújo. "O ideal seria que tivéssemos, além disso, ao menos, um laboratório para fazer exames de sangue, urina e fezes", acrescentou à Agência Brasil.
 
Em sua avaliação, o tempo de permanência do médico na região - cinco dias por mês - não é curto, porque, sem estrutura, não teria muito o que fazer. "Nesse polo, a presença de um médico não teria muito sentido porque ele não teria nem lugar para ficar. Ter médico e não ter equipamento, não adiantaria", destacou, ressaltando que um novo polo, mais moderno e mais bem equipado, deve ser construído na região em 2015.
 
Já o coordenador-geral das aldeias do território Beija-Flor, o índio Francisco Pinto da Silva, da etnia Sateré-Mawé os cinco dias de permanência do médico não são suficientes para atender toda a demanda das aldeias, mas reconhece que a unidade não tem estrutura adequada para uma estadia maior do profissional.
 
"Esse tempo de permanência do médico na aldeia não é suficiente, porque quando ele sai ainda fica muita gente [sem atendimento], quem chega depois para encaminhamento [para exame] ou para receita, acaba não sendo atendido. O ideal seria que tivéssemos o médico por uns dez ou 15 dias", disse Francisco.
 
De acordo com a equipe de saúde que atua no local, os casos mais comuns entre os índios das aldeias do território Beija-Flor são picada de cobra, em que o paciente é encaminhado diretamente ao hospital da região, e malária. Quando há suspeita da doença, é possível fazer o teste rápido no polo, que possui o kit necessário. Se o resultado for positivo, os profissionais pegam a medicação na unidade hospitalar de Rio Preto da Eva e levam para o paciente, que não precisa deixar a aldeia.
 
Fora do território, a doença também é comum. A empregada doméstica Francisca Pinto da Silva, 50 anos, moradora de Rio Preto da Eva, já teve crises de malária cinco vezes. Em todas elas, disse que foi atendida nas unidades de saúde do município e recebeu a medicação. "Eles me atenderam bem todas as vezes e fiquei boa, graças a Deus", disse.
 
Os distritos sanitários especiais indígenas estão localizados em uma área que vai desde a região metropolitana da capital amazonense até o centro-leste do estado. No distrito, segundo dados do Ministério da Saúde, 24.064 indígenas são atendidos. A etnia de maior população é a Mura.
 
Agência Brasil

Equipamentos deteriorados, falta de médico, e de saneamento afetam saúde de quilombolas

Itapecuru-Mirim (MA) - A dona de casa Maria da Anunciação Ferreira, 64 anos, mora em uma comunidade quilombola na zona rual de Itapecuru-Mirim, no Maranhão. A casa onde vive com a família tem paredes de taipa e telhado de palha de babaçu. O banheiro, também de palha, fica fora da casa. Sem nenhum tipo de saneamento básico, a água vem de uma mangueira do poço de um vizinho.
 
"Ele mandou cavar o poço, aí tem um motorzinho que puxa a água. Ainda hoje ele não encheu e a caixa está até seca", disse, apontando para a caixa d´água instalada atrás da casa, no espaço de chão de terra batida, usado para os banhos da família.
 
As condições em que vive a ex-lavradora não são raras no município, localizado a 120 quilômetros da capital São Luís. Já na entrada da cidade é possível ver diversas casas semelhantes, também feitas com taipa e palha de buriti, sem abastecimento de água ou rede coletora de esgoto. De acordo com servidor da prefeitura, está em andamento um projeto para levar esgotamento sanitário a todas as áreas do município. Segundo a Companhia de Saneamento Ambiental do Maranhão (Caema), a obra está sendo feita com recursos do Projeto de Aceleração do Crescimento (PAC) 2 e deve ser concluída em 2014. Atualmente, o esgoto bruto é lançado por meio de fossas sépticas diretamente no solo.
 
O aspecto insalubre das moradias, principalmente na área rural do município, não é a única ameaça à saúde da população. Na Unidade Básica de Saúde (UBS) que atende a mesma comunidade, conhecida como Santa Rita dos Pretos, faltam medicamentos e os equipamentos estão deteriorados. A maca ginecológica está enferrujada e o armário onde se guardam lençóis e toalhas está empenado e também tem marcas de ferrugem. Um cartaz é usado para vedar parcialmente as gavetas, na tentativa de evitar a entrada de poeira pelas frestas.
 
"Aqui falta é muita coisa, como uma estrutura maior. O médico só vem uma vez por mês, mas quando ele está aqui para fazer os atendimentos ele usa essa salinha pequena, a enfermeira usa a outra e a gente tem que fazer a medicação em pé, no paciente, no banheiro", contou a técnica em enfermagem, Joviliana do Livramento Pires.
 
A lavradora Maria dos Santos Aragão, 60 anos, chegou ao posto com a pressão um pouco alterada, conforme constatou a técnica mas, sem o medicamento disponível, voltou para casa para "fazer um chá".
 
"Minha cabeça está doendo e por isso vim aqui para ver se era pressão. Mas não tem o remédio, vou ter que ir para casa fazer um chazinho de cidreira mesmo para ver se diminui", disse Maria.
 
A reportagem não conseguiu contato com a Secretaria de Saúde de Itapecuru-Mirim enquanto esteve na cidade. Apesar de ter marcado entrevista com o prefeito da cidade, Magno Amorim, ele não compareceu ao local marcado, no caso, uma churrascaria do município. A reportagem também tentou ouvir a versão do prefeito e da secretária de Saúde, Flávia Bezerra, por telefone – fixo e celular – não foi atendida e não obteve retorno.

De acordo com dados do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento, Itapecuru-Mirim ocupa a 4.167ª posição entre os 5.565 municípios brasileiros no Índice de Desenvolvimento Humano Municipal, divulgado no mês passado. O indicador (0,599), classificado como baixo, leva em conta renda, longevidade e educação.
 
Agência Brasil

Dez perguntas respondidas sobre varizes

Para ter pernas lindas e livres de varizes exercite-se, evite a
obesidade e use meias elásticas de compressão
Elas deixam as pernas feias, mas, além disso, são sinais aparentes de uma doença que precisa ser tratada. Especialistas respondem as dúvidas mais comuns sobre varizes
 
Comuns nas pernas, as varizes podem ser causadas por fatores hereditários, falta de exercícios físicos e envelhecimento. Se não tratadas, podem romper, formar feridas na pele ou se transformar em flebite e até causar trombose. 
 
Para entender as causas, tratamentos e formas de prevenção, conversamos com os médicos Rogério Abdo Neser, diretor científico da Sociedade Brasileira de Angiologia e Cirurgia Vascular (SBACV); Gilberto Narchi Rabahie, cirurgião vascular do Hospital do Coração de São Paulo; e com Celso Bregalda Neves, secretário-geral da SBACV, e respondemos a seguir as dez perguntas mais comuns quando o assunto são as varizes. 
 
O que são as varizes?
As varizes são veias dilatadas e tortuosas, normalmente nas pernas, com sangue acumulado de maneira irregular. Além de deixar as pernas feias, podem causar dor e inchaço. As veias ficam dilatadas porque as válvulas que levam o sangue ao coração não funcionam corretamente, retendo e acumulando sangue, e causando consequentemente o alargamento da veia.
 
Quais são as causas das varizes?
Os dois principais fatores são hereditariedade e o envelhecimento das veias. Há pessoas que já nascem com válvulas defeituosas, e acabam tendo varizes com o passar dos anos. Mas outros fatores podem influenciar no aparecimento de varizes: uso de pílula anticoncepcional, vida sedentária, obesidade e ficar muito tempo na mesma posição – trabalhar apenas em pé ou todo o tempo sentado, por exemplo.
 
Pessoas que têm varizes podem fazer exercícios físicos?
Se as varizes não causam dor, não há problema nenhum em fazer exercícios físicos, e é inclusive recomendado. O ideal é evitar exercícios que exijam muito esforço, como, por exemplo, musculação com muita carga. Os aeróbicos, como caminhadas e corridas, são indicados, pois fortalecem a panturrilha e ajudam o sangue a circular. Se as varizes causam muita dor, procure um médico para que ele indique o tratamento adequado e oriente sobre a prática de exercícios.
 
Qual é o melhor tratamento para varizes?
Varizes são tratáveis e controláveis, mas não são curáveis definitivamente. Podem ser corrigidas com cirurgia através de laser ou cauterização, além da escleroterapia, que é a secagem das varizes. Quem pode indicar a melhor opção de tratamento é o médico, que analisa caso a caso.
 
Qual a diferença entre varizes e vasinhos?
Os chamados “vasinhos” são vasos capilares da pele que se dilatam, e ficam aparentes como risquinhos na pele com menos de um milímetro de espessura, mais ou menos como um fio de cabelo. Vasinhos em geral não causam dor e nem problemas de saúde, mas podem incomodar esteticamente. Existem diversas formas para eliminar os vasinhos, um cirurgião vascular ou angiologista pode indicar qual o melhor tratamento.
 
Vasinhos podem se transformar em varizes?
Vasinhos não se transformam em varizes, as estruturas são diferentes. As varizes são veias dilatadas, e os vasinhos são vasos capilares dilatados. Alguns pacientes que têm predisposição a ter vasinhos podem ter também varizes, mas não é uma regra. O uso de meias elásticas, de compressão, podem prevenir vasinhos e varizes, especialmente no caso de quem trabalha muito tempo em pé.
 
As varizes podem voltar depois de uma cirurgia?
As veias que foram tratadas não voltam mais, mas varizes não são curadas definitivamente. Quando é feita a cirurgia a pele pode ficar perfeita, lisinha, mas durante a vida, outras varizes podem surgir.
 
As varizes podem aparecer em outras partes do corpo além das pernas?
Podem, mas são casos bastante raros. As varizes são muito mais comuns nas pernas, porque o sangue tem de subir para o coração, fluindo contra a força da gravidade, e esse esforço causa o desgaste das veias, a dilatação, o inchaço. Nos braços, por exemplo, que estão mais próximos do coração, as veias não se desgastam tanto, e por isso é raro aparecerem varizes.
 
Cruzar as pernas e usar salto alto pode causar varizes?
Não causam. O que pode contribuir para o aparecimento das varizes é se a pessoa permanece muito tempo em uma mesma posição, em pé ou sentada, e se ela se movimenta pouco.
 
As veias queimadas ou retiradas em cirurgia de varizes não fazem falta para o corpo?
Não fazem falta, porque quando chega ao ponto delas serem retiradas, elas já não são mais funcionais. Antes de decidir pelo procedimento o médico avalia caso a caso.
 
Delas

Projeto verão: tratamentos para celulite, flacidez, gordura localizada e mais

Quer chegar no verão com tudo em cima? Comece a fazer
 tratamentos estéticos desde já
Para chegar com tudo em cima na estação mais quente do ano, é bom começar a se preparar desde já. Combine tratamentos com alimentação adequada e exercícios e arrase
 
Falta menos de quatro meses para o começo do verão, mas o calor chega ainda antes, e em outubro já dá vontade de correr para a praia ou para a piscina. Se a ideia é estar com tudo em cima para exibir o corpo em um biquíni, agora é a hora de começar a pensar em tratamentos estéticos.
 
O Delas conversou com os dermatologistas Carla Vidal e Jardis Volpe, com o fisioterapeuta especialista em estética Jean Vabric, do Espaço Máxima, em São Paulo, e com Gabriela Hereda, da clínica de estética D’pil, para saber quais os tratamentos eficientes para eliminar estrias, celulite, gordura localizada e flacidez.
 
Ultra Accent
Combinando ultrassom com radiofrequência, o Ultra Accent elimina células adiposas para reduzir medidas e gordurinhas localizadas . Em média cinco sessões são suficientes para o paciente notar mudanças significativas nos pneuzinhos, no culote e nas costas. Não é indicado para o bumbum.
 
Coolsculpting
Para quem já tentou todos os tipos de abdominais e exercícios, mas continua com uma barriguinha saliente , o Coolsculpting pode ser uma boa saída. A máquina suga e comprime a região a ser tratada e congela as células adiposas - sem afetar músculos ou pele. Os resultados começam a ser vistos depois de seis semanas da primeira sessão, tempo necessário para a eliminação das células mortas.
 
Med Contour
O Med Contour é indicado para quem quer eliminar com rapidez alguns centímetros de gordura localizada, principalmente no abdômen e nas coxas . Funciona com uma combinação de ultrassom e sucção que, além de quebrar as células de gordura - que são transformadas em forma líquida, acelera a drenagem e a circulação e, consequentemente, a eliminação do resíduo adiposo. A média é de cinco sessões para perder três centímetros de medidas.
 
NARL
Ideal para as mais impacientes que querem eliminar gordurinhas , o NARL consiste em sessões de ultrassom suave, com duração de 10 minutos. O aparelho funciona quebrando as células de gordura de modo suave, para que o organismo não reaja a essa perda de massa adiposa com uma maior retenção de gordura. O número mínimo de sessões é oito, para ver bons resultados.
 
Accent Uniform
Uma das melhores opções para acabar com a celulite , esta variante do Ultra Accent utiliza radiofrequência e movimentos mecânicos para uma drenagem linfática poderosa que estimula a circulação e contrai as fibras de colágeno. O resultado - que aparece depois de, em média, cinco sessões - é um aspecto mais uniforme das regiões tratadas, diminuindo o efeito “casca de laranja”.

Fractora
Flacidez, rugas e estrias
podem ter uma solução no Fractora. O aparelho, que utiliza microagulhas aquecidas, afeta a subderme para a estimulação do colágeno. As microlesões possibilitam que a pele se renove mais rapidamente do que os tratamentos que atingem grandes áreas de uma só vez. Pode ser um pouco dolorido, mas os resultados são bastante satisfatórios após, em média, cinco sessões.
 
Scarlet
Como o próprio nome já diz, esse aparelho é para eliminar cicatrizes, estrias e rugas (scar é cicatriz, em inglês). Utilizando microagulhas, o aparelho emite radiofrequência diretamente na subderme para estimular a produção de fibras de colágeno. Bons resultados são observados com uma média de três sessões mensais.
 
Delas