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domingo, 1 de setembro de 2013

Estressado? Confira 7 dicas para você se sentir melhor

O primeiro passo é perceber logo que você precisa se acalmar. Saiba quais são os outros
Estudos mostram que lidar com estresse crônico pode causar danos à sua saúde e felicidade.
 
Pequenas-grandes atitudes, como estabelecer novos objetivos, rir mais e desligar o celular podem ajudar neste desafio.

Confira sete dicas saudáveis de como administrar alguns fatores estressantes e sentir-se melhor e mais leve desde já:
 
Perceba logo: o primeiro passo para amansar o estresse é tentar acalmar-se tão cedo quanto perceber que está exaltado. É importante estar atento aos seus 'reflexos de estresse' logo que comecem, especialmente se você se incomoda muito com coisas banais. Sentiu que está chegando perto de explodir? Faça um plano antes de abrir seu e-mail, por exemplo, e pense logicamente se vale a pena ou não ficar estressado, diz o site especializado
 
Mude sua postura: De acordo com o Lifehacker, pessoas que mantém a postura mais ereta a mantêm o peito aberto têm níveis de estresse reduzidos
 
Desligue seu telefone, vá dar uma volta: Se você está se sentido estressado, desligue seu telefone e saia ao ar livre. Vários estudos mostram que passar tempo em contato com a natureza melhora o bem-estar em geral, diminui a ansiedade, o stress e a depressão e até turbina a sua autoconfiança - especialmente em mulheres, diz o site 'The Greatest'
 
Exercite-se: Fazer atividades físicas não só melhora seu humor, como pode também acalmar a ansiedade e prepará-lo melhor para um evento ou experiência estressante e emotiva. Se você precisa que uma pausa breve do trabalho, suba e desça correndo algumas vezes a escada ou dê uma volta no quarteirão
 
Ria alto: pesquisadores mostraram que pessoas que riem mais efusivamente têm maior queda de níveis de stress. A dica é assistir a vídeos curtos de seu comediante favorito no Youtube
 
Decida-se: ficar no limbo por causa de uma decisão pode causar stress. Se a decisão que você precisa tomar é relativamente pequena, apenas decida e siga em frente, sugere o Lifehacker. Mesmo se você fizer q escolha 'errada', seu cérebro dá um jeito de 'sintetizar alegria', diz o website
 
Estabeleça novos objetivos: colocar para si mesmo novos objetivos e desafios, apenas para você, sugere o site NHS. Por exemplo: ao invés de passivamente assistir televisão, procure atividades que desenvolvam conhecimento e confiança - pode ser um curso de idiomas ou um esporte radical - e podem ajudá-lo a negociar o stress da vida da melhor maneira possível
 
Saúde Plena

Aplicativos para celular auxiliam no controle da fertilidade e ciclo menstrual

Atualmente, os avanços tecnológicos fizeram o trabalho de acompanhar o ciclo
menstrual muito mais prático e completo, trazendo as tabelinhas para a palma da mão
Especialistas recomendam uso das tabelinhas eletrônicas
 
Aplicativos para Androids e Iphones hoje disponibilizam serviços que ultrapassam em muito a mera marcação de dias do período.

O que não falta no mercado são programas que levam em conta as singularidades de cada mulher, como fluxo, dores e mudanças de humor. O resultado é um aplicativo que é a cara da dona e ainda a ajuda a conhecer melhor o próprio corpo.

Dá para registrar, por exemplo, quando e com qual intensidade as cólicas começaram a aparecer ou quando o humor começa a mudar e como ele varia ao longo do mês – além de diversos outros sintomas. Eles também calculam o tempo médio do ciclo das usuárias e informam as próximas datas importantes do calendário – como dia fértil, ovulação e data da próxima menstruação.

“Esses aplicativos começaram como brincadeiras, de maneira bem simples servindo para fazer cálculos matemáticos, sem interação com a mulher. Depois eles ficaram mais inteligentes e pessoais. Algumas ferramentas mais novas permitem até a customização, com alarmes e lembretes para medicamentos. Hoje temos dos mais simples aos mais complexos e até laboratórios norte-americanos já estão fornecendo softwares desse tipo”, comenta o especialista em tecnologia, José Lúcio Balbi de Mello.

Com eles ficou bem mais fácil “mapear” o perfil da mulher, uma vez que eles ajudam a responder muitas perguntas que frequentemente aparecem nos consultórios ginecológicos.

“Minhas pacientes usam muito e gostam, justamente porque ele ajuda a preparar o período fértil e saber como está andando o ciclo. Eles também me ajudam muito a saber o que acontece com as pacientes então, como ginecologista, eu recomendo”, destaca a médica especialista em fertilidade, Rivia Mara Lamaita.

Para a ginecologista, muitos dos serviços disponibilizados pelos aplicativos são fundamentais na hora das consultas e diagnósticos de doenças.

“Saber qual a regularidade da menstruação, o dia em que ela desce, se antes ou depois dela é produzido escape ou sangramento, a quantidade e duração do fluxo: tudo isso é muito importante e isso pode ser notado quando você controla o ciclo em um calendário”.
 
Além do fator prático, Lamaita acredita que os aplicativos podem ajudar as mulheres a se conhecerem melhor.

“Antigamente a gente tinha que usar calendários, anotar, fazer planilha. Hoje em dia um smartfone é disponível para a maioria e permite o controle de informações em qualquer situação. Eles ainda ajudam a mulher a conhecer ainda mais seu organismo e notar se o que está sentindo está dentro do normal”, comenta. A única desvantagem, na opinião dela, é a ansiedade que pode vir do acompanhamento de perto do ciclo menstrual. “Principalmente em quem está tentando engravidar”, completa.

Quem procura por opções de aplicativos vai ter trabalho. Segundo o especialista em tecnologia, a quantidade de softwares oferecendo o serviço é tanta que os aplicativos de referência ainda devem demorar, no mínimo, mais três meses para se consolidarem.

“Acreditamos que o que irá determinar os melhores aplicativos são os diferenciais que eles têm, como serviços e interatividade. Ou seja, todos aqueles que deixarem de ser só a tabelinha e passarem a entender as peculiaridades de cada mulher”, afirma.

Conheça alguns aplicativos:


iPeriod
iPeriod
 
Meu Calendário
Meu Calendário
OvuView
OvuView
Period Tracker
Period Tracker
Lovely Cycles
Lovely Cycles
Woman Log
Woman Log
 
Saúde Plena

Pesquisadores desenvolvem aplicativo para celular que ajuda a monitorar o humor

Um estudo da Universidade de Princeton acredita que os celulares são úteis na hora de monitorar como o ambiente em volta de uma pessoa afeta o bem-estar dela
 (©racorn/shutterstock.com)
Um estudo da Universidade de Princeton acredita que os
celulares são úteis na hora de monitorar como o ambiente
em volta de uma pessoa afeta o bem-estar dela
Estudo contou com 270 voluntários de 13 países que concordaram em fornecer informações sobre os seus sentimentos e os lugares onde estavam
 
Pesquisadores da Universidade de Princeton, nos EUA, estão desenvolvendo maneiras de usar o telefone celular para explorar como o ambiente pode influenciar o humor de uma pessoa. O estudo contou com 270 voluntários de 13 países, que concordaram em fornecer informações sobre os seus sentimentos e os lugares onde estavam. Os pesquisadores descobriram que os celulares fazem um trabalho melhor ao capturar os sentimentos "do momento", em vez de anotá-los depois que acontecem.

Para conduzir o estudo, a equipe criou um aplicativo que documentava a localização de cada pessoa e enviava periodicamente a pergunta: "O quão feliz você está?" Depois de baixar o aplicativo em seus smartphones, os voluntários classificaram a sua felicidade em uma escala de 0 a 5, ao longo de um período de três semanas.

A partir dos dados coletados, os pesquisadores criaram e aperfeiçoaram métodos que poderiam levar a uma melhor compreensão de como os ambientes em que estamos influenciam nosso bem-estar emocional, disseram.
 
Além disso, os pesquisadores afirmaram que esse monitoramento de humores e pensamentos através de smartphones supera pesquisas, que muitas vezes são realizadas nas casas das pessoas. E elas mesmas dizem que isso só oferece um aspecto do senso de bem-estar de alguém.

"As pessoas passam uma quantidade significativa de tempo fora de suas casas", disse John Palmer, um estudante de pós-graduação na Escola Woodrow Wilson de Assuntos Públicos e Internacionais e autor-líder da pesquisa. "Se nós quisermos obter resultados mais precisos de medições de contextos precisamos usar técnicas como esta."

O estudo não se concentrou em como o ambiente afeta a felicidade, mas sim em aprender as capacidades do celular em coletar esses dados. No entanto, a equipe encontrou alguns resultados preliminares sobre a felicidade. Por exemplo, indivíduos do sexo masculino tenderam a se descrever como menos felizes quando estavam longe de suas casas, enquanto que as mulheres não demonstraram uma tendência em particular no que diz respeito às emoções e a distância de casa.

Um estudo feito à parte no início deste ano, uma análise de 37 milhões de tuítes, mostrou que as pessoas são mais felizes quando estão longe de casa. Pesquisadores da Universidade de Vermont descobriram que os tuítes continham uma linguagem mais positiva conforme os usuários iam para longe de suas casas. Usando dados de localização para rastrear de onde o usuário estava tuitando, o estudo analisou os tuítes de cerca de 180 mil usuários.

O estudo foi publicado no periódico Demography.
 
AFP

Descoberta de pesquisadores chineses pode inibir o início da depressão

Pesquisadores chineses descobrem molécula que, em grande quantidade, desencadeia a doença em ratos. O experimento pode ser o primeiro passo para tratamentos mais eficazes contra o problema psiquiátrico em humanos

Problemas genéticos, hormonais e história de vida estão entre as causas relacionadas à depressão. A diversidade de possíveis motivos dificulta a decisão dos médicos acerca do melhor tratamento contra o problema.


Uma descoberta feita por pesquisadores chineses pode facilitar esse processo. Eles conseguiram identificar uma molécula que, ao ser alterada, interferiu no comportamento de camundongos.

Os cientistas do Instituto de Neurociência da Academia Chinesa de Ciências acreditam que, no futuro, a pesquisa pode auxiliar principalmente no tratamento de distúrbios de humor.

O trabalho, cujos resultados foram publicados na revista Science desta semana, teve como foco a habênula lateral (LHb), região do cérebro que envia sinais para o sistema nervoso cerebral e tem sido alvo de estudos de distúrbios do humor.

Os pesquisadores analisaram a LHb de ratos deprimidos desde filhotes e notaram um aumento da molécula betaCaMKII. “A habênula lateral tem se consolidado como uma região-chave do cérebro na fisiopatologia da depressão.

Contudo, o mecanismo molecular pelo qual a LHb fica hiperativa nos casos de depressão permanece desconhecido. Esses resultados identificam a betaCaMKII como um poderoso regulador de LHb e uma determinante chave molecular da depressão”, explica Hailan Hu, coordenador do estudo e professor do instituto chinês.

Para comprovar a suspeita de que a betaCaMKII seria responsável pela depressão, os pesquisadores estimularam a produção da molécula em ratos normais e realizaram testes para medir o humor das cobaias. Em um dos experimentos, os animais receberam açúcar.

“Camundongos normais preferem água com açúcar do que a água normal. Ratos deprimidos perderam essa preferência, o que sugere que eles não apreciam as coisas prazerosas da vida. Isso é chamado de anedonia, um sintoma central da depressão em seres humanos”, explica Hailan Hu.

Correio Braziliense

Encontrado álcool etílico em lotes de leite Batavo e Elegê

Foto:  Reprodução Internet
Marcas de leite em que foi encontrado álcool etílico
Produto contaminado somam mais de 33 mil litros, que foram colocados no mercado de consumo do Rio Grande do Sul
 
Rio Grande do Sul - A Promotoria de Justiça de Defesa do Consumidor de Porto Alegre (RS) recebeu do Ministério da Agricultura Pecuária e Abastecimento (Mapa) documentação informando a detecção de álcool etílico em carga de leite cru das marcas Elegê e Batavo, produzidos pela BRF S/A.
 
O leite contaminado foi recebido na unidade da empresa localizada em Teutônia, em 5 de agosto, e consiste em um volume aproximado de 33,5 mil litros, que foram industrializados e colocados no mercado de consumo.
 
A BRF S/A comunicará formalmente ao Mapa em quais produtos utilizou o leite em que houve detecção de álcool. Contudo, o órgão fiscalizador já determinou o recolhimento cautelar dos lotes industrializados a partir do referido produto, com ampla divulgação na imprensa sobre as medidas que estão sendo adotadas.
 
"Tão logo foi informada pelo MAPA da possibilidade de desvio na matéria-prima, a unidade destinou o produto para desidratação, segregando a produção para que não fosse distribuída ao mercado de consumo", disse a BRF S/A. Em comunicado, a assessoria garantiu que nenhum consumidor teve acesso a qualquer produto com padrão de qualidade alterado.
 
A Promotoria de Justiça de Defesa do Consumidor também está solicitando informações à empresa a fim de avaliar se houve ou não descumprimento do termo de ajustamento de conduta celebrado recentemente com a empresa BRF S.A., podendo, em caso positivo, haver a incidência das multas previstas no TAC.
 
O Promotor de Justiça Alcindo Luz Bastos da Silva Filho ressalta que, independentemente da atividade fiscalizatória realizada pelo Ministério da Agricultura, é de responsabilidade das indústrias de laticínios analisar previamente o leite cru e, constatando a sua inconformidade, rejeitá-lo, impedindo que chegue ao mercado de consumo.
 
O  Dia Online  entrou em contato com a Brasil Foods, e a empresa informou que enviará um posicionamento sobre o caso. Também procurada pela reportagem, o Mapa disse que irá informar a numeração dos lotes contaminados.
 
O Dia