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sábado, 7 de setembro de 2013

Mato Grosso registra 32 mortes por causa da dengue

Brasília – Desde o início do ano até quinta-feira (5), Mato Grosso registrou a morte de 32 pessoas em decorrência da dengue. Mais cinco casos são analisados. No mesmo período, foram registradas 41.349 notificações da doença, sendo 106 casos graves.
 
De acordo com a Secretaria de Saúde de Mato Grosso, neste período, a capital Cuiabá notificou 3.124 ocorrências de dengue, Rondonópolis 3.082, Sinop 7.686 e Várzea Grande 717. Em 2012, no mesmo período, foram anotados 35.429 casos.
 
No mesmo período, o Pará confirmou cinco mortes por dengue e 6.555 casos da doença, número que representa queda de 60% com relação ao mesmo período de 2012. Dos registros, 6.526 eram dengue clássica, 20 casos de dengue com complicações, cinco com febre hemorrágica e quatro com síndrome do choque da dengue.
 
Em Goiás, até o dia 31 de agosto, foram registrados 153.846 casos de dengue, com aumento de 512,37% comparado com 2012. O número de mortes também aumentou, 69,69% com relação ao ano passado. No período, 24 pessoas morreram por complicações relacionadas à doença.
 
Agência Brasil

Abuso de antidepressivos pode trazer problemas e efeitos colaterais


De acordo com o DSM, a depressão grave é diagnosticada se a  pessoa está
deprimida  e não tem interesse em atividades há pelo menos duas semanas,
além de apresentar mais cinco sintomas que interfiram no dia a dia
Para pesquisadores, muitos casos de tristeza comum estão sendo confundidos com depressão, o que estaria levando ao abuso de medicamentos
 
Ao longo das últimas duas décadas, o uso de antidepressivos disparou. Atualmente, um em cada 10 americanos toma medicação antidepressiva; entre as mulheres na faixa dos 40 e 50 anos, o número é de 1 a cada 4.
 
Os especialistas citam vários motivos para isso. A depressão é comum, e as dificuldades econômicas nos tornaram ainda mais estressados e angustiados. Há propagandas que promovem antidepressivos na televisão, e eles geralmente são cobertos pelos planos de seguros de saúde, mesmo que estes limitem os tratamentos psicoterápicos. Porém, um estudo recente sugere outra explicação: que a depressão está sendo diagnosticada em excesso, em uma escala extraordinária.
 
O estudo, publicado em abril no periódico Psychotherapy and Psychosomatics , revelou que quase dois terços de uma amostra de mais de cinco mil pacientes que tinham recebido diagnóstico de depressão nos últimos 12 meses não satisfaziam os critérios de classificação de um episódio depressivo grave, tal como descrito pela bíblia dos psiquiatras, o Manual Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais (ou DSM).
 
A pesquisa não foi a primeira a descobrir que os pacientes frequentemente recebem diagnósticos "falso-positivos" de depressão. Várias análises anteriores relataram que a precisão diagnóstica é baixa em consultórios de clínica geral, em grande parte porque a depressão grave é bastante rara nesse contexto.
           
Os idosos mostraram maior propensão para receber esse diagnóstico, revelou o estudo mais recente. Seis dos sete pacientes de 65 anos ou mais que receberam diagnóstico de depressão não se encaixam nos critérios. Pacientes com nível de instrução mais alto e aqueles com problemas de saúde se mostraram menos propensos a receber um diagnóstico impreciso.
 
A grande maioria dos indivíduos diagnosticados com depressão, com ou sem motivo, receberam medicação, disse o principal autor do estudo, Dr. Ramin Mojtabai, professor associado da Escola Johns Hopkins Bloomberg de Saúde Pública.
 
A maioria das pessoas continua a tomar os medicamentos - que podem ter vários efeitos colaterais - por pelo menos dois anos. Alguns os tomam por pelo menos uma década.
           
"Não se trata apenas de os médicos estarem prescrevendo mais. A população tem pedido mais medicamentos", disse Mojtabai. "Sentimentos de tristeza, o estresse da vida diária e problemas de relacionamento podem causar sentimentos de perturbação ou tristeza que podem ser passageiros e não durarem muito tempo. Entretanto, os americanos têm tomado cada vez mais antidepressivos para enfrentar esses sentimentos".
 
Por outro lado, no ano passado, a Faculdade Holandesa de Médicos de Clínica Geral recomendou que seus membros prescrevessem antidepressivos só em casos graves e, em vez disso, oferecer tratamento psicológico e outras formas de apoio na vida cotidiana. Autoridades observaram que os sintomas depressivos podem ser uma reação normal, passageira, de decepção ou perda.
           
Ironicamente, embora muitos pacientes nos Estados Unidos sejam inadequadamente diagnosticados com depressão, muitos que realmente sofrem da doença ficam sem tratamento. O Dr. Mark Olfson, professor de psiquiatria clínica no Centro Médico da Universidade de Columbia, disse que a partir do momento em que desenvolvem depressão, os americanos levam oito anos, em média, para buscar atendimento.
 
Diagnosticar a depressão é uma tarefa inerentemente subjetiva, disse o Dr. Jeffrey Lieberman, presidente da Associação Americana de Psiquiatria.
 
"Seria ótimo se pudéssemos fazer um exame de sangue, um teste de laboratório ou um eletrocardiograma", disse Lieberman, notando que as alegações semelhantes às de abuso de antidepressivos já foram feitas quanto a síndromes como déficit de atenção e hiperatividade. "O diagnóstico é feito pelos sintomas, pela história e pela observação."
 
O novo estudo atraiu 5.639 pessoas que tinham sido diagnosticadas com depressão, entre uma amostra representativa a nível nacional, de mais de 75 mil adultos que participaram da Pesquisa Nacional de Uso de Drogas e Saúde, em 2009 e 2010. Os sujeitos foram entrevistados pessoalmente com perguntas baseadas nos critérios do DSM-4.
           
Apenas 38,4 por cento dos participantes satisfizeram os critérios de diagnóstico de depressão durante o ano anterior, disse Mojtabai.
 
É possível que alguns dos participantes não tenha parecido estar deprimido porque já tinham sido tratados com sucesso, disse o Dr. Jeffrey Cain, presidente da Academia de Médicos de Família.
 
Talvez estivessem se sentindo melhores, o que pode ter mascarado a forma como eles responderam a perguntas sobre o passado.
 
"Se examino pessoas que estão sob tratamento medicamentoso contra a pressão arterial elevada, minha expectativa é de que elas estejam melhores quando eu as examino", disse Caim.
            
De acordo com o DSM, um diagnóstico de episódio depressivo grave é apropriado se o paciente se sente deprimido e não tem interesse em atividades há pelo menos duas semanas, e também se ele sofre de pelo menos cinco sintomas que prejudicam o seu funcionamento no cotidiano. Entre eles, há o ganho ou perda de peso não intencional, os problemas para dormir, reações agitadas ou lentas demais, notadas pelos outros, fadiga e pouca energia, sentimentos de inutilidade ou culpa excessiva, dificuldade de concentração e pensamentos recorrentes de morte.
 
"Nós não estamos apenas falando de alguém que está tendo um dia ruim ou discutiu com o cônjuge", disse Lieberman. "Estamos falando de algo grave, o que significa que esse algo é incapacitante e angustiante e não é transitório."
            
Muitos médicos prescrevem, há bastante tempo, antidepressivos a pessoas que acabam de perder um membro da família, apesar de o DSM recomendar que os médicos distingam o luto normal do luto patológico.
 
Um mulher nova-iorquina de 50 anos contou que seu médico receitou um antidepressivo poucas semanas após a morte de seu marido, embora ela acreditasse que seus sentimentos de choque e tristeza eram adequados.
 
"Ele me disse, 'Você tem viver de maneira funcional, você tem que manter seu emprego, você tem uma filha para criar'", disse a mulher, que pediu que seu nome não fosse citado porque poucos amigos ou membros de sua família souberam que ela estava tomando antidepressivos.
 
A maioria dos participantes do estudo não recebeu atendimento específico em saúde mental, mas Caim salientou que não ficou claro quem estava fazendo os diagnósticos equivocados: um psiquiatra, um médico não psiquiatra ou outro profissional, como uma enfermeira.
           
No entanto, embora um psiquiatra possa passar até 90 minutos com um paciente antes de dar um diagnóstico, os pacientes muitas vezes se sentem mais à vontade com seus médicos de cuidados primários, que raramente têm como dedicar tanto tempo assim a eles.
 
Lieberman sugeriu que apenas uma observação atenta pode ser apropriada em alguns casos, e que formas mais integradas de assistência médica podem em breve facilitar o encaminhamento dos pacientes para um profissional de saúde mental próximo.
 
Os médicos precisam aperfeiçoar suas habilidades de diagnóstico, disse Mojtabai, e devem resistir à tentação de "pegar o receituário, prescrever um antidepressivo e entregá-lo ao paciente."
 
The New York Times/iG

"Quando formos embora vão ficar com saudades", diz médica cubana

iG acompanhou profissionais inscritos no Mais Médicos no primeiro dia de folga após a chegada ao País. Para eles, reações negativas ficaram para trás: ‘O Brasil é um paraíso’

Embora passem a maior parte do tempo em sala de aula, os médicos cubanos que participam do programa Mais Médicos, do governo federal, já começam a se ambientar em solo brasileiro. A convite do iG , quatro desses profissionais aceitaram passear por Brasília no último domingo, seu primeiro dia de folga desde a chegada ao País. Para eles, as reações ruins da chegada em algumas cidades brasileiras pareciam distantes. O clima entre eles era de alegria e descontração.
 
 
No alojamento do Mosteiro de São Bento, onde está hospedada Mercedes Blanco, 49 anos, uma das médicas que passou o domingo com a reportagem, a manhã estava agitada: muitas mulheres lavavam e passavam roupas, outras acessavam a internet para falar com as famílias, outras conversavam despreocupadas, trocavam impressões sobre as atividades até aqui.
 
Mercedes, Carlos Alberto Del Llano, 42 anos, Tomás Isaguirre, 50, e René Villavicencio Rodrigues, 47, estavam curiosos para conhecer a cidade, mas não imaginavam conseguir o feito. O programa não prevê passeios e eles ainda não receberam recursos financeiros da bolsa oferecida pelo governo. Os trâmites burocráticos para abertura de contas não está terminado.
 
Alan Sampaio / iG Brasília
Cubanos fizeram questão de posar em frente ao Ministério da Saúde
Fotos e perguntas            
Durante seis horas, eles visitaram a Catedral, a Esplanada dos Ministérios, a Praça dos Três Poderes, a Torre de TV, o Parque da Cidade. Repetiam o tempo todo que acharam Brasília linda. Os quatro elegeram a Catedral como o monumento mais bonito da cidade. O Itamaraty apareceu em segundo na lista.
 
“O mais bonito da cidade é ela toda, como conjunto”, brincou. Ele, que irá morar em São Gabriel da Cachoeira (AM), era um dos que mais bombardeava a repórter de perguntas. Queria saber português. “Como vocês chamam isso (apontando para um degrau)?”, perguntava. “E isso (olhando para uma pamonha)?”, continuava.
 
As perguntas também demonstravam interesse pela história da cidade. Eles questionavam prédios, arquitetura, queriam enumerar os prédios construídos por Oscar Niemeyer – que também é famoso em Cuba, segundo eles – e entender por onde caminhavam. Tudo era registrado em muitas fotos e vídeos (com direito a explicação de cada cenário).
 
Impressões
A cada parada em uma barraca, eles contavam ser cubanos. Logo, alguém desconfiava que eles eram “os tais médicos”. Davam boas-vindas, agradeciam a presença deles no país. Nesses momentos, eles comentavam como foram bem recepcionados e como imaginavam que a vida seria daqui duas semanas, quando chegassem aos municípios onde vão atuar.
 
“Tivemos uma acolhida calorosa. O povo brasileiro é parecido com o cubano”, disse Mercedes. Eles sentem que, nos municípios, terão ainda mais apoio da população. “Acho que os que agrediram meus colegas cubanos têm medo do nosso trabalho, porque já soube que eles não tocam o paciente. Acho que estão com ciúmes de nós”, se diverte. "Quando formos embora vão ficar com saudades", brincou.
 
Carlos ressalta que as reações contrárias à presença deles não são inesperadas. Ele conta que, quando chegou à Venezuela, onde passou seis anos em missão, manifestantes jogaram pedras e urina nos médicos. “Quando fomos embora, eles nos abraçavam e agradeciam”, relembra. Ele também já deixou a família para atuar por três anos em Moçambique.
 
Experiências comuns
As conversas com os cubanos revelam que atuar em outros países faz parte de uma cultura. Desde jovens, são preparados para atuar onde as pessoas precisam deles. As “missões” como eles chamam essas incursões podem ser longas ou curtas, remuneradas ou não. O primeiro argumento apresentado por eles para a participação é sempre: solidariedade.
 
“Gosto muito da medicina, da minha profissão. Gosto de ajudar outras pessoas que necessitam da minha ajuda e aprender coisas novas. Esta é uma oportunidade”, afirma René, médico há 23 anos. Essa é a terceira vez que ele deixa a família para participar de uma missão. A primeira durou de 1997 até 2000, em Zâmbia, África. Depois, passou quatro anos na Venezuela.
 
Especialistas em medicina geral e integral, residência que dura três anos, René e Tomás trabalharam nos mesmos países. Tomás ficou mais tempo na Venezuela, oito anos. “Nossa motivação principal é a solidariedade. Não temos medo da situação da saúde brasileira”, diz. E, dizendo à repórter “escute”, completou: “Trabalhei na África. O Brasil é o paraíso”, sorriu.
 
Com 27 anos de experiência, Tomás tem mestrado em doenças infecciosas e especialização em câncer. Na cidade cubana em que vive, Artemisa, é responsável pelo atendimento de 1,5 mil pessoas.
 
A língua portuguesa, que eles estudaram durante um mês antes de vir, também não os espanta. “Onde chegarmos, teremos de aprender dialetos. É sempre assim”, conta Carlos.
 
Futuro
Os animados médicos lembram o tempo todo que não vieram para ficar. Mercedes, que já morou em Honduras e em Moçambique, quer passar uma temporada na Venezuela. Essas missões, ela admite, são uma oportunidade de fazer uma poupança. Discretos quando o assunto é dinheiro, eles não comentam muito as diferenças salariais.
 
“Isso não é um problema para nós. Somos cubanos. Nosso salário cubano está sendo recebido pela nossa família. Não precisamos de muito aqui. Quando morei em Moçambique, um recém-formado ganhava US$ 5 mil e eu muito menos. Mas eu sou cubana, tenho tudo que preciso no meu país”, pondera.
 
Eles pretendem levar na bagagem presentes brasileiros aos filhos – alguns pediram camisas da seleção de futebol – mais dinheiro e, principalmente, muitas histórias para contar.
 
iG

Transformador do Hospital Vila Penteado explode e cancela cirurgias

Wanderley Preite Sobrinho/iG
Transformador após o curto que iniciou um incêndio contido
pelos funcionários
Esta é a 2ª vez em três meses que o problema acontece no hospital estadual, referência em cirurgia de queimados
 
O transformador de energia do Hospital Estadual Vila Penteado, na Freguesia do Ó, zona norte de São Paulo, sofreu um curto-circuito no início da tarde desta sexta-feira (6), provocando o cancelamento das cirurgias previstas.
 
Referência em cirurgia plástica para queimados, o complexo está às escuras desde 11h45, quando um forte barulho provocou uma explosão no transformador, provocando um início de incêndio.
 
Sob sigilo, um funcionário do hospital garantiu que não havia bombeiros de plantão e que, por essa razão, o fogo foi controlado pelos próprios colegas de trabalho.
 
Com cerca de 70% do prédio sem luz, 15 cirurgias marcadas para hoje foram canceladas. A fila de atendimento vem aumentando porque as fichas estão sendo preenchidas à mão.
 
Divulgação
Hospital Estadual Vila Penteado começou a ser construído em 1986 e foi concluído em 1990
 
Repetição
Esta é a segunda vez que o problema acontece no Vila Penteado. Em junho, o mesmo defeito cancelou as cirurgias programadas.
 
Além de operar vítimas de queimaduras, o hospital trata de traumas ortopédicos e buço-maxilo-facial.
 
O complexo também atende emergências médicas e ocorrências em pediatria, ginecologia e obstetrícia.
 
O iG entrou em contato com a Secretaria Estadual de Saúde, que até a publicação desta reportagem não havia recebido nenhuma informação sobre o ocorrido.
 
iG

Merenda é suspeita de causar intoxicação em alunos da rede pública de São Paulo

Secretaria Estadual da Educação enviou equipe de supervisores para inspecionar a merenda da escola
 
Vinte e cinco crianças entre 10 e 12 anos foram socorridas por ambulâncias do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) na manhã desta sexta-feira (6), com dores abdominais e vômito na Escola Estadual Condomínio Vargem Grande II, em Parelheiros, zona sul de São Paulo. A suspeita é de que os alunos tenham ingerido comida contaminada na escola.
           
De acordo com a Secretaria Municipal de Saúde, dez crianças foram encaminhadas à Assistência Médica Ambulatorial (AMA) Parelheiros e as outras 15 foram distribuídas por três hospitais no Jabaquara, no Grajaú e em Pedreiras.
 
A Secretaria Estadual da Educação afirmou que já enviou uma equipe de supervisores ao local para inspecionar a merenda. Ainda não se sabe o que causou o mal-estar nas crianças.
 
Interior
Em Sorocaba, pelo menos 14 alunos também passaram mal depois de comer a merenda escolar servida na tarde dessa quinta-feira, 5, na Escola Estadual Antônio Miguel Pereira Júnior, no bairro Central Parque, zona oeste da cidade.
 
Os estudantes do ensino fundamental, com idade entre 13 e 14 anos, procuraram a direção do colégio para relatar o problema. Eles haviam consumido cachorro-quente - salsicha com molho no pão - e tomado suco. Alguns estudantes reclamaram que o molho usado no lanche tinha gosto ácido.
 
Dez alunos tiveram de receber atendimento numa unidade pré-hospitalar da região. Com suspeita de intoxicação alimentar, os estudantes foram medicados com soro. A mãe de uma das vítimas, Ana Cristina Damasceno Gomes, procurou a Delegacia de Polícia para registrar um boletim de ocorrência.
 
A Secretaria de Estadual da Educação informou que repassa a verba para a compra dos alimentos à prefeitura de Sorocaba, que se incumbe da compra e preparação da merenda. De acordo com a administração municipal, o preparo da merenda é acompanhado por uma nutricionista. Foram coletadas amostras dos alimentos para exames.
 
Agência Estado