Aplicativos, carreira, concursos, downloads, enfermagem, farmácia hospitalar, farmácia pública, história, humor, legislação, logística, medicina, novos medicamentos, novas tecnologias na área da saúde e muito mais!



sábado, 14 de setembro de 2013

Pneumonia e diarreia matam 5 mil crianças por dia no mundo

Brasília - As maiores causas de morte entre crianças com menos de 5 anos de idade no mundo são pneumonia e diarreia. Essas duas doenças são responsáveis por 17% e 9% das mortes nessa faixa etária, respectivamente, resultando em um total de 5 mil mortes diárias. Os dados são do Relatório de Progresso 2013 sobre o Compromisso com a Sobrevivência Infantil: Uma Promessa Renovada, do Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef), divulgado ontem (13).
 
A ocorrência dessas doenças, segundo o Unicef, é altamente concentrada. "São doenças dos pobres e sua distribuição é altamente concentrada, com cerca de três quartos das ocorrências de mortes por pneumonia e diarreia em apenas 15 países", informou o relatório. Para o fundo, o principal problema – e, ao mesmo tempo, a principal vantagem – é que as causas de mortalidade infantil podem ser evitadas com medidas relativamente simples, acessíveis à maioria dos países, independentemente de níveis de renda.
 
No caso da pneumonia, o país que registra mais mortes pela doença é a Índia, seguida pela Nigéria, pelo Congo e o Paquistão. Os casos de diarreia estão fortemente concentrados na África, onde a maioria dos países tem mais de 10% de mortes de crianças abaixo dos 5 anos causadas pela doença. De acordo com o Unicef, a principal causa da diarreia no continente é o rotavírus - responsável por 28% dos casos.
 
Outra doença considerada pelo fundo uma das principais causas de mortalidade infantil é a malária, que mata por dia 1,2 mil crianças com menos de 5 anos, 7% do total. O foco dos casos de malária é a África Subsaariana, com destaque para a Nigéria e o Congo, com os maiores índices de mortalidade pela doença. A Tanzânia e o Benin também se destacam como países com os menores indicadores de proteção das crianças contra o mosquito transmissor - mais de três quartos delas não dormem com tela de proteção, conhecida como mosquiteiro - considerado o método mais efetivo de prevenção à doença.
 
Fatores como complicações nos primeiros 28 dias de vida (período neonatal), desnutrição e o vírus HIV são causas apontadas também como importantes para a morte de crianças abaixo dos 5 anos. Para o Unicef, a educação da mãe, o acesso à saúde, a higiene, o saneamento básico e a imunização por meio de vacinas são mecanismos por meio dos quais pode haver redução das taxas de mortalidade.
 
Agência Brasil

Estudo do Unicef aponta que taxa de mortalidade infantil mundial caiu 47% em duas décadas

Brasília – A taxa de mortalidade infantil no mundo caiu 47% nos últimos 22 anos. As estimativas são do Relatório de Progresso 2013 sobre o Compromisso com a Sobrevivência Infantil: Uma Promessa Renovada, do Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef), divulgado ontem (13).  Em números absolutos, a redução significa que morrem 17 mil crianças a menos por dia.
 
Em 1990, a taxa de mortalidade infantil mundial era 90 para cada mil nascidos vivos e atualmente caiu para 48. Há duas décadas, as estimativas eram que mais de 12,6 milhões de crianças abaixo dos 5 anos morriam por ano. Hoje, essa média caiu para 6,6 milhões.
 
A taxa de mortalidade infantil é um índice que mede a probabilidade de morte entre o nascimento e os 5 anos de uma criança a cada mil nascimentos. Essa taxa é uma das que compõem a expectativa de vida ao nascer, que faz parte do Índice de Desenvolvimento Humano (IDH), do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (Pnud) e é um dos indicativos mais usados para mensurar o desenvolvimento os países e balizar a elaboração de políticas púbicas.
 
De acordo com o Unicef, a redução da taxa de mortalidade se deve ao maior acesso a tratamentos de saúde e tratamentos mais eficazes, combinado ao comprometimento político dos países. O destaque para a queda do índice mundial é a aceleração da redução das taxas de mortalidade infantil entre 1990 e 1995 – especialmente na África, que teve queda de, pelo menos, metade de suas taxas desde a década de 1990.
 
Ainda assim, o fundo alerta para a possibilidade do não cumprimento das metas do Objetivo de Desenvolvimento do Milênio das Nações Unidas, referente à redução da mortalidade infantil. "Sem progressos mais rápidos na redução de doenças que podem ser prevenidas, o mundo não vai cumprir a meta até 2028 – 13 anos depois do prazo, e 35 milhões de crianças terão morrido entre 2015 e 2028 – crianças que poderiam ter vivido caso conseguíssemos cumprir essa meta", informou o relatório.
 
Para a Unicef, é fundamental a prevenção de doenças como pneumonia, diarreia e malária, que foram responsáveis, em 2012, pela maioria das 6,6 milhões de mortes de crianças com menos de 5 anos. Segundo o fundo, essas doenças estão fundamentalmente relacionadas ao desenvolvimento do país, o que pode ser superado por meio da atuação conjunta de governos, organizações e da sociedade civil.
 
"Apesar desses ganhos, a sobrevivência da criança continua a ser uma preocupação urgente. Em 2012, cerca de 6,6 milhões de crianças morreram antes do seu quinto aniversário, a uma taxa de cerca de 18 mil por dia. E o risco de morrer antes dos 5 anos varia enormemente dependendo de onde a criança nasce", destacou o relatório, ressaltando que, desde 1990, 216 milhões de crianças morreram antes dos 5 anos – mais do que toda a população do Brasil, o quinto país mais populoso do mundo.
 
Agência Brasil

Mortalidade infantil no Brasil cai 77% em 22 anos, aponta Unicef

Foto: Agência Brasil
Brasília – A mortalidade infantil no Brasil caiu 77% entre 1990 e 2012, de acordo com o Relatório de Progresso 2013 sobre o Compromisso com a Sobrevivência Infantil: Uma Promessa Renovada, do Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef). Segundo o estudo, em 1990, a taxa de mortalidade infantil no Brasil era 62 para cada mil nascidos vivos.
 
Em 2012, o número caiu para 14,  o que coloca o país em 120º lugar no ranking entre mais de 190 países. A lista é decrescente e quanto mais à frente, maior o índice de mortalidade.
 
A taxa de mortalidade infantil calcula a probabilidade de morte entre o nascimento e os 5 anos de idade a cada mil nascimentos. Ela compõe a expectativa de vida ao nascer, que faz parte do Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (Pnud) e é um dos indicativos mais usados para mensurar o desenvolvimento dos países e nortear a elaboração de políticas púbicas.
 
O Brasil teve melhora em todos os índices apurados. No ranking do Unicef, o país está atrás de outros desenvolvidos como Finlândia, Japão, Cingapura, Noruega e Islândia – primeira colocada no ranking. Os cinco países com os piores índices de mortalidade infantil estão no continente: Serra Leoa, Angola, Chade, Somália e Congo.
 
Agência Brasil

Anvisa suspende venda de todos os lotes de Buprovil

Todos os lotes estão suspensos
Brasília – A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) suspendeu o uso, a comercialização e a distribuição de todos os lotes do medicamento Buprovil (Ibuprofeno) 20 mg/ml por não cumprir as especificações definidas.
 
O Buprovil é indicado para a redução de dores e inflamações agudas ou crônicas.
 
A Anvisa determinou também o recolhimento do estoque do medicamento disponível no mercado.
 
A suspensão está publicada na edição de ontem (13) do Diário Oficial da União.
 
A empresa responsável pela fabricação do produto, a Multilab Indústria e Comércio de Produtos Farmacêuticos, comunicou ter constatado que durante a fabricação alguns lotes apresentaram teor de princípio ativo fora da especificação, que não conduz aos resultados esperados.
 
Agência Brasil

Unicef e Opas divulgam relatório sobre mortalidade na infância

Brasília - O Relatório de Progresso 2013 sobre o Compromisso com a Sobrevivência Infantil: Uma Promessa Renovada foi lançado ontem (13), às 11h, pelo Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef) e a Organização Pan-Americana da Saúde (Opas).
 
No Brasil, a entrevista coletiva para a apresentação dos dados será na sede da Opas, no Setor de Embaixadas Norte, em Brasília.
 
O documento examina as tendências mundiais da mortalidade na infância desde 1990, analisa as principais causas de morte de menores de 5 anos e descreve ações nacionais e globais voltadas a salvar a vida de crianças.
 
O evento terá a presença do ministro da Saúde, Alexandre Padilha, de representantes do Unicef e da Opas. Na solenidade, Padilha apresentou dados sobre a mortalidade infantil no Brasil e as ações do governo no setor.
 
Agência Brasil