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quarta-feira, 18 de setembro de 2013

Concurso IFC 2013

O Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia Catarinense (IFC), abriu edital de concurso público nº 217/2013, com o objetivo de preencher 96 vagas no cargo de Professor do Ensino Básico, Técnico e Tecnológico, do Quadro de Pessoal Permanente de diversos Campi do Instituto.
 
Os aprovados irão atuar sob o regime de 20 horas semanais, ou de Dedicação Exclusiva, com remuneração variada de R$ 1.914,58 a R$ 8.049,77.
 
Os interessados deverão fazer suas inscrições no período de 23 de setembro a 24 de outubro de 2013, exclusivamente no site www.concursos.ifc.edu.br, com o recolhimento da taxa no valor de R$ 95,00.
 
A confirmação das inscrições será efetivada por ato do IF Catarinense, disponibilizado no sítio eletrônico do concurso, após as 18 (dezoito) horas de quinta-feira, 31 de outubro de 2013.
 
Os inscritos serão submetidos à avaliação de Provas Escrita; de Desempenho Didático e de Títulos. As provas objetivas serão aplicadas na data prevista de 17 de novembro de 2013, em locais e horários a serem divulgados no dia 07 de novembro de 2013.
 
O concurso público terá validade de 01 ano, a contar da data do ato de homologação do resultado para cada campus/cargo/área, podendo ser prorrogado por igual período, a critério do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia Catarinense – IF Catarinense.

Concurso Prefeitura de Cândido de Abreu - PR

A Prefeitura de Cândido de Abreu, localizada no estado do Paraná, publicou os editais 01 /2013, de concurso público para empregos efetivos, e 02/2013, de concurso público para empregos temporários, com objetivo de contratar 71 profissionais de todos os níveis de escolaridade, por remuneração de até R$ 12.104,00 e jornadas de trabalho entre 20 e 40 horas semanais.
 
Cargos
Auxiliar de Serviços Gerais, Mecânico de Veículos Pesados, Gari, Motorista, Operador de Máquinas Pesadas, Vigia, Fiscal Tributário, Técnico em Informática p/manutenção de computadores, Técnico em Vigilância Sanitária, Técnico em Agropecuária, Técnico em Enfermagem, Contador, Fisioterapeuta, Médico Cirurgião Hospitalar, Médico (Programa de Saúde da Família), Pedagogo, Procurador Jurídico II, Professor, Professor de Educação Física, Agente Comunitário de Saúde e Agente de Vigilância Epidemiológica.
 
Inscrição, Seleção e Validade
A inscrição será recebida até 25 de setembro de 2013, pelo site www.concursopublico.uniuv.edu.br. A taxa de inscrição varia de R$ 60 a R$ 100.
 
O certame constará de prova objetiva, que será aplicada na data prevista de 20 de outubro de 2013, além de prova prática ou prova de títulos, dependendo do cargo. Os gabaritos provisórios e os cadernos de provas serão divulgados no site da Uniuv, no dia 21 de outubro de 2013, e no site da Prefeitura Municipal de Cândido de Abreu www.candidodeabreu.pr.gov.br.
 
A validade do concurso será de dois anos, podendo ser prorrogado por igual período. 

Einstein vai levar telemedicina para hospitais públicos do País

Serão 10 instituições públicas conectadas e espalhadas pelo Brasil até o fim de 2013 ao custo de R$ 14 milhões; veja vídeo inédito sobre projeto no Hospital do M'Boi Mirim (SP)
 
A bem sucedida experiência com telemedicina realizada pelo Hospital Israelita Albert Einstein (HIAE) no Hospital Municipal Moysés Deutsch, conhecido como M’Boi Mirim, na capital paulista, chegará às regiões remotas do País. Devem ser atendidos hospitais públicos brasileiros, prioritariamente para urgência e emergência em Unidades de Terapia Intensiva (UTI) em casos de acidente vascular cerebral (AVC), traumatismos cranianos, infartos do miocárdio, entre outros.
 
O HIAE já possui acordos firmados com quatro instituições, entre elas o Hospital de Urgências Dr. Henrique Santillo, em Anápolis (GO), o Hospital Regional de Gama (DF) e o Hospital de Emergência e Trauma Dom Luiz Gonzaga Fernandes, em Campina Grande (PB). Segundo Milton Steinman, coordenador da telemedicina do Einstein, a meta é atender dez instituições públicas até o fim de 2013, o que vai demandar cerca de R$ 14 milhões investidos em equipamentos e infraestrutura de rede de dados.
 
“Cada hospital tem uma vocação”, explica Steinman, destacando que a telemedicina será um recurso para atender as demandas mais comuns de regiões específicas. Em Anápolis, por exemplo, os AVCs devem ser os casos com maior número de consultas com suporte à tecnologia. A comunicação entre as equipes da UTI e do Einstein tem como objetivo suprir a ausência de especialistas na unidade ou dar segundas opiniões.
 
A infraestrutura utilizada compreende dispositivos móveis de vídeo (câmera IP e monitor), conectados via rede WiFi [veja mais detalhes no vídeo abaixo]. A ligação externa ocorre através de roteadores e redes privadas virtuais (VPN). No M’Boi Mirim toda a infraestrutura foi fornecida pela Cisco, mas Steinman diz que haverá equipamentos de outros fabricantes nos novos hospitais por “questões culturais”. “O modelo ideal é o híbrido [com mais de um fabricante fornecendo as soluções]. Pelas dimensões do País é o mais adequado”, diz.
 
Para o coordenador, mais do que o fornecimento de equipamentos e a conectividade à internet, vencer a resistência dos profissionais de saúde é o maior desafio. Para operar a nova tecnologia o Einstein treinará médicos e enfermeiros das emergências, que deverão operar os equipamentos e implantar os processos necessários à assistência. “Trata-se de uma relação humana. O aparelho por si só não resolve os problemas”, diz o médico.
 
A expansão do atendimento da Central de Telemedicina do Einstein inclui também as unidades do hospital privado na capital paulista. A unidade Alphaville, em Barueri, já está conectada com equipamentos semelhantes ao do M’Boi Mirim, e outras unidades devem recebê-los em breve.
 
Steinman diz que o Einstein já estuda oferecer a telemedicina como um serviço para outras instituições privadas e empresas do País, e que já há clientes em prospecção. “Nenhum em negociação avançada. Plataformas de petróleo em alto mar, por exemplo, são clientes em potencial”, explica.
 
Pioneiro
Primeiro hospital com o sistema, o M’Boi Mirim atende cerca de 15 mil pacientes por mês pelo Sistema Único de Saúde (SUS) e tem o foco em urgência e emergência. A telemedicina apoia entre 6 e 4 consultas por dia em UTI e pronto-socorro. O projeto-piloto na unidade – administrada pelo Einstein em regime de organização social (OSS) – começou em maio de 2012 e desde então os especialistas do HIAE analisam os casos em tempo real e integral (24/7).
 
Segundo a Cisco, provedora dos equipamentos para telemedicina no hospital paulistano, os dispositivos foram desenvolvidos para uma variedade de usos médicos. Entre os as vantagens da utilização da tecnologia estão a redução dos custos do atendimento e ganhos de qualidade graças à redução das transferências dos pacientes entre diferentes hospitais – problema ainda maior se o doente grave precisa ser movido entre cidades do interior e capitais.
 
“A necessidade da telemedicina é clara. Estruturas distantes do País precisam ser interligadas. É possível dobrar a capacidade de atendimento sem ter que construir novos hospitais”, enumera Heitor Gottberg, gerente de vendas da vertical de saúde da Cisco. “Os benefícios começam a ser identificados e sem dúvida a telemedicina assistencial é uma tendência.”
 
E é justamente nas parcerias público-privadas (PPPs) e organizações sociais – foco inicial do projeto do Einstein e caso do M’Boi Mirim – que o executivo de tecnologia identifica o ponto focal da telemedicina. Mas há uma grande barreira além da cultural: “incluir o uso da tecnologia de forma eficiente sem estabelecer qualquer processo não é possível”, diz Gottberg.
 
A Cisco produziu um vídeo mostrando detalhes da solução de telemedicina empregada no Hospital Municipal Moysés Deutsch (M’Boi Mirim). Por meio dele, é possível ter uma ideia de como a solução funcionará em outras unidades de saúde do País. Veja abaixo:
 

 
SaudeWeb

Google Glass transmite cirurgia para 300 universidades e hospitais

Transmissão feita por videochamada na rede social Google+ através dos olhos do médico Pedro Guillén, da Clínica Cemtro, na Espanha
 
Foi transmitida nesta terça-feira (17) para mais de 300 universidades e hospitais dos cinco continentes uma intervenção cirúrgica. A transmissão feita por Hangouts (videochamadas) da rede social Google+ foi filmada através do Google Glass, “óculos inteligente” da gigante americana de tecnologia.
 
A transmissão teve objetivo educacional, e serviu para ensinar a médicos e estudantes de medicina duas técnicas: a artroscopia sem cabos e o implante autólogo de condrócitos.
 
A chamada “master class” foi feita pelo médico Pedro Guillén, da Clínica Cemtro, na Espanha. A exibição foi possível através de uma adaptação feita pela empresa espanhola Droiders no Google Glass, por meio do sistema GlasstersStreamer. A Telefónica forneceu suporte de rede para retransmitir o sinal em alta definição, e cuidou do sistema de videochamada do Google+. A Indra contribuiu com a criação do WAD.
 
Interessados podem assistir a cirurgia por meio do link do YouTube que estará no site da clínica Cemtro e da Droiders, com acesso livre.
 
SaudeWeb

Comissão aprova serviço obrigatório em saúde para graduado em faculdade pública

Estão incluídos na medida graduados em Medicina, Odontologia, Enfermagem,
 Farmácia, Nutrição, Fonoaudiologia, Fisioterapia, Psicologia e Terapia Ocupacional
Projeto de lei inclui cursos de Medicina, Odontologia, Enfermagem, Farmácia, Nutrição, Fonoaudiologia, Fisioterapia, Psicologia e Terapia Ocupacional
 
A Comissão de Seguridade Social e Família aprovou, na última quarta-feira (11), uma proposta que obriga profissionais recém-formados da área de saúde que concluírem a graduação em instituições públicas de ensino ou com bolsa do governo em faculdades particulares a prestarem serviços remunerados em comunidades carentes de trabalhadores em seu segmento de atuação.
 
Estão incluídos na medida graduados em Medicina, Odontologia, Enfermagem, Farmácia, Nutrição, Fonoaudiologia, Fisioterapia, Psicologia e Terapia Ocupacional. Os serviços terão duração de 24 meses e carga de 40 horas semanais.
 
O texto aprovado foi o substitutivo do relator, deputado Danilo Forte (PMDB-CE), ao Projeto de Lei 2598/07, do deputado Geraldo Resende (PMDB-MS), e a 19 apensados. O substitutivo incluiu duas carreiras no serviço obrigatório não previstas na proposta original (Biomedicina e Serviço Social) e excluiu da obrigatoriedade os profissionais que financiaram a graduação por meio do Fundo de Financiamento ao Estudante do Ensino Superior (Fies).
 
Forte argumentou que a falta de serviço médico no Brasil é evidente e exige providências urgentes. “É uma oportunidade de aproximar o novo profissional da realidade brasileira e proporcionar a ele uma experiência remunerada, que lhe dará condição de aprimorar sua qualificação para demandas futuras”, disse.
 
Divergência
Em seu parecer, Danilo Forte ressaltou ainda que a carência de profissionais da área médica levou os ministérios da Educação e da Saúde a estabelecerem o Plano Nacional de Educação Médica, que visa a maximizar a distribuição desses trabalhadores no País, e a editar a medida provisória (MP 621/13) que institui o programa Mais Médicos. Entretanto, vários deputados da comissão votaram contra o parecer, entre eles, o deputado Mandetta (DEM-MS), que considerou a proposta “discriminatória”.
 
“Não se pode discriminar uma profissão, simplesmente porque o Estado é incompetente para fazer aquilo que tem de fazer por força da Constituição, que é garantir saúde para todos. O Poder Público está transferindo esse dever para jovens médicos, que não têm culpa da incompetência e da falta de decisão política do governo”, sustentou Mandetta.
 
Dispensa
O texto aprovado prevê que o profissional poderá ser dispensado do Serviço Civil, desde que manifeste desinteresse em sua prestação e efetue o integral ressarcimento ao Estado dos valores gastos em sua graduação. Os que cumprirem o serviço deverão ser remunerados pelo valor do piso salarial definido por lei para a respectiva atividade profissional.
 
O substitutivo também permite aos profissionais prestadores do Serviço Civil o exercício privado de sua atividade, desde que em horário não colidente com o horário de trabalho obrigatório. O projeto, que tramita em regime de prioridade, ainda deverá ser analisado pelas comissões de Educação; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania; e pelo Plenário.
 
SaudeWeb