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quinta-feira, 3 de outubro de 2013

Concurso UFBA 2013

A Universidade Federal da Bahia (UFBA) abriu as inscrições ao concurso público nº 03/2013, destinado ao provimento de 122 vagas para cargos de todos os níveis de escolaridade, para lotação tanto na própria UFBA quanto na Universidade Federal do Oeste da Bahia (UFOB).
 
Estão sendo oferecidas 122 vagas, distribuídas entre os cargos de Auxiliar em Administração (ensino fundamental), Assistente Administrativo, Técnico em Nutrição e Dietética, Técnico em Edificações, Técnico em Equipamento Médico-Odontológico, Técnico em Laboratório, Técnico em Segurança do Trabalho, Técnico em contabilidade, Tradutor e intérprete de linguagem de Sinais, Técnico em Agropecuária, Técnico em Tecnologia da Informação (ensino médio/técnico), Arquiteto, Bibliotecário, Engenheiro Civil, Administrador, Analista de Tecnologia da Informação, Arqueólogo, Assistente Social, Biólogo, Biomédico, Contador, Engenheiro Eletricista, Engenheiro Mecânico, Farmacêutico, Médico (diversas especialidades), Nutricionista, Programador Visual, Psicólogo, Secretário Executivo e Técnico em Assuntos Educacionais (nível superior).
 
A remuneração dos futuros servidores corresponderá a R$ 1.547,23, R$ 1.912,99, R$ 3.138,70, a depender da classe, nível de capacitação e padrão iniciais do cargo. O regime de trabalho será de 40 horas semanais.
 
As inscrições devem ser realizadas até o próximo dia 23 de outubro de 2013, exclusivamente pelo site www.concursos.ufba.br. O valor da taxa de inscrição poderá variar de R$ 40,00 a R$ 70,00.
 
O processo seletivo será composto de provas escritas que serão aplicadas em 1º de dezembro de 2013 para todos os cargos, nas cidades de Salvador, Barreiras e Vitória da Conquista, das 13h10 às 17h10.
 
Haverá também prova oral/prática, na segunda fase, para os cargos de Médico Veterinário/Clínica de Pequenos Animais, Médico Veterinário/Clínica de Ruminantes, Médico Veterinário/Cirurgia de Grandes Animais, Médico Veterinário/Anestesiologia Veterinária, Médico Veterinário/Patologia Clínica Veterinária, Biólogo/Microbiologia, Biólogo/Biodiversidade, Biólogo/Genética, Técnico em Agropecuária, Tradutor e Interprete de Linguagem de Sinais-LIBRAS.
 
O resultado do concurso será divulgado até o dia 23 de dezembro de 2013.
 
O edital completo encontra-se no endereço www.concursos.ufba.br. Demais informações podem ser obtidas no mesmo site, ou no SSOA, Rua Dr. Augusto Viana, 33, Canela, Salvador-BA, pelo telefone: (71) 3283-7820, ou e-mail: ssoa@ufba.br.

Concurso Prefeitura de Itapecerica da Serra – SP

A Prefeitura de Itapecerica da Serra, no estado de São Paulo, realiza concurso público (edital 30/2013) para o preenchimento de oito vagas para níveis médio e superior. As oportunidades são para Técnico II (Arquiteto, Assistente Social, Programador de Sistemas de Informação e Psicólogo) e Técnico I (Técnico de Enfermagem do Trabalho e Técnico de Informática). A remuneração pode chegar a R$ 1.364,22. 
 
As inscrições estarão abertas no período de 7 a 31 de outubro de 2013 e deverão ser feitas somente via internet, pelo site www.itapecerica.sp.gov.br. As taxas são de R$ 40 e R$ 60. 
 
As provas serão realizadas no Município de Itapecerica da Serra/SP, sendo que a data, horário e local serão divulgados oportunamente por Edital de Convocação. O concurso terá validade por dois anos, podendo ser prorrogado por igual período. 

Reeducação alimentar pode aumentar qualidade de vida na terceira idade

Uma alimentação mais saudável está diretamente ligada ao
controle do sobrepeso, da hipertensão arterial e do diabetes.
Além disso, a reeducação alimentar aumenta a qualidade de vida
Nunca é tarde para aprender a se alimentar corretamente. Em qualquer idade, a reeducação alimentar colabora para equilibrar o peso e proporcionar melhor qualidade de vida. Isso também acontece na terceira idade. 

Nesta fase da vida em que o organismo enfrenta várias alterações fisiológicas e de metabolismo, uma boa alimentação é fundamental para garantir a saúde.
 
De acordo com a professora Aline Tibúrcio, coordenadora da Clínica de Nutrição da Unopar e responsável pelo Projeto Nutrição para Idosos, problemas com sobrepeso, hipertensão arterial e diabetes são comuns a partir dos 60 anos de idade. 

"Possivelmente a pressão alta e a diabetes estão associadas ao excesso de peso que observamos na maioria dos pacientes que atendemos na clínica", esclarece. 

Ela atribui esses problemas à vida sedentária, consumo de muita fritura e alimentos industrializados e maus hábitos alimentares: "Entre os pacientes que vivem sozinhos, a maioria não cozinha em casa. Muitos não têm costume de comer frutas e verduras com frequência e não fazem a quantidade de refeições diárias recomendáveis", explica.

Entre os cuidados nutricionais principais na terceira idade, Aline recomenda evitar o consumo excessivo de sal e açúcar. 
 
"À medida que envelhecemos nossa sensibilidade para os sabores doce e salgado vai diminuindo. Isso faz com que as pessoas de mais idade aumentem, às vezes sem perceber, a quantidade de sal e açúcar na alimentação. 
 
A ingestão de remédios também produz alterações no paladar", alerta. Segundo a professora, o sal está diretamente relacionado à pressão arterial e o açúcar, ao sobrepeso e diabetes.

Ela também ensina a evitar o consumo de gordura, principalmente frituras. Outra dica é ficar atento à hidratação: "Nós dizemos que os idosos são desidratados crônicos. Isso acontece porque eles não sentem sede e diminuem radicalmente o consumo de água, o que não pode acontecer", ensina. 

Também existem medicamentos que alteram o paladar, tornando o sabor da água ruim. "Essa é uma queixa comum entre os idosos. Nestes casos, ensinamos a adicionar sabor à água, como folhas de hortelã, por exemplo", exemplifica.

Todas essas orientações fazem parte do Projeto Nutrição para Idosos, que atende gratuitamente na Clínica de Nutrição da Unopar. Para participar é preciso apenas ter mais de 60 anos e ser fisicamente ativo.

O atendimento é individual, com avaliação nutricional e cardápio personalizado. O Projeto também inclui reuniões coletivas todas as quartas-feiras, das 14h às 16h.

"Procuramos trabalhar em grupo temas que interessam a todos como as alterações fisiológicas na terceira idade, a pressão alta e a alimentação, a comida e o excesso de peso, alimentação e diabetes e muitos outros", aponta Aline. Ocasionalmente o grupo tem aulas práticas no Laboratório de Gastronomia da Unopar. "Eles adoram conhecer novas receitas e aprender a preparar os alimentos", conta a professora. 

"Nestas aulas práticas associadas a receitas indicadas para diabetes e hipertensão e o resultado é muito bom", garante.

Novos grupos são formados periodicamente, geralmente a cada seis meses. Segundo a professora Aline, o foco principal do Projeto não é a perda de peso e sim a reeducação alimentar. "Quando aprendem a se alimentar corretamente e a escolher bem o que vão comer os idosos não só controlam melhor o peso, mas também ganham em qualidade de vida, se tornam mais saudáveis", diz.
 
Serviço: 
O Projeto de Nutrição para Idosos está com inscrições abertas. Para participar é só ligar no (43) 3371-7775. Todas as consultas e reuniões acontecem na Clínica de Nutrição da Unopar, que fica à Rua Marselha s/n , no Jardim Piza.
 
(Fonte: Assessoria de imprensa da Unopar)   
 
Planeta Londrina

Sírio-Libanês reduz glosas em 30% com Lean

Metodologia implantada há cerca de um ano pela consultoria Everis ajudou instituição no relacionamento com operadoras de saúde; tempo para recebimento do convênio caiu 25%
 
Há dois anos, o superintendente comercial e de marketing André Osmo e o CFO Carlos Marsal, ambos do Hospital Sírio-Libanês, sentiram a necessidade de rever os processos da cadeia de faturamento de contas e recebimento dos cerca de 50 planos de saúde atendidos pela instituição. Na revisão também entraram as contas geradas por pacientes particulares – que são cerca de 20% do faturamento do hospital.
 
A ideia dos executivos era reduzir a glosa e o tempo de recebimento das cobranças e melhorar a ponte com as auditorias. Depois de avaliar algumas consultorias do mercado, a escolhida foi a Everis, consultoria espanhola que atua há cerca de um ano e meio no setor de saúde brasileiro. Os executivos André Osmo e o sócio da área de saúde da Everis no Brasil, Vicente Olmos conversaram com o Saúde Web durante o Saúde Business Forum 2013.
 
O projeto da consultoria identificou o fluxo do trabalho e os indicadores de eficiência, qualidade do processo e o potencial de melhorias. Com o diagnóstico dos gargalos em mãos, a consultoria começou a sugerir melhorias e aplicar a metodologia Lean, que enxuga os processos reduzindo os custos.
 
Tal mapeamento envolve a conta do paciente desde a entrada no hospital (seja de operadora ou particular), até o repasse para a operadora e o recebimento pelo hospital. Ou seja, a partir deste momento, todos os processos que envolvem determinado paciente (procedimentos, remédios, internações) e que resultará na sua conta de cobrança, são rastreados e colocados na sua conta hospitalar.
 
Implantação
Na implantação deste sistema foram necessárias 20 pessoas do Sírio-Libanês e quatro consultores da Everis. “A ideia do Lean é não documente, faça”, explica o executivo da Everis. Ele afirma que com o lema, os processos são absorvidos rapidamente pelos profissionais, o que acaba por resultar em melhoria contínua.
 
Para a Everis, o projeto ajudou a conhecer todo o hospital e ajudou a ter uma visão de integrar o hospital e a implementação das ferramentas não atrapalharam o processo assistencial “, garante Olmos. O Sírio-Libanês já contava com a metodologia Lean- que tem sido implantada por vários hospitais no País, na área de diagnóstico por imagem, mas segundo Osmo, há ineditismo na implantação das contas hospitalares, o que gerou grandes melhorias.
 
Os resultados, que começaram a ser apurados desde o começo da implantação são: a redução de 30% nas glosas e 25% na redução de tempo para o recebimento do convênio. “As reclamações dos pacientes particulares também reduziram, pois afinal, isso nada mais é ‘que a glosa do paciente’ ”.
 
Osmo também ressalta a importância do projeto para o relacionamento com as próprias operadoras. No sistema de saúde onde impera o “custo da desconfiança”, que é composto entre outros itens pelas enormes equipes de auditorias tanto nas operadoras quanto nos hospitais, onde cada lado investe nestes departamentos para não ter prejuízos com contas não faturadas ou cobradas erroneamente. “Houve uma integração da equipe comercial com a financeira [dentro do próprio hospital] e melhorou o relacionamento com as operadoras”.
 
Além disso, o superintendente aponta uma mudança de cultura dentro do próprio hospital.

“ Gerou uma cultura de melhoria contínua de processos onde as pessoas trabalham em conjunto”. Hoje, com a metodologia rodando na instituição, algumas coisas são feitas pelos próprios funcionários de maneira autônoma.
 
Frutos
Como principais frutos do projeto, além dos resultados já citados acima, está a manutenção e a busca por aprimorar os processos. Foram mapeadas 138 iniciativas de melhorias que estão agrupadas em 16 projetos presentes no planejamento do Hospital Sírio-Libanês. No momento três deles estão em operação pela equipe do hospital e a quarto, mais complexo, está sendo feito com a ajuda da Everis, pois se trata da revisão total do sistema de lançamento das contas hospitalares.
 
SaudeWeb

Qual é o futuro das pequenas e médias operadoras?

Setor discute o impacto das novas regulamentações na operação de empresas de pequeno e médio porte. No horizonte, novo rol pode causar grandes impactos
 
Qual é o futuro das pequenas e médias operadoras de saúde? A questão preocupa a cabeça dos empresários e tem colocado em xeque a própria sustentabilidade do setor. No horizonte, a expansão do rol de procedimentos – com começo previsto para 2014, que implica na incorporação obrigatória de novos procedimentos e, por sua vez, mais gastos. No presente, a difícil realidade de tentar sobreviver em meio as grandes, obedecendo as mesmas regulamentações que incluem normas de estrutura mínima e prazos para atendimento.
 
Diante da discussão, a Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) reconhece o cenário adverso, mas como autarquia reguladora se posiciona para garantir o acesso ao beneficiário ao invés de promover “possíveis incentivos”. “O papel da agência não é incentivar ou não incentivar, e sim estabelecer padrões e regras que devem ser observados do ponto de vista assistencial e econômico-financeiro”, afirmou o diretor da autarquia Leandro Tavares, durante evento em São Paulo.
 
Movimento natural de um setor regulamentado, os 13 anos da agência e as normas estabelecidas empurraram o segmento para a consolidação. Assim ocorreu uma espécie de “seleção natural”: àquelas que conseguiram obedecer continuaram na ativa, muitas quebraram e outras foram incorporadas por grandes companhias que conseguem operar, entre outros motivos, em razão da escala.
 
Dados da agência mostram que eram 1345 empresas em 2003 e, atualmente, o número é de 959 (considerando as operadoras com beneficiários e excluindo a área odontológica). Neste universo, com 529 consideradas pequenas empresas e 279 de médio porte, estão beneficiários que, muitas vezes, precisam de atendimento em pequenas cidades.
 
“Entendo que a médio prazo não dá para a saúde suplementar deixar de contar com as pequenas operadoras nos menores centros”, alerta o presidente da Comissão de Pequenas e Médias Operadoras da Abramge Nacional, Cyro Alves de Britto Filho. A entidade representa cerca de 80% de operadoras com este perfil.
 
Consultores ouvidos pela reportagem relataram que a própria ANS admitiu, em 2012, que “havia cerca de 300 operadoras de pequeno porte sem condições de continuar atuando”. A autarquia não trabalha com regras específicas de acordo com o tamanho das instituições e vê nesta situação um movimento natural do mercado.
 
“Não sei se as empresas menores existirão no futuro. Têm mercados onde já ficou claro que escala é fundamental e eles operam sem empresas menores. Há outros que tenderam a organizar melhor seu regramento e perceberam a importância das menores, pois elas possuem capacidade de estar em algumas regiões onde outras não estarão”, pontua Tavares.
 
Para o diretor, diante disso as operadoras devem inovar na gestão, pois “o cenário adverso supera o mérito da gestão ortodoxa”. Questionado sobre como seria essa inovação, Tavares acredita que a TI pode ajudar a conter desperdícios.
 
Sobrevivência
O fato é que tais empresas não estão sobrevivendo e um dos fatores apontados pelo mercado é justamente o impacto das novas medidas. “Toda vez que se aumenta o rol de procedimentos, as coisas vão ficando mais complicadas e o custo do plano tende a subir e afastar o consumidor”, afirmou o presidente da Abramge, Arlindo Almeida.
 
De acordo com o executivo, as reservas técnicas que poderiam ajudar as pequenas operadoras, que podem quebrar com apenas um caso de judicialização ou de alto risco, por exemplo, não podem ser usadas. “Há praticamente uns R$ 15 bilhões para todas as operadoras, mas isso não pode ser mexido”, diz.
 
O diretor da ANS enfatiza que o recurso não deve ser tratado como uma espécie de poupança. “O que está definido é que pode ser usado no momento de interrupção da operação, onde os recursos reservados sejam suficientes para quitar as dívidas com os prestadores”, explica.
 
Para o consultor de saúde suplementar Horácio Cata Preta, há uma evidente crise entre as empresas de pequeno porte. Se a ANS resolvesse eliminar do mercado as operadoras com problemas econômico-financeiros e operacionais sobrariam poucas alterativas para o consumidor. “Não restariam mais do que 400 das cerca de 1000 que estão em operação atualmente, todas pequenas, com 20 mil ou menos beneficiários [seriam incorporadas]”, pontua.
 
* O 18º Congresso Abramge ocorreu nos dias 22 e 23 de agosto em São Paulo (SP)
 
SaudeWeb