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domingo, 20 de outubro de 2013

Conheça os riscos de ingerir álcool durante a gravidez

O álcool também deve ser evitado pela mulher durante o tempo
 de amamentação
Bebida pode prejudicar desenvolvimento do bebê
 
A ingestão de álcool durante a gravidez pode causar diversos problemas de saúde para o bebê. Em apenas dez minutos, a bebida pode aturar sobre a criança, já que possui livre passagem pela placenta. Além disso, durante a gravidez, o fígado do bebê ainda está em formação e metaboliza duas vezes mais lentamente o álcool ingerido pela mãe, comprometendo seu desenvolvimento saudável. Segundo dados da Organização Mundial de Saúde (OMS), a cada ano, 12 mil bebês no mundo nascem com a Síndrome do Alcoolismo Fetal (SAF).
 
A ginecologista Paula Bortolai explica que a SAF traz consequências irreversíveis.
 
— O problema pode comprometer o crescimento intrauterino, ocasionar distúrbios do comportamento, má formação na face e membros inferiores, má formação cardíaca e, ainda, aumento da taxa de mortalidade — afirma.
 
A médica também alerta que, em alguns casos, os sintomas como defeitos físicos não são aparentes no nascimento, mas o bebê pode apresentar sequelas como alteração de peso ou ter implicações durante a infância.
 
O álcool também deve ser evitado pela mulher durante o tempo de amamentação.
 
— Nas crianças, a substância afeta o sistema imunológico, a fome e o sono, interfere na capacidade de sucção e ainda diminui o aporte de vitamina A, uma das responsáveis por defender o organismo contra infecções. O mais indicado é que a mãe corte de vez qualquer dosagem alcoólica nessa fase — orienta a especialista.
 
O consumo excessivo de álcool deve ser evitado pelo casal que deseja engravidar. A bebida pode comprometer a fertilidade feminina e, nos homens, afetar a qualidade do esperma e reduzir os níveis de testosterona.
 
— O álcool, por si só, já é um grande inimigo da saúde. Nas mulheres, por exemplo, pode causar falha da menstruação e da ovulação, diminuição da libido e a infertilidade — afirma a especialista.
 
Zero Hora

Conheça os benefícios de consumir amendoim para quem pratica atividades físicas

Conheça os benefícios de consumir amendoim para quem pratica atividades físicas Michaela Kobyakov/Stock.xchng
Amendoim possui diversos nutrientes
Alimento proporciona energia e redução da fadiga muscular
 
O amendoim é um alimento bastante apreciado pelos brasileiros, seja como petisco ou em receitas doces e salgadas. Para quem pratica exercícios físicos, ele tem ainda mais vantagens. O amendoim é associado à maior ingestão de proteína, gordura insaturada (ácidos graxos mono e poli-insaturados), fibras, vitamina A, vitamina E, cálcio, magnésio, zinco, ferro, compostos bioativos como os polifenóis, além da redução no consumo de gordura saturada e colesterol.
 
— O amendoim é comprovadamente um alimento nutritivo, e para os praticantes de exercício físico significa mais energia e disposição, redução de risco de lesões e redução de fadiga muscular — afirma a nutricionista e fisioterapeuta Vanderlí Marchiori.
 
Quando consumido em quantidades entre 30 e 40 gramas por dia ao final do dia, o amendoim auxilia na redução de peso corporal e gordura abdominal e proporciona uma maior saciedade do que o consumo de vários outros alimentos no período.
 
— Isso torna o amendoim altamente recomendável e deve ser incluído em planos de reeducação alimentar, inclusive para a redução de peso, sendo ideal para atletas no desenvolvimento de suas atividades — completa Vanderlí.
 
Zero Hora

Manifestação em maternidade do Rio defende parto humanizado e redução de cesarianas

Foto: Agência Brasil
Rio de Janeiro - Um grupo de mulheres a favor da humanização do parto, com o apoio de ativistas e de profissionais de saúde, fez ontem (19) um ato silencioso no Hospital Maternidade Maria Amélia Buarque de Hollanda, no centro da capital fluminense. A manifestação dá continuidade a uma série de atividades que vêm ocorrendo desde o ano passado, quando foram realizados os primeiros protestos nacionais. Este ano, as ações envolvem 34 cidades.
 
O Brasil tem a mais alta taxa de cesarianas do mundo: o número de cirurgias aumentou de 37,8% para 52,3% entre 2000 e 2010. A Organização Mundial da Saúde (OMS) recomenda que essa taxa seja 15%, tanto na rede pública, quanto na privada.
 
"O nosso ato é para apoiar neste local [Maternidade Maria Amélia Buarque de Hollanda] todos os profissionais que lutam para que a mulher seja protagonista do seu trabalho de parto e, isso faz com que as cesáreas feitas por conveniências médicas não aconteçam", destacou a funcionária pública Paula Inara, de 38 anos, uma das coordenadoras do Movimento pela Humanização do Parto.
 
Segundo a médica e pesquisadora da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), Maria do Carmo Leal, o número de cesarianas está aumentando a cada ano, na contramão do que acontece em países desenvolvidos, como os na Europa, onde não ocorre a prática indiscriminada de partos cirúrgicos.
 
"Nos Estados Unidos, que têm um modelo de atenção um pouco parecido com o nosso, eram 33% de cesáreas e agora estão com 31%, porque estão fazendo um imenso esforço para diminuir essa taxa.”
 
Em março de 2014, Maria do Carmo lançará a pesquisa Inquérito Nacional sobre Parto e Nascimento, feita nos últimos três anos em todo o país. O documento vai descrever como é a assistência ao parto; quais são as intervenções que vêm sendo feitas sobre o parto vaginal; qual é a aprovação de cesáreas; como a decisão pela cesárea está sendo feita no Sistema Único de Saúde (SUS) e na rede privada. "É uma pesquisa muito grande, que também vai contemplar os resultados sobre como o parto é feito, sobre a mãe e o recém-nascido.”
 
O Movimento pelo Parto Humanizado também se solidariza com as mães que perderam quatro bebês de cesariana no início do ano na Maternidade Maria Amélia e pede que as causas sejam apuradas rapidamente. O movimento afirma ainda que não é contra as cesarianas. Apenas considera que elas devem ser feitas quando há indicação clara e real para mãe ou para o bebê e não de forma indiscriminada, como tem sido feita no país.
 
Segundo a enfermeira obstétrica Mara Libertad, que acompanha partos normais em casa e trabalha junto ao Movimento pela Humanização do Parto, o que a maternidade faz é o recomendado pelo Ministério da Saúde como mais adequado para as mulheres em trabalho de parto. "Ela tem acompanhamento em uma sala individual, com recursos para o alívio da dor, e direito ao acompanhante, reconhecido por lei.”
 
Agência Brasil

Prepare o corpo para o horário de verão

Mudança nos ponteiros do relógio pode provocar alterações no organismo. Veja como se adaptar mais facilmente
 
O cenário está anunciado: na próxima semana, devem crescer as queixas de dor de cabeça, cansaço intenso, dificuldades com o sono, mal-estar e tontura. É que a simples mudança dos ponteiros do relógio, que se adiantarão em uma hora na passagem de sábado para domingo, pode impactar no funcionamento do organismo.
 
As primeiras alterações sentidas são no sono e o motivo é um hormônio chamado melatonina. Ele é acionado pela falta de luz e o fato dos dias serem mais longos pode fazer com que o corpo humano tenha dificuldade em produzi-lo.
 
Logo, para se adaptar ao novo horário, é importante evitar situações estimulantes no final da tarde ou no início da noite. Quanto mais estímulo, maior a dificuldade do organismo para relaxar e pior a qualidade do sono. Quem cobra a fatura é o corpo, no dia seguinte, quando o despertador toca.
 
Para evitar tudo isso, confira algumas dicas para que o sono não te abandone nesta alteração dos ponteiros:
 
1. Nos primeiros dias do novo horário faça refeições leves, ricas em frutas, verduras e legumes, que facilitam a digestão.
 
2. Procure deitar mais cedo, mesmo que encontre dificuldades para pegar no sono, o ambiente calmo ajudará a dormir melhor.
 
3. Evite realizar exercícios físicos pesados. Prefira atividades relaxantes como alongamento e ioga.
 
4. Evite o consumo de café à noite.
 
5. Cigarro e bebidas alcoólicas no período noturno também atrapalham a qualidade do sono.
 
6. Nas primeiras semanas procure fazer refeições sempre no mesmo horário, isso evita a fome fora de hora.
 
7. Não faça uso de medicamentos para dormir sem prescrição médica.
 
8. Não tome banho muito quente ou muito frio.
 
9. Não leia livros ou assista a filmes muito estimulantes nas horas que antecedem o sono.
 
Mesmo quem não convive com problemas com o sono, portanto, pode ficar durante os primeiros cinco dias de novo horário rolando na cama, de um lado para o outro. É uma situação parecida com outros fenômenos que podem acontecer em qualquer época do ano, como a mudança de turno no trabalho ou o jetleg, aquela situação estranha que surge depois de viagens de avião, em especial quando a origem e o destino têm diferenças grandes no fuso horário.
 
O problema é que dormir mal não causa só cansaço, pode ser prejudicial para outras áreas: o sistema cardiovascular pode ficar alterado e a incidência de doenças como o infarto tendem a ser mais comuns. Há piora no sistema metabólico e o diabetes também pode ficar descontrolado. Até o regime é comprometido, já que pesquisas recentes já mostraram que dormir pouco é um dos vilões para perder peso.
 
iG

Saiba quais são as causas da hipertensão e as doenças associadas a ela

Entre os principais causadores da doença estão o cigarro, o sedentarismo, a obesidade e o álcool. Atualmente, no Brasil, um em cada três adultos tem pressão arterial elevada
 
Silenciosa, a hipertensão vai chegando aos poucos, sem que a pessoa perceba. Suas consequências, no entanto, são alarmantes. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), a pressão alta é responsável por 45% dos ataques cardíacos e 51% dos acidentes vasculares cerebrais. E o número de hipertensos não para de crescer. Hoje, no Brasil, um em cada três brasileiros em idade adulta sofre com a pressão arterial elevada.
 
De acordo com pesquisa do Ministério da Saúde, o índice de pacientes com idade entre 18 e 24 anos é de 8% contra 50% para a faixa etária acima de 55 anos. O diagnóstico de hipertensão é maior em mulheres (25,5%), do que em homens (20,7%). Entre os principais causadores da doença estão o cigarro, o sedentarismo, a obesidade e o álcool.
 
Veja o que a hipertensão faz em seu corpo:
 
                         
iG