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terça-feira, 22 de outubro de 2013

Como Tratar Micose

Como Tratar MicoseA micose é um tipo de infecção causada por fungos e se caracteriza por coceiras, vermelhidão e muitas vezes aparecem também em um tom amarronzado. 
 
A micose pode afetar diversas áreas de seu corpo como os pés, o couro cabeludo, a região da virilha e até mesmo a região da barba. Sua transmissão pode ocorrer através do contato com animais ou seres humanos infectados ou por objetos pessoais como toalhas, cama, escovas de cabelo, roupas, água de piscina etc. Neste artigo lhe ensinaremos como tratar e prevenir micose.
 
Prevenção:
 
1. Evite o compartilhamento de objetos pessoais tais como roupas, toalhas, escovas de cabelo, meias etc.
 
2. Mantenha sua pele sempre limpa e nunca durma de cabeça molhada ou úmida.
 
3. Utilize roupas bem arejadas em regiões quentes, deixe sua pele “respirar” e evite ficar muito tempo suado.
 
4. Evite andar descalço em praias e ruas.
 
5. Leve seu animal de estimação ao menos uma vez por semana ao veterinário para certificar-se que ele não está infectado.
 
Tratamento:
1. Consulte-se com um dermatologista para o diagnóstico concreto. Muitas das vezes a micose se parece com uma simples irritação da pele, por isso fique atento à essa irritação. Caso ela dure mais de dois dias, vá a um médico para consultar-se.
 
2. Após o diagnóstico, o médico lhe receitará uma pomada ou até mesmo um remédio oral antifúngico.
 
3. Lave e seque bem a área afetada pela micose e em seguida, aplique a pomada antifúngica duas vezes por dia durante sete ou dez dias, dependendo da situação.
 
4.  Remédios de uso oral geralmente são prescritos pelos médicos em casos mais graves, quando a micose afeta uma grande parte do corpo.
 
5. Mantenha sua pele sempre limpa e procure pegar um pouco de sol, os fungos proliferam em locais úmidos e escuros.
 
6. Troque de roupa ao menos 4 vezes por dia, para evitar a propagação da micose pelo seu corpo e lave sua toalha sempre após se secar de seu banho.
 
7. Os antifúngicos comumente receitados são:
  • Miconazol
  • Clotrimazol
  • Cetoconazol
  • Oxiconazol
8. Caso a o tratamento não tenha efeito em um prazo de duas a quatro semanas, consulte seu dermatologista.
 
Dicas:
1. Você pode evitar micoses na região dos pés utilizando antissépticos antes de calçar tênis ou sapatos.
 
2. Não aplique curativos sobre a área infectada.
 
3.  A micose pode se espalhar para outras áreas do corpo caso não seja tratada de imediato.
 
4. Utilize sabonetes antifúngicos, isso lhe ajudará na prevenção da micose.
 
Este artigo foi escrito baseado nos tratamentos mais comuns prescritos por médicos, porém não substitui o laudo médico.

Como Fazer

Ob.: Jamais utilize qualquer medicamento sem orientação de seu médico!

Mulher exagera na bebida alcoólica e fica com “barriga de grávida”

Reprodução/Daily Mail
Vítima do alcoolismo, Jo chegou a beber três garrafas de vinho por dia
Jo foi diagnosticada com cirrose e retenção de líquido na região abdominal 
 
Ao entrar em um ônibus, muitas pessoas sedem o lugar a Jo por achar que ela está grávida. Porém, a barriga extremamente inchada é consequência de sérios problemas no fígado causados pelo consumo excessivo de bebida alcóolica. As informações são do site Daily Mail.
 
Por causa de uma cirrose, a mulher de 35 anos desenvolveu um efeito colateral chamado ascite — acumulação de fluídos na cavidade do peritônio. Pacientes com essa doença se queixam da sensação de peso e pressão na barriga. No caso de Jo, houve uma protuberância das veias em toda a região abdominal.
 
Para diminuir a barriga, Jo precisa ir ao hospital a cada três semanas para se submeter a uma drenagem. Durante o procedimento, considerado doloroso, os médicos inserem uma agulha e um cateter no corpo da paciente para retirar o acúmulo de fluído e reduzir a pressão arterial no fígado. De acordo com os cirurgiões, em uma operação, já foi possível remover 23 litros de líquido de sua barriga.
 
A única esperança para Jo seria um transplante de fígado. Porém, não há garantia sobre a sua sobrevivência.  
 
Alcoolismo
Vítima do alcoolismo há vários anos, Jo chegava a beber três garrafas de vinho por dia. Esse consumo exagerado equivale a beber 15 vezes a mais que a quantidade de álcool recomendada para uma mulher.
 
No momento, a paciente se encontra sóbria, mas os danos causados em seu fígado tornaram-se irreversíveis.
 
R7

Médica investigada por morte de jovens deixa hospital em Salvador

Foto: Imagens/ Tv Bahia
Com terço na mão, suspeita investigada por morte de jovens
 deixa hospital
Oftalmologista seguiu para presídio feminino. Irmãos são vítimas de batida. 'Ela está catatônica', disse promotor do MP sobre situação da suspeita
 
Deixou o Hospital Aliança em Salvador, na manhã da última quinta-feira (17), a médica Kátia Vargas Leal Pereira.
 
A oftalmologista estava internada desde a sexta (11), quando aconteceu a morte dos irmãos Emanuel e Emanuele, 22 e 23 anos, que trafegavam em uma moto, e foram atingidos pelo carro dela no bairro de Ondina, na capital baiana. A suspeita foi encaminhada para o presídio feminino no Complexo Penitenciário da Mata Escura.
 
A mulher é investigada porque teria atingido os dois, segundo testemunhas, de forma proposital após um desentendimento no trânsito. Com base em imagens, a polícia acredita que a motorista perseguiu a moto e assumiu o risco de matar.
 
A delegada Jussara Souza, responsável pelas investigações, chegou à unidade de saúde particular por volta das 9h10 e cerca de cinco minutos depois saiu acompanhada da suspeita, que tentou cobrir o rosto para evitar o assédio da imprensa.
 
A saída dela aconteceu pelo acesso principal do hospital particular. A médica teve a prisão preventiva decretada na terça-feira (15) pelo juiz Moacyr Pita Lima.
 
'Choque'
"Ela está catatônica. Está em estado de choque. Ela não tinha a mínima possibilidade de prestar depoimento. Estava aérea. Não sei se por causa dos medicamentos", afirmou o promotor do Ministério Público da Bahia, David Gallo.
 
"Nossa intenção é que ela fique presa", completou em entrevista concedida na porta do complexo penitenciário após uma "tentativa de depoimento". Segundo o promotor, a médica respondeu apenas perguntas básicas sobre ela, como nome, endereço, mas não falou a respeito da batida que matou os dois irmãos no bairro de Ondina.
 
A médica seguiu para a enfermaria do presídio e, de lá, deve ocupar uma cela individual porque tem nível superior. A delegada, segundo o MP, tem dez dias para concluir o inquérito. A suspeita deve ser indiciada por duplo homicídio triplamente qualificado. "O simples fato dela estar presa agora é uma vitória. Até hoje havia um clima de revolta popular, mas agora não há mais", disse o promotor do Ministério Público.
 
O advogado da suspeita pediu "respeito" durante as investigações. "Infelizmente, ainda não posso falar sobre esse processo porque ele está em tramitação. A gente precisa ter respeito aos mortos, às familias dos mortos, à família da minha cliente que está sofrendo muito, e à minha cliente. Ninguém pode ser tachado de culpado sem que o processo tenha terminado" afirmou o advogado Vivaldo Amaral.
 
O advogado dela manteve a confiança na absolvição da médica. "Não estranhe se ao final desse processo, depois de alguns anos, as pessoas que crucificaram minha cliente peçam desculpa. Fatos novos virão e eu tenho certeza que vamos reverter essa situação", conclui.
 
Já Daniel Keller, advogado da família das vítimas, afirma que "confia" na Justiça e na condenação da mulher. "A prisão foi o primeiro objetivo da família e hoje ela está presa. A expectativa é que ela continue presa enquanto aguarda julgamento. Acreditamos na Justiça, no Poder Judiciário", diz.
 
Na saída do presídio, a delegada Jussara Souza não falou com a imprensa.
 
Perícia
O laudo médico do Departamento de Polícia Técnica (DPT), cujos peritos avaliaram a saúde da suspeita aponta que ela estava clinicamente apta para receber alta. Segundo o Ministério Público da Bahia (MP-BA), que promoveu coletiva à imprensa para divulgar o resultado da avaliação, o documento afirma que ela passa por abalo psicológico, mas que não há lesão física.
 
"O laudo esclarece que ela está incapaz de ficar 30 dias sem atividades genéricas ou laborativas. Mas nesse caso é parcial. Não há incapacidade física para atividades habituais, apenas psíquicas causadas pelo acidente. Ainda assim teremos o cuidado de que ela passe por avaliação médica onde irá, mas digo e repito, clinicamente ela pode ser levada à penitenciária. As autoridades estão cientes e a qualquer momento isso pode acontecer", afirmou na quarta-feira (16) o promotor de Justiça Davi Gallo.
 
O promotor Nivaldo Aquino, que também acompanha o caso, pontuou que a médica chegou a dizer para o perito que tem vontade de cometer suicídio. "O laudo diz que ela falou em cometer suicídio, sobre um possível arrependimento. Mas nada que irá tirar a possibilidade dela responder no conjunto penal. Hoje [quarta] ou amanhã [quinta] ela será custodiada e ouvida, se quiser se manifestar. O MP não tem dúvida de que ela será indiciada por homicídio triplamente qualificado", disse na quarta-feira.
 
Nivaldo Aquino diz que a Promotoria resolveu intervir no caso ao perceber "a atitude insana da senhora". Ainda segundo ele, "os subsídios até agora coletados sinalizam que ela cometeu homicidio doloso e o MP pediu da provisória em preventiva, assim como a autoridade policial", afirma.
 
Ele informa ainda que solicitou esclarecimentos sobre sete questões ao Hospital Aliança que envolvem o caso, entre elas, o motivo pelo qual a médica, enquanto suspeita presa em flagrante, ficou internada em um hospital privado. O mesmo requerimento foi enviado à direção do Samu. Segundo ele, como houve duas mortes, a médica deveria ter sido encaminhada para um hospital público.
 
O advogado que defende a família das vítimas disse que o inquérito deve ser concluído até a sexta-feira (18). "Queremos que ela vá à corte popular, para que a justiça da sociedade possa ser aplicada a ela", afirmou Daniel Keller. Segundo ele, caso a médica seja condenada, a pena prevista pode chegar a 60 anos para dois homicídios triplamente qualificados.
 
Acidente
Segundo testemunhas, na manhã da sexta-feira (11), a médica jogou o carro, em alta velocidade, e de forma proposital, na direção dos irmãos que estavam trafegando de moto pela Avenida Oceânica. Antes da batida, a motorista teria se desentendido com o jovem que guiava a motocicleta, por causa de uma "fechada" que a motorista teria dado no rapaz.
 
Relato de testemunha
A principal testemunha da batida conversou sobre o que presenciou com o G1. Na segunda-feira (14), ele prestou depoimento na 7ª delegacia.
 
"A gente [ele e os jovens na moto] parou no semáforo do antigo Salvador Praia Hotel e, quando a moto arrastou, também arrastei. O carro branco lá atrás. A moto seguiu em frente e, quando chegou lá na ponta do Ondina Apart, o carro passou com muita velocidade. Eu ainda reclamei e disse 'que motorista maluco!'. De repente, logo depois, teve a colisão dela batendo na moto. O carro jogou o casal contra o poste", relatou em exclusividade para a equipe. "Não houve freada, só derrapagem", acrescenta a testemunha, que não quer se identificar.
 
A testemunha afirma que desceu do carro ao se deparar com o acidente e percebeu que as vítimas morreram na hora, devido ao impacto da batida. "Vi que não tinha nada pra fazer e fui até o carro dela para falar, não sabia que era uma senhora, chegando perto, avistei que era uma senhora. Passo todos os dias por esse caminho, foi muito chocante, muito terrível. Na sexta-feira logo após o acidente eu viajei para tentar esquecer", afirmou.
 
G1

Agulhas e seringas terão selo do Inmetro obrigatório

A partir desta segunda-feira (1º), agulhas e seringas devem ser fabricados em conformidade com as Resoluções da Diretoria Colegiada (RDCs) nº 3, nº 4 e nº 5 da Anvisa e das Portarias Inmetro nº 501, 502 e 503/2011. Os produtos fabricados antes do dia 1º de julho de 2013 podem ser comercializados e utilizados até a data de validade, ainda que estejam sem o selo de identificação.
 
O objetivo das certificações é proteger a saúde e segurança do consumidor. Caberá à Anvisa fiscalizar a obrigatoriedade do selo nos produtos. Fabricantes e importadores terão prazo de adequação até o dia 30 de dezembro.
 
Em fevereiro, 13 marcas de seringas e agulhas usadas para injetar medicamentos foram analisadas pelo Inmetro. Apenas duas estavam dentro da conformidade. Segundo André Santos, chefe da divisão de orientação e incentivo à qualidade do Inmetro, por isso foram incluídos na lista de produtos com certificação compulsória seringas, agulhas e também equipos não avaliados no teste.
 
Os principais problemas encontrados nas agulhas hipodérmicas analisadas estavam relacionados à possibilidade de ferimentos, de contaminação e desperdício de medicamentos, além do fato de a agulha não possuir resistência à corrosão na cânula (tubo de aço). No caso das seringas, o produto deve ser fabricado sob condições que garantam a ausência de contaminantes.
 
Acessórios descartáveis, encaixados no scalp para terapias intravenosas, ou em agulhas que estão no paciente, os equipos também terão de passar por avaliação do Inmetro, por conta dos problemas encontrados: vazamentos, velocidade inadequada do fluxo do medicamento (gotejamento), conexões defeituosas ou fora do tamanho padrão e esterilidade comprometida.
 
SaudeWeb

Espera sem fim para quem quer fazer cirurgia

Nilson mostra as dezenas de exame que fez para marcar cirurgia
Assis Cavalcante/Ag. Bom Dia
Nilson mostra as dezenas de exame que fez para marcar cirurgia
Pacientes se revoltam com a falta de agendamento e cancelamento. Enquanto aguardam decisão, sofrem
 
A esperança de se livrar da pedra no canal do pâncreas foi por água abaixo para o aposentado  Nilson Aparecido da Rosa, 37 anos, ao receber a notícia do médico gastroenterologista de que a Prefeitura de Sorocaba cancelou diversas cirurgias na Policlínica Municipal de Especialidades. “Meu caso é grave. Preciso fazer a cirurgia de retirada da pedra urgente. Infelizmente, algo de errado está acontecendo entre a prefeitura e a Policlínica.”
 
A unidade de saúde mantida pelo Poder Público  cancelou cerca de mil cirurgias que já estavam marcadas. 
 
O aposentado fez diversos exames para realizar o procedimento, porém ainda não há previsão de quando deverá realizá-lo. “Perdi as contas de quantos ultrassons, exames de sangue e eletrocardiogramas fiz. Tenho medo que percam a validade e tenha de refazer tudo de novo para poder me submeter a esta cirurgia”, desabafa.
 
Ainda de acordo com o paciente, o médico avisou que não poderia marcar a cirurgia, já que a prefeitura não está mais liberando os procedimentos. 

O retorno da consulta será na próxima semana e a esperança de Nilson é que consiga agendar a cirurgia e se livrar das dores no pâncreas. “O diagnóstico saiu há dois anos e quando chego perto da solução, acontece este problema”, lamenta.

Vesícula
Outra paciente que sofre com a falta de agendamento da cirurgia é a diarista Neusa Maria da Silva Aguiar, 49, que precisa retirar a vesícula. “Enquanto isso, quando tenho crise tomo remédio ou procuro atendimento na UPH [Unidade Pré-Hospitalar]. O que desejo é ficar livre deste sofrimento, mas está longe disso acontecer devido aos absurdos que ocorrem no governo.” 

O outro lado
Por meio de nota, a  Secretaria da Saúde de Sorocaba informou que a Policlínica  faz o atendimento ambulatorial de especialidades, procedimentos de pequeno porte e exames subsidiários. A prefeitura admite que houve o cancelamento de procedimentos, mas promete  reagendá-los.

opinião:  Marcelo Macaus, Editor do BOM DIA

Reagendamento tem de ser logo 

“É um absurdo o que fazem com a população. Nosso direito básico é ter acesso à saúde”. É o que diz a diarista Neusa, uma das prejudicadas com o cancelamento de mil cirurgias na Policlínica. E ela está certa. É dever da prefeitura organizar novo agendamento, conforme prometido. E isso não pode demorar. A CPI da Saúde tem de ficar em cima deste caso. Na verdade, mais um descaso com quem depende da saúde pública.

Vereador petista entra no caso e cobra solução
Segundo o vereador Izídio de Brito (PT), presidente da CPI (Comissão Parlamentar de Inquérito) da Saúde, instaurada na Câmara de  Sorocaba,  a desmarcação e a falta de agendamento de cirurgias na Policlínica  são devido à falha na gestão. “Na próxima semana irei fazer uma reunião ou ir ao local para analisar o que posso fazer para atender a população. Mas quem será cobrado para que haja uma solução será o secretário de Saúde, Armando Martinho Bardou Raggio”, avisa.

Diversos pacientes já procuraram a CPI e denunciaram os casos que ocorrem na Policlínica. “O paciente adquire confiança no médico. Em um dos casos, o profissional saiu da unidade e a cirurgia foi desmarcada. Enquanto isso, o caso da pessoa está parado. Outro problema é a desorganização. Muitas fichas desapareceram”, revela.

Um dos motivos da bagunça, acrescenta o petista, é a transição de coordenação que aconteceu este ano. “O prefeito Antonio Carlos Pannunzio anunciou a entrada de um corregedor, mas o que a unidade precisa é de um organizador”, afirma Izídio.
 
Mais...

60 mil pessoas aguardam atendimento

Casos
Destes casos, cerca de 20 mil são para consultas de oftalmologia e os demais para outras especialidades.
14 anos é o tempo que a Policlínica existe em Sorocaba
 
Diário de São Paulo