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segunda-feira, 28 de outubro de 2013

Conheça 10 mitos e verdades sobre hemorroidas

Conheça 10 mitos e verdades sobre hemorroidas Rômulo AS/Divulgação
Foto: Rômulo AS / Divulgação
Ingestão de condimentos picantes não causa hemorroida
Constrangimento em falar no assunto colabora para a falta de informação
 
Apesar de ser um problema bastante comum, as hemorroidas ainda são tabu para muitas pessoas. O médico Silvio Gabor esclarece os principais mitos e ou verdades em relação ao surgimento e ao tratamento desse incômodo.
 
Confira:
 
01) Ficar sentado muito tempo no vaso sanitário favorece o aparecimento de hemorroidas: MITO
Não é o ato de ficar sentado que causa o problema, e sim o hábito que as pessoas constipadas têm de permanecer muito tempo no banheiro fazendo grande esforço para evacuar. Dessa forma, elas aumentam pressão sobre as veias hemorroidárias. Se a pessoa apresenta um bom funcionamento intestinal, nada acontecerá se passar horas nesta posição. O problema é imprimir força excessiva.
 
02) Hemorroida causa câncer: MITO
Hemorroida nunca vira câncer. Alguns sintomas da doença, no entanto, são parecidos com os apresentados quando se tem câncer do reto e ânus, como sangramento. Por isso, é importante ir atrás do diagnóstico correto, especialmente quem tem mais de 50 anos.
 
03) Alimentos picantes aumentam o risco das hemorroidas aparecerem: MITO
A ingestão de condimentos não causa hemorroida. Porém, pessoas que já desenvolveram a doença não devem consumir esses alimentos por serem irritantes em tecidos inflamados, piorando os sintomas. A orientação para os pacientes é evitar itens cáusticos, que vão agredir as veias na saída das fezes. E priorizar uma dieta rica em fibras e abundante em líquidos.
 
04) Prisão de ventre causa hemorroida: VERDADE
A constipação intestinal é caracterizada pela dificuldade eventual ou constante de evacuar, tornando as fezes ressecadas. É uma alteração normalmente relacionada à má alimentação e a pouca ingestão de água. Se a pessoa já tem o problema, o esforço repetitivo, durante as evacuações, levará ao crescimento das veias, fazendo com que as hemorroidas internas se prolapsem e se exteriorizem. Por isso, a mudança de hábitos à mesa é fundamental tanto para a prevenção, quanto para o sucesso do tratamento das hemorroidas.
 
05) Andar de cavalo ou de bicicleta contribui com o aparecimento das hemorroidas: MITO
Isso só acontece se o indivíduo passar boa parte do seu dia em cima da cela ou do selim. Para quem já tem o problema, recomenda-se evitar esses meios de transporte. Atividades físicas como ciclismo e equitação também devem ser evitadas porque exercem pressão sobre a região anal. Em termos de atividades físicas, a ginástica favorece o bom funcionamento intestinal. A caminhada e a natação são indicadas e auxiliam, inclusive, no alívio dos sintomas do problema. O exercício melhora a circulação sanguínea, que, por sua vez, minimiza a inflamação associada à hemorroida. Também ajuda a manter o peso corporal saudável, reduzindo a pressão sobre as pequenas veias do ânus.
 
06) A gestação favorece a dilatação dos vasos do ânus e favorece o surgimento de hemorroidas: VERDADE
A maioria das grávidas têm hemorroidas, mas os sintomas geralmente são discretos e não necessitam de tratamento medicamentoso, apenas orientações de dieta. Os casos intensos requerem remédios. A cirurgia nesse período deve ser evitada sempre que possível. Muitas mulheres nunca sofreram com o problema, que só aparece na gestação, em razão do aumento de peso e da pressão exercida na região pélvica. É possível também que a dilatação da veia surja durante o segundo estágio do trabalho de parto. É preciso estar atento também ao período de amamentação, quando a mãe perde muita água para fabricar o leite materno.
 
07) Hemorroidas sempre causam dor na região anal: MITO
A dor não é um sintoma obrigatório. Sua ocorrência depende do tipo de hemorroida, sendo mais comum nas externas do que nas internas, e nas que têm saliências grandes. As hemorroidas incomodam quando se encontram exteriorizadas, inflamadas ou quando se complicam devido à trombose. As internas tendem a ser menos sintomáticas: o único sinal indicativo pode ser a presença de sangue na evacuação. As externas, por sua vez, são em geral sintomáticas, associadas a sangramentos e dor ao evacuar e sentar.
 
08) Uma das melhores formas de prevenir as hemorroidas é beber muita água: VERDADE
É obrigatório manter o processo digestivo em movimento. Para isso, vale beber pelo menos oito copos de água ou de qualquer bebida descafeinada por dia. Frutas, vegetais e grãos integrais importantes fontes de fibras, contêm água e ajudam na hidratação. Em quase metade dos casos de constipação intestinal, causa comum de aparecimento das hemorroidas, o consumo de alimentos com essas características é o melhor tratamento.
 
09) Sangramento na região anal, principalmente ao evacuar, é sempre causado pelas hemorroidas: MITO
Podem ocorrer disfunções como fissuras anais, fístulas, inflamações e tumores, que, como a hemorroida, provocam sangramento. "O sintoma pode aparecer em decorrência de doenças do esôfago, estômago, intestino delgado e grosso, reto e canal anal. As mais frequentes, e benignas, são as hemangiomas do intestino fino, males inflamatórios e infecciosos do cólon e fissura anal. Já a maligna é o câncer do cólon e reto, cada vez mais comum, cujo atraso no diagnóstico piora as chances de cura. Por isso, é fundamental procurar um médico.
 
10) Sexo anal pode provocar o aparecimento de hemorroidas: MITO
Não há relatos de que a prática é um fator desencadeante. O ato sexual pode causar microtraumas e fissuras na região, mas não chega a ser a causa do problema.

Zero Hora

Pesquisa mostra maior variação genética do HIV em crianças e adolescentes de SP

São Paulo - Pesquisadores da Universidade de São Paulo (USP) e da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) observaram uma maior variabilidade genética do vírus HIV em crianças e adolescentes do que a apontada em estudos anteriores feitos com adultos.
 
De acordo com os pesquisadores, isso sugere que o perfil da epidemia está mudando no Brasil, o que pode ter implicações tanto na produção de diagnósticos como na definição de terapias e no desenvolvimento de vacinas. Foram colhidas amostras sanguíneas de 51 soropositivos nascidos entre 1992 e 2009 na capital paulista.
 
Segundo o coordenador do projeto, professor Sabri Saeed Mohamed Al Sanabani, do Instituto de Medicina Tropical da USP, existem dois tipos (1 e 2) de vírus causadores da aids. O tipo 2 é praticamente restrito ao Continente Africano. O tipo 1, que prevalece no restante do mundo, se divide em vários grupos, sendo os principais M, N, O e P. O grupo M, que causa a grande epidemia conhecida atualmente, por sua vez, possui subtipos. "Há ainda as formas recombinantes, que são a mistura genética de subtipos de vírus", explicou à Agência Brasil.
 
Estudo publicado em 2011 pelo mesmo grupo de cientistas mostra que o subtipo B é o mais frequente no país. Isso foi atestado com a análise de 113 amostras sanguíneas de homens soropositivos com média de idade de 31 anos e também por meio da análise do DNA viral. Mais de 80% dos pacientes estavam infectados com esse subtipo do vírus. A pesquisa mais recente feita com a faixa etária de 4 a 20 anos, por outro lado, apontou uma prevalência de apenas 52,4%.
 
As crianças e os adolescentes que participaram do estudo, coordenado pela professora Regina Succi, eram acompanhados pelo Centro de Atendimento da Disciplina de Infectologia Pediátrica da Unifesp. Em todos os casos, a transmissão ocorreu durante a gestação, parto ou amamentação. Quase 40% deles estavam infectados com o subtipo BF1 Mosaico, uma mistura genética dos subtipos B e F1. Outros 9,5% apresentaram o subtipo F1.
 
Al Sanabani destaca que esse resultado não era esperado inicialmente. "A gente pensava que fosse encontrar um tipo genético igual ao dos adultos. Fomos surpreendidos com essa alta diversidade", declarou. O pesquisador explica que essa variabilidade genética pode ser justificada pelo fato de a maior parte das mães serem de um grupo de risco, com muitos parceiros sexuais e histórico de uso de drogas. "Esses fenômenos de recombinação que, no caso das crianças, chega a 40%, é resultado dessa mistura de vírus. As mães foram infectadas, provavelmente, por mais de um vírus", declarou.
 
O professor explica que, quanto maior a diversidade do HIV, mais difícil será desenvolver uma única vacina para o combate à doença. Há consequências também na definição de uma terapia, já que a mutação genética pode fazer com que o vírus adquira resistência ao tratamento. Além disso, pode haver falhas no diagnóstico da doença, pois a mudança nos códigos genéticos pode levar à não identificação do vírus. "A gente precisa saber o que está circulando no nosso ambiente. Se o HIV tem capacidade de mudar ou recombinar, ele pode, inclusive, constituir outro tipo de aids", alertou.
 
Embora a mutação genética faça parte do ciclo de vida do vírus, um tratamento eficiente diminui bastante a carga viral no paciente e reduz o risco de transmissão. "Estamos baseando os nossos casos em crianças e adolescentes de São Paulo e sabemos que aqui há tratamento de qualidade disponível. É preciso fazer isso chegar dessa forma a outras regiões, para não agravar o problema", defendeu.
 
O coordenador informou que um novo estudo está em curso para caracterizar os tipos de HIV circulantes em quatro estados, Pernambuco, Rio de Janeiro, São Paulo e Minas Gerais. "Por meio do sequenciamento de alta escala do genoma do HIV, vamos enxergar o vírus de ponta a ponta. É uma forma de saber quem está recombinando e quem está puro", declarou.
 
Agência Brasil

Seis dicas para prolongar a vida útil dos alimentos e, assim, evitar desperdício

Táticas para amolecer o pão do dia anterior e deixar crocantes os biscoitos murchos
 
A rede multinacional de supermercados Tesco revelou essa semana que mais de dois terços de seus sacos de salada acabam no lixo. O mesmo acontece com 40% de suas maçãs, e com um pouco menos da metade de seus itens de padaria.
 
Para evitar mais desperdício e dinheiro jogado no lixo, a repórter da BBC Kathryn Westcott reuniu seis dicas para ajudar a prolongar a vida útil dos alimentos.
 
Pão
Umedeça com um pouco d’água o pão que ficou duro e coloque-o no forno a uma temperatura de 180º C por cinco ou dez minutos, indica o escritor de gastronomia Stefan Gates.
 
Na casa de Gates, as baguetes envelhecidas são cortadas em fatias de meio centímetro e colocadas em forno quente (cerca de 50°C) por cerca de 15 a 20 minutos. "O resultado são torradinhas para comer com queijo", diz Gates. "E podem ser armazenadas em saco plástico selado."
 
Biscoito
Os biscoitos que ficaram moles podem voltar a vida em apenas cinco minutos se colocados em forno bem quente (180ºC). Mas essa sensação de biscoito fresco não dura muito, por isso é preciso consumir rapidamente.
 
Alface
Há uma série de truques para manter a alface fresca e crocante. O site Lovefoodhatewaste.com, que dá dicas de como não desperdiçar comida e dinheiro, recomenda separar as folhas e armazená-las em um recipiente com água na geladeira. A água deve ser trocada a cada dois dias.
 
O blog The Kitchn, que dá dicas de gastronomia, recomenda uma forma mais sofisticada, o chamado "método da toalha de banho", que sugere cortar as folhas, lavá-las, secá-las com um secador de salada, e espalhá-las sobre uma toalha limpa e deixar secar por algumas horas. Em seguida, enrole a toalha com as folhas dentro, prendendo-a com um elástico de borracha. Retire apenas a quantidade necessária para o dia, e enrole novamente a toalha, sugere o site.
 
"A alface de saco é mantida em embalagem com gás, por isso quando ele começa a estragar nada pode trazê-la de volta à vida", diz a chefe de cozinha Clarissa Dickson Wright.
 
No entanto, a alface pode ser revivida deixando-a em água muito fria, podendo adicionar alguns cubos de gelo, durante a noite.
 
Se isso não funcionar, sopa de alface é uma ótima solução, recomenda a chefe. "Frite um pouco de cebola e alho, adicione o caldo e coloque as folhas de alface. Sirva com croutons feitos de pão velho".
 
Pepino
O pepino também pode ser salvo logo antes de ficar completamente ruim. Se quiser aproveitá-lo por mais alguns dias, corte as pontas que ficaram moles, e coloque o pepino em pé em um pote com água fria, aconselha o site Lovefoodhatewaste.com.
 
Laticínios
O site recomenda congelar leite e queijo para prolongar a vida útil desses laticínios. Rale o queijo antes de congelar, e coloque-o direto do freezer em saladas, lasanhas, e onde mais for desejado.
 
Banana
Se suas bananas começarem a escurecer, não se desespere. Dickson Wright também tem uma solução para aproveitar o máximo da fruta.
 
A chefe sugere congelar as bananas para fazer sorvete. Primeiro tire a casa e em seguida coloque-a em um processador de alimentos.

iG

Oito regras de etiqueta para visitar o recém-nascido

Recém-nascido: som de celular é como "britadeira" para os bebês
“O bebê não é atração turística e requer cuidados”, adverte especialista
 
Faz tempo que aquela amiga de infância não dá notícias e, com ajuda das redes sociais, ela avisa a todos que está a caminho da maternidade.
 
A boa notícia da chegada de um bebê ao mundo pode ser mesmo a justificativa para o reencontro, mas a pediatra Vera Lúcia Krebs, do Hospital das Clínicas de São Paulo, adverte: “recém-nascido não é atração turística”.             
 
A visita exige algumas regras de etiqueta. Veja as orientações da especialista para amigos próximos, aqueles mais distantes, parentes e até para os novos avós.

1. Evite apertões
Muitas pessoas exageram no ‘carinho’ e acabam dando pequenos apertões na bochecha, beijos e toques não muito delicados nas mãozinhas das crianças. O que elas não sabem é que essas atitudes são inadequadas, pois podem trazer problemas ao recém nascido, como incômodo e até fraturas.

2. Faça uma visita curta
A primeira visita na maternidade deve ser limitada aos parentes próximos, como o pai, avós e irmãos, pois é um momento de recuperação da mãe e maior atenção à vida do bebê. Antes de aparecer, ligue e combine o horário. É elegante não ficar muito tempo.

3. Lave as mãos apropriadamente
Não se esqueça dos cuidados básicos de higiene. Lavar bem as mãos e os braços (até a altura dos cotovelos) antes de chegar perto da mãe e do bebê é imprescindível para minimizar a contaminação por vírus e bactérias.              
 
4. Se estiver doente, não vá
Se estiver com resfriado, gripe, conjuntivite ou qualquer outra doença infectocontagiosa, suspenda a visita. A ideia de que “eu não vou chegar perto, nem segurar a criança” não basta. Como o sistema de defesa do organismo da mãe e do bebê estão fragilizados, não é adequado arriscar.

5. Desligue o celular
No momento da visita, a pediatra do HC orienta amigos e familiares a desligar os celulares. A coordenadora da UTI do Hospital e Maternidade Santa Joana, de São Paulo, Filomena Mello, acrescenta que o barulho dos telefones móveis são como “britadeiras” para as crianças e causam estresse nos pequenos.

6. Não use flash
Cautela também com as câmeras fotográficas e filmadoras. “A luz do flash pode causar desconforto para a criança ou despertá-la, caso esteja dormindo”, diz Vera Lúcia. E só quem é mãe de recém-nascido sabe o trabalho que pode dar fazer o filho dormir.

7. Evite aglomerações
“As visitas devem ser organizadas para não formar uma aglomeração em volta do bebê. Esse tipo de ocasião favorece contágios e excesso de barulho, e isso pode causar estresse ao recém nascido”, acrescenta a especialista do Hospital das Clínicas.

8. Não fume – nem mesmo antes da visita
Nem pense em fumar. E a restrição vale para horas antes da visita. Segundo o pneumologista Joaquim Rodrigues, as substâncias do cigarro ficam impregnadas em roupas e mãos dos fumantes. Os resíduos que permanecem são tão prejudiciais quanto a própria fumaça. O contato do bebê com o material tóxico o expõe a uma probabilidade dez vezes maior de adquirir uma pneumonia aguda e ao aparecimento de um fenômeno chamado de hiperresponsividade brônquica – uma resposta exagerada do pulmão desencadeada quando a criança tem uma maior sensibilidade a infecções respiratórias – como bronquite, rinite e otite.

Delas

Barriga tanquinho depende 80% da alimentação

Exercícios intensos produzem efeitos mais rapidamente
Especialistas ensinam o melhor caminho para conquistar uma barriga chapada
 
Não adianta se matar de malhar e fazer mil abdominais diariamente para tentar ficar com uma barriga chapada sem cuidar da dieta.
 
“Alimentação é a chave da barriga tanquinho. Aliás, uma dieta adequada é a base do bom funcionamento de todo o organismo”, diz Natália Colombo, nutricionista funcional da Clínica NCnutre, de São Paulo.
 
Diversos estudos mostram que deficiências nutricionais e maus hábitos à mesa, como a ingestão excessiva de gorduras saturadas, carboidratos simples e sódio, provocam alterações e refletem na saúde e na estética.

“Um dos principais resultantes – e geralmente o que mais causa incômodo – é o acúmulo de gordura na região abdominal”, completa a especialista.
 
“Eu diria que a alimentação representa 80% da equação, mas com certeza os 20% de exercícios são essenciais”, concorda o personal trainer Carlos Klein, da equipe Movimente-se, de São Paulo.  Segundo ele, não adianta muito seguir um programa de treinamentos intenso, se a alimentação não estiver controlada. “Com certeza a dieta é mais importante”.
 
Veja abaixo os alimentos que têm "zero caloria" e ajudam a manter o corpo:
 
Abacaxi: ele queima gordura e ainda é anti-inflamatório.
 
Abobrinha: ela está em todos os cardápios das dietas porque é desintoxicante.
 
Agrião: é um inibidor da fome fora de hora e também melhora sintomas de intoxicação, como a ressaca.
 
Aipo: ingrediente cativo na dieta detox, ele não engorda, serve de petisco e também alivia o estresse.
 
Alface: é uma folha magra, presente em todas as dietas e contém lactuário, uma substância com efeito sedativo.
 
Aspargo: além de diurético (aumenta a eliminação de líquidos pela urina), é rico em ácido fólico e fibras.
 
Beterraba: além de ter um sabor adocicado, que ajuda a melhorar o humor, ela ajuda a limpar o organismo.
 
Brócolis: versátil, vai com pratos quentes e frios. Pesquisas mostram que ele protege contra o câncer de pulmão e cólon.
 
Cenoura: pobre em carboidrato, pode ser levada como lanche, ajuda no bronzeado e é magra.
 
Couve-flor: além de não engordar, ela tem nutrientes que reforçam a imunidade do organismo.
 
Cranberry: ajuda a tratar infecções e também limpa o organismo. Aqui é mais fácil de achar sob a forma de suco.
 
Espinafre: rico em magnésio. Ajuda a desintoxicar o organismo.
 
Laranja: como é uma fruta cítrica, ajuda a emagrecer e protege contra infarto e AVC.
 
Maçã: ela é de fácil digestão, amplia a saciedade e protege a memória.
 
Mexerica: amplia a sensação de saciedade e ajuda a acelerar o metabolismo.
 
Pepino: além de ajudar no emagrecimento, ele também é considerado uma arma poderosa para deixar a barriga chapada.
 
Pimenta: tempero que faz a diferença no sabor e na dieta. Acelera o metabolismo e ajuda a queimar calorias de outros alimentos.
 
Repolho: ingrediente da dieta dos países magros, ele ajuda na digestão, melhora a cicatrização e ainda emagrece.
 
Vagem: saborosa, nutritiva e também uma importante aliada no combate à barriga saliente.
 
E o que deve entrar no cardápio de quem quer secar? “Dê preferência a verduras, legumes e frutas, alimentos de fácil digestão. Aumente o consumo de fibras para ajudar no funcionamento do intestino e diminuir a sensação de abdome estufado. E tome muita água . Além de hidratar o organismo, ela auxilia na eliminação de toxinas e na retenção hídrica, diminuindo o inchaço abdominal”, ensina Natália.

As gorduras mono e poli-insaturadas, em doses adequadas, também ajudam na diminuição da gordura abdominal, por promoverem maior oxidação dos ácidos graxos (“gordurinhas”) e também por serem capazes de reduzir o índice glicêmico dos alimentos.

“Entre as boas gorduras estão azeite de oliva extra virgem (2 colheres de sopa/dia), abacate (1/2 unidade/dia), oleaginosas como castanha do parás (3 unidades/dia) e amêndoas (4 unidades/dia), e óleo de coco (2 a 3 colheres de sopa/dia)”, completa a especialista.

A nutricionista Adriana Ávila, da Clínica Vitay, de São Paulo, alerta para alguns itens que podem atrapalhar o cultivo de seu tanquinho.
 
"É importante consumir verduras e legumes, mas fique atento a alimentos como couve-flor, couve-manteiga, couve-de-bruxelas, repolho e brócolis, que podem provocar gases, aumentando o volume abdominal. A mesma coisa acontece com as leguminosas em geral (feijão, ervilha, lentilha, grão-de-bico e soja). É preciso deixar de molhos esses alimentos na noite anterior ao preparo. No dia seguinte, despreze essa água, lave bem os grãos em água corrente e coloque uma água nova para cozinhar”, sugere.
 
As frutas devem ser consumidas frescas ou secas e sem o acréscimo de açúcar, leite condensado ou creme de leite. Já as carnes devem ser magras (de boi, sem gordura aparente, peixe ou frango sem pele). “E prefira os carboidratos integrais”, completa Adriana.

Outras atitudes à mesa contribuem para o projeto tanquinho. “As refeições devem ser fracionadas. Coma menores quantidades e mais vezes durante o dia. E mastigue bem os alimentos. Quanto mais ‘quebrados’ eles estiverem, mais fácil será a digestão”, explica Natália. Mastigar mais vezes ajuda a emagrecer.

Na lista do que você deve reduzir estão:

* Carboidratos simples, como arroz branco, pão, massas em geral, doces, farinhas brancas. “Esses alimentos têm alto índice glicêmico, o que faz com haja produção aumentada de insulina, hormônio que estimula o organismo a estocar gordura”, diz a nutricionista da Clínica NCnutre.

* Sódio, presente em grande quantidade em alimentos industrializados. O excesso provoca retenção hídrica, o que colabora para inflar o abdome. Aprenda a comer com menos sal.

* Alimentos gordurosos, como frituras e queijos amarelos.

* Açúcar , doces, bebidas com gás (água com gás, refrigerante, cerveja) e bebidas alcoólicas.

Em relação aos exercícios, o personal Carlos Klein diz que “enxugar o excesso de peso” e “desenhar o tanquinho” caminham juntos.

“Definir o corpo é resultado da diminuição da gordura corporal, que acontece com um controle da alimentação com esse objetivo, e um programa de treinamentos intenso, focado no gasto calórico e fortalecimento muscular”.

Para ele qualquer tipo de exercício é bom para afinar. “Mas com certeza aqueles que têm alto gasto calórico e são praticados com intervalos de alta intensidade produzem efeitos mais rapidamente. Futebol, vôlei, basquete, levantamento de peso olímpico, kettlebell training (condicionamento físico extremo) e rope training (exercícios com cordas navais) estão entre os mais indicados para a perda de gordura na região abdominal”.
 
Para surtir efeito, o mínimo de atividade física recomendada é três vezes por semana. E os treinos devem ser de alta intensidade, porém sempre orientados e respeitando o limite de cada pessoa.

Em relação aos abdominais, Klein esclarece: “Eles não funcionam. Os tradicionais exercícios abdominais têm um efeito localizado interessante, mas a intensidade é geralmente baixa e o gasto calórico insignificante. Para definir o abdome é necessário gastar calorias. Para isso não há estímulo melhor do que atividades que trabalhem o corpo todo”, finaliza.
 
iG