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segunda-feira, 4 de novembro de 2013

Como preparar óleos de massagem

Como Preparar Óleos De MassagemA massagem é uma verdadeira cura para o corpo e a alma, os seus benefícios são comprovados pelo tempo e mais e mais pessoas que prestam atenção ao seu bem-estar, mesmo para dissolver as tensões acumuladas durante a semana de trabalho. 
 
No nível físico, em especial, relaxa os músculos duros, estimula a circulação sanguínea e linfática e ajuda a eliminar as toxinas dos tecidos, bem como calmantes do sistema nervoso. Uma vez por mês, você deve aproveitar este pequeno presente e ser mimado por mãos experientes. Alternativamente, os óleos essenciais adequados para o efeito, também podem ser obtidos no lar, com aromas de vários tipos, mas tome cuidado para não usar nada disso durante a gravidez, a menos que depois de consultar um profissional.
 
1. Misture o óleo essencial. Para se obter um óleo de costume , por sua vez, você deve simplesmente combinar dez gotas de sua essência preferida a 30 ml de óleo mineral ou de sua preferencia, tais como que a amêndoa, o que para as sementes da jojoba ou de toranja.
 
2. Prepare sua própria essência. Para preparar um caseiro óleo de massagem de energia, no entanto, apenas algum ingrediente para se certificar de que você recuperar sua energia depois de um dia particularmente movimentado. No composto, de fato, pode ser adicionado de hortelã e alecrim, estimulando na natureza calmante, enquanto lavanda ajuda a combater a fadiga física e mental. 
 
Aqui estão os ingredientes:
 
- 6 colheres de sopa de óleo de amêndoas
 
- 2 colheres de sopa de óleo de jojoba
 
- 25 gotas de óleo essencial de lavanda
 
- 10 gotas de óleo essencial de alecrim
 
- 5 gotas de óleo essencial de menta
 
3. Todos os óleos são misturados dentro de um frasco e agitou-se antes da utilização. Seguindo a mesma receita e combinando 25 gotas de sândalo, subiu dez e cinco de patchouli, você obtém um óleo de massagem sensual, talvez para tentar com o seu parceiro. 
 
Para testar, enfim, um óleo quente e picante , o composto de base são unidos por outras espécies, tais como 20 gotas de sândalo, incenso e muitas dezenas de gengibre.

Como Fazer

Brasileiros que estudam medicina na Bolívia são 23% do total no Brasil

Tiago Queiroz
Santa Casa de Misericórdia de São Paulo
Ausência de vestibular e mensalidades baixas são atrativos para quem vai estudar no exterior
 
Cerca de 25 mil brasileiros estudam medicina na Bolívia, o equivalente a 23% do total de alunos matriculados no curso no Brasil em 2012 — 110.804 estudantes, de acordo com o censo do Ministério da Educação.

Os dados são da Embaixada da Bolívia no Brasil e foram divulgados neste domingo (3) pelo jornal Folha de S.Paulo.

O número de brasileiros que estudam no país sul-americano é ainda dezesseis vezes maior que do que os matriculados no curso da USP (Universidade de São Paulo), um dos mais importantes do País.

Entre os atrativos da Bolívia estão a ausência do vestibular — apenas o diploma de ensino médio é necessário para a matrícula — e o baixo custo das mensalidades em relação às faculdades privadas nacionais.
 
Um exemplo é a Universidade de Aquinol (Udabol), onde estudam aproximadamente 5.000 brasileiros, cujo valor total do curso à vista é de aproximadamente R$ 10.500 pelos cinco anos — valor que não pagaria nem três meses do curso de medicina da Santa Casa de São Paulo, cujas mensalidades são de R$ 3.940.

Se a entrada no curso é facilitada, o mesmo não se pode dizer da saída.

Além dos sete anos de graduação — incluindo um ano de internato e três meses de trabalho obrigatório —, o aluno presta um exame ao fim da graduação.

Na volta ao Brasil, contudo, apenas 2,1% passaram em 2012 no Revalida, o exame federal para validar o diploma de medicina estrangeiro.       

R7

Mais de 2.000 profissionais do Mais Médicos começam a trabalhar no SUS nesta semana

Tânia Rêgo/ABr
Mais de 2.000 médicos começam a atuar
Grupo passou por curso, provas e semana de acolhimento no último mês
 
Depois de três semanas de curso e uma semana de acolhimento, os 2.165 médicos com diploma estrangeiro do programa Mais Médicos começam a atuar no SUS (Sistema Único de Saúde) nos diversos Estados. A maior parte deles, 928, irão para o Nordeste.
 
No último mês, os profissionais tiveram aulas de português e de saúde pública, com ênfase no modelo do SUS. Para atuarem nos Estados, os médicos terão os registros emitidos pelo Ministério da Saúde.
 
Antes da sanção da lei do Mais Médico, a função de dar o documento que permite o trabalho no Brasil era dos CRMs (Conselhos Regionais de Medicina).
 
Sanção do Mais Médicos
A lei que criou o programa foi sancionada no dia 22 de novembro pela presidente Dilma Rousseff, em cerimônia no Palácio do Planalto.
 
Criado por medida provisória editada em julho e aprovada na semana passada pelo Congresso Nacional, o Mais Médicos tem o objetivo de levar médicos para regiões consideradas prioritárias e com carência desses profissionais, como as periferias das grandes capitais e o interior do País, além de aprimorar a capacitação dos profissionais.

R7

Internet ajuda a melhorar nossa memória, diz especialista em tecnologia

Clive Thompson, 45, autor do recém-lançado "Smarter Than You Think: How Technology is Changing Our Minds for the Better"
Divulgação
Clive Thompson, 45, autor do recém-lançado "Smarter Than You
Think: How Technology is Changing Our Minds for the Better"
Ser traído pela memória sempre foi um problema. Mas nos tempos atuais, qualquer lacuna na lembrança pode ser emendada em instantes, seja sacando do bolso um smartphone seja digitando poucas palavras no Google.
 
Com isso, cresce um receio moderno: de que a internet esteja destruindo a capacidade humana de lembrar informações. E ele aumenta à medida que se desenvolvem novas ferramentas de busca on-line.
 
A dependência do homem por dados externos, porém, não é um fenômeno novo, segundo o especialista em tecnologia Clive Thompson, 45, autor do recém-lançado "Smarter Than You Think: How Technology is Changing Our Minds for the Better" ("Mais inteligente do que você pensa: como a tecnologia está mudando nossas mentes para melhor", em tradução livre).
 
Para ele, as pessoas estão apenas depositando nos aparatos tecnológicos a mesma confiança que sempre dedicaram a amigos e familiares na tarefa de preservar detalhes esquecidos.
 
O autor, que é colunista da revista "Wired" e colabora para o "New York Times", também enumera os benefícios do pensamento social oferecidos pela internet.
 
Leia trechos de sua entrevista à Folha.
 
MEMÓRIA LIVRE PARA O QUE INTERESSA
No começo, quando consultava demais minha agenda de celular, eu me questionava se tinha perdido a habilidade de me lembrar de números de telefone, por exemplo. Então pensei: 'se isso ocorre com telefones, deve ocorrer com outras informações'. Mas pode ser bom ter mais espaço mental livre para outras coisas.
 
Por milhares de anos, os humanos sempre foram bons em se lembrar do significado das coisas, mas ruins com os detalhes. A exceção é quando somos apaixonados por um tema. Em geral, porém, sempre precisamos contar com recursos externos. É por isso que consultamos bibliotecas, anotações e livros. O Google e os smartphones, são muito mais rápidos para uma consulta do que pesquisar em livros, então usamos mais.
 
HARDWARE EXTERNO
Confiamos nas pessoas ao redor para nos ajudar a lembrar os detalhes da vida desde sempre. Sabemos mais ou menos em que somos ruins em lembrar e no que nossos amigos, mulheres e maridos são bons. Até inconscientemente. Eu sei que minha mulher é melhor com datas de aniversários e história americana. E ela sabe que sou bom para lembrar onde ficam as coisas na casa e história canadense.
 
Nós armazenamos um volume grande de dados fora de nós, dentro de outras pessoas. E aprendemos que, coletivamente, chegamos a melhores lembranças, análises e soluções.
 
Com o avanço da tecnologia, ganhamos novas fontes externas de dados. Nos últimos anos, as ferramentas de busca e os aparelhos ficaram mais próximos dos nossos corpos, nos bolsos ou à nossa frente, na mesa. Então começamos a tratá-los da maneira como tratamos as outras pessoas. Aprendemos quando eles são bons para nos responder algo e quando são ruins. E confiamos neles para ajudar a lembrar.
 
DEPENDÊNCIA x CRIATIVIDADE
O único perigo é confiar demais nas fontes externas, aí pode haver questões ligadas à criatividade. Quando você faz uma caminhada ou está no banho e tem uma grande ideia, ela vem de coisas internalizadas. Se evoluímos para confiar muito em recursos externos, é discutível se podemos colocar nossa criatividade em perigo.
 
Cientistas dizem que quando as pessoas têm muito interesse em algo, isso fica profundamente internalizado. Se você quiser que as pessoas tenham mais conhecimento na cabeça delas, precisa fazer com que elas se interessem. É um problema cultural antigo: como fazemos as pessoas ficarem interessadas? A questão é a mesma.
 
Mas não acho que devemos nos preocupar sobre como estamos tratando o Google ou os smartphones. É um padrão antigo de comportamento e que se provou eficaz ao longo dos anos. Não há nada de errado sobre a memória social e sobre estar cercado por outras pessoas e aparelhos que podem ajudar a recuperar os fatos.

TECNOLOGIA AGREGA, NÃO ISOLA
Não acho que as ferramentas tecnológicas nos isolem. Acho que é o oposto. Estamos nos tornando pensadores mais sociais, pois temos mais oportunidades de dividir o que pensamos o tempo todo.
 
Pode ser ruim se você é o tipo de pessoa que prefere pensar de modo isolado. Alguns trabalhos intelectuais demandam isolamento, como, por exemplo, escrever um romance. Mas é mais difícil ser um pensador isolado hoje em dia. Há muita gente querendo falar com você on-line, enviar fotos, mensagens. Uma das habilidades modernas é este 'pensar sobre o pensar'. Seria bom para mim estar pensando com outras pessoas ou eu deveria estar isolado agora?
 
Antes, eu achava que devia manter meus trabalhos em segredo pois queria surpreender, mas percebi que se eu falar mais sobre o que estou fazendo, as pessoas, que são generosas e bem conectadas, contribuem com sugestões. A busca por boa informação se beneficiou desse pensamento social.

Folhaonline

Cientistas descobrem por que os recém-nascidos têm a imunidade tão baixa

Cientistas descobrem por que os recém-nascidos têm a imunidade tão baixa Rick Cowan/SXC.hu
Recém-nascidos são mais propensos a ficar doentes
Ausência de proteína que protege o organismo seria o motivo de bebês serem mais propensos a ficar doentes
 
Se você considera a temporada de gripes e resfriados difícil de aguentar, é porque esqueceu de como foi passar por ela quando você era criança. Uma nova pesquisa, publicada no Journal of Leukocyte Biology, lança uma nova luz para o motivo dos recém-nascidos serem tão propensos a ficar doentes por vírus: eles nascem sem uma das proteínas-chave necessárias para protegê-los.
 
Essa proteína, chamada "toll-like receptor 3" ou "TLR3," atua no reconhecimento de diversos vírus e intermedia a resposta imune a eles. Sem essa proteína, as células do sistema imunológico dos recém-nascidos não conseguem reconhecer e reagir da forma adequada a certos vírus, especialmente o vírus herpes simplex, conhecido como HSV.
 
— Este estudo ajuda a entender a base molecular para a imaturidade do sistema imunológico dos recém-nascidos. Nós acreditamos que isso possa contribuir para o desenvolvimento de intervenções terapêuticas para proteger esta parte tão vulnerável da população — afirma Lucija Slavica, pesquisadora que participou do estudo do Department of Rheumatology and Inflammation Research, da Universidade de Gotemburgo, na Suécia.
 
Para fazer esta descoberta, os cientistas compararam células do cordão umbilical de recém-nascidos com células do mesmo tipo de adultos. As células dos recém-nascidos não tinham a proteína TLR3, presente nos adultos. Essas células ajudam o corpo a eliminar as infecções virais. Quando os pesquisadores trataram os dois grupos com um componente sintético que imita a presença viral, as células do sistema imunológico dos adultos reagiram com substâncias contra os vírus, enquanto as células dos recém-nascidos não conseguiram fazer isso ou tiveram o desempenho prejudicado.
 
— Este estudo é particularmente importante pois qualquer pai pode atestar o quanto as crianças são suscetíveis a infecções e essa descoberta pode levar a novas terapias — disse John Wherry, Ph.D. e editor do Journal of Leukocyte Biology.

Zero Hora