Aplicativos, carreira, concursos, downloads, enfermagem, farmácia hospitalar, farmácia pública, história, humor, legislação, logística, medicina, novos medicamentos, novas tecnologias na área da saúde e muito mais!



segunda-feira, 18 de novembro de 2013

Exercícios físicos são excelentes no tratamento para estrias

exercicios-fisicos-combatem-estriasAs estrias  estão dentre as piores inimigas da grande maioria das mulheres
 
E não estamos falando apenas das que passam de uma certa idade, já que o problema também pode surgir quando elas ainda são mais novas. Muitas mulheres acabam não dando muita importância para este problema enquanto pensam que estão livres, mas quando menos se espera elas acabam tendo problemas com estas marcas brancas e vermelhas que vão surgindo em determinadas partes do corpo.
 
A partir deste momento começa uma grande correria em busca de soluções e de tratamentos para que as estrias não possam ser percebidas pelas outras pessoas, especialmente quando os dias mais quentes do ano começam a se aproximar e os biquínis e roupas de banho começam a sair do armário.

O problema é que a grande maioria dos tratamentos demoram muito para fazer o efeito definitivo, e os que prometem uma solução mais definitiva acabam sendo muito caros. Além disso, estes tratamentos, na sua maioria, acabam não significando que a pessoa vá estar livre das estrias para sempre.

Mas a grande maioria dos médicos e especialistas no assunto concordam com um tipo de tratamento que se mostra extremamente eficiente na grande maioria dos casos: exercícios físicos e uma dieta saudável.

Mas antes que as mulheres corram para as academias e passem muitas horas do seu dia malhando, é importante fazer uma boa avaliação da saúde, especialmente as que não costumam fazer exercícios físicos. É importante que a prática das atividades seja feita com moderação para que não criem problemas mais sérios com a saúde.

Além disso, os especialistas recomendam também que as mulheres tenham alguns cuidados com a pele antes de começar os exercícios físicos. Antes de começar, é importante incluir rotinas de hidratação da pele. A utilização dos cremes no corpo são muito importante porque quando a pele está bem hidratada ela acaba se tornando muito mais resistente a rupturas dos tecidos.

Em termos de opções de hidratação para pele, existem muitos produtos que estão disponíveis no mercado. As melhores opções são aqueles que são a base de óleos como óleo de semente de uva, macadâmia, amêndoas e rosa mosqueta. Aplique principalmente nas regiões atrás dos joelhos, no abdômen, nas coxas e nos quadris.

E não esqueça também que a hidratação também funciona de dentro para fora. Por isso, beba bastante líquidos, especialmente água.

Exercícios Físicos
Os exercícios físicos acabam sendo muito mais eficientes no tratamento da pele com estria porque além de conseguir, com o tempo, remover as marcas que já estão no corpo, eles também ajuda na prevenção das marcas que ainda vão surgir. Por isso, o ideal sempre é manter uma rotina de atividades, com pelo menos três sessões por semana.

A prática dos exercícios acabam deixando a pele mais saudável e com uma capacidade elástica melhor, e assim ela consegue ser mais resistente a estas rupturas que surgem com o passar dos anos. Em termos de tipos de exercícios, os especialistas recomendam os seguintes: abdominais, flexões, elevações de pernas, caminhadas, e fazer jogging.

Clickgratis

Repouso, boa alimentação e hidratação ajudam no tratamento da pneumonia

"Tenha sempre um médico da sua confiança, disponível e qualificado. A evolução da doença precisa ser acompanhada de perto por um profissional", alerta o especialista
 
Durante o tratamento da pneumonia, o repouso, a boa alimentação e a hidratação são fundamentais. De acordo com o pneumologista Flávio Andrade, o repouso serve para que a energia do organismo seja restabelecida para a recuperação do quadro.
 
"Sendo assim, o afastamento do trabalho também pode ser necessário. A hidratação oral é uma das principais armas na recuperação desses quadros, portanto, fundamental", acrescenta o especialista, que recomenda ainda que a prática de exercícios físicos seja suspensa durante a reabilitação.

"Além disso, é preciso se preocupar com a higiene nessa fase dos primeiros indícios da doença, ou seja, lavar as mãos, usar álcool em gel, evitar lugares sem ventilação e cobrir a tosse é essencial", complementa.
 
Andrade ressalta ainda que a existência de doenças crônicas, como a asma, as doenças pulmonares obstrutivas e o diabetes, demanda um cuidado ainda maior durante o tratamento.
 
É preciso que essas enfermidades estejam sob controle para que os sintomas da infecção respiratória não sejam potencializados.
 
"Tenha sempre um médico da sua confiança, disponível e qualificado. A evolução da doença precisa ser acompanhada de perto por um profissional", alerta o especialista.
 
Correio Braziliense

Reposição hormonal não funciona em mulheres que não sentem ondas de calor

A descoberta poderá ajudar na prescrição de tratamentos individualizados
 
Ao entrar na menopausa, muitas mulheres começam a sofrer com sintomas como insônia, fadiga e alteração do humor. Um dos problemas mais conhecidos nesse período são as ondas de calor.
 
 
Pesquisadores da Finlândia, porém, descobriram que o temido incômodo pode ser explorado de uma forma positiva. Segundo eles, a ocorrência dos fogachos funciona como indicativo da necessidade da também famosa reposição hormonal. A descoberta, publicada no jornal North American Menopause Society, pode auxiliar na escolha de terapias mais individualizadas.

Tomi Mikkola, principal autor do estudo e professor do Departamento de Obstetrícia e Ginecologia da Universidade de Helsinki (Finlândia), explica que as ondas de calor — causadas por uma desregulação no hipotálamo em decorrência da redução de níveis de estrogênio — foram sempre o sinal mais conhecido do início da menopausa.
 
“Há uma crença de que os outros sintomas são fenômenos secundários. Entretanto, as mulheres mostram diferenças na capacidade de tolerar as ondas de calor. Algumas são perturbadas por mudanças de temperatura que são facilmente aceitável por outras.”

Para entender a fundo o sintoma, os pesquisadores realizaram um experimento com 150 mulheres, divididas em dois grupos: 72 relataram ter sete ou mais ondas moderadas de calor por dia, 78 apresentaram três ou menos ondas leves ou nenhuma.
 
Os pesquisadores trataram metade das mulheres de cada grupo com hormônios e a outra com placebo (veja infográfico), e detectaram os melhores resultados naquelas que mais sofriam com os fogachos e foram submetidas à reposição hormonal.
 
“Nossa combinação de hormônios aliviou as ondas de calor e melhorou a qualidade de vida. Porém, o uso de terapia hormonal não conferiu uma vantagem para as mulheres sem as ondas mais fortes”, destaca Mikkola.
 
Correio Braziliense

Estudo mostra que consumo regular de chocolate diminui gordura corporal

De acordo com estudo espanhol, o consumo regular do doce reduz a quantidade de gordura corporal, principalmente no abdômen. A pesquisa foi feita com adolescentes, mas especialistas ressaltam que os benefícios se estendem aos adultos
 
Depois de colhidas, as frutas de cacau são quebradas e têm as sementes retiradas, fermentadas e secadas ao sol. Ao serem torradas e moídas, produzem uma massa de consistência cremosa e cor bem escura. Essa é a matéria-prima básica para a fabricação do chocolate, que poderá receber os mais diversos ingredientes — como leite, açúcar, aromatizantes e gorduras vegetais — para agradar ao paladar dos inveterados chocólatras.
 
O enorme número de adoradores que comemoram a invenção da iguaria ganharam, neste mês, um motivo a mais para celebrar. Em pesquisa publicada na última edição da revista científica Nutrition, cientistas espanhóis concluíram que o consumo de chocolate pode estar associado à diminuição da gordura corporal, especialmente daquela que mais incomoda: a abdominal.
 
O trabalho investigou o consumo de chocolate por 1.458 adolescentes de nove países europeus, incluindo a Espanha, com idade entre 12 e 17 anos. Os próprios voluntários autorrelataram, em uma plataforma digital, a quantidade do alimento que foi ingerida por dois dias não consecutivos.
 
Os pesquisadores, por sua vez, registraram características fisiológicas de cada participante, como o tamanho da circunferência abdominal, o índice de gordura total, além da altura e do peso — com os quais eles calcularam o índice de massa corporal (IMC). O resultado da análise dos dados surpreendeu os pesquisadores.

Os adolescentes com maior consumo de chocolate (em média 42,6g por dia) tiveram os níveis de marcadores de gordura mais baixos, eram mais ativos fisicamente, tinham mais energia e também a maior ingestão de gordura saturada. Tudo isso em comparação aos participantes com o menor consumo (em média 4,7g por dia).
 
Os resultados mostraram-se independentes de gênero, idade, maturação sexual, quantidade total de energia consumida, ingestão de gordura saturada, frutas e hortaliças, assim como da prática de atividade física. Os bons indicadores não são uma exclusividade dos jovens. Um estudo anterior relatou que a maior frequência de ingestão de chocolate está ligado ao menor IMC também em adultos.
 
Correio Braziliense

Água sanitária poderia curar doenças de pele, diz pesquisa


Segundo cientistas, banho de água sanitária diluída retardou
envelhecimento de ratos
Pesquisa, feita apenas em ratos, também sugeriu que produto retardaria envelhecimento
 
Tomar banho com água sanitária diluída poderia ajudar a tratar algumas doenças da pele e até retardar o envelhecimento, sugeriu um novo estudo conduzido por pesquisadores americanos.
 
A descoberta, publicada na revista científica 'Journal of Clinical Investigation', foi feita por uma equipe da Universidade de Stanford, nos Estados Unidos. Segundo os cientistas, a água sanitária diluída poderia tratar dermatites causadas por radioterapia, além de necroses e úlceras.
 
Os pesquisadores, no entanto, alertaram aos pacientes que não apliquem o produto diretamente sobre a pele. Ainda não foram feitos testes em humanos. Eles ainda ressaltaram que a água sanitária também poderia interferir no sistema imunológico do paciente.
 
Banhos com até 0,005% da substância já podem ser usados para o tratamento de eczemas, mas ainda há incertezas sobre se o procedimento é totalmente eficaz.
 
Banho simples
Testes iniciais em células da pele mostraram que doses baixas de água sanitária poderiam bloquear a substância química que desencadeia a resposta inflamatória do sistema imunológico.
 
Nos experimentos feitos em ratos, os banhos com o produto conseguiram reduzir o dano causado pela exposição à radiação. A radioterapia, tratamento comum em pacientes com câncer, destrói o tumor, mas também pode deixar de hematomas na pele a queimaduras.
 
'Nós mostramos que um simples banho melhora os efeitos desagradáveis dos danos causados pela radiação', afirmou à BBC o dermatologista Thomas Leung. Ele disse que a substância também poderia ser usada para o tratamento de outras doenças inflamatórias da pele, como úlceras diabéticas ou necroses.
 
'Ainda há muito o que se estudar sobre esse tratamento e esperamos poder testá-lo em humanos em breve', afirmou Leung.
 
Potencial
Outros experimentos em ratos velhos também indicaram que a água sanitária poderia rejuvenescer a pele. Após duas semanas de banhos com o produto, os animais desenvolveram uma pele mais grossa e mostraram sinais de que estavam produzindo mais células da pele.
 
No entanto, isso foi observado apenas pelo microscópio. Sem a ajuda do aparelho, os ratos não pareciam mais jovens. Graham Johnston, da Associação Britânica de Dermatologistas, disse que problemas de inflamações na pele são 'extremamente comuns'.
 
'Apesar de banhos de água sanitária diluída não serem comumente usados no Reino Unido, essa pesquisa abre a possibilidade de novos tratamentos clínicos no futuro.'
 
'No entanto, é importante ressaltar que esse estudo é apenas o começo, e embora a ciência acerte em muitos casos, os testes ainda precisam ser realizados em seres humanos.'
 
'Por isso, não recomendo que pacientes com problemas de pele tomem banho de água sanitária. Muitas vezes, recebo pacientes com reações graves até mesmo a alvejantes leves', alertou.
 
G1