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quarta-feira, 11 de dezembro de 2013

Saiba quantas calorias têm algumas guloseimas de Natal

Ceia de natal no Brasil é sinônimo de mesa farta, família reunida... e calorias a mais. Saiba qual é o valor calórico de algumas delícias natalinas e planeje-se se controlar
 
Final de ano, época festiva.
 
A preocupação de quem quer manter uma dieta balanceada é saber quantas calorias vai ingerir numa ceia de natal.
 
Fazendo boas escolhas, é possível não derrapar muito na dieta e aproveitar muito bem a festa familiar.
 
Se algum deslize acontecer, é perfeitamente possível começar a compensar o erro logo no dia seguinte, sem esperar o novo ano chegar. 
 
Veja as calorias de algumas guloseimas natalinas:
 
Uvas passas: 110 calorias a cada 40 gramas
 
Panetone: essa delícia natalina contém 280 calorias a cada 80 gramas (1 fatia)
 
Peru: carrega 160 calorias por fatia
 
Lombo: tem cerca de 90 calorias por fatia média
 
Lentilha: excelente opção, é rica em fibras, fósforo, ácido fólico, selênio e proteínas, e tem 160 calorias por concha
 
O chester tão tradicional no natal carrega cerca de 55 calorias por fatia
 
Champagne: uma taça tem cerca de 90 calorias
 
Rabanada: doce típico da época natalina, a guloseima é bem calórica: por conta do leite condensado e o açúcar, ela tem cerca de 160 calorias por fatia
 
iG

Hospital da Baixada promove curso gratuito para gestantes

Já estão abertas as inscrições para o curso gratuito para gestantes da Casa de Saúde São José, em Duque de Caxias, Baixada Fluminense, que acontecerá dia 19 de dezembro, das 13h às 17h. As vagas são limitadas e as inscrições deverão ser feitas pelo telefone (21) 2535-7307.
 
O encontro reunirá as futuras mães para passar orientação sobre pré-natal, parto e puerpério; postura e respiração; nutrição na gestação e aleitamento materno; audição e linguagem; cuidados com o bebê e preparo emocional durante a gestação.
 
Ministrada por uma enfermeira e uma nutricionista, a aula é teórica e prática para que as gestantes conheçam de verdade a rotina de cuidados com o recém-nascido. “O principal objetivo do projeto é dar informação às mães e tranquilizá-las para esse momento especial, pois elas receberão orientação desde o pré-natal até o pós-parto”, afirma Ilana Menezes, enfermeira da São José.
 
Confira a programação completa
 
13h – abertura e entrega do caderno da gestante.
 
13h30 – Alimentação Saudável na Gestação e no Pós-parto.
 
13h45 – Como Introduzir a Alimentação Complementar.
 
14h – Aleitamento Materno: Verdades e Mitos.
 
14h30 – Principais Técnicas para a Amamentação: Ato e Manejo.
 
15h - Intervalo e coffee break.
 
15h30 – Cuidados Imediatos com o Recém-nascido.
 
16h30 – A Chegada do Bebê na Nova Família.
 
17h – Encerramento e entrega de brindes.
 
Serviço
 
Data/horário: 19 de dezembro, quinta-feira, das 13h às 17h.
 
Local: Centro Médico
 
(Rua Etelvina Chaves, 83/4º andar, Duque de Caxias)
 
Inscrições gratuitas pelo telefone (21) 2535-7307
 
As vagas são limitadas

Defensoria Pública aciona Ministério da Saúde por atrasos em cirurgias no Rio

Foto: EBC
Rio de Janeiro – Aproximadamente 13 mil pacientes aguardam por cirurgias em hospitais federais do Rio de Janeiro, segundo a Defensoria Pública da União (DPU). De acordo com o órgão, 730 crianças estão entre os pacientes. Diante dessa situação, a Defensoria entrou com uma ação civil pública para obrigar o Ministério da Saúde a apresentar no prazo de 60 dias, um cronograma para atender essas pessoas.
 
A ação também pede a realização de concurso público para resolver a carência de profissionais de saúde na rede. A DPU quer uma multa de R$ 1,2 bilhão para o Ministério da Saúde, por dano moral coletivo. Segundo nota divulgada pela defensoria, alguns pacientes aguardam até sete anos por intervenções cirúrgicas em especialidades como cirurgia vascular, cardíaca, ortopédica e oftalmológica, nas redes de Bonsucesso, Andaraí, Cardoso Fontes, Servidores do Estado, Lagoa e Ipanema.
 
Por meio da nota, o defensor público federal, Daniel Macedo disse que “os dados refletem as consequências de diversos fatores que contribuem para esta situação de calamidade, dentre os quais a falta generalizada de insumos e medicamentos, os baixos salários, a alta rotatividade dos profissionais de saúde, o sucateamento dos hospitais, a má administração de recursos públicos e a ausência de concursos públicos periódicos”.
 
A Agência Brasil entrou em contato com a assessoria de imprensa do Ministério da Saúde, mas, até a publicação da matéria não recebeu resposta.

Agência Brasil

Projeto do Pnud vai investir R$ 16 milhões para estimular a atividade física infantil

Rio de Janeiro - As crianças brasileiras são as menos ativas da América Latina, segundo estudo feito pela Universidade de São Paulo (USP), como parte do projeto global Desenhado para o Movimento
 
Para mudar esse panorama e a perspectiva de que o país chegue a 2030 com o nível de atividade da população 34% menor do que era em 2002, o Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (Pnud), com mais três agências da ONU (Unicef, Unesco e ONU Habitat), além de parceiros públicos e privados, vai investir R$ 16 milhões para agitar a criançada.
 
O representante do Pnud e coordenador do Sistema ONU no Brasil, Jorge Chediek, explica que o mundo passa pelo que ele considera uma epidemia de inatividade física, problema que gera diminuição na expectativa de vida e aumento dos gastos com saúde e redução de produtividade.
 
“Essa pesquisa mostrou que o mundo está cada vez com menos movimento, mais sedentário e menos ativo. E isso está resultando em consequências de saúde, psíquicas, no desempenho escolar etc. E, no caso do Brasil, uma pesquisa feita exclusivamente para o Brasil mostrou que as crianças brasileiras estão se movimentando menos do que há cinco anos, e, de fato, elas são as crianças com menos atividade física da América Latina. Então é preciso fazer um movimento conjunto, uma série de parcerias, para mudar essa tendência”.
 
De acordo com o levantamento, o custo da falta de atividade física pode chegar a US$ 12 bilhões por ano, no Brasil. A iniciativa Desenhado para o Movimento foi lançada hoje (10) no Brasil, depois de ser apresentada nos Estados Unidos e no Reino Unido. Chediek informa que a parceria no Brasil já tem cerca de 30 instituições envolvidas, como os ministérios do Esporte e da Educação, além de empresas públicas e privada.
 
“Primeiro, é o momento de criar consciência. Segundo, que esse problema não tem uma solução simples, que precisa soluções múltiplas, porque não é só um assunto das escolas, é também um assunto das cidades, é um assunto da mobilidade urbana, da segurança, então precisamos desenvolver parcerias para resolver esse problema. E, então, o próximo passo é aumentar o compromissos, para que cada organização, dentro da sua possibilidade, contribua para a solução do problema”.
 
Ele lembra que o objetivo não é recomendar um determinado número de horas por semana dedicadas à atividade física, mas sim incorporar o movimento ao cotidiano. “Nós estamos desenhados para nos movimentar, então precisamos que a atividade física seja constante. A chave é incorporar o conceito da mobilidade em todas as atividades, incluindo a educação, as atividades lúdicas, os jogos”, explicou.
 
O compromisso é para criar experiências positivas para as crianças se movimentarem mais e se tornarem adultos ativos, integrando a atividade física ao dia a dia, com ênfase nas crianças com até 10 anos. O estudo mundial foi iniciado em 2010 com patrocínio da Nike e enfoca a atividade física como fonte de vantagem competitiva, que pode contribuir para a liderança, produtividade e inovação. Mais informações da campanha estão disponíveis no site www.designedtomove.org.

Agência Brasil

Inmetro prepara normas para venda de mamadeiras sem bisfenol

Rio de Janeiro – O Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia (Inmetro) lançou uma consulta pública para aperfeiçoar e rever a regulamentação para a fabricação e venda de mamadeiras. Entre os requisitos, está a proibição do uso do bisfenol A na composição desses produtos.
 
Em 2011, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) determinou que mamadeiras fabricadas no Brasil ou importadas não poderão mais ter a substância bisfenol A. A decisão da agência reguladora teve como base estudos que apontam riscos à saúde decorrentes da exposição à substância – mesmo em níveis inferiores aos que atualmente são considerados seguros. O bisfenol A é usado na fabricação de produtos plásticos, como potes, escovas de dente, copos, cadeiras e no revestimento interno de latas. Quando o plástico é aquecido ou congelado, moléculas do bisfenol podem se desprender.
 
O chefe substituto da Divisão de Programas de Avaliação de Conformidade do instituto, Leonardo Rocha, informou que a proposta de revisão dos Requisitos de Avaliação da Conformidade (RAC) está em consulta pública desde o dia 2 de dezembro, e ficará por 60 dias para receber sugestões que serão analisadas pelo órgão até a elaboração do texto final, previsto para ser publicado em 2014.
 
Leonardo Rocha informou que depois da divulgação da portaria, os fabricantes e importadores terão 12 meses para cumprir as determinações. “Quando o produto for submetido a ensaio vai ser verificado se de fato não contém o bisfenol A, se contiver, é reprovado e a certificação não é concedida. Como o produto é de certificação compulsória, só poderá estar no mercado se ostentar o selo do Inmetro. Aquele fabricante que não conseguir comprovar que produz uma mamadeira livre do bisfenol A não vai obter a certificação e nem o selo do Inmetro, e se botar o produto sem selo no mercado, o fiscal vai apreender e multar”, disse.
 
Na época em que a Anvisa anunciou a proibição, a Associação Brasileira de Produtos Infantis (Abrapur) divulgou comunicado informando que a maior parte da indústria não usa bisfenol desde 2010.
 
Ele explicou que a regulamentação tem dois documentos. Um define os critérios técnicos que devem ser seguidos na fabricação, como a proibição da Anvisa para o uso de bisfenol na composição de mamadeiras e bicos de mamadeiras. O outro se refere aos requisitos de avaliação de conformidade, de competência do Inmetro. “É a forma como as empresas, os organismos de certificação e os laboratórios vão ter que atuar para demonstrar que os produtos estão atendendo aos critérios definidos pela Anvisa. É isso que estamos botando em consulta agora para espelhar a determinação da Anvisa”, esclareceu.
 
Conforme o representante do Inmetro, a nova regulamentação obrigará ainda que fabricantes e importadores indiquem a presença de látex natural nos produtos, além disso, a portaria vai trazer a certificação de mamadeiras de vidro.

Agência Brasil