Aplicativos, carreira, concursos, downloads, enfermagem, farmácia hospitalar, farmácia pública, história, humor, legislação, logística, medicina, novos medicamentos, novas tecnologias na área da saúde e muito mais!



domingo, 15 de dezembro de 2013

O que é terçol?

O terçol é uuma inflamação dos folículos dos cílios provocada por bactéria da pele
Andre Riemann / Domínio público
O terçol é uuma inflamação dos folículos dos cílios
 provocada por bactéria da pele
Terçol é uma inflamação nas glândulas de Zeis e Mol, na borda da pálpebra, onde ela se encontra com os cílios.  Ele aparece como uma saliência vermelha, dolorida e quente que se parece com uma espinha e é sensível principalmente ao toque. Essas características são típicas de infecção provocada por bactérias. É possível ter mais de um terçol ao mesmo tempo.

Em geral, o terçol drena e desaparece espontaneamente.  Um terçol pode se tornar um calázio - quando uma glândula de óleo inflamada fica totalmente bloqueada. Essa inflamação, porém, não é provocada por bactérias. Se o calázio ficar muito grande, pode atrapalhar a visão. Se for persistente, pode ser indicativo de defeito de refração do olho.
 
Além da saliência vermelha, inchada e dolorida, outros sintomas do terçol incluem: olho lacrimejante, sensação de areia e coceira nos olhos como se ele tivesse um corpo estranho e sensibilidade à luz.
 
O médico pode diagnosticar um terçol apenas pelo exame físico.
 
O tratamento básico é a aplicação de compressas quentes por 10 minutos, quatro vezes ao dia. De maneira nenhuma deve-se espremer o terçol, que deve secar sozinho. Pomadas antibióticas podem ajudar com terçóis persistentes ou recorrentes, mas quem deve determinar isso é o médico. O oftalmologista também vai decidir se o terçol, quando muito grande, precisa ser lancetado para drenar a infecção.
 
O terçol cura sozinho, mas procure o médico novamente se:
 
- Houver recorrência do terçol;
 
- A infeção se espalhar para outros folículos dos cílios;
 
- A infecção se espalhar pelo tecido das pálpebras (celulite das pálpebras);
 
- Houver problemas de visão;
 
- A saliência da pálpebra piorar ou não melhorar dentro de uma ou duas semanas de tratamento;
 
- A saliência ficar muito grande e dolorida;
 
- Formar uma bolha na pálpebra;
 
- Se formarem crostas na pálpebra;
 
- Toda a pálpebra ou olho ficar vermelho;
 
- Ficar muito sensível à luz e lacrimejando demais;
 
- O terçol voltar logo depois de um tratamento bem-sucedido;
 
Antes de tocar no terçol, ainda que para passar a pomada antibiótica ou fazer a compressa, lave bem as mãos.
 
How Stuff Works

Imunidade na gravidez

Saiba como evitar que as infecções oportunistas ataquem o seu corpo
 
O equilíbrio no corpo feminino é, por vezes, muito delicado. Não à toa, a gestação, embora seja maravilhosa, acaba por bagunçar um pouco o modo como o organismo funciona. E, nesse momento de fragilidade, as infecções oportunistas costumam atacar.
 
“A imunidade da mulher tende a cair durante a gravidez, por isso, ela se torna vítima dessas infecções”, afirma a ginecologista e obstetra Denise Gomes, da Plena Clínica, em São Paulo. Duas das doenças mais comuns entre as mulheres grávidas são a candidíase e a infecção urinária.
 
Presente na flora vaginal, o fungo candida albicans é o principal causador da candidíase. Quando o corpo apresenta uma queda de resistência, ele se prolifera de forma exagerada e acaba causando irritação, coceira aguda e corrimento esbranquiçado. O tratamento é simples, feito com cremes tópicos receitados pelo médico que não causam mal ao bebê.
 
Já a infecção urinária, também conhecida como cistite, acomete cerca de 20% das mulheres grávidas. Sua principal causa é a compressão das vias urinárias pelo útero, o que pode fazer com que a urina se acumule ali e facilite a proliferação de bactérias.
 
Nesse caso, a principal defesa do organismo é a urina, já que ela limpa o canal. “Por isso, nada de segurar o xixi”, afirma Denise Gomes, que ainda indica a ingestão de muita água todos os dias. Caso você sinta dificuldade em urinar e ardência, procure o seu médico imediatamente. “A infecção não tratada pode causar o rompimento da bolsa antes da hora”, alerta a médica.
 
Nos dois casos, a especialista é categórica ao afirmar que diminuir o ritmo durante a gestação ajuda a evitar problemas. “Fugir do estresse e dormir bem, por exemplo, ajudam a manter a imunidade alta”, diz.
 
Meu Bebê

Licença-maternidade reduz o risco de depressão pós-parto, afirma pesquisa

Licença-maternidade reduz o risco de depressão pós-parto, afirma pesquisa Emily Cahal/Stock.xchng
Foto: Emily Cahal / Stock.xchng
Estudo indica que, quando mais cedo a mãe volta a trabalhar após
 o parto, maior o risco de ela sofrer com a depressão pós-parto
Períodos de 120 dias estipulado pela lei brasileira e 84, pela estadunidense, podem não ser suficientes para garantir o bem-estar materno
 
Quanto mais longa a licença-maternidade, menor as chances de a mãe desenvolver depressão pós-parto. É o que aponta um estudo da Universidade de Maryland.
 
— Aqui nos Estados Unidos, a maioria das mulheres volta ao trabalho no máximo três meses após dar a luz. Mas nossa pesquisa demonstra que mulheres que ficam em casa durante menos de seis meses após o nascimento do filho têm um risco maior de sofrer com a depressão pós-parto — afirma a professora de Saúde Pública Rada Dagher, que liderou a pesquisa.
 
De acordo com os cientistas, o primeiro ano após o parto apresenta um risco maior de depressão entre as mulheres. Neste período, uma de cada dez mães experiência a depressão pós-parto, que apresenta sintomas similares àqueles da depressão clínica.
 
O estudo é o primeiro a investigar a relação entre a licença maternidade e a depressão pós-parto durante o primeiro ano de vida do bebê, e foi realizado através da Escala de Depressão Pós-Parto de Edimburgo, uma ferramenta vastamente utilizada e validada pela comunidade científica para se analisar quadros depressivos deste tipo.
 
Para chegar ao resultado apresentado, os pesquisadores acompanharam um grupo de cerca de 800 mulheres no estado norte-americano do Minnesota ao longo do primeiro ano da maternidade, reunindo dados sobre sintomas de depressão e saúde física e mental ao longo deste período. Dentro dos primeiros seis meses após o parto, mulheres que estavam em licença-maternidade apresentaram significativamente menos sinais de depressão pós-parto que aquelas que voltaram a trabalhar antes do primeiro semestre depois da gestação.
 
— Isso demonstra que o atual tempo estipulado para a licença-maternidade nos Estados Unidos, de 12 semanas, pode não ser o suficiente para mães que experienciam situações de risco e depressão pós-parto — conclui Dagher.
 
A legislação brasileira, por sua vez, prevê licença-maternidade remunerada de 120 dias — quase um mês a mais que a estabelecida no país norte-americano.

Zero Hora

Mitos e verdades sobre a dengue

Mitos e verdades sobre a dengue Diego Vara/Agencia RBS
Foto: Diego Vara / Agencia RBS
Saiba o que é verdade e o que é crendice popular a respeito do Aedes aegypti
 
Está chegando o verão, o intervalo de janeiro a maio é crítico para o combate ao mosquito. Cerca de 70% dos casos ocorrem neste período.
 
O Ministério da Saúde listou uma série de mitos e verdades para elucidar a população sobre o assunto. São eles:
 
1 - Ar condicionado e ventiladores matam o mosquito - Mentira
Quando se usa o ar condicionado a temperatura e a umidade baixam, isso inibe o mosquito. Ele tem mais dificuldade para detectar onde estará a possível vítima de sua picada. Porém não morrerá. Estes aparelhos apenas espantam o mosquito que poderá voltar em outro momento quando eles estiverem desligados.
 
2 - Para matar os ovos do mosquito basta secar os reservatórios de água parada - Mentira
Não é apenas o simples ato de secar os reservatórios de água parada que irá impedir o mosquito da dengue de se reproduzir. É preciso limpar o local também, pois o ovo ainda pode ser manter "vivo" por mais de um ano sem água.
 
 3 - repelentes são fundamental no combate à dengue - Mentira
Repelentes, velas de citronela ou andiroba, ao contrário do que muita gente pensa, não têm muito efeito no combate à dengue, pois têm efeito indeterminado e temporário.
 
4 - Tomar Vitamina B afasta o mosquito - Mentira
Apesar de ser verdade que o mosquito é atraído de acordo com a respiração e o gás carbônico exalado pela pessoa, a ingestão de vitamina B - alho ou cebola também - (que têm cheiro eliminado pela pele) não é uma medida eficaz de combate à dengue. Tomar vitamina B pode afastar mosquito, mais isso não dura muito e também irá variar de acordo com o metabolismo de cada pessoa, podendo até não ter efeito algum.
 
5 - Qualquer picada do mosquito transmite a doença - Mentira
Primeiramente é necessário que o mosquito esteja contaminado. Além disso, cerca de metade das pessoas picadas não desenvolvem a doença. Entre 20% e 50% vão desenvolver formas subclínicas da doença. Ou seja, sem apresentar sintomas. Mesmo assim, é importante em caso de dúvida ou qualquer suspeita procurar o posto de saúde mais próximo.
 
6 - Borra de café na água das plantas mata os ovos do mosquito - Mentira
Não há comprovação de eficácia da borra de café na água das plantas e sobre a terra no combate ao mosquito. Pelo contrário, já foi verificado na prática que a larva do Aedes aegypti se desenvolve na água suja de borra de café. Ao invés de usar a borra, tente eliminar os pratos dos vasos, ou coloque areia até as bordas deles de forma a eliminar a água. Lave também os pratos com bucha e sabão semanalmente. Isso é eficaz contra a dengue.
 
7 - As larvas do mosquito só se desenvolvem em água limpa - Mentira
Os ovos do mosquito também podem se desenvolver em água suja e parada. Hoje se discute até se as fêmeas do Aedes têm realmente a preferência pela água limpa. Então para combater a dengue, o importante é acabar com qualquer reservatório de água parada, seja limpa ou suja.
 
Ministério da Saúde

Consumo de tabaco no RS tem queda de 33% em seis anos, indica pesquisa

Consumo de tabaco no Estado tem queda de 33% em seis anos, indica pesquisa Adriana Franciosi/Agencia RBS
Foto: Adriana Franciosi / Agencia RBS
Em 2012, 17,4% dos gaúchos eram fumantes
Apesar da diminuição, índice de gaúchos fumantes ainda é maior que a média nacional
 
O consumo de tabaco caiu 33% no Rio Grande do Sul nos últimos seis anos, de acordo com o segundo Levantamento Nacional de Álcool e Drogas (Lenad) divulgado nesta quarta-feira pela Universidade Federal de São Paulo (Unifesp). A queda é maior que a média nacional, de 20%, mas os gaúchos ainda fumam mais que os outros brasileiros: somos 17,4% de fumantes, contra 15,6% em todo o país.
 
O índice do primeiro levantamento, realizado em 2006, foi de 25,9% de fumantes no Estado. No Brasil, 15,6% declararam-se fumantes em 2012, contra 19,3% em 2006.
 
A pesquisa estima que 20 milhões de brasileiros consumiam tabaco em 2012, o que somava 16,9% da população. Em 2006, eram 20,8%. Embora o número de fumantes tenha diminuído, o hábito de fumar ficou mais intenso no período. A média de consumo passou de 12,9 cigarros por dia para 14,1 nos últimos seis anos.
 
O consumo de tabaco é maior entre os homens. Eles somaram 19,2% de fumantes em 2012, enquanto 15,7% das mulheres declararam fumar. Entretanto, o número de homens que deixou de fumar foi maior em 2012 (22%) do que a diminuição do tabagismo entre as mulheres (13%). Segundo a coordenadora do Lenad Clarice Sandi Madruga, a tendência é de pareamento entre os gêneros, com homens e mulheres fumando na mesma proporção. Isso já pode ser visto nas faixas etárias mais jovens, onde a diferença de gênero é menor ou sequer existe mais.
 
A queda no números de fumantes não é considerada satisfatória pelos pesquisadores. De acordo com Clarice, os índices poderiam ser menores.
 
— Quem está ainda fumando são pessoas que têm uma dependência mais severa e precisam de tratamento. A população não tem acesso ou não conhece os tratamentos especializados — argumenta.
 
Facilidade no acesso é fundamental
Um dos pontos de maior destaque na pesquisa diz respeito ao consumo de tabaco entre as classes sociais. O Lenad detectou uma diminuição em todas elas, exceto na classe A. Entre a parcela mais rica da sociedade o que se viu foi o contrário: um aumento de 110% no consumo nos últimos seis anos. Para Clarice, o dado confirma que ter dinheiro para comprar cigarro é fundamental para manter o hábito de fumar.
 
— Embora a classe mais alta tenha mais acesso a informação e educação, o fato de ter mais facilidade na compra tem maior impacto no consumo — declara.
 
O Lenad apontou que 90% dos fumantes afirmaram que estão dispostos a parar de fumar. No entanto, apenas 7% deles realmente têm planos para deixar o cigarro. Segundo Clarice, a hipótese para é que aqueles que tinham mais facilidade ou motivação para parar já conseguiram.
 
— Os fumantes restantes têm dependência mais severa e já tiveram muitas tentativas de parada mal sucedidas. Cabe salientar que o tabagismo é a dependência com menos sucesso de tratamento e com maiores taxas de recaídas — afirma.
 
A pesquisa também mostrou que 62% dos menores de idade no Brasil declararam não encontrar nenhuma dificuldade para comprar cigarros. A idade média de experimentação de cigarros foi de 16,2 anos em 2012, variando pouco da média de 15.9 anos de 2006. A idade média do começo de consumo regular é de 17,4 anos.
 
Dicas para parar de fumar
 
O Instituto Nacional de Câncer indica que você pode escolher duas formas para deixar de fumar:
 
Parada imediata
Deve ser sempre a primeira opção. Você deixa de fumar de uma só vez, cessando totalmente de uma hora para outra.
 
Parada gradual
 
Você pode usar esse método de duas maneiras:
— Reduzindo o número de cigarros. Para isso, é só contar o número de cigarros fumados por dia e passar a fumar um número menor a cada dia
 
— Adiando a hora em que fuma o primeiro cigarro do dia. Você vai adiando o primeiro cigarro por um número de horas predeterminado a cada dia até chegar o dia em que você não fumará nenhum cigarro.
 
Se você escolher a parada gradual não deve gastar mais de duas semanas no processo.
 
Repense sua rotina: pense no que seria possível fazer para mudar sua rotina. Buscar atividades diferentes pode ajudar quando se está parando de fumar.
 
Invista em seu preparo físico: procure iniciar caminhadas, de preferência em lugares agradáveis. Se não gosta de caminhar, procure outro exercício ou esporte que o agrade.
 
Se sentir muita vontade de fumar: para ajudar, você poderá chupar gelo, escovar os dentes a toda hora, beber água gelada ou comer uma fruta. Mantenha as mãos ocupadas com um elástico, pedaço de papel, rabisque alguma coisa ou manuseie objetos pequenos. Não fique parado: converse com um amigo, faça algo diferente, distraia sua atenção. Saiba que a vontade de fumar não dura mais que alguns minutos.
 
Fonte: Inca

Veja mais dados da pesquisa:
 
 
Zero Hora