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sexta-feira, 20 de dezembro de 2013

Preparar comida em casa é alternativa para evitar aditivos químicos nos alimentos


Preparar comida em casa é alternativa para evitar aditivos químicos nos alimentos stock.xchng/Divulgação
Tempero caseiro: alternativa contra aditivos químicos nos alimentos
Comparação entre o rótulo de industrializados e a preparação caseira evidencia diferenças
 
Você já parou para refletir sobre a diferença de composição dos alimentos processados e daqueles feitos em casa? Se observar o rótulo dos alimentos, é possível perceber a grande diferença na lista de ingredientes de algumas preparações industrializadas e as receitas caseiras.
 
Resgatar na sua rotina o hábito de cozinhar, além de ser uma atividade prazerosa, é a melhor forma de ter controle sobre o que sua família está consumindo. Desta forma você consome um alimento de verdade e não uma mistura de aromas, realçadores de sabores, corantes e espessantes. Esses ingredientes pouco conhecidos, porém muito consumidos, são usados para deixar as comidas prontas "parecidas" com as receitas preparadas em casa.
 
A ONG Proteste (Associação Brasileira de Defesa do Consumidor) elaborou uma lista com alguns exemplos e comparações entre estes dois tipos de alimentos. Veja:
 
Pipoca

Industrializado (de micro-ondas):
milho, gordura vegetal, sal, aromatizante e realçador de sabor glutamato monossódico

Feito em casa: milho, óleo e sal
 
Sopa de carne com legumes
Industrializado:
Macarrão conchinha, sal, batata purée, extrato de levedura, cenoura, gordura vegetal, alho porro, repolho, cebola, extrato de carne, alho, maltodextrina, amido, farinha de milho, louro, aipo, pimento-do-reino preta, realçadores de sabor glutamato monossódico, corante caramelo e extrato oleoso de urucum, aromatizante e acidulante ácido cítrico
 
Feito em casa: macarrão, carne bovina, batata, cenoura, mandioquinha, orégano, azeite, cebola, alho, coentro e sal
 
Caldo de carne
Industrializado: sal, gordura vegetal, amido, açúcar, água, alho, cebola, extrato de carne bovina, salsa, louro, pimenta vermelha, gengibre, cúrcuma, realçadores de sabor glutamato monossódico e inosinato dissódico, corantes caramelo III e urucum e aromatizantes
 
Feito em casa: água, músculo bovino, cebola, cenoura, salsão, alho poró, louro, alho, cebolinha, manjericão, salsa, tomate e sal
 
Molho para salada - Caesar Salad
Industrializado: água, óleo de soja, vinagre, açúcar, alho, sal, mostarda, xarope de glucose, soro de leite, gordura vegetal, amido modificado, cebola, salsa, leite em pó, pimenta-do-reino preta, estabilizante goma xantana, acidulante ácido lático, conservador sorbato de potássio, emulsificante mono e diglicerídeos de ácidos graxos, aromatizante, antioxidantes BHT e BHA e sequestrante EDTA cálcio dissódico
 
Feito em casa: anchova em conserva, alho, queijo parmesão, maionese, iogurte natural, azeite e pimenta preta
 
Hambúrguer
Industrializado: carne bovina, água, gordura bovina, proteína texturizada de soja, gordura vegetal hidrogenada, maltodextrina, sal, condimentos naturais, pimenta, proteína vegetal hidrolisada, regulador de acidez lactato de sódio, estabilizante polifosfato de sódio, realçador de sabor glutamato monossódico, antioxidante eritorbato de sódio, corante vermelho de beterraba, aromas naturais
 
Feito em casa: carne bovina, cebola, alho, sal, orégano e aveia
 
Empanado de frango
Industrializado: Peito de frango, farinha de trigo fortificada com ferro e ácido fólico, água, gordura vegetal, amido, farinha de arroz, proteína de soja, sal, cebola, vinagre, leite em pó integral, sal hipossódico, dextrose, dextrina, pimenta preta, aromatizantes: aromas naturais, realçadores de sabor: inosinato e guanilato dissódico e glutamato monossódico, corantes naturais: urucum, cúrcuma e páprica, espessante: goma guar
 
Feito em casa: peito de frango, ovo, farinha de rosca, pimenta-do-reino, alho e sal
 
Zero Hora

Consumir pimenta e cacau pode evitar doenças do fígado

Consumir pimenta e cacau pode evitar doenças do fígado Rômulo AS/Divulgação
Foto: Rômulo AS / Divulgação
A Capsaicina é uma substância anti-inflamatória, responsável
 pelo sabor picante da pimenta
Pesquisa da PUCRS aponta que moléculas presentes nos frutos têm ação anti-inflamatória
 
Se você é daqueles que adora comer pimenta ou cacau, uma boa notícia: seu fígado pode estar mais protegido, a longo prazo, de fibrose hepática e cirrose. A descoberta é de duas pesquisas realizadas no Laboratório de Biofísica Celular e Inflamação, da Faculdade de Biociências da PUCRS (Fabio), e publicadas neste ano na revista Cell Biochemistry and Biophysics, do Canadá.
 
O trabalho com a pimenta foi desenvolvido durante o doutorado de Shanna Bittencourt e o do cacau no doutorado de Cristina Bragança. O professor orientador das pesquisas, Jarbas de Oliveira, explica que quando as células do fígado são lesionadas, seja por uso contínuo de álcool, de algum medicamento ou por consequência de hepatite C, ocorre uma inflamação. Essa inflamação ativa as chamadas células estreladas, que acabam criando fibras, gerando a fibrose ou a cirrose.
 
— Incubamos células ativadas para gerar fibrose com uma molécula retirada do extrato da pimenta, chamada Capsaicina, e no caso do cacau, a Catequina. Estudos pré-clínicos comprovaram que elas desativam a inflamação e o crescimento das fibras, consequentemente causando uma melhora geral no quadro — afirma.
 
No caso da pimenta, os resultados apontaram queda de 50% na formação das fibras e de 70% no número de células ativadas por inflamação.
 
A Capsaicina é uma substância anti-inflamatória, responsável pelo sabor picante da pimenta. Oliveira afirma que o próximo passo é realizar testes em modelos animais e após, em humanos.
 
— Ainda é muito cedo para falar em cura, pois isso depende também do estágio em que está a doença. Mas já podemos afirmar que as pessoas que consomem esses frutos têm um tipo de proteção no fígado — conclui.

Zero Hora

Acupuntura ajuda na perda dos quilos a mais

Ponto 3 - Shen Men
Estudo mostra resultado em pacientes estimulados em cinco pontos da orelha
 
Rio - O auxílio para perder peso pode estar na orelha. Estudo coreano mostrou que sessões de acupuntura em cinco pontos específicos da região ajudam a emagrecer. Pacientes com sobrepeso submetidos à técnica tiveram redução no índice de massa corporal (IMC) e na quantidade de gordura do organismo.
 
Foram analisados 91 adultos acima do peso. Entre os 31 que receberam as agulhadas nos locais específicos, por oito semanas, a redução média do IMC foi de 6,1%. Os pontos onde as agulhas foram colocadas correspondem a baço, estômago, apetite, sistema endócrino, além de um local chamado Shen-Men.
 
“O Shen-Men trata ansiedade, angústia e tensão. Os outros pontos atuam nos órgãos ou sistemas, estimulando o equilíbrio dessas funções que estão alteradas nos obesos”, explica Márcio Luna, acupunturista do Instituto Brasileiro de Medicina Tradicional Chinesa.
 
Em relação aos outros 30 voluntários que tiveram apenas um ponto estimulado (ligado ao apetite), a redução do IMC foi de 5,7%. Já os demais participantes receberam tratamento placebo e não perderam peso. Segundo pesquisadores, os pacientes estimulados nos cinco pontos foram os únicos a terem diminuição da taxa de gordura corporal. Todos foram orientados a evitar comidas calóricas, mas mantiveram a rotina de exercícios que já tinham antes.
 
Segundo Márcio, a orelha é cópia em miniatura do corpo e replica a localização de órgãos, tecidos e sistemas. Ele acrescenta que os pontos principais estão abaixo dos cotovelos e dos joelhos. A dica de fechar a boca e se exercitar não deve ser abandonada. “Há pessoas que fazem isso e não perdem peso. A acupuntura é tratamento complementar”.
 
O Dia

Chegou aos 30? Cuidado com a balança!

Pratique exercícios físicos aeróbicos (caminhada, corrida)
e anaeróbicos (musculação)
Diminuição da massa muscular, hormônios e um início de sedentarismo são os vilões na manutenção do peso e da forma física. Confira dicas para vencer as adversidades
 
A reclamação é comum: depois dos 30 anos, as dietas e os exercícios físicos precisam ser mais fortes para surtirem efeito. A culpa normalmente é atribuída a um “metabolismo mais lento”. Mas de onde vem isso? E como fazer para acelerá-lo?
 
“Com o envelhecimento, o corpo passa a perder massa muscular e a compensar essa perda com uma reserva maior de gordura, daí vem o aumento do peso. O metabolismo fica mais lento se esses músculos não são conservados, pois são eles os principais responsáveis pela queima de energia e pelo não acúmulo de gordura no organismo”, explica o médico do esporte Roberto Ranzini, especializado pela Sociedade Brasileira do Exercício e do Esporte (SBMEE).
 
Tais mudanças são sentidas de maneiras diferentes de acordo com o gênero. “Homens apresentam uma proporção maior de massa muscular do que as mulheres. Por isso, o metabolismo masculino tende a ser mais acelerado que o feminino”, diz a nutricionista Anália Barhouch, do Centro de Obesidade e Síndrome Metabólica do Hospital São Lucas da PUC-RS.
 
Ranzini vai mais fundo, colocando as questões hormonais na equação: “Por causa da testosterona [o hormônio masculino], que é responsável pela manutenção da massa muscular, o homem consegue conservar melhor os músculos e o peso. As mulheres, por sua vez, podem encontrar mais dificuldade por causa do estrógeno [o hormônio feminino], que cuida da distribuição da gordura no corpo”.
 
Sedentarismo
Como se não bastasse esse desgaste natural do corpo, homens e mulheres tendem a ficar mais sedentários com o passar dos anos, contribuindo negativamente com a lentidão metabólica. É o que afirma a nutricionista funcional Berenice Weber, especializada em qualidade em alimentação e nutrição. “Estudos indicam que, depois dos 30, as pessoas começam a diminuir suas atividades físicas. Haverá, com isso, a redução da massa muscular e a consequente desaceleração do metabolismo e aumento da gordura corporal”, detalha.
 
De acordo Berenice 80% do metabolismo é determinado geneticamente e 20% dependem de fatores externos. “Não é possível mudar a genética, mas dá para acelerar o metabolismo”, garante.
 
Sabendo disso, confira dez dicas que ela, Anália e Ranzini sugerem para manter o metabolismo acelerado e não dar chance ao aumento de peso:
 
1. Pratique exercícios físicos aeróbicos (caminhada, corrida) e anaeróbicos (musculação)
Os primeiros são importantes para a queima de calorias e a manutenção ou melhora da capacidade cardiorrespiratória, enquanto os segundos são imprescindíveis para trabalhar a massa muscular, o que ajuda a manter o metabolismo acelerado.
 
2. Faça refeições de três em três horas
É fundamental para manter o ritmo do metabolismo. Se o corpo fica muito tempo sem receber alimento, o metabolismo desacelera para poupar energia - e começa a acumular gordura.
 
3. Evite ao máximo as frituras
Os óleos de cozinha deixam o metabolismo mais lento, não têm valor nutricional nenhum e apenas se acumulam como gordura localizada no corpo.
 
4. Saiba escolher a gordura que vai consumir
Nem toda gordura é vilã. A insaturada, presente em azeite de oliva, castanhas, abacate e peixes, auxilia no equilíbrio do metabolismo e na diminuição do colesterol ruim (LDL) e do triglicérides.
 
5. Coma alimentos ricos em proteínas
Carnes, feijão, ervilha e lentilha são ótimas fontes proteicas e ajudam a manter firme a massa muscular. Nunca é demais lembrar: quanto mais trabalhados os músculos, mais acelerado o metabolismo e mais fácil a perda de peso.
 
6. Coloque uma boa quantidade de carboidratos no prato
Eles são encontrados em batatas, arroz e pães (preferencialmente integrais) e necessários para fornecer energia ao corpo para a prática de atividades físicas – aquelas que manterão a massa muscular firme e o metabolismo acelerado.
 
7. Não se esqueça de incluir fibras no dia a dia
Legumes, verduras, frutas e cereais ajudam a manter um bom trânsito intestinal, eliminando o que não é necessário para o organismo e aumentando o metabolismo.
 
8. Beba muita água
Em média dois litros por dia, pois ela deixa o metabolismo mais acelerado. Os líquidos também facilitam o trânsito intestinal e são fundamentais para transportar as vitaminas e os sais minerais pelo organismo e eliminar toxinas.
 
9. Corte o açúcar refinado da dieta
O açúcar é digerido mais rapidamente e engana o cérebro, que sinaliza a sensação de fome em pouco tempo. Para piorar, ele retarda o metabolismo e a digestão de outros alimentos que estejam presentes no organismo.
 
10. Fuja das bebidas alcoólicas
Além de prejudicarem o sistema nervoso, o fígado e o sono, elas atrasam o metabolismo e são altamente calóricas (um copo de chope tem, em média, 180 calorias; 50 ml de vodca carregam 120 calorias) - portanto, inimigas de qualquer dieta de emagrecimento.
 
iG

Hospital gratuito para cães e gatos ganha segunda unidade em janeiro

Atendimento grátis dará prioridade para pessoas carentes e que vivem na cidade de São Paulo
 
Depois do sucesso do primeiro hospital gratuito para cães e gatos, a cidade de São Paulo vai ganhar sua segunda unidade, desta vez no Jardim São Paulo, zona norte da capital.
 
O novo complexo será inaugurado no dia 2 de janeiro na Avenida General Ataliba Leonel, 3.194, conforme acordo assinado quarta-feira (18) pelo chefe de gabinete da Secretaria de Saúde, Osvaldo Misso, e a diretoria da Associação Nacional de Clínicos Veterinários de Pequenos Animais (Anclivepa), que já administra o primeiro hospital, no Tatuapé, zona leste.
 
Veja como funciona o hospital do Tatuapé: 
 
 
A expectativa é de que 45 animais sejam atendidos todos os dias pelas duas unidades, um aumento de 50% - valor proporcional aos R$ 300 mil que a prefeitura adicionou em repasses, atualmente em R$ 600 mil.
 
“Assim como no Tatuapé, na zona norte ofereceremos oftalmologia, neurologia, ortopedia, dermatologia e cirurgia-geral gratuita”, explicou à reportagem um dos gestores do complexo, o ortopedista Denis Prata. “As fichas e o atendimento serão compartilhados. Se um animal foi tratado na zona norte, poderá marcar retorno na zona leste.”
 
O prédio levou 35 dias para ficar pronto. “Só nos falta os ajustes finais, como alguns equipamentos. As instalações são melhores que a do Tatuapé porque tivemos mais tempo para planejar. O espaço é amplo.”
 
O diretor do hospital lembra que as pessoas devem dar prioridade a quem não tem condições financeiras para pagar um veterinário particular. Ele reforça que a parceria com a prefeitura só dá direito ao atendimento de munícipes. “É preciso apresentar comprovante de residência.”
 
De julho de 2012 a novembro de 2013, a primeira unidade realizou 288 mil procedimentos, incluindo exames laboratoriais e de imagem; consultas em todas as especialidades veterinárias; tratamentos oncológicos e cirurgias variadas, inclusive de alta complexidade.
 
iG