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quinta-feira, 9 de janeiro de 2014

Como evitar o mau hálito

Pesquisas indicam que 50 milhões de brasileiros sofrem deste mal
Escape desta bomba-relógio que sabota todos os tipos de relacionamento, dos amorosos aos profissionais

A garota pode ser fantástica, simpática, atlética, exuberantemente linda, inteligente, fogosa e cheirosa – mas se a suave fragrância que exala do corpo não for a mesma que escapa da boca, de nada servem todas essas qualidades. Em outras palavras: se ela tiver aquele hálito que desorienta, será no máximo sua amiga. Ou melhor ainda, colega. E apenas virtual.

Halitose é o nome técnico do mau hálito – e  isso provavelmente não é a única coisa que você não sabe sobre o assunto. Esse é um tema de tanta seriedade que existe até a Associação Brasileira de Halitose (ABHA), organização que se compromete a levar programas de prevenção e orientação de higiene bucal para a sociedade.

A primeira coisa a ser esclarecida é que o mau hálito não é uma doença, mas um sintoma. Portanto, quando for identificado algum problema desse tipo deve-se fazer um diagnóstico com um bom profissional para se iniciar um tratamento. Resolver esse tipo de problema pode não ser tão simples quanto alguns produtos costumam anunciar pela mídia. As diferentes causas da halitose (que são contabilizadas em aproximadamente 60) apesar de terem origem na cavidade bucal em mais de 90% dos casos, podem ser originadas também em outros lugares do corpo.

Jejum prolongado, dietas descontroladas, má higiene bucal, baixa produção de saliva, problemas em vias aéreas, estresse, diabetes, desorganização renal, prisão de ventre acentuada são apenas algumas das causas desse sintoma. “Os problemas relacionados ao estômago muito raramente interferem na condição do hálito alterado, o que por muito tempo, e até os dias de hoje, se constitui numa crença com pouca ou nenhuma evidência científica”, diz a ABHA.

Pesquisas indicam que cerca de 50 milhões de pessoas tem halitose no Brasil. Logo, você provavelmente conhece alguém com mau hálito. Então como proceder diante disso?

Uma pesquisa realizada em 2008 pela Associação Brasileira de Estudos e Pesquisas dos Odores da Boca (ABPO) entrevistou 127 pessoas com halitose para conhecer o perfil de quem sofre desse problema. O resultado mostrou que 99% delas acreditam que quem tem mau hálito deve ser alertado desse fato. Acontece que essa não é uma tarefa das mais simples. De acordo com a mesma pesquisa, 49% dos entrevistados disseram ter recebido a notícia por outra pessoa com constrangimento.

Uma solução para que isso seja feito de forma mais suave é oferecida pela própria ABHA. Quando você entra no site da instituição, a primeira coisa que aparece é um pop-up que traz os dizeres: “SOS Mau Hálito”. Ao seguir as orientações do pop-up, você poderá avisar algum amigo ou conhecido que ele possui halitose sem constrangimento. A pessoa receberá um correio anônimo (eletrônico ou não) informando-a sobre seu mau hálito.

A carta ou o e-mail explica com delicadeza o motivo da mensagem e esclarece pontos básicos sobre o problema. O que é a halitose, o porquê de os portadores não sentirem o próprio mau hálito (os bulbos olfativos acabam acostumando com o odor constante) e como proceder diante dessa situação são algumas respostas que a pessoa encontrará na mensagem. Fica a dica para quem não aguenta mais o papo diário com o colega de trabalho.

Falando em dica, o site traz algumas que poderão nos ajudar a prevenir o que é motivo de pesadelo de qualquer amante. Seguem cinco delas:

- Realizar pequenas refeições a cada três horas

- Ingerir bastante liquido com preferência para a água

- Realizar adequada higiene bucal (incluindo limpeza da língua) e evitar o uso de soluções para bochecho com álcool na composição

- Praticar atividades físicas

- Evitar alimentos que contribuam para o ressecamento bucal (muito salgados, quentes ou condimentados)

Além de tudo o que foi dito o mau hálito também pode causar sérios problemas emocionais. Quando a halitose é muito forte a pessoa normalmente se sente insegura em se aproximar dos outros, tem dificuldades em estabelecer relações (tanto amorosas como afetivas), tem forte resistência ao sorriso, falta de confiança, encontra grandes dificuldades em situações profissionais do dia-a-dia e, por conta de tudo isso, pode entrar em depressão.

Portanto, previna-se ou logo você receberá uma mensagem da Associação Brasileira de Halitose na sua caixa de entrada do e-mail.

El Hombre

15 alimentos que ajudam a prolongar o bronzeado

Voltou das férias com a cor do verão? Conheça os alimentos que fazem o bronze não sair da sua pele tão cedo, mesmo se os próximos dias forem dentro do escritório

Já ouviu falar que comer cenoura faz muito bem para o bronzeado? A sabedoria popular tem base científica, neste caso: alimentos ricos em betacaroteno, como é o caso da cenoura, estimulam a produção de melanina, pigmento responsável pela cor linda que a pele ganha quando exposta - com cuidado - ao sol. 

Mas não é só a cenoura que faz bem ao bronze: com a ajuda do nutrólogo André Veinert selecionamos quinze alimentos que, se comidos todos os dias, ajudam a alcançar a tão sonhada cor do verão e fazem com que ela fique na pele por mais tempo.

Coloque-os em sua dieta e faça o bronzeado durar até o verão que vem!

Abóbora: contém altas doses de betacaroteno. Além do bronze, ajuda a combater a oxidação das células e atua contra o envelhecimento

Agrião: as forlhas escuras também são amigas da cor do verão. O agrião ainda é um inibidor da fome fora de hora

Batata doce: também é rica em betacaroteno, e vitamina A, que protege as células do envelhecimento

Beterraba: amiga do bronzeado, da pressão e rica em betalaína, um antioxidante natural

Brócolis: outro dos vegetais escuros, é gostoso e colabora para a manutenção do dourado da pele

Acerola: essa frutinha é lotada de vitamina C e também é amiga do bronzeado

Caqui: é docinho, saboroso, rico em vitamina A e reforça o bronze

Cenoura: o clássico vegetal amigo do bronzeado. Coma todos os dias, mas com calma, senão o bronzeado pode virar uma cor alaranjada

Couve: além de amiga do bronzeado, é abundante em cálcio, que faz bem para os ossos

Damasco seco: é um bom lanchinho pra levar pra praia - garante a cor do verão e é mais saudável que os petiscos da areia

Espinafre: a favorita do Popeye também garante o dourado na pele

Mamão: também é rico em betacaroteno: coma todos os dias!

Manga: boa fonte de betacaroteno, rica em vitaminas do complexo B uma delícia geladinha no verão!

Pimentão amarelo, vermelho e verde: contêm boas doses das vitaminas A, E e C, que garantem proteção ao sistema imunológico, e dão uma força na cor

Repolho: fonte de vitamina C e fibras, ele também reforça a cor do verão

Delas

Como a postura influencia sua personalidade

Foto: Gracie Hagen
A correção da postura pode trazer benefícios emocionais para
qualquer um: coluna ereta e peito aberto passam uma
 mensagem de liderança
Manter a coluna ereta não só produz uma imagem mais positiva e atraente, mas também pode promover transformações pessoais

Corrigir a postura do corpo pode dar resultados impressionantes, como mostra a série de fotos “Illusions of the Body” (Ilusões do Corpo), criada pela fotógrafa norte-americana Gracie Hagen.

Gracie contrapõe duas imagens da mesma modelo nua, evidenciando um forte contraste: a da esquerda segue o padrão estético da mídia e a outra mostra o fotografado em uma pose pouco favorável.

“‘Illusions’ foi feito para combater as supostas normas de como achamos que o nosso corpo deveria se parecer. Nunca conseguimos ver essas fotos justapostas com uma imagem da mesma pessoa em uma pose pouco atraente”, argumenta Gracie, em entrevista ao Delas. “Esse contraste iria ajudar um monte de problemas de imagem corporal que nós temos como cultura.”

Mas o trabalho de Gracie também deixa claro que a postura é capaz de transformar a imagem de alguém em poucos segundos.

A série, na verdade, é mais uma crítica aos padrões de beleza do que uma ode ao corpo humano. No entanto, para a psicóloga social e professora na Universidade de Harvard Amy Cuddy, manter a postura ereta pode ser decisivo na sua vida.

Em um estudo, Amy aponta que as posturas influenciam a nossa química cerebral e nosso poder de decisão. Com o peito aberto, tronco reto e queixo levemente levantado (postura expansiva), os pesquisados apresentaram aumento em 19% de testosterona, o hormônio da liderança, e 25% de redução do cortisol, responsável pelo estresse. O inverso ocorreu com aqueles que ficaram sentados, de braços cruzados.

Isso significa que se quiser mudar seu estado emocional, ou sentir-se mais poderoso, basta manter a coluna ereta e abrir o peito por dois minutos. Pequenos ajustes podem resultar em grandes transformações, Amy garante. Na vida profissional, dar um forte aperto de mão, manter o bom humor e o contato visual durante uma reunião ajudam a conquistar território.

O especialista em linguagem corporal Paulo Sérgio de Camargo afirma que, apesar de silenciosa, a linguagem corporal revela muito. Cerca 65% da nossa comunicação é não-verbal.

 Só os mais treinados conseguem disfarçar gestos e movimentos, não revelando o que realmente pensam.

Transformação
Se no início a postura adotada parece apenas um “fingimento”, uma máscara corporal, com a prática, os especialistas acreditam que é possível imprimir uma transformação interior.

Segundo o especialista em linguagem corporal Ronaldo Antonio Cavalli, ocupar mais espaço -- literalmente, usando a sua envergadura -- 
demonstra uma atitude de vencedor. O gesto se traduz na postura de vitória de um corredor, que ao cruzar a linha de chegada levanta os braços em V.

Assim como líderes natos, que ao serem fotografados, envergam a coluna e põe o peito para frente, a fim de transmitir segurança e notoriedade.
 No outro oposto, baixar a cabeça e curvar-se, remetendo-se à posição fetal, são posturas ligadas ao retraimento e à falta de coragem.

Gestos como tocar o rosto, especialmente o pescoço, cruzar os braços e deixar os ombros caídos também expressam fraqueza e o colocam em uma posição de submissão.

Delas

Cremerj denuncia subutilização de hospital inaugurado em 2013 no Rio

Foto: Rogério Santana
Rio de Janeiro - O Conselho Regional de Medicina do Estado do Rio de Janeiro (Cremerj) notificou ontem (8) a direção do Hospital Evandro Freire, localizado na Ilha do Governador, zona norte da cidade, e a Secretaria Municipal de Saúde, para que a unidade, inaugurada em março do ano passado pela presidenta Dilma Rousseff, passe a funcionar com sua capacidade total.

O Cremerj constatou, em fiscalização feita no dia 26 de dezembro, que 55% da capacidade do hospital estão sendo utilizados. “Existe uma enfermaria com mais de 25 leitos fechada e uma UTI [unidade de tratamento intensivo] com 20 leitos, toda equipada, também fechada”, disse à Agência Brasil o presidente do conselho, Sidnei Ferreira. Para ele, o problema se agrava ante a carência de vagas na rede hospitalar do Rio de Janeiro.

“Existe um déficit diário de mais de 100 leitos. Ou seja, mais de 100 pacientes não conseguem vagas em UTIs, diariamente, no Rio de Janeiro”, completou. Ferreira destacou que, se o problema não for resolvido, a entidade entrará com ação no Ministério Público. “Vamos ao Ministério Público e a todas as instâncias.”

O Hospital Evandro Freire, ao contrário do que ocorre com a maioria dos hospitais do Rio, tem uma estrutura montada e adequada para receber pacientes. A unidade tem 120 leitos e capacidade para 6 mil atendimentos mensais, inclusive com leitos destinados ao tratamento de dependentes químicos, principalmente de crack.

Durante a solenidade de entrega do Hospital Evandro Freire à população, em março do ano passado, o ministro da Saúde, Alexandre Padilha, assinou portaria que liberava para a prefeitura do Rio de Janeiro recursos do ministério, no montante de R$ 30 milhões, para ajudar a fazer a manutenção do hospital, avaliada em R$ 55 milhões.

Agência Brasil

Litoral paranaense registra 5 mil acidentes com águas-vivas desde o início do verão

Brasília – O litoral paranaense já registrou 5 mil casos de acidentes com águas-vivas desde o início do verão. A Secretaria de Saúde do estado fez um alerta, pedindo que a população mantenha atenção redobrada ao tomar banho no mar.

O acidente acontece quando a pessoa tem contato com o veneno do animal, presente nos tentáculos da água-viva, o que provoca ardência e dor intensa. Pessoas mais sensíveis ou alérgicas podem ter reações mais severas, como náuseas, vômitos ou dificuldade para respirar.

De acordo com a secretaria, antes de entrar no mar, o veranista deve procurar um posto do Corpo de Bombeiros para saber como está a situação da praia e qual local é mais indicado para o banho. Os guarda-vidas estão preparados para dar orientações em relação ao perigo de afogamento e o risco de acidente com água-viva.

“A Secretaria Estadual da Saúde e o Corpo de Bombeiros estão acompanhando a situação na orla e prepararam um esquema de atendimento às vítimas de acidentes com esses animais. No caso de contato com o animal, a pessoa deve procurar imediatamente um posto dos bombeiros para receber os primeiros socorros”, informou o governo do Paraná.

Caso o banhista receba o primeiro atendimento na praia e mesmo assim apresente dores e outros sintomas, ele deve ser encaminhado rapidamente à unidade de saúde mais próxima.
 
Confira todas as orientações da secretaria para evitar acidentes com águas-vivas, assim como as medidas que devem ser adotadas em caso de contato com elas:

- Esteja sempre em área protegida por guarda-vidas;

- Pergunte ao guarda-vidas se há grande incidência desses animais marinhos no local e, se houver, evite entrar no mar;

- Entre no mar até a altura máxima de água na cintura;

- Se você sentir ardência na pele, saia imediatamente da água;

- Lave o local com água do mar sem esfregar as mãos na área afetada (nunca lave com água doce ou outra substância, como álcool e urina).

- Procure um posto de guarda-vidas para aplicar vinagre na área atingida. Isso ajuda a neutralizar a ação da toxina;

- Casos mais graves (com grande área corporal atingida e pessoas alérgicas) devem ser encaminhados ao hospital para tratamento;

- Não toque nas águas-vivas, mesmo aquelas que estejam aparentemente mortas na areia da praia;

- Em caso de dúvidas ligue para o telefone 0800 410148 (Centro de Controle de Envenenamentos do Paraná).

Agência Brasil