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terça-feira, 4 de fevereiro de 2014

Consumo de álcool e gordura aumenta risco de câncer em brasileiras

Foto: Reprodução
Consumo de álcool e gordura aumenta risco de câncer em brasileiras
Pesquisa promovida pela Fiocruz traça um panorama dos hábitos alimentares das brasileiras com mais de 35 anos e sugere mudanças na dieta diária
 
O consumo de álcool e de alimentos gordurosos – que tem aumentado entre as brasileiras – eleva os riscos para o desenvolvimento do câncer de mama. Pesquisa realizada na Escola Nacional de Saúde Pública (Ensp/Fiocruz) avaliou a correlação entre hábitos alimentares e o câncer, além de traçar o perfil alimentar das brasileiras com mais de 35 anos, possíveis alvos da doença.
 
Motivada pelo aumento do número de casos de câncer no Brasil e no mundo, Rita de Cássia Albuquerque decidiu estudar o tema durante o doutorado em Saúde Pública e Meio Ambiente da Ensp. Segundo o Instituto Nacional do Câncer, só este ano, 580 mil novos casos da doença serão identificados no Brasil: 57 mil serão de câncer de mama. O tipo mais comum entre as mulheres ainda mata cerca de 13 mil ao ano.
 
Rita espera contribuir para a definição de políticas públicas de promoção à saúde que considerem esse cenário. “As elevadas incidência e mortalidade por câncer de mama no País justificam a implantação de estratégias efetivas de controle, que incluam ações de promoção à saúde, prevenção e detecção precoce, tratamento e cuidados paliativos. Conhecer aspectos dietéticos de grupos populacionais contribui para a melhor compreensão da relação entre hábitos alimentares e de estilo de vida”, diz.
 
A pesquisadora acredita que a promoção da saúde é a maneira mais econômica de prevenir doenças crônicas, como o câncer. “As intervenções dietéticas têm impacto positivo nos desfechos de saúde em todo o ciclo da vida”, diz. Rita ressalta ainda que o governo precisa alertar a população para os riscos da má alimentação.
 
“A população brasileira está mudando seu consumo alimentar. Deixando de consumir alimentos típicos, como arroz, feijão e tubérculos, e consumindo muito sal, gordura e álcool. Esses alimentos podem desencadear muitas doenças crônicas, como o câncer. É preciso alertar a população”, afirma.
 
O estudo
Rita diz que a pesquisa foi desenhada para mostrar uma “fotografia”. Primeiro, a pesquisadora revisou as evidências científicas encontradas em trabalhos desenvolvidos em diferentes populações de todos os continentes do mundo sobre a relação entre padrões de consumo alimentar e câncer de mama.
 
Os padrões alimentares encontrados nas 26 pesquisas avaliadas por ela mostram que o consumo de vegetais, frutas, peixes, crustáceos, soja e derivados, azeite, frango e os hábitos típicos das regiões pesquisadas reduzem os riscos de desenvolver a doença. Por outro lado, o consumo de bebidas alcoólicas e comidas gordurosas aumentam os riscos.
 
Na sequência, a pesquisadora investigou os padrões de consumo alimentar das mulheres brasileiras com mais de 35 anos – possíveis alvos da doença – a partir da Pesquisa de Orçamentos Familiares do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), que fez um levantamento sobre consumo alimentar individual com as famílias pesquisadas. As dietas relatadas por 8.325 mulheres foram analisadas.
 
Os padrões alimentares das brasileiras podem ser divididos em: tradicional brasileiro (composto por arroz, feijão, legumes e carnes vermelhas); lanches (pães, bolos e biscoitos, queijos gordos, carnes processadas, café e chá); gorduras e álcool (bebidas alcoólicas, refrigerantes, sanduíches, pizza, salgados e salgados fritos) e lacto-vegetariano (cereais matinais, laticínios e preparações à base de leite, leite desnatado e queijos magros, frutas, legumes e verduras).
 
Dividida a amostra, ela percebeu que 20% das mulheres da amostra têm como menor consumo médio o padrão tradicional brasileiro, que é o mais comum a apenas 10% delas. Outras 838 mulheres declararam um alto consumo de álcool e gorduras.
 
“Os resultados reforçam a importância da conservação de hábitos alimentares tradicionais, que estimulam o consumo de vegetais e frutas e desestimulam o consumo de alimentos gordurosos, ricos em açúcar e sal e o consumo de álcool”, diz.

iG

Casos de câncer no mundo devem crescer 57% em 20 anos, estima OMS

Foto: Reprodução
Se em 2012 foram 14 milhões de casos diagnosticados, a previsão é que haverá 22 milhões nas próximas duas décadas. Mortes devem passar de 8,2 milhões por ano para 13 milhões
 
O número de novos casos de câncer deve aumentar 57% em 20 anos, de acordo com relatório da Organização Mundial da Saúde (OMS) e da Agência Internacional para a Pesquisa sobre o Câncer, divulgado nesta segunda-feira (3). Se em 2012 foram 14 milhões de casos diagnosticados, a previsão é que haverá 22 milhões nas próximas duas décadas. No período, as mortes por câncer, que atualmente chegam a 8,2 milhões por ano, devem chegar a 13 milhões.
 
O relatório destaca que a doença está crescendo em ritmo alarmante e alerta para a necessidade de implementação urgente de estratégias de prevenção para mudar esse quadro.
 
Os tipos de câncer mais frequentes mundialmente são os de pulmão (1,8 milhão de casos, 13% do total), mama (1,7 milhão, 11,9%) e cólon (1,4 milhão, 9,7%). Segundo o texto, o câncer de pulmão é responsável pelo maior número de mortes (1,6 milhão, 19,4%). Em seguida vêm o de fígado (9,1%) e o de estômago (8,8%).
 
Mais de 60% dos casos estão na África, Ásia, América Central e América do Sul, regiões que concentram total de 70% das mortes causadas pela doença no mundo todo.
 
O estudo teve a colaboração de 250 cientistas de mais de 40 países. A OMS ressalta que o envelhecimento da população e a falta de um sistema de saúde eficiente em países subdesenvolvidos devem ser os principais motivos desse aumento.
 
Segundo o relatório, em 2010, os gastos anuais totais com câncer foram estimados em aproximadamente US$ 1,16 trilhão. O texto ressalta, entretanto, que metade dos casos de câncer poderia ser evitada se o conhecimento dos países sobre a doença fosse traduzido em ações adequadamente implementadas.

Agência Brasil

Mais da metade da população do Estado de São Paulo está acima do peso

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Pesquisa mostra que 38% dos paulistas consomem carnes gordurosas, 31,5% tomam refrigerante cinco ou mais dias da semana e 14,3% não realizam atividades físicas
 
Levantamento da Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo, em parceria com o Núcleo de Pesquisas Epidemiológicas em Nutrição e Saúde da Universidade de São Paulo, aponta que 52,6% dos paulistas estão acima do peso.
 
A pesquisa teve como objetivo monitorar fatores de risco e de proteção para doenças crônicas, que mais causam adoecimento e mortalidade precoce no país. Foram ouvidas, por telefone 5,7 mil adultos, de ambos os sexos, residentes na capital, cidades da região metropolitana e interior do Estado entre 2012 e 2013.
 
Os principais fatores de risco identificados foram o tabagismo, sedentarismo, abuso de álcool e alimentação inadequada. O estudo vai ajudar o governo do Estado a definir novas políticas públicas na área de prevenção e promoção da saúde.
 
Os principais resultados obtidos revelam que 37,9% dos entrevistados consomem regularmente carnes com excesso de gordura, 14,3% não realizam atividades físicas e 13,5% são fumantes. Além disso, 15% abusam da ingestão de álcool. Foi observado ainda que 31,5% das pessoas ouvidas consome refrigerante cinco ou mais dias da semana.
 
“Todos estes hábitos favorecem o desenvolvimento de doenças crônicas, como por exemplo, problemas cardiovasculares, cânceres, doenças respiratórias crônicas e diabetes mellitus, podendo levar o individuo à morte”, diz Marco Antônio de Moraes, do Centro de Vigilância Epidemiológica da Secretaria.
 
O questionário aplicado pelos pesquisadores incluiu perguntas sobre características demográficas e socioeconômicas, padrão de alimentação e atividade física, frequência de consumo de cigarros e bebidas alcoólicas, auto avaliação do estado de saúde, peso e altura e também questões relacionas a situações de trânsito.
 
iG

Por que indivíduos obesos não conseguem controlar sua fome?

Divulgação
Controlar a fome é um dos grandes desafios para quem está de regime
Dica é mastigar bem os alimentos, comer de 3 em 3 horas, evitar 'beliscar' entre as refeições, ingerir no mínimo 3 porções de frutas 4 de hortaliças ao dia e ingerir bastante água
 
A influência dos hormônios na nossa alimentação é inquestionável. Em jejum ou após alguma refeição, nosso corpo produz uma cascata de reações que irão influenciar diretamente no nosso metabolismo.
 
Para começar, vamos entender resumidamente o jejum. Considera-se jejum a ausência da ingestão de alimentos por um período mínimo de 6 horas. Quando estamos em jejum, seja durante uma noite de sono, seja para a realização de um exame, nosso corpo inicialmente libera o hormônio glucagon que estimula o fígado a liberar o estoque de glicogênio que temos para disponibilizar glicose. Este estoque consegue fornecer a energia necessária que precisamos até a próxima refeição. Existe também o jejum prolongado que ocorre em situações específicas, principalmente em pacientes hospitalizados. 
 
Depois que nos alimentamos, a glicemia aumenta e estimula o hormônio insulina, antagônico ao glucagon que tem a função de se ligar aos receptores da membrana plasmática para que a glicose entre dentro da célula. A insulina tem papel importante para promover a saciedade, regular a leptina e inibir a secreção de GLP 1 (Glucagon-like-peptide). Este último hormônio é responsável por aumentar o esvaziamento gástrico. Já a leptina é um hormônio secretado pelos adipócitos (células gordurosas) depois que nos alimentamos, ela “avisa” ao cérebro que já estamos saciados e que podemos parar de comer.
 
No indivíduo obeso, pelo excesso de células adiposas, há uma enorme secreção de leptina, porém existe um defeito na ação desse hormônio. Frequentemente esses indivíduos apresentam resistência aos efeitos da leptina, o que poderia levar a um reajuste no efeito de inibição do apetite, ou seja, a leptina não consegue “enviar” o recado ao cérebro para dizer: “pode parar de comer”.
 
Alimentos que ajudam a queimar calorias:
 
- Uva: a casca é rica em resveratrol, que além de proteger o coração, ajuda a inibir a formação de mais gordura
 
- A soja favorece a queima de calorias por termogênese
 
- A mostarda também é um alimento termogênico
 
- Gengibre é um potente anti-inflamatório e acelera a queima de gordura no corpo
 
- A canela tem poder de inibir a formação de gordura
 
- O açafrão-da-terra ou cúrcuma é um alimento que ajuda o corpo a queimar mais calorias
 
- O café entra na lista porque a cafeína ajuda na termogênese
 
- O chá-mate também aumenta a produção de um hormônio fundamental para a termogênese
 
- O chá-verde, além de conter cafeína, carrega um grupo de polifenóis que atuam na queima de calorias
 
- As pimentas contêm capsaicina, que ajudam na queima de gordura. As mais ardidas carregam mais desse composto
 
Além disso, existe outro hormônio chamado Neuropeptídeo Y, o qual é secretado pelas células intestinais, e tem função de estimular o apetite. Ele é inibido pela leptina, porém uma vez que indivíduos obesos apresentam uma resistência à leptina, o neuropeptídeo Y continua ativo, fazendo com que a sensação de fome permaneça. Isso faz com que esses pacientes não se sintam saciados e o exagero no consumo alimentar se torna contínuo.
 
Nesse sentido, esses pacientes devem procurar um médico para que uma intervenção adequada e um encaminhamento para uma equipe multiprofissional sejam feitos, de forma que todas as necessidades do paciente sejam atendidas. É de extrema importância um acompanhamento nutricional feito por um especialista.
 
Algumas orientações para o auxílio no tratamento nutricional são: mastigar bem os alimentos, comer de 3 em 3 horas, evitar ficar “beliscando” entre as refeições, ingerir pelo menos 3 porções de frutas ao dia e 4 porções de hortaliças, ingerir bastante água, dar preferência às carnes magras e alimentos menos gordurosos.
 
É importante salientar que não são recomendadas dietas restritivas para uma perda de peso rápida. Para mais informações, procure seu nutricionista, ele é o único capacitado para orientação nutricional adequada a você.

iG

Como melhorar a memória

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Sono: dormir pouco ou mal compromete as funções do cérebro
Mudar o caminho usado para ir ao trabalho, aprender uma nova língua e ler as notícias com outros olhos. Confira estas e outras dicas para turbinar o cérebro
 
A memória funciona como um músculo que precisa ser estimulado para manter sua capacidade de adquirir, guardar, recuperar ou acessar as informações armazenadas durante a vida – seja o nome de sua rua, a música que tocava no momento do primeiro beijo, as fórmulas para a prova de Física (que provavelmente nunca mais foram usadas) ou os ingredientes daquele bolo de fubá especial ensinado pela avó. “É como treinar um esporte”, diz Antonio de Salles, chefe da Neurologia do Hospital do Coração (HCor), em São Paulo. “Precisa ativar o cérebro com uma série de incentivos de aprendizado”.
 
Sobrecarga de trabalho, depressão, ansiedade, distúrbios de sono ou estresse podem prejudicar o armazenamento de informações e torná-lo menos eficiente do que antes. Nesse caso, é importante tentar descobrir o motivo exato da piora da memória.
 
Existem alguns remédios que ajudam, como a classe de inibidores da acetilcolinesterase, mas a indicação deve ser realizada por médicos somente em casos de doenças específicas. “Não são para uso de pessoas que buscam melhor desempenho para o estudo ou o trabalho, mas para situações em que haja prejuízos cognitivos, como o Alzheimer. Outros medicamentos, como o metilfenidato são usados de modo irregular, por isso devemos alertar que o uso indevido dessas substâncias podem levar a sérios prejuízos”, ressalta Renato Anghinah, neurologista e coordenador do Centro de Atenção à Memória do Hospital Samaritano de São Paulo.
 
Por isso, o melhor é investir em um dia a dia com hábitos saudáveis e mais qualidade de vida, além de aproveitar as 15 dicas abaixo para melhorar sua memória.
 
1. Faça exercícios de memorização com as notícias
“Ao ler uma matéria no jornal sobre um acidente de avião, por exemplo, faça um questionário a si mesmo para tentar se lembrar dos detalhes: qual era a companhia aérea? Dos mortos, quantos eram passageiros e tripulantes? Qual era o nome do comandante?”, recomenda Avelino Leonardo da Silva, professor de Neurofisiologia da Universidade Estadual Paulista (Unesp) de Assis.
 
2. Não leve lista ao supermercado
Para se lembrar do que precisa comprar, use a técnica de associação. Memorize um produto ligado ao outro. Por exemplo: “ao pegar macarrão, preciso lembrar do molho de tomate, o que me remete aos legumes e frutas, o que me lembra do suco”, e assim por diante.
 
3. Tenha uma boa noite de sono
Algumas ondas cerebrais produzidas enquanto dormimos ajudam a transferir dadosda região chamada hipocampo ao córtex frontal, área onde fica o "estoque" da memória ao longo prazo. Além disso, quanto mais descansada a mente estiver, mais informação ela conseguirá guardar.
 
4. Coma mais peixe (e outros alimentos específicos)
Enquanto baixos índices de glicose no sangue podem causar sensação de cansaço, alimentos ricos em ômega 3 (peixes de água salgada e fria, como salmão, sardinha e bacalhau), vitamina B (banana, carne, vegetais verdes folhosos, cereais e ovos) e antioxidantes (frutas, verduras e legumes) são fundamentais para o melhor funcionamento do cérebro. “Suplementos alimentares que são propagados como potencializadores da memória geralmente já estão presentes em uma alimentação equilibrada, ou seja, não há necessidade de ingeri-los à parte”, reforça Anghinah.
 
5. Faça exercícios físicos
Não é à toa que os médicos recomendam a prática regular de exercícios físicos. De acordo com estudo da Universidade da Pensilvânia, além de promoverem melhores oxigenação e circulação sanguínea, aqueles que envolvem atenção fazem com que os praticantes desenvolvam uma melhor performance cerebral.
 
6. Mergulhe em jogos e passatempos
Sudoku, damas, baralho, xadrez, caça-palavras e palavras cruzadas são boas opções para estimular o raciocínio. São expressões lúdicas que ativam o cérebro significativamente.
 
7. Preste atenção aos pequenos movimentos diários
Com pressa, não é difícil esquecer onde deixamos a chave ou os óculos – por isso, é essencial focar em uma coisa de cada vez. Em uma palestra, por exemplo, em vez de se distrair com o celular ou conversas paralelas, tome nota do assunto e procure interagir.
 
8. Administre a ansiedade
Já aconteceu de dar branco antes daquela prova superimportante? Isso acontece porque o hormônio cortisol apaga as lembranças de curto prazo para que a concentração esteja na situação impactante daquele momento. Portanto, evite estresse e ansiedade em excesso.
 
9. Evite álcool e drogas
As substâncias causam destruições orgânicas de áreas do cérebro. O dano pode ser temporário ou permanente, de acordo com a gravidade do caso.
 
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'Reaprender' a usar o mouse, movido para o lado oposto, evita
 os movimentos automáticos de costume e estimula o cérebro
10. Varie o caminho usado para ir ao trabalho
A neuróbica consiste em exercitar o cérebro por meio de coisas inabituais. “Ao ir para o trabalho, troque o caminho algumas vezes por semana para não se acostumar a um só. Você verá outras paisagens, novos rostos e poderá tentar se lembrar deles depois. É um desafio”, indica Silva.
 
11. Troque o mouse do computador de lado
Mais um exercício da neuróbica, ajuda a quebrar a rotina e manter as estruturas de aprendizagem treinadas.
 
12. Veja as horas por um espelho
O estranhamento força o cérebro a interpretar os ponteiros e quebra o automatismo com que vemos as horas.
 
13. Vista-se de olhos fechados
O objetivo é reconhecer os caminhos de uma atitude automática contando com um dos sentidos a menos, dando mais ênfase, assim, para os outros.
 
14. Escove os dentes com a outra mão
Se você é destro, use a esquerda. Se é canhoto, a direita. O propósito é o mesmo dos anteriores: ‘reaprender’ um ato automático.
 
15. Aprenda culinária (também vale pintura, um novo idioma ou outra coisa que você nunca fez)
Não existe um limite de armazenamento de informações para o cérebro, por isso é importante aprender sempre - seja culinária, idiomas, artesanato ou lutas marciais.

Delas