Aplicativos, carreira, concursos, downloads, enfermagem, farmácia hospitalar, farmácia pública, história, humor, legislação, logística, medicina, novos medicamentos, novas tecnologias na área da saúde e muito mais!



quinta-feira, 6 de fevereiro de 2014

Pixeon reforça presença no mercado de oftalmologia e apresenta soluções em congresso internacional

Foto: Reprodução
Empresa referência em tecnologia para medicina diagnóstica participa do XIII Congresso Internacional de Catarata e Cirurgia Refrativa
 
Um ano após anunciar a entrada no segmento de oftalmologia, a Pixeon, uma das maiores empresas de tecnologia para medicina diagnóstica, confirma presença no XIII Congresso Internacional de Catarata e Cirurgia Refrativa, que acontece entre os dias 2 e 5 de abril, o Centro de Convenções Sul-América, Rio de Janeiro (RJ). No evento, que deve reunir mais de 4.000 congressistas e é considerado um mais importantes da oftalmologia no país, a Pixeon apresenta o PACS Aurora, sistema que proporciona o armazenamento e interpretação de imagens geradas por equipamento médicos, inclusive oftalmológicos como OCT, retinógrafo e ultrassom.
 
“O segmento cresceu 30% nos últimos cinco anos e, somado à burocracia exigida pelos convênios, os processos se tornaram cada vez mais lentos, caros e acabam propensos a erros, então buscamos uma solução para isso”, explica Roberto Ribeiro da Cruz, CEO da Pixeon. O PACS Aurora (Picture Archiving and Communication Systema) traz fácil acesso ao histórico do paciente, armazenamento eletrônico e imagens (evita a deterioração) e ferramentas avançadas de interpretação e laudo digital, que reduzem custos com impressora e papel e distribuição do exame pela internet, favorecendo o fluxo de trabalho e garantindo mais tranquilidade ao paciente.
 
O evento contará com mais de 20 congressistas internacionais e serão ministrados diversos cursos, entre eles Gestão Estratégica de Clínicas e Consultórios, Gestão para Pequenos Consultórios e Gestão Financeira para Serviços e Saúde - custos e resultados. Simultaneamente ao Congresso, vai acontecer o I Fórum da Sociedade Brasileira de Catarata e Cirurgia Refrativa para Residentes, o IX Congresso Internacional de Administração em Oftalmologia e o II Congresso Internacional da Sociedade Brasileira de Enfermagem em Oftalmologia. As inscrições devem ser feitas online pelo site http://www.cataratarefrativa2014.com.br/
 
Rafaela Blacutt

Dialetto Comunicação Estratégica - www.dialetto.com.br
Telefone: (48) 4009-3223
Celular: (47) 9222-0109

CBA lança campanha por mais segurança na saúde

Foto: Reprodução
Gerenciamento de Risco. Este é o tema da terceira campanha desenvolvida pelo Consórcio Brasileiro de Acreditação (CBA) para hospitais que estão em busca ou mesmo já conquistaram a acreditação da Joint Commission International (JCI).
 
A campanha do CBA busca contribuir para mudar uma significativa realidade: diminuir a taxa de eventos adversos, que é de cerca de 10% nos países desenvolvidos, e aumentar o nível de segurança do paciente preconizado pela Organização Mundial da Saúde (OMS) e pela JCI. “Estudos internacionais têm demonstrado a elevada ocorrência de eventos que causam importantes danos aos pacientes em instituições de saúde em todo o mundo. O principal aspecto identificado nos estudos é o fato de que muitos dos eventos poderiam ser evitados”, salienta Heleno Costa Júnior, Coordenador de Educação do CBA.
 
Para Cristiane Henriques, gerente de Marketing do CBA, esta terceira campanha vem reforçar o compromisso da instituição com a qualidade na saúde: “Estamos fechando o ano com importantes campanhas que vêm sendo bem aceitas pelos nossos parceiros, o que demonstra que estamos trilhando o caminho correto para a educação continuada e melhoria da qualidade”.
 
De acordo com ela, as peças criadas em conjunto com a SB Comunicação têm formato diferenciados para serem utilizadas em diversos canais de comunicação. “A campanha sobre metas internacionais de segurança do paciente foi em formato banner. Já a de prontuário clínico, em cartaz. A campanha atual é para e-mail marketing”, destaca.
 
Para baixar a arte e fazer parte da campanha Gerenciamento de Risco clique em www.cbacred.org.br/site/noticias/campanha-gerenciamento-de-risco/.
 
ASSESSORIA DE IMPRENSA
SB Comunicação, (21)3798-4357
Cristina Miguez, (21)98214-8996

Cartão único do SUS pode virar obrigação para gestor

Medida está no Projeto de Lei 5875/13, do senador Renan Calheiros (PMDB-AL), que já foi aprovado pelo Senado
 
A oferta do cartão único de identificação dos usuários do Sistema Único de Saúde (SUS) pode virar uma obrigação para os gestores públicos, prevista em lei. A medida está no Projeto de Lei 5875/13, do senador Renan Calheiros (PMDB-AL), que já foi aprovado pelo Senado.
 
Em 2002, uma portaria do Ministério da Saúde (1.560/02) criou o cartão nacional de saúde, que deve conter informações básicas de todos os usuários do SUS, como o grupo sanguíneo e os medicamentos que provocam alergia. “Entretanto, a criação do cartão não é uma determinação legal e, a rigor, nada obriga o gestor do SUS a mantê-lo”, alertou o senador.
 
“O cartão é importante porque não são raros os casos em que a vítima de acidente, de violência ou de outros agravos à saúde, está inconsciente ou em precário estado de consciência, o que impossibilita a obtenção de informações precisas a respeito do seu tipo sanguíneo e da sua condição de alérgico”, acrescentou.
 
De acordo com a proposta, os hospitais do SUS não podem recusar o atendimento ao usuário caso ele esteja sem o seu cartão de identificação.
 
Tramitação
A proposta, que tramita de forma conclusiva, será analisada pelas comissões de Seguridade Social e Família; e de Constituição e Justiça e de Cidadania
 
SaudeWeb

Comissão discute relação entre médico e ‘venda’ de OPMEs

Estima-se que 10% dos valores do negócio sejam provenientes de desvios de conduta. Gastos com OPMEs movimentam cerca de R$ 20,5 bilhões ao ano
 
Aconteceu na última quinta-feira (23/01), em Brasília, a reunião da Comissão de Cooperativismo das Entidades Médicas, onde foi tratada a questão do relacionamento entre médicos e a comercialização de órteses e próteses. Os gastos com órteses, próteses e materiais especiais (OPME) movimentam cerca de R$ 20,5 bilhões ao ano e representam importante parcela nas internações hospitalares, despesa que mais cresce na conta dos planos de saúde.
 
O mercado OPME movimenta bilhões no Brasil e, somente o Sistema Único de Saúde efetuou reembolso superior a R$ 943 milhões para os planos de saúde, em 2011. De acordo com o representante da Fenam junto às entidades sindicais de grau superior, Jacó Lampert, o problema está na relação direta entre o médico e a “venda” desse material. Segundo ele, existem acusações de que procedimentos desnecessários podem estar ocorrendo. “É um absurdo imaginar que um profissional médico esteja utilizando órteses e próteses com o único objetivo de ganhar honorários, propinas mesmo, sem que haja necessidade para o paciente” denunciou Jacó.
 
O encontro procurou tratar do envolvimento dos médicos na comercialização das OPME, e contou com representantes da FENAM, CFM, Unimed e da Associação Brasileira de Importadores e Distribuidores de Implantes. Para o secretário de Relações Trabalhistas da Fenam, Eduardo Santana, para que se qualifique o debate do tema, é importante que outros setores envolvidos possam assumir as respectivas parcelas de responsabilidade. “É preciso que haja ações, não só no sentido de coibir atitudes que possam ser consideradas ilícitas, mas que também criem regulamentações e fiscalizem para que essas regras sejam efetivadas”, informou.
 
Outro ponto tratado na discussão foi a grande variação de preços das OPME no Brasil, mesmo quando são provenientes do mesmo fabricante e com as mesmas especificações técnicas. Lampert informou que existem diferenças nos valores de até cem vezes em um mesmo produto dependendo de onde esse produto é adquirido. “E o pior, envolvendo uma pequena parcela de maus médicos que ajudam a patrocinar essas distorções, encarecendo para as cooperativas e operadoras e, claro, para os pacientes”, finalizou.
 
SaudeWeb

Programa da USP alia dimensão espiritual a tratamento médico

ProSER busca compreender relação entre saúde, espiritualidade e religiosidade por meio de pesquisa, ensino e assistência terapêutica
 
Embora trabalhe diariamente com a questão da saúde humana, o que com frequência é sinônimo de lidar com o sofrimento alheio, a dor e a morte, o exercício da medicina e a formação na área raramente levam em consideração aspectos como religião e espiritualidade no contato com os pacientes. Mas para o psiquiatra Frederico Camelo Leão, independentemente das crenças pessoais do médico, ele deve estar preparado para lidar com a dimensão espiritual. “O paciente demanda isso”, afirma o pesquisador do Instituto de Psiquiatria (IPq) do Hospital das Clínicas (HC) da Faculdade de Medicina da USP (FMUSP).
 
No Instituto, Leão coordena o Programa de Saúde, Espiritualidade e Religiosidade (ProSER), iniciativa que busca compreender a relação entre esses três fatores a partir de atividades de pesquisa, ensino e assistência terapêutica. Segundo o médico, a complexidade do ser humano e a saúde mental vão muito além das questões neuroquímicas — e é essa premissa que guia o programa.
 
A ideia não é que a espiritualidade e a religiosidade entrem como uma alternativa ao tratamento médico. “É uma forma complementar, dentro da visão de que a busca da saúde é mais do que apenas tomar remédios”, explica. Leão conta que trabalhos científicos na área indicam que práticas como meditação, orações ou a dedicação a uma denominação religiosa podem estar associadas a melhoras na defesa imunológica e na longevidade. Ao frequentar um templo ou igreja, por exemplo, a pessoa, além de trabalhar sua espiritualidade, tem também suporte social, ou seja, frequenta um lugar onde pode compartilhar experiências e obter apoio, o que traz benefícios à saúde, podendo, inclusive, inibir ímpetos suicidas.
 
Mapeamento
Os pacientes em tratamento no IPq são convidados pela equipe do ProSER a responder um questionário. Trata-se da anamnese espiritual, uma forma de mapear o perfil espiritual / religioso, a partir de questões que buscam identificar os valores cultivados pelo paciente — por exemplo, se ele vê relação entre o sofrimento psíquico e a religião seguida, ou a que a pessoa recorre em momentos de dificuldade.
 
Essa anamnese, que em si já apresenta uma função terapêutica, pois estimula a reflexão do paciente sobre essas questões, é seguida de discussão pela equipe que vai, então, sugerir o encaminhamento a alguma das atividades promovidas pelo programa, como meditação, oficina de contos, yoga e psicoterapia transpessoal. No caso da yoga, o programa se estende também aos funcionários do Instituto.
 
O trabalho feito pelo ProSER não envolve práticas religiosas, mas tem a parceria do Comitê de Assistência Religiosa (CARE) do Hospital das Clínicas. O Programa faz a intermediação com esse Comitê quando o paciente deseja receber a visita de um representante religioso, como um rabino ou pastor.
 
Segundo o coordenador do ProSER, é difícil dizer se a melhora do paciente tem relação direta com a abordagem espiritual, especialmente ao se tratar do IPq, cuja assistência multiprofissional é uma das características mais marcantes. No entanto, os depoimentos dos pacientes revelam, em geral, que se sentiram mais humanizados.
 
“Muitas das queixas de pacientes internados vêm do fato de serem tratados apenas como um leito, um diagnóstico. Quando você faz uma abordagem diferente, dando a oportunidade da pessoa falar sobre sua intimidade, suas crenças, a pessoa se sente mais acolhida”, conta Frederico Leão.
 
Ciência e espiritualidade
Embora ainda exista resistência por parte da comunidade científica ao lidar com questões que envolvam religião e espiritualidade, Leão enxerga um grande crescimento na produção científica na área, que encontra espaço nas revistas de impacto. Um exemplo é a Revista de Psiquiatria Clínica, que publicou em 2007 uma edição especial dedicada ao assunto e mantém atualmente uma seção chamada Série Mente-Cérebro, que abrange trabalhos na área. “O programa vem sendo reconhecido, vem crescendo dentro da Universidade. Na psiquiatria, de um modo geral, há um crescimento extraordinário das publicações, não só no Brasil”.
 
Esse avanço se deve, em parte, à decisão da Associação de Psiquiatria Americana que, em 1995, atualizou o Manual Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais (DSM), incluindo problemas espirituais e religiosos como uma nova categoria diagnóstica, ou seja, eles deixavam de ser classificados como transtornos mentais. A mudança deu impulso à criação no IPq do Núcleo de Estudos de Problemas Espirituais e Religiosos (NEPER), embrião do ProSER, e motivou estudiosos também em outros países. “A resistência vem de quem acredita que a questão central da psiquiatria é diagnóstico e medicação. Mas a psiquiatria não se esgota aí”, crê Frederico Leão.
 
Informações sobre triagem e atendimento no IPq podem ser obtidas pelo telefone (11) 2661-8045, diariamente, das 7 às 19 horas (inclusive sábados, domingos e feriados).
 
SaudeWeb