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sábado, 8 de fevereiro de 2014

Mulheres correm mais riscos de sofrer AVC do que homens

USP
As mulheres têm riscos específicos devido à gravidez e à
utilização de hormônios, como a pilula contraceptiva
As mulheres, de todas as idades, correm mais riscos de sofrer um acidente vascular cerebral (AVC) do que os homens. Elas devem, por isso, ficar atentas à pressão arterial, de acordo com as novas recomendações da Associação Norte-Americana do Coração. As mulheres têm também maiores fatores de risco que favorecem os acidentes cerebrais, como enxaquecas, depressão, diabetes e arritmia cardíaca.
 
Os acidentes vasculares cerebrais são a terceira causa de mortalidade entre as mulheres, depois das doenças cardíacas e do câncer, que é a quinta causa de morte nos homens. As mulheres têm riscos específicos devido à gravidez e à utilização de hormônios, como a pilula contraceptiva, destaca Cheryl Bushnell, professor adjunto de neurologia no Centro Médico Wake Forest, em Winston-Salem (Carolina do Norte, EUA). Ele preside o grupo de peritos que elaborou as recomendações publicadas na revista médica Stroke.
 
O novo guia lembra a importância de controlar regularmente a pressão arterial, principalmente em mulheres jovens, antes de tomarem contraceptivos e de ficarem grávidas.Os sintomas de um AVC em mulheres são similares aos dos homens: dormência súbita ou fraqueza do braço, dificuldade em falar ou compreender o que dizem os outros.
 
Segundo os autores do estudo, os sintomas de um acidente vascular cerebral nas mulheres podem ser mais sutis, uma vez que elas têm mais dificuldades em se expressar ou estar cientes do seu ambiente. Um acidente vascular cerebral ocorre quando uma veia que irriga o cérebro é obstruída por um coágulo, causando a destruição dos tecidos cerebrais.
 
*Com informações da Agência Lusa

Agência Brasil

Farmacêuticos são submetidos a desvio de função e excesso de trabalho

Apesar da importância do farmacêutico para a saúde pública, o profissional que atua em farmácias e drogarias é submetido constantemente a desvios de função, que incluem até mesmo a obrigação de limpar o balcão. Isso certamente traz prejuízo à população que deixa de ser assistida por esse profissional, quando ele é desviado do seu trabalho para executar outras atividades.
 
Para resolver essa situação, o Conselho Regional de Farmácia (CRF-SP) tem encaminhado representações para o Ministério Público do Trabalho (MPT). Além do desvio de função, os farmacêuticos são obrigados a cumprir horas extras abusivas, além de alguns casos receberem salários abaixo do piso, o que também pode impactar negativamente na sua atuação.
 
O Sindicato dos Farmacêuticos do Estado de São Paulo (Sinfar-SP) também não tem medido esforços para acionar o empregador em alguns casos pontuais. Para o presidente do Sinfar-SP, Glicério Diniz Maia, o sindicato tem apertado o cerco nos estabelecimentos de saúde. "O farmacêutico deve procurar o sindicato para tomarmos as medidas cabíveis e notificarmos o estabelecimento", afirma Glicério.
 
De acordo com o presidente do CRF-SP, Pedro Menegasso, esse desrespeito com o farmacêutico e com a saúde pública demonstra que a categoria deve se unir e procurar o Sinfar-SP e o CRF-SP relatando esse tipo de abuso. "Recebemos dezenas de denúncias e acionamos o Ministério Público do Trabalho. O farmacêutico pode sempre contar com o CRF. Não vamos permitir esse abuso. Estamos atentos", diz Menegasso.
 
Para discutir as melhorias para atuação do profissional e consequentemente os reflexos para à população, o presidente do CRF-SP participou da reunião nacional de luta pela valorização da profissão farmacêutica nos dias 5 e 6 em Brasília (DF), evento organizado pelo Conselho Federal de Farmácia (CFF) que vai debater a valorização da profissão que envolve, basicamente, questões sindicais.
 
Assim que o Conselho recebe denúncia de um farmacêutico, o CRF-SP determina que seja feita fiscalização em todas as unidades, em caso de rede, para verificar se o abuso que o funcionário sofre em um determinado local vem sendo praticado por outros estabelecimento de saúde. Caso isso seja comprovado, o CRF-SP aciona o MPT e relata o ocorrido por meio de uma representação.
 
Além disso, a população tem o direito de ser atendida pelo farmacêutico e também pode denunciar ao CRF-SP a ausência desse profissional. Há um disque denúncia gratuito para essa finalidade (0800 77 02 273).
 
Jornal Joseense

Agulhas e seringas terão selo do Inmetro obrigatório

Foto: Reprodução
A partir desta segunda-feira (1º), agulhas e seringas devem ser fabricados em conformidade com as Resoluções da Diretoria Colegiada (RDCs) nº 3, nº 4 e nº 5 da Anvisa e das Portarias Inmetro nº 501, 502 e 503/2011. Os produtos fabricados antes do dia 1º de julho de 2013 podem ser comercializados e utilizados até a data de validade, ainda que estejam sem o selo de identificação.
 
O objetivo das certificações é proteger a saúde e segurança do consumidor. Caberá à Anvisa fiscalizar a obrigatoriedade do selo nos produtos. Fabricantes e importadores terão prazo de adequação até o dia 30 de dezembro.
 
Em fevereiro, 13 marcas de seringas e agulhas usadas para injetar medicamentos foram analisadas pelo Inmetro. Apenas duas estavam dentro da conformidade. Segundo André Santos, chefe da divisão de orientação e incentivo à qualidade do Inmetro, por isso foram incluídos na lista de produtos com certificação compulsória seringas, agulhas e também equipos não avaliados no teste.
 
Os principais problemas encontrados nas agulhas hipodérmicas analisadas estavam relacionados à possibilidade de ferimentos, de contaminação e desperdício de medicamentos, além do fato de a agulha não possuir resistência à corrosão na cânula (tubo de aço). No caso das seringas, o produto deve ser fabricado sob condições que garantam a ausência de contaminantes.
 
Acessórios descartáveis, encaixados no scalp para terapias intravenosas, ou em agulhas que estão no paciente, os equipos também terão de passar por avaliação do Inmetro, por conta dos problemas encontrados: vazamentos, velocidade inadequada do fluxo do medicamento (gotejamento), conexões defeituosas ou fora do tamanho padrão e esterilidade comprometida.
 
SaudeWeb

Cartão SUS passa a ser emitido nas Unidades de Saúde da Família

Cart?o SUS passa a ser emitido nas Unidades de Sa?de da Fam?lia
Foto: Divulgação
A disponibilização do Cartão nas Unidades deverá facilitar o acesso do usuário
 
Os usuários da rede municipal de Saúde  não precisarão mais se deslocar até a Secretaria da Saúde (Semus) para emitir o Cartão do Sistema Único de Saúde (SUS), a  partir da próxima semana, quando o documento passará a ser impresso nas Unidades de Saúde da Família (USFs), de cada região. 

A instalação das máquinas de impressão do Cartao SUS foi iniciada nesta quarta-feira, 05, nas USFs da região Sul e deverá ser concluída em todas as unidades, até a sexta-feira, 07.

De acordo com a Diretoria de Regulação da Semus, as máquinas foram disponibilizadas pelo Ministério da Saúde, com a finalidade de facilitar o acesso da população ao Cartão, que é o documento primordial para a utilização dos serviços públicos de Saúde. 

"Buscamos com a instalação das máquinas facilitar a vida da população palmense para obter o Cartão SUS. Anteriormente vinham pessoas de lugares distantes da Secretaria, como Buritirana, para retirar seus cartões, e como era o único lugar para prestar esse serviço o fluxo e a espera era maior", relatou a chefe de Divisão do Cartão SUS, Josa Mayer.

Ainda segundo Josa, os prossionais que atuam nas USFs participaram de  um treinamento teórico e prático, no dia 29 de janeiro, na Secretaria da Saúde, para o aprendizado da emissão do Cartão SUS.

O Cartão
É um documento projetado para facilitar o acesso à rede de atendimento do SUS, em todo o território nacional,  e conter dados sobre quando e onde o paciente foi atendido, quais serviços foram prestados e por qual profissional e quais procedimentos foram realizados.

Os objetivos do Sistema Cartão Nacional de Saúde são organizar e sistematizar dados sobre o atendimento prestado aos usuários; dotar a rede de atendimento do SUS de um instrumento que facilite a comunicação entre os diversos serviços de Saúde;  fornecer informações sobre uma pessoa usuária do SUS em qualquer ponto do País; e gerar dados confiáveis e atualizados que permitam planejamento e intercâmbio de conhecimento para subsidiar a elaboração e execução das políticas públicas de Saúde (Ministério da Saúde).

Emissão
Para emissão do Cartão SUS,  é preciso que o usuário vá até a Unidade se Saúde com os seguintes documentos: RG, CPF, certidão de nascimento ou casamento. Seu uso facilita a marcação de consultas e exames e garante o acesso a medicamentos gratuitos.

Top Gyn

Consulta quer sugestões para tratamento de infecção por HIV em crianças

Foto: Reprodução
O Ministério da Saúde publicou ontem (7) no Diário Oficial da União consulta pública que busca sugestões para o tratamento da infecção por HIV em crianças e adolescentes.
 
O texto, intitulado Protocolo Clínico e Diretrizes Terapêuticas para Manejo da Infecção pelo HIV em Crianças e Adolescentes, ficará disponível para consulta por um período de 30 dias no endereço eletrônico www.saude.gov.br/consultapublica.
 
As contribuições deverão estar fundamentadas em estudos clínicos feitos no Brasil ou no exterior, com material científico que dê suporte às proposições. O envio é feito por meio do formulário disponível no site da consulta pública. Os arquivos dos textos e das fontes bibliográficas devem, se possível, ser enviados como anexos.
 
Segundo o ministério, o Departamento de Vigilância, Prevenção e Controle das Doenças Sexualmente Transmissíveis, Síndrome da Imunodeficiência Adquirida e Hepatites Virais da Secretaria de Vigilância em Saúde, vai coordenar a avaliação das proposições recebidas e a elaboração da versão final do protocolo.
 
Agência Brasil