Aplicativos, carreira, concursos, downloads, enfermagem, farmácia hospitalar, farmácia pública, história, humor, legislação, logística, medicina, novos medicamentos, novas tecnologias na área da saúde e muito mais!



sexta-feira, 14 de fevereiro de 2014

Casos de pacientes com pedra nos rins aumentam 30% no verão

Quem já teve pedra nos rins conta que dói muito e, em alguns casos, se compara até mesmo à dor do parto.
 
O problema acontece quando há o acúmulo de cristais existentes na urina – dependendo do tamanho e da localização, as pedras podem passar despercebidas, mas podem também causar alguns sintomas além da dor, como sangramento na urina e infecção urinária, como explicou o nefrologista Décio Mion no Bem Estar desta quinta-feira (13).
 
No verão, os casos de pedra nos rins aumentam 30% - isso acontece porque há uma relação direta entre cálculo renal e hidratação. Quando a temperatura sobe, as pessoas podem até beber mais líquido, mas elas transpiram mais e, quando ocorre a falta de água no organismo, os rins têm menos líquido para filtrar e eliminar as impurezas. Com isso, pequenos grãos de sais se juntam e as pedras se formam
 
Por isso, no verão, a dica principal de prevenção é beber muita água, principalmente quem já teve cálculo renal, que tem um risco maior de ter novamente.
 
Pedra no rim (Foto: Arte/G1)
 
Fora isso, é importante também reduzir a quantidade sal da alimentação, que contribui para a formação do cálculo – alimentos como queijos amarelos, salgadinhos, temperos, molhos prontos, conservas e bolachas, por exemplo, devem ser evitados.
 
Já frutas, como laranja, tangerina e melão, sucos, como limonadas e leite são recomendados porque têm ácido crítico e auxiliam na prevenção da formação das pedras.
 
Além dos sintomas, o paciente pode saber também se tem ou não pedra através de um raio-X de abdômen ou um ultrassom. Se for o caso, o tratamento pode ser clínico, com ingestão de líquido, medicamentos e dieta, ou através de uma máquina que faz a implosão da pedra por meio de choques por fora do corpo. Depois, os pedaços são eliminados pela urina.
 
Inchaço
Fora o risco maior de pedra nos rins, o calor aumenta as chances também de retenção de líquido, que leva ao inchaço, principalmente nas pernas, como mostrou a reportagem da Carla Suzanne, de Aracaju, no Sergipe.
 
Segundo o cirurgião vascular Pedro Puech, isso acontece porque a alta temperatura dilata os vasos e como as pessoas bebem mais água nessa época, elas acabam acumulando mais líquido.
 
Sal valendo (Foto: Arte/G1)

Para evitar, uma das dicas do médico é deitar com as pernas para cima em uma rede - se o pé fica em uma posição mais alta do que o peito, pela gravidade, a tendência é que o sangue das pernas drene melhor. Por isso, a rede é um santo remédio, como explicou o cirurgião.
 
G1

Especialistas criticam técnica de costurar tela na língua para emagrecer

Foto mostra paciente com tela costurada na língua. (Foto: Paul Chugay/Divulgação)
Foto: Paul Chugay/Divulgação
Foto mostra paciente com tela costurada na língua
Procedimento é feito nos Estados Unidos e em países da América Latina. Não há registro sobre existência dessa prática no Brasil
 
Uma técnica para perder peso que consiste na costura de uma tela plástica na língua do paciente tem sido praticada por médicos nos Estados Unidos e em vários países da América Latina. Com o material rígido preso à língua, torna-se doloroso movimentá-la, o que faz com que a pessoa só consiga ingerir líquidos.
 
A técnica ganhou notoriedade nos últimos dias, quando uma das finalistas do Miss Venezuela 2013, Wi May Nava, afirmou, em um programa da “BBC”, que recorreu ao tratamento para chegar ao corpo ideal para o concurso.
 
Especialistas brasileiros ouvidos pelo G1 criticam a prática e afirmam que não existem evidências científicas que comprovem sua segurança e eficácia. Na base PubMed, plataforma que reúne artigos com respaldo científico na área de saúde, ainda não há referências à técnica.
 
Ainda assim, cirurgiões de países como México, Colômbia, Venezuela, Nicarágua, República Dominicana e Chile, além dos Estados Unidos, anunciam o novo método como uma estratégia rápida e prática para perder peso. Cirurgiões americanos afirmam que um artigo científico sobre o tema será publicado no próximo mês.
 
Não há registros de que a técnica seja realizada no Brasil. Para que uma técnica como essa pudesse ser utilizada no país, seria preciso que uma instituição desenvolvesse um projeto de pesquisa clínica que fosse aprovado pelos comitês de ética responsáveis, como lembra o dentista Celso Augusto Lemos Júnior, professor da Faculdade de Odontologia da USP e membro da Sociedade Brasileira de Estomatologia e Patologia Oral (Sobep).
 
“A função da língua durante a mastigação é ajudar a mover o bolo alimentar em direção aos dentes, especialmente para a deglutição”, explica Lemos Júnior. Sem esse movimento da língua, portanto, torna-se impossível mastigar um alimento sólido.
 
Para o cirurgião João de Moraes Prado Neto, presidente da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica, trata-se de uma alternativa muito radical para atingir a perda de peso: “Como pode alterar a anatomia da pessoa para evitar que ela se alimente com sólidos? Existem tantas outras alternativas racionais que não passa pela minha cabeça como se chegou a esse extremo.”
 
Resultados
Nos Estados Unidos, um dos estabelecimentos que fazem o procedimento é a Clínica Chugay, com unidades em Beverly Hills e em Long Beach, na Califórnia. Os cirurgiões Nikolas e Paul Chugay já usaram a técnica em mais de 80 pacientes. Segundo Paul Chugay, os resultados obtidos serão publicados no mês que vem no periódico científico “The American Journal of Cosmetic Surgery”.
 
De acordo com o artigo, adiantado ao G1, 81 pacientes se submeteram ao procedimento na clínica entre 2009 e 2013. A técnica consiste em uma cirurgia rápida, em que uma malha de plástico comumente utilizada na medicina é presa à língua por meio de seis pontos isolados. O paciente recebe anestesia local e, caso não tenha sangramento, é liberado logo em seguida.
 
A tela permanece na língua durante 30 dias, nos quais o paciente deve seguir uma dieta líquida de baixa caloria. Ele também é encorajado a fazer exercícios e a manter uma higiene bucal específica, para remover restos de alimento que possam se acumular sob a tela.
 
Os pacientes do estudo tinham, em média, 39 anos e seu peso médio era de 85,5 kg antes do procedimento. A média de perda de peso foi de 7 kg depois de um mês. Segundo o artigo, não foi observada nenhuma complicação séria durante o período. Dois pacientes pediram para ter a tela removida por apresentarem dificuldades na fala. Um reportou ter sentido dor e desconforto por mais de dois dias. Alguns mencionaram a situação social embaraçosa que é não poder comer com os amigos e a família durante o tratamento.
 
O artigo cita, ainda, que alguns pacientes voltaram a seus antigos hábitos depois da remoção da tela e voltaram a ganhar peso. A conclusão do artigo é que os pacientes que se submetem à técnica “podem alcançar uma perda de peso significativa em um período de 30 dias, com riscos relativamente baixos”.
 
Saciedade e digestão
O médico Durval Ribas Filho, presidente da Associação Brasileira de Nutrologia (Abran), observa que – com ou sem a tela plástica fixada à língua – a adoção de uma dieta exclusivamente líquida pode dificultar a obtenção da sensação de saciedade. “Temos um sistema que controla nossa fome e saciedade e esse processo se inicia com a mastigação. A partir do momento que não se mastiga, não se libera estímulos para os núcleos hipotalâmicos da saciedade”, diz.
 
Outra complicação refere-se ao sistema digestivo. “Como a quantidade de fibras é muito pequena em uma dieta líquida, existe uma tendência de constipação, o intestino pode não funcionar”, diz. Ele acrescenta que, como outras dietas da moda, uma alimentação exclusivamente líquida tende a se tornar enjoativa depois de alguns dias.
 
G1

Pesquisadores conseguem reverter mancha de vitiligo em camundongos

Mãos de paciente com vitiligo, que apresentam manchas brancas (Foto: John E. Harris, MD, PhD/Divulgação  )
Foto: John E. Harris, MD, PhD/Divulgação
Mãos de paciente com vitiligo, que apresentam manchas brancas
Atualmente, doença não tem nenhum tratamento definitivo. Técnica bloqueia molécula que ajuda células imunes a destruir pigmento
 
Uma nova estratégia para combater o vitiligo, testada com sucesso em camundongos, pode ser capaz de impedir a progressão da doença e ainda reverter as manchas brancas já presentes na pele. O vitiligo é uma doença autoimune em que as células do sistema de defesa do organismo atacam os melanócitos, células produtoras de melanina (pigmento que dá cor à pele).
 
Pesquisadores das Universidades de Massachusetts, nos EUA, e da Colúmbia Britânica, no Canadá, identificaram que tanto humanos quanto camundongos com vitiligo apresentavam quantidades elevadas de uma molécula chamada CXCL10. Os roedores que possuíam baixas quantidades dessa molécula desenvolviam formas amenas da doença, com pouca despigmentação.
 
A conclusão é que essa molécula funciona como uma espécie de "sensor" para ajudar as células do sistema imunológico a encontrar e destruir os melanócitos. Os cientistas testaram, então, anticorpos capazes de bloquear a molécula CXCL10 em camundongos que já tinham a doença. O tratamento não só freou o desenvolvimento do problema, como fez regredir as manchas brancas já existentes. Os resultados foram publicados na revista científica "Science Translational Medicine" nesta quinta-feira (13).
 
Para o dermatologista David Azulay, chefe do Instituto de Dermatologia da Santa Casa de Misericórdia do Rio de Janeiro, que não participou da pesquisa, o estudo internacional apresenta uma boa perspectiva para o futuro.
 
"Pelo menos, é uma coisa bem mais específica do que os tratamentos gerais que se fazem hoje em dia. Nesse caso, mira-se um alvo que pode realmente ser um grande causador. Mas não necessariamente o causador em todos os casos."
 
Diagnóstico
O vitiligo é identificado quando o paciente apresenta as primeiras manchas brancas na pele, que podem aparecer em qualquer parte do corpo. De acordo com Azulay, o diagnóstico é essencialmente clínico, não sendo necessários exames adicionais. Além das manchas, não há outros sintomas físicos.
Segundo Azulay, existem várias estratégias de tratamento, mas nenhuma garante resultados definitivos.
 
Imagem mostra áreas de repigmentação na orelha de camundongo com vitiligo. (Foto: John E. Harris, MD, PhD/Divulgação)
Foto: John E. Harris, MD, PhD/Divulgação
Áreas de repigmentação na orelha de camundongo com vitiligo
 
"A repigmentação pode ocorrer mediante vários tratamentos, sobretudo em áreas como o rosto e as nádegas. Sobre proeminências ósseas, como as mãos, a resposta tende a ser fraca", diz o dermatologista.
 
Entre os tratamentos atualmente adotados, estão a fototerapia (estímulo pela luz) e os tratamentos tópicos, que envolvem a aplicação de pomadas associadas a corticoides. Para o médico, como existem várias causas possíveis associadas ao vitiligo, é improvável que uma única estratégia, como a descrita pelo estudo, tenha bons resultados para todos os pacientes.
 
G1

Tendências para o mercado de saúde no Brasil

Consolidação de players no setor de saúde suplementar e laboratórios deve chegar aos hospitais em breve, avaliam consultores
 
Nos últimos anos, o setor de saúde brasileiro passou por várias mudanças. Além da consolidação do número de players, mudanças significativas de market share entre as diversas empresas do segmento aconteceram.
 
O exemplo mais recente, apenas em se tratando de seguros, foi a aquisição da Amil pela gigante americana United Health. No segmento de laboratórios de diagnóstico e análises clínicas, o DASA, maior empresa do segmento, é o resultado de várias aquisições tipo roll-up implementada desde sua abertura de capital na Bolsa de Valores, em 2004. Ainda nesse segmento, o Laboratório Fleury, outro gigante da indústria, atualmente à venda, vem instigando a cobiça de todo tipo de investidores, tais como fundos de private equity e players estratégicos, tanto nacionais quanto internacionais.
 
Ao que tudo indica, essa onda de consolidação também terá reflexos no segmento hospitalar. Deverá ser um instrumento bastante utilizado, uma vez que, por exemplo, essas instituições busquem obter economias de escala, no intuito de resistir, previamente, às potenciais quedas de faturamento provenientes de mudanças na indústria e em seus cenários micro e macroeconômicos. Nessa linha, um dos players mais ativos é a Rede D’or de hospitais, parceira do Banco BTG, que faz aquisições nesse segmento desde 2010.
 
As sinergias resultantes da fusão ou aquisição no setor de saúde, além dos benefícios óbvios advindos da eliminação de redundâncias tanto operacionais quanto administrativas, seja nos departamentos, nos produtos ou nos serviços, possibilitam que a nova entidade ou novo hospital musculatura para aproveitar, ainda, outros quatro fatores determinantes.
 
O primeiro deles é a economia de escala. Ao considerar que, por exemplo, o novo hospital possuirá várias instalações e será capaz de oferecer diferentes tipos de serviço aos segurados e pacientes, ele terá maior poder de negociação junto às companhias seguradoras, em busca de melhores taxas e formas de recebimento. Dessa forma, poderá aumentar suas margens de lucro e obterá uma vantagem competitiva significativa frente a seus concorrentes.
 
A economia de escala também será refletida na área de suprimentos, uma vez que a entidade deverá desfrutar de descontos e condições de pagamento mais atraentes, por conta do aumento no volume dos pedidos de compra.
 
O recrutamento de colaboradores e médicos é o segundo fator. O processo terá maior êxito, pois esses profissionais estarão mais dispostos à trabalhar em uma instituição maior, mais bem equipada, e que provavelmente oferecerá melhores condições de trabalho com remunerações mais atraentes. Eles também desfrutarão de benefícios mais relevantes, os quais a entidade resultante poderá oferecer em virtude de seu novo porte.
 
O fator financeiro é outro determinante. O acesso ao capital é uma das principais razões pelas quais os hospitais menores são adquiridos. Instituições que, historicamente, se esforçavam para levantar apenas financiamentos bancários podem agora utilizar a alavancagem, instrumento que apenas uma instituição mais robusta é capaz de acessar através do mercado de capitais.
 
Novamente, é válido citar como exemplo recente a Rede D’or, que vendeu os edifícios onde funcionam seus hospitais para o fundo imobiliário canadense NorthWest. Essa engenharia financeira, conhecida como desmobilização, permite que a rede concentre seu capital totalmente na operação hospitalar, bem como nas novas possíveis aquisições. Mais além, o acesso ao capital com custo competitivo também possibilita que a nova entidade implemente reformas e expansões que permitirão ao hospital gerar e manter sua vantagem competitiva vis-à-vis seus concorrentes.
 
A profissionalização é o quarto fator determinante. Historicamente, no Brasil, médicos se uniam no intuito de construir novos hospitais. Atualmente, muitas dessas instituições cresceram e se tornaram significativas em tamanho, com a conquista de notoriedade em seus campos de atuação e de pesquisa.
 
Do ponto de vista administrativo, entretanto, essas mesmas instituições se tornaram engessadas, uma vez que diversos acionistas atuam na gestão do negócio. Esse fato ficou ainda mais evidente na medida em que as gerações posteriores de acionistas também vieram a participar da gestão.
 
Hoje, muitas dessas instituições acreditam que a venda para cadeias hospitalares profissionais seja a solução de seus problemas de gestão.
 
* Benjamin Yung e Victor Yung são especialistas no segmento de reestruturação financeira e diretores da consultoria Estratégias Empresariais

SaudeWeb

Teste rápido de HIV e hepatite C em sangue passa a ser obrigatório

Nat será realizado em todas as bolsas coletadas em bancos públicos e privados. Exame reduz janela imunológica de 35 para 12 dias
 
A partir desta quinta-feira (13), é obrigatória a realização do Teste de Ácido Nucleico (Nat) em todas as bolsas de sangue coletadas pelos bancos de sangue públicos e privados do País. O kit Nat já era oferecido em 100% dos bancos públicos brasileiros e agiliza a identificação dos vírus HIV e da hepatite C no sangue de doadores.
 
O exame reduz em média de 35 para 12 dias a janela imunológica – tempo em que o vírus permanece indetectável – no caso da hepatite C e de 22 dias para dez dias, no caso do HIV. O presidente da Associação Brasileira de Hematologia, Hemoterapia e Terapia Celular (ABHH), Dimas Tadeu Covas, é importante que os órgãos responsáveis garantam a aplicação do teste em todo sangue a ser usado em transfusões.
 
“Agora a Vigilância Sanitária, por meios dos órgão municipais, deve observar essa necessidade. Não seria admissível haver sangue com e sangue sem Nat, após essa portaria. Quem não respeitar a normativa estará fora da lei”, disse o médico.
 
Para Covas, o próximo passo agora é que Nat inclua também o vírus HBV, da hepatite B, doença transmissível por relações sexuais, contato com sangue e materiais cortantes infectados.
 
“A ABHH luta há mais de dez anos para que essa medida fosse implementada, então é um enorme avanço para a segurança transfusional no país. Mas continuamos lutando para que o Nat seja ampliado para incluir a hepatite B, que é tão importante quanto a hepatite C”.
 
O médico informou que com base nas prevalências sorológicas, a estimativa é de que cerca de 2 bilhões de pessoas no mundo tenham hepatite B e 300 milhões apresentem infecção crônica por este vírus, sendo 600 mil o número das mortes decorrentes direta ou indiretamente desta infecção. No Brasil, a estimativa é de que cerca de 800 mil pessoas tenham o vírus tipo B.
 
A hepatite B e a dengue serão os novos alvos do teste segundo o BioManguinhos, laboratório da Fundação Oswaldo Cruz, vinculada ao Ministério da Saúde, que desenvolve o kit no Brasil. De acordo com a Fiocruz, foram identificadas mais de dez janelas imunológicas [bolsas de sangue contaminadas com o vírus da aids ou da hepatite C de 2,5 milhões de bolsas de sangue que passam por triagem.
 
Segundo o Ministério da Saúde, de 1999 a 2011 foram notificados 343.853 casos de hepatites virais no Brasil, incluindo os cinco tipos da doença. A hepatite A é a mais comum (138.305), seguida da B (120.343), C (82.041), D (2.197) e E (967). A maior parte dos casos notificados no período foi registrada nas regiões Nordeste (31,2%) e Norte (23,3%). Crianças menores de 13 anos representam o grupo mais acometido pela hepatite A e compreendem 75,6% dos casos notificados no país.
 
SaudeWeb