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sábado, 1 de março de 2014

Carboidratos e a glicose são prejudiciais para a saúde do cérebro

 (Valdo Virgo/CB/D.A Press)
Estudos recentes ligam o excesso de ingestão de carboidratos ao risco aumentado de complicações cognitivas. Especialista americano defende que as gorduras voltem a ser priorizadas nas refeições
 
Os motivos para reduzir os carboidratos no prato ficam cada dia mais fortes. Batatas, pães, arroz e massas, principalmente os processados, são conhecidos por subir os ponteiros da balança e causar alterações muitas vezes graves nos exames de glicemia.
 
O que não se esperava era a relação da comilança de carboidratos com o aumento do risco de doenças neurológicas bastante temidas, como o Alzheimer, a demência e outros tipos de distúrbios que trazem consigo a queda na cognição. Uma entrevista publicada na revista científica Alternative and Complementary Therapies acende uma discussão que divide opiniões entre os médicos. O professor David Perlmutter, do Instituto de Medicina Funcional em Washington, é categórico ao dizer que os carboidratos e a glicose são prejudiciais para a saúde do cérebro.
 
Ele argumenta que jornais e revistas respeitados têm publicado relatos de que níveis mais elevados de glicose no sangue são especificamente prejudiciais ao cérebro em geral e, mais especificamente, para o hipocampo, o mediador da função de memória.
 
Um artigo na revista Neurology, por exemplo, relatou que elevações de glicose no sangue e da hemoglobina glicada (HbA1c) levam ao comprometimento da memória e ao encolhimento do hipocampo. Outro estudo no The New England Journal of Medicine demonstrou que, mesmo discretas, as elevações de açúcar no sangue podem ser traduzidas em um dramático aumento do risco para o desenvolvimento de demência.
 
“É uma correlação profunda reconhecer que até mesmo elevações sutis de glicemia — bem abaixo dos níveis a serem considerados diabéticos — podem ser prejudiciais ao cérebro.”

Perlmutter lembra que um estudo no Journal of Alzheimer’s Disease também demonstrou que indivíduos que consomem alta quantidade de carboidratos tiveram um aumento de 89% no risco para demência.
 
O resultado está em contraste com pessoas que adotaram dieta com alto teor de gordura e obtiveram uma diminuição do risco em 44%.
 
Essa é a base dos aconselhamentos de Perlmutter. “Nós vivemos com essa noção de que uma caloria é uma caloria, mas, pelo menos em termos de saúde do cérebro, e acredito que para o resto do corpo haja grandes diferenças entre as nossas fontes de calorias em termos de impacto sobre a nossa saúde.”
 
Correio Braziliense

'Paciente com doença rara custa caro, mas País tem de avançar nisso', diz médico

Divulgação
Roberto Giugliani afirma que faltam médicos especializados
e centros de referência
No Dia Mundial de Doenças Raras, geneticista defende criação de centros de referência dedicados ao diagnóstico desses males
 
No Dia Mundial de Doenças Raras (28/02), o País comemora alguns avanços, mas amarga uma séria de dificuldades para que pacientes encontrem tratamento e até mesmo o diagnóstico para suas doenças. De acordo com Roberto Giugliani, do Departamento de Genética da Universidade Federal do Rio Grande do Sul, faltam médicos especializados e centros de referência em diagnóstico no País.
 
De acordo com a Organização Mundial da Saúde, doença rara é aquela que afeta até 65 pessoas em cada 100 mil indivíduos, ou seja, 1,3 para cada dois mil. O número total de doenças não é conhecido, mas existe uma estimativa de seis mil a oito mil tipos diferentes. Cerca de 80% têm origem genética.
 
Como cada uma das doenças raras requer exames e tratamento específicos, é preciso investir em centros de referência, defende Giugliani, o que o Brasil não tem feito. 
 
A boa notícia é a assinatura, no dia 30 de janeiro deste ano, da portaria da Política Nacional de Doenças Raras. O Ministério da Saúde deve investir R$ 130 milhões e 15 novos exames de doenças raras serão incorporados ao Sistema Único de Saúde. A expectativa de associações de pais e pacientes é que a política saia logo do papel.
 
O Dia Mundial de Doenças Raras é comemorado oficialmente em 29 de fevereiro, um dia raro – e antecipado para 28 nos anos que não são bissextos, como 2014. Confira abaixo a entrevista que o geneticista concedeu ao iG.
 
iG: Quais avanços a política Nacional de Doenças Raras deve trazer?
Roberto Giugliani: Vejo um avanço muito grande com esta política. As doenças raras são um número muito grande, em torno de sete mil, mas a frequência delas é muito pequena – um caso para 20 mil nascidos vivos, ou 100 mil, ou 500 mil. Então é comum que o médico, ou profissional de saúde, veja poucos casos ao longo de sua carreira. A política agora está focada na criação de serviços de referência. Se o que está na portaria for executado, os pacientes com suspeita de doença rara serão encaminhados para serviços de referência onde estarão concentrados médicos com experiência nestes casos, o que se traduzirá em maior atenção e chance de diagnóstico preciso.
 
iG: Atualmente, o que impede que as pessoas com suspeita de doenças raras sejam diagnosticadas e, portanto, continuem sem saber do que sofrem?
Roberto Giugliani: São basicamente duas dificuldades. A primeira é o médico suspeitar da doença. Ele precisa conhecer um pouco sobre ela para poder suspeitar e, como eu disse, são cerca de sete mil doenças conhecidas. A segunda dificuldade, e talvez a mais complicada, é a inexistência de testes diagnósticos acessíveis para a população. A portaria contempla, pela primeira vez, que os serviços e os procedimentos para construção do diagnóstico sejam pagos pelo SUS. Então, se o médico quiser solicitar um exame diagnóstico sobre doença rara, ele terá o exame disponível. Antes, como a tabela do SUS não contemplava o pagamento desses exames, nenhum laboratório oferecia, já que são complexos e caros. A mudança deve resultar em uma maior número de diagnósticos.
 
iG: Mas isso não basta, não é? Há também dificuldade para conseguir o tratamento...
Roberto Giugliani: Sim. Muitas vezes se chega ao diagnóstico, mas não ao tratamento. Ou porque ele é muito caro, ou porque ele teria de ser ministrado em um local longe da residência do paciente. 
 
iG: Qual a situação atual dos centros especializados de diagnósticos e de referência de tratamento no Brasil?
Roberto Giugliani: Eu diria que existem poucos. Há alguns centros dedicados a certos tipos de doença rara em São Paulo, Ribeirão Preto, Rio de Janeiro e Brasília. O nosso de Porto Alegre (Hospital das Clínicas) é um centro bem completo que cobre praticamente todas as doenças raras. A gente consegue isso porque o hospital tem uma atividade de pesquisa muito grande que acaba dando suporte para a atividade assistencial. Funciona assim: como não tem a remuneração do SUS, só conseguimos fazer os exames se houver algum projeto de pesquisa que justifique o teste diagnóstico. Para quem não tem a atividade de pesquisa fica muito caro trabalhar com doenças raras. Por isso, acho que esta política vai estimular. Em 2009, inclusive, foi lançada uma portaria do Ministério da Saúde para remunerar os exames genéticos do SUS, mas ela nunca saiu do papel. Levou cinco anos para sair outra portaria. A gente espera que desta vez saia do papel.
 
iG: Há 20 anos, não se falava tanto em doenças raras. Por que a preocupação aumentou?
Roberto Giugliani: Há alguns anos, se morria muito no Brasil de doenças infecciosas, de problemas de desnutrição infantil. Isso deixava as doenças raras muito em um segundo plano, no que diz respeito a políticas de saúde. Agora, não se tem mais esses problemas de desnutrição e doenças infeciosas em grande número como antes. Digamos que está tudo mais controlado. Então as doenças raras passaram a ter um papel mais protagonista. Não que elas tenham aumentado, mas as outras que diminuíram
 
iG: O protagonismo aumentou, os avanços tecnológicos também, mas quem sofre das doenças ainda é pouca gente. O País vai assumir o ônus e garantir o direito ao tratamento?
Roberto Giugliani: A questão importante no caso desses pacientes é que, como são poucos com determinada doença, eles acabam sendo muito caros. É um ônus proporcionalmente alto comparado ao número de pacientes. Isso traz dificuldades, mas é uma dificuldade que o País tem de enfrentar, não adianta. 

iG

Mononucleose infecciosa: A doença do beijo

A mononucleose é transmitida pela saliva
A mononucleose infecciosa é uma doença causada pela infecção pelo vírus Epstein-Barr, e transmitida pelo contato que contenha saliva. O vírus responsável está contudo implicado na patogênese de alguns cancros/canceres relativamente raros, mais comum entre os negros. O seu genoma é de DNA bicatenar (dupla hélice), e multiplica-se no núcleo da célula-hóspede.
 
Ele reconhece o receptor para o componente C3d do complemento e portanto só atinge células com essa proteína membranar. Este vírus infecta principalmente os linfócitos B do sistema imunitário e as células epiteliais da mucosa do nariz e faringe. A sua predileção pelos linfócitos e outras células "mononucleares" (em contraste com outras células imunitárias denominadas polimorfonucleares) foi usada para o nome da doença. Têm a capacidade de causar infecção lítica de multiplicação rápida que destrói as células mas também infecção latente de multiplicação lenta que preserva a célula, originando estado de portador crónico. O vírus pode ser reativado em casos de imunodeficiência como suceda na síndrome da imunodeficiência adquirida (SIDA/AIDS).
 
O Epstein-Barr, além de causar a doença aguda da mononucleose, também é um vírus que provoca infecção assintomática crônica, e a presença de oncogenes no seu genoma significa que pode induzir a imortalização de alguns tipos de células, particularmente linfócitos B, e aumentar a probabilidade de alguns tumores como o carcinoma nasofaringeal, o linfoma de Burkitt, ou o linfoma de Hodgkin numa pequena minoria dos indivíduos que infecta.
 
A infecção aguda é eficazmente controlada pelo sistema imunitário, com ação citotóxica dos linfócitos T contra os linfócitos B infectados, que são destruídos na sua grande maioria. Os poucos sobreviventes são linfócitos B cujo vírus foi forçado a tornar-se latente para evitar a destruição da sua célula-hospede pelos T. A reação dos linfócitos T leva à geração de formas típicas desta célula, incomuns noutras doenças. por isso os médicos recomendam ficar em casa de cama
 
Foto: Reprodução da internet
Mononucleose infecciosa
Epidemiologia
O vírus é transmissível pela saliva e troca de outras secreções, principalmente pelo beijo. As populações afetadas dividem-se em dois grupos. As crianças pequenas são frequentemente infectadas pelos pais ou pelas outras crianças, já que têm pouco pudor em lamber objetos lambidos pelas outras crianças; os adolescentes são infectados quando beijam as namoradas ou namorados. As crianças pequenas geralmente não têm sintomas.
 
Quase 90% dos adultos são soropositivos (ou seja têm anticorpos específicos) para este vírus. Isto significa que em quase todos os adultos, um dos episódios de "gripe" que tiveram nas suas infâncias ou adolescências foi, certamente, antes mononucleose infecciosa.
 
Progressão e sintomas
A infecção inicial é pela saliva alheia, pode se ocorrer uma ou mais vezes no mesmo indivíduo o aparecimento da doença e consequentemente dos sintomas que só aparecem entre 4 e 8 semanas após contraída a doença, o vírus pode ser contraído continuamente até que o indivíduo crie anticorpos contra este. Infecta inicialmente as células da mucosa da faringe, e depois invade os linfócitos B do tecido linfático adjacente, onde continua a multiplicar-se.

A sua multiplicação é detectada pelo sistema imunitário que secreta citocinas defensivas que causam febre alta (39-40 °C), mal estar, fadiga, dores de garganta, (faringite) e por vezes hepatite moderada, aumento dos gânglios linfáticos do pescoço. A infecção é controlada ao fim de alguns dias, mas o vírus frequentemente permanece por toda a vida do individuo escondido de forma latente em alguns dos linfócitos B originalmente infectados. Estes linfócitos multiplicam-se mais rapidamente e autodestroem-se menos frequentemente, devido a proteínas pró-crescimento e anti-apoptose produzidas do genoma viral. O resultado é a característica linfocitose (aumento do numero de linfócitos) facilmente detectada nos episódios agudos da doença.
 
A doença em crianças é geralmente subclínica, mas em adultos pode raramente levar a meningoencefalite com disfunção neurológica ou comportamental, obstrução laringeal por edema e asfixia ou ruptura do baço, com casos raros resultando em morte. Algumas pessoas podem ter doença crónica periodicamente sintomática (distinta dos portadores sempre assintomáticos mas com pequeno risco de cancro). Esta caracteriza-se por fadiga, mal-estar, dores de cabeça, febre de 38 °C (por vezes menos), e dores de garganta leves, podendo cursar durante longos períodos.
 
Na África, a presença concomitante de malária crónica complica a situação, pois esta doença estimula a multiplicação dos linfócitos B, o que junto com o estímulo do vírus, pode ser suficiente para que alguns linfócitos entrem em multiplicação descontrolada, originando um linfoma de Burkitt (uma forma de cancro.
 
Na China e outros países dessa região, o carcinoma nasofaringeal devido ao Epstein-Barr é muito mais frequente por razões desconhecidas.
 
Nos doentes com síndrome da imuno-deficiência adquirida, as complicações oncológicas são muito mais frequentes, e surge caracteristicamente uma mancha branca aveludada na boca, denominada leucoplaquia pilosa.
 
Diagnóstico e tratamento
O diagnóstico é feito por detecção sorológica de anticorpos específicos, contra as proteínas do capsídeo (que continuam a existir por toda a vida) ou contra determinados antígenos do vírus que só existem na fase aguda.
 
Não há cura, mas foi descoberta uma vacina, e a doença aguda é quase sempre autolimitada pelo sistema imunitário (imunológico). As complicações oncológicas têm tratamentos químicos ou radioterapêuticos próprios, além de medicamentos anti-virais, como ganciclovir.
 
Wikipedia

Dicas para curtir a folia sem prejudicar a saúde

Foto: Reprodução
Para evitar a insolação: hidrate-se de 2 em 2 horas
Do sapato confortável à camisinha na carteira, veja cuidados para que a folia não acabe mal na Quarta-Feira de Cinzas
 
Quem nunca perdeu um bloco porque passou mal do estômago ou porque exagerou na bebedeira no dia anterior? Pois é. O corpo cobra! Mas não é preciso ficar em casa tomando chá nem ir para a cama às 22h para chegar ileso à Quarta-Feira de Cinzas.
 
Com alguns cuidados, é possível se divertir e pular atrás dos blocos sem sofrer com dor nos pés ou com aquela ressaca absurda.
 
1. Evite a ingestão de alimentos pesados, que dificultem a digestão. Dê preferência para as frutas e verduras
 
2. Beba moderadamente: o consumo excessivo de álcool ou a mistura de destilados com fermentados pode acabar com a festa e causar ressaca no dia seguinte
 
3. Sempre tenha em mãos barrinhas de cereais para garantir a alimentação de 2 em 2 horas
 
4. Cuidado com o calor excessivo: em dias quentes a tendência é a pressão arterial cair. Evite isso mantendo o corpo hidratado e alimentado, além de usar roupas leves
 
5. Beijo na boca: 250 bactérias e alguns vírus são trocados em um beijo. É preciso ter cautela para prevenir doenças como a mononucleose, conhecida como "doença do beijo"
 
6. Evite as doenças sexualmente transmissíveis: a camisinha é item fundamental do folião consciente
 
7. Cuidado com o salto alto: ficar em pé por muitas horas sambando de salto pode causar dor nas pernas e na planta dos pés, câimbras, inchaço nos pés, joanete, calos, etc.
 
8. Algumas fantasias dificultam a ida ao banheiro, então a dica é ir ao banheiro antes de se vestir. Evite reter urina por longos períodos porque favorecem as infecções urinárias
 
9. Durma bem: no dia seguinte procure dormir pelo menos oito horas para reequilibrar o organismo
 
10. Proteja sua pele: o protetor solar fator 30 tem que fazer parte da rotina do folião. O retoque deve ser feito a cada duas horas
 
11. Utilize calçados confortáveis: o ideal é usar tênis para proteger os pés e ter mais flexibilidade nos movimentos
 
12. Para evitar a insolação: hidrate-se de 2 em 2 horas, use filtro solar e prefira roupas com tecidos leves - evite os sintéticos
 
13. Use chapéus ou bonés para um maior conforto
 
14. Álcool gel: mantenha um com você. Não tem como lavar as mãos nos banheiros químicos, então a chance de contaminação sobe muito. É um truque simples para evitar virose
 
A principal aliada do folião é a água. "As bebidas alcoólicas são diuréticas. Por isso é importante que, a cada copo de fermentado, como cerveja, se beba um de água. E, para cada dose de destilados, se beba três doses de água", recomenda Paulo Rocha, coordenador do Pronto Socorro do Hospital Santa Paula.
 
Também não é recomendado sair para a avenida com a barriga vazia. Legumes, frutas e verduras são os alimentos indicados para sustentar sem pesar demais.
 
Mas, se mesmo com o corpo hidratado e alimentado, o calor e a empolgação fizerem a pressão cair e aparecerem sintomas como tontura e escurecimento visual, é preciso cuidado. "Na hora do sintoma, a pessoa deve se sentar ou deitar, se possível elevando a perna. Além disso, deve tomar líquidos para se hidratar, ou fazer a hiperidratação, com sucos, isotônicos ou água de coco", diz Rocha
 
iG

Pais têm dificuldade para ver que seus filhos têm soprepeso

Foto: Reprodução
Casos. Foram analisados estudos que incluíam 80 mil avaliações
 de pais sobre o peso dos filhos, que tinham de 2 a 19 anos
Pesquisadores acreditam que há resistência para aceitar condição
 
Ao que tudo indica, muitos pais acham que seus filhos são mais magros do que eles são na realidade. Isso é o que mostra um novo levantamento.
 
Uma análise de estudos publicada no periódico “Pediatrics” descobriu que dois terços dos pais subestimam o peso dos filhos.
 
“Quando não reconhecem o sobrepeso dos filhos, os pais não agem para resolver o problema”, afirmou Alyssa Lundahl, principal autora do estudo e estudante de pós-graduação em psicologia da Universidade Nebraska-Lincoln, localizada nos Estados Unidos. “Eles não querem ver”, comenta a estudiosa.
 
Para chegar a essa conclusão, Alyssa e seus colegas analisaram 121 estudos que incluíam 80 mil avaliações de pais sobre o peso de seus filhos, que tinham de 2 a 19 anos. Mais da metade dos pais de crianças acima do peso ou obesas subestimou o peso dos filhos. O mesmo ocorreu com aproximadamente 14% dos pais de crianças com peso normal.
 
Além disso, a pesquisa feita nos Estados Unidos constatou que os pais estavam mais propensos a subestimar o peso dos filhos quando eles tinham de 2 a 5 anos.
 
Explicações
Entretanto, as razões do equívoco são desconhecidas. Todavia, os cientistas envolvidos na pesquisa sugerem que os meios de comunicação transmitam imagens estereotipadas de crianças com sobrepeso como sendo gravemente obesas, gerando distorções no entendimento dos pais.
 
É possível também, afirmam os pesquisadores, que exista resistência dos pais em taxar seus filhos de gordos, de acordo com os pesquisadores. Alguns pais talvez pensem que seus filhos não podem estar acima do peso caso pratiquem exercícios físicos e não possuam problemas de saúde manifestos.
 
“Quando os profissionais de saúde conseguem corrigir essa impressão errônea, os pais ficam mais propensos a tomar alguma atitude”, afirmou Alyssa.
 
“Quando não reconhecem o sobrepeso dos filhos, os pais não agem para resolver o problema. Eles não querem ver”
 
Queda
Em 2004, 14% dos norte-americanos entre 2 e 5 anos eram consideradas obesos. Atualmente, o número caiu para 8%, ou seja, uma redução de 43%.
 
O tempo