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quinta-feira, 6 de março de 2014

Receitas que aliviam sintomas de picadas de insetos

O verão é um período do ano em que as pessoas aumentam o contato com a natureza. Elas viajam para a praia, para o campo, vão para um acampamento. É uma delícia aproveitar as belezas naturais do nosso país, reunir a família e repor as energias.
 
Mas muita gente sofre com as temidas picadas de insetos. No verão os pernilongos e os mosquitos aparecem com mais frequência e as picadas desses insetos causam coceira e desconforto.
 
O Universo Jatobá separou algumas receitas naturais para tratar e amenizar as picadas de mosquitos.
 
São medidas simples que você vai adorar!
 
- Vinagre: A acidez do vinagre faz com que o local da picada do inseto pare de coçar. Dilua duas ou três xícaras de vinagre em um litro de água quente e passe o líquido sobre as picadas. Outra opção é pingar algumas gotas de vinagre em um pedaço de algodão e passar direto na picada.
 
- Gelo: O gelo pode ser um ótimo aliado para diminuir o inchaço do local da picada e amenizar a coceira. A baixa temperatura do gelo congela as fibras nervosas que causam a dor. Faça uma compressa com pedras de gelo e sinta um alívio imediato.
 
- Mel: O mel possui propriedades antibacterianas e anti-inflamatórias. Coloque um pouco de mel no local que foi picado e logo a coceira vai diminuir.
 
- Manjericão: A cânfora e o timol são duas substâncias presentes na folha de manjericão e elas ajudam a aliviar a coceira. Amasse algumas folhas de manjericão e aplique o líquido sobre o local que está inchado.
 
- Água e leite: Você sabia que a água e o leite podem aliviar o inchaço, a coceira e a inflamação das picadas de insetos? Basta misturar quantidades iguais de água e leite e jogar a mistura em um pedaço de algodão. Em seguida passe o algodão sobre a área afetada.
 
- Óleo de lavanda: Ele controla o inchaço e a coceira causados por picadas. Assim que acontecer a picada, pingue duas gotas de óleo de lavanda sobre o local.
 
- Bicarbonato de sódio: Faça uma pasta grossa com bicarbonato de sódio e água e passe no local atingido. O bicarbonato ajuda a neutralizar o pH da pele e isso diminui a sensação de dor que pode ser causada pela picada de um inseto.
 
- Limão: Coloque fatias de limão sobre o local da picada para evitar o inchaço. Mas só faça isso dentro de casa, a exposição do limão ao sol pode causar manchas na sua pele.
 
Universo Jatobá

quarta-feira, 5 de março de 2014

Fatores emocionais estão intimamente ligados ao sobrepeso da população

Por essa razão, tratamentos psicológicos são fundamentais para compor o tratamento
 
Belo Horizonte — Não foi só a comida, tampouco a falta de exercícios físicos que levaram Graça Aparecida Domingos, 45 anos, a chegar a 178kg.
 
Com diabetes e pressão alta, a mulher, que sai de Ibirité, na Região Metropolitana de Belo Horizonte, para ir à capital toda semana em busca de um psicólogo e de uma nutricionista, revela que teve obesidade de grau 3 depois que o marido assassinou a filha do casal, de 1 ano e 3 meses, há 10 anos.
 
“Com esse golpe da vida, não cuidei mais de mim. Tive depressão e descontava tudo na comida. Não tinha controle sobre isso. Só consegui me levantar, quando meu ex-marido foi preso, há pouco tempo”, desabafa.
 
A história da Graça é um exemplo do que a medicina já considera um dos passos no caminho da obesidade: os fatores emocionais. Sem uma única causa definida, o problema é decorrente de questões multifatoriais, ou seja, é fruto de várias vertentes que podem estar agindo isoladamente ou em conjunto. Entre elas, estão a ingestão aumentada de calorias, a diminuição da atividade física, a idade, os fatores genéticos e os emocionais. Mas a questão psicológica já se tornou, para os médicos, um dos gatilhos-chave para o excesso de peso.

“Os outros fatores podem ser controláveis se a cabeça estiver bem. Se não estiver sã, nada resolve. É claro que vai chegar a um ponto que a pessoa vai precisar de uma cirurgia, mas se a mente não estiver saudável, mesmo depois de um procedimento cirúrgico, o paciente volta a ganhar peso”, comenta Frederico Garcia, professor do Departamento de Saúde Mental da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) e membro da diretoria da Associação Mineira de Psiquiatria.

Correio Braziliense

Dieta com muita proteína pode ser tão prejudicial quanto fumar

Foto: Reprodução
Uma dieta com muita carne e queijos pode ser tão prejudicial como fumar, mas o consumo moderado de proteínas é saudável, principalmente depois dos 65 anos de idade, afirmou um estudo publicado nesta terça-feira pela revista "Cell Metabolism".
 
Os pesquisadores acompanharam a dieta e as condições de saúde de uma ampla amostra de adultos por duas décadas, e perceberam que o consumo contínuo de proteínas animais faz com que uma pessoa tenha quatro vezes mais probabilidades de morrer de câncer que alguém com uma dieta pobre em proteínas.
 
É um risco de mortalidade por câncer comparável ao de uma pessoa que fuma. "Existe a noção equivocada de que, porque todos comemos, é fácil e simples entender a nutrição", assinalou o autor principal do estudo, Valter Longo, professor da Escola de Gerontologia e diretor do Instituto de Longevidade da Universidade do Sul da Califórnia.
 
O consumo excessivo de proteína não só aparece vinculado a um aumento substancial na mortalidade por câncer, mas as pessoas de meia idade que comem muita proteína de origem animal, incluídas carnes, leite e queijo, são mais suscetíveis a uma morte antecipada em geral, segundo a pesquisa. Dentro do estudo, quem tinha dieta com alto consumo de proteínas ficaram 74% mais propensos a morrer dentro do período do estudo que seus pares que consumiam menos proteínas. Também foram várias vezes mais propensos a morrer em consequência do diabetes.
 
A quantidade de proteína que deve fazer parte de uma dieta saudável foi um assunto controvertido por muito tempo, agitado ocasionalmente pela popularidade das dietas com alto valor protéico, como Dunkan, Paelo e Atkins.
 
O estudo da USC chegou à conclusão que a fase adulta não é monolítica, já que a biologia muda à medida que as pessoas envelhecem. A proteína controla o hormônio do crescimento IGF-I que ajuda no desenvolvimento do corpo, mas também foi associada com a suscetibilidade ao câncer. Os níveis de IGF-I caem substancialmente depois dos 65 anos de idade e isso contribui para o enfraquecimento e perda muscular.
 
O estudo chegou à conclusão que, apesar da ingestão elevada de proteínas ser prejudicial na meia idade, quando está incluído em uma dieta de níveis moderados ou altos de proteína depois dos 65 anos de idade pode fazer com que as pessoas fiquem menos suscetíveis às doenças. Um aspecto importante é os pesquisadores terem determinado que as proteínas vindas de plantas, como grãos, não parecem ter os mesmos efeitos sobre a mortalidade das proteínas de origem animal.
 
"A maioria das pessoas nos Estados Unidos come quase o dobro das proteínas que deveria ingerir e talvez a melhor mudança seria diminuir a ingestão diária de todas as proteínas, mas especialmente as de origem animal", assinalou Longo.
 
As conclusões sustentam as recomendações de várias agências de saúde que dizem que um consumo saudável é de 0,8 gramas de proteína por quilograma de peso corporal por dia na meia idade. Por exemplo, uma pessoa que peso 59 quilos deve consumir entre 45 e 50 gramas de proteína por dia com preferência para as proteínas de origem vegetal, como os legumes.
 
Os pesquisadores qualificam como dieta com alto conteúdo de proteínas uma na qual pelo menos 20% ingeridas vem de proteínas, independente de serem vegetal ou animal. Uma dieta moderada inclui de 10 a 19% de calorias de proteína, e uma dieta baixa é a que inclui menos de 10% de proteína.

EFE / R7

Pimenta, canela e gengibre ajudam na perda de peso

Getty Images
Alimentos termogênicos como a pimenta ajudam a acelerar
 a perda de gordura
Nutricionista dá cinco dias valiosas para eliminar os quilinhos a mais
 
Você exagerou neste Carnaval? E agora precisa literalmente fechar a boca para perder os quilinhos a mais? Mudanças simples na alimentação podem te ajudar a eliminar os excessos.

De acordo com a nutricionista Talitta Maciel, do Espaço Reeducação Alimentar, alguns alimentos são "poderosos antioxidantes e ajudam a desintoxicae e definir o corpo".
 
Veja o que fazer e fique linda:

 
1— Beba água, muita água! Além de ser fundamental para hidratar o corpo, transporte os nutrientes para as células e ajuda a eliminar as toxinas produzidas pelo organismo, a água é uma aliada na perda de peso. Segundo a nutricionista, ingerida um pouco antes das refeições, 30 minutos diminui a sensação de fome, fazendo você maneirar na porção
 
2 — Leve seu kit Sobrevivência na bolsa ou até no bolso. “Nesse kit pode conter bala de algas, chocolate amargo, garrafinha de água, amendoim, frutas e suco orgânico”, afirma Talitta
 
3— Aposte nos integrais: trocar pão, arroz e macarrão refinados por integrais ajudam o intestino a funcionar melhor. Além disso, baixa o índice glicêmico, o que evita a produção excessiva de insulina, hormônio que estimula o organismo a estocar gordura
 
4 — Alimentação de três em três horas – Faça mais refeições ao longo do dia e em menor quantidade. Com isso, seu cérebro vai entender que não precisa guardar toda a gordura do alimento que vai ingerir, além de ajudar na saciedade
 
5— Inclua alimentos termogênicos no cardápio: esses produtos ativam seu metabolismo e são aliados na perda de gordura. Bons exemplos são: pimentas, café, chá verde, canela, gengibre

R7

ONU critica Uruguai e EUA por legalização da maconha

Foto: BBC
Diversos estados americanos já legalizaram a venda de maconha
A organização evocou em seu relatório anual uma "perigosa tendência"
 
O OICS (Órgão Internacional de Controle de Entorpecentes) questionou, nesta terça-feira (4), as iniciativas do Uruguai e dos Estados Unidos para a legalização da maconha, consideradas ilegais aos olhos das convenções internacionais.
 
A agência da ONU evocou em seu relatório anual uma "perigosa tendência" no Uruguai após a legislação da "produção, venda e consumo de maconha com fins não-médicos", e garante que tal lei contraria as disposições da Convenção única sobre os entorpecentes de 1961.
 
O parlamento uruguaio adotou definitivamente em dezembro de 2013 um texto que regula a produção e a venda de maconha sob autorização do Estado, uma iniciativa sem precedentes no mundo.
 
o OICS também lamentou "profundamente" que os estados do Colorado e de Washington tenham legalizado a posse de pequenas quantidades de maconha, em vigor desde o início de janeiro no Colorado e e possível a partir do segundo trimestre de 2014 em Washington.
 
O OICS perde ao governo federal norte-americano que "atente para que as convenções sejam plenamente respeitadas em todo o território" do país.
 
A agência pediu para que os governos tenham como prioridade "a saúde e o bem-estar da população no longo prazo", no espírito do preâmbulo da Convenção de 1961" na hora de avaliar "suas futuras políticas" sobre a questão das drogas.
 
R7