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sábado, 5 de abril de 2014

Melancia pode ser aliada da pressão arterial, aponta pesquisa

Melancia pode ser aliada da pressão arterial, aponta pesquisa stock.xchng/Divulgação
Foto: stock.xchng / Divulgação
Estudo indica que fruta pode diminuir sobrecarga do coração
 
Um novo estudo da Universidade Estadual da Florida aponta que consumir melancia pode reduzir significativamente a pressão arterial em pessoas com excesso de peso. O estudo foi publicado no American Journal of Hypertension.
 
O estudo começou com um conceito simples: mais pessoas morrem de ataques cardíacos em épocas de frio porque as baixas temperaturas levam a um estresse cardíaco que faz com que a pressão arterial aumente e o coração tenha que trabalhar mais para bombear o sangue para a aorta. Isso, muitas vezes, leva a um menor fluxo de sangue para o coração.
 
Assim, as pessoas com obesidade e pressão arterial elevada enfrentam maior risco de acidente vascular cerebral ou ataque cardíaco quando expostos ao frio, seja durante o inverno ou em ambientes com temperaturas muito baixas. Os pesquisadores descobriram que a melancia pode ser uma aliada do coração nessa situação.
 
O estudo durou 12 semanas e foi focado em 13 homens e mulheres de meia-idade que sofriam de pressão alta e eram obesos. Os participantes foram expostos a temperaturas baixas enquanto a equipe de pesquisadores mediu a sua pressão arterial e outros sinais vitais.
 
Os participantes foram divididos em dois grupos: um recebeu extrato de melancia enquanto outro tomou placebo. Os participantes também tiveram que se abster durante o período de estudo de tomar qualquer medicação para pressão arterial ou fazer quaisquer alterações significativas no seu estilo de vida, principalmente relacionados com dieta e exercícios físicos.
 
Os resultados mostraram que o consumo de melancia teve um impacto positivo sobre a pressão arterial da aorta e outros parâmetros vasculares. Os participantes do estudo mostraram melhorias na pressão arterial e estresse cardíaco.
 
— Isso significa menos sobrecarga para o coração, de modo que o coração vai funcionar facilmente durante uma situação estressante, como a exposição ao frio — disse um dos autores do estudo, o professor Arturo Figueroa.
 
Figueroa realizou vários estudos sobre os benefícios da melancia. No passado, ele examinou seu impacto na função arterial pós-menopausa das mulheres e as leituras de pressão arterial de adultos com pré- hipertensão.
 
Zero Hora

Saiba como aplicativos para celulares podem ajudar os usuários a meditar

Saiba como aplicativos para celulares podem ajudar os usuários a meditar reprodução/reprodução
Foto: Reprodução
Programas que trazem desde músicas relaxantes a sons da natureza auxiliam contra a ansiedade
 
Para a maioria de nós, os smartphones podem parecer mais uma fonte constante de stress do que um caminho para a serenidade. Mesmo assim, cada vez mais pessoas estão usando seus Androids e iPhones para encontrar a paz interior.
 
Nos últimos anos, dezenas de aplicativos surgiram prometendo treinar os usuários em diversas formas de meditação contra o stress. Muitos promovem uma abordagem popular, adaptada da meditação budista, que é conhecida como "consciência plena" — a observação imparcial de sua respiração, presença e pensamentos.
 
Era isso que Kat McKerrow, de Baltimore, estava procurando durante o verão, quando baixou um aplicativo para iPhone chamado Calm.
 
Por cerca de US$10 por ano, ele oferece dezenas de módulos guiados de meditação, com músicas relaxantes e sons da natureza, para ajudar com coisas como ansiedade, criatividade e sono.
 
Os usuários podem escolher entre uma gama de módulos gravados, e a tempo pelo qual querem meditar. Um módulo de 10 minutos traz o som de ondas do mar quebrando na praia enquanto uma narradora, com voz suave e reconfortante, o instrui a fechar seus olhos, se afastar de seus pensamentos e sentir qualquer tensão derreter.
 
"Entenda que não há nada para fazer agora – apenas você. Quando se pegar tendo outros pensamentos, deixe que eles passem como nuvens no céu, e simplesmente traga sua atenção de volta ao seu corpo. Isso é você, com vida e presente".
 
Para McKerrow, de 34 anos, o aplicativo de meditação era uma maneira de aliviar o stress de conciliar duas carreiras (diretora editorial de uma newsletter financeira e atriz em meio período) enquanto cria três filhos.
 
— É uma vida muito voltada a prazos. Não consigo relaxar naturalmente. Isso não vem fácil para mim. Tenho muita energia nervosa, e tenho muitos problemas com tensão no pescoço e nas costas — confessou ela.
 
Hoje ela usa o programa de meditação várias vezes ao dia — durante pausas para o almoço, em sua rotina diária de alongamento e antes de subir ao palco.
 
O aplicativo, lançado há cerca de um ano pela Calm.com, uma iniciante de São Francisco, teve mais de meio milhão de downloads; outro, chamado Headspace e fundado por um ex-monge budista, garante ter mais de 1 milhão de usuários.
 
A Saagara, empresa em Ann Arbor, Michigan, oferece dois aplicativos de "pranayama", voltados a ensinar técnicas de respiração (pranamaya é uma palavra em sânscrito que se refere à regulação da respiração).
 
Entretanto, embora os aplicativos de meditação tenham muitos adeptos, seu efeito sobre a saúde mental e física é difícil de medir.
 
No geral, estudos sobre meditação descobriram que ela pode produzir melhorias modestas em ansiedade, depressão e dor. No entanto, isso não necessariamente se traduz em programas de meditação baseados em smartphones e na internet, segundo especialistas.
 
O Dr. Madhav Goyal, professor de Medicina na Johns Hopkins University e especialista em meditação, diz que essa é uma habilidade que deve ser aprendida com um professor experiente, e que aplicativos e programas online devem ser vistos apenas como ferramentas auxiliares.
 
— A meditação não é algo fácil de aprender. Minha opinião é que, se você deseja aprender, procure alguém com muita experiência que possa orientá-lo através das nuances e dificuldades que uma pessoa enfrenta quando este tentando dominar sua mente. E depois de aprender a habilidade, então, esses aplicativos e tecnologias serão realmente úteis — afirmou ele.
 
Grande parte das pesquisas sobre meditação foi realizada em experimentos pequenos e mal controlados. Todavia, em uma análise na revista "JAMA Internal Medicine", este mês, Goyal e colegas vasculharam milhares de estudos e selecionaram 47 ensaios clínicos aleatórios — o padrão de ouro na pesquisa científica — que incluíram 3,5 mil participantes. Muitos deles aprenderam a meditação de atenção plena em programas de oito semanas, que envolviam duas horas de treinamento semanal e cerca de 30 minutos de sessões diárias como "lição de casa".
 
Os pesquisadores encontraram pouca ou nenhuma evidência de que a meditação tinha qualquer impacto sobre coisas como ganho de peso, uso de substâncias controladas, hábitos de alimentação e sono. Contudo, eles concluíram que a pessoa comum se submetendo a um programa de consciência plena pode esperar melhorias — de pequenas a moderadas — em sintomas de ansiedade, depressão e dores.
 
Segundo Goyal, a meditação pode produzir benefícios ao treinar a pessoa a reconhecer pensamentos negativos sem ser perturbada por eles. Uma pessoa comum com ansiedade, por exemplo, pode pensar em algo estressante, se prender a esse pensamento e ficar cada vez mais ansiosa a respeito.
 
— Na meditação, porém, você é ensinado a ser capaz de observar esse pensamento, mas fazê-lo de uma forma isolada, sem reagir a ele. Esse processo pode reduzir as chances de sofrer de ansiedade. O mesmo vale para a depressão e para a dor — explicou Goyal.
 
Nos últimos 10 anos, Goyal praticou a meditação vipassana, que requer uma rigorosa imersão de 10 dias e 100 horas de treinamento, com cursos de acompanhamento ao longo dos anos. Um aplicativo ou curso online dificilmente conseguiria substituir esse tipo de treinamento, afirmou ele.
 
Ainda assim, alguns ensaios pequenos sugerem que o usuário pode se beneficiar com esses programas menos ambiciosos. Em um estudo publicado na revista "BMJ Open", em janeiro, pesquisadores suecos descobriram que baixar e usar um aplicativo de consciência plena por oito semanas fez pouca ou nenhuma diferença para pessoas com casos graves de depressão e ansiedade. Por outro lado, para um subgrupo de pessoas com níveis leves ou "subclínicos" de depressão, eles descobriram melhorias surpreendentes nos sintomas.
 
— Em média, eles foram de uma depressão mínima a nenhuma depressão — garantiu o principal autor do estudo, Kien Hoa Ly da Linkoping University, na Suécia.
 
— Para pessoas que não são gravemente depressivas, usar um aplicativo de consciência plena pode ser um exercício muito bom — completou.
 
Os smartphones contribuem de diversas formas para o stress, levando-nos a checar e-mails compulsivamente, escrever mensagens e bater furiosamente em nossas telas jogando "Candy Crush" e "Angry Birds". Aplicativos de meditação podem ao menos nos incentivar a usar o celular para algo mais relaxante, disse Adele Krusche, pesquisadora de Oxford e coautora do estudo, publicado em novembro, sugerindo que os programas online de consciência plena podem reduzir o stress e a ansiedade.
 
Segundo Krusche, a ideia da meditação de consciência plena não é esvaziar sua mente ou deslizar para um relaxamento profundo, mas parar por um momento e prestar atenção aos diversos pensamentos flutuando em sua mente.
 
— Muitas vezes, estamos tão ocupados que não nos damos um momento para parar e fazer um balanço — explicou ela.
 
O bom de um aplicativo é que ele permite ao usuário fazer isso onde estiver – em casa, em um trem ou no escritório. Krusche utiliza um aplicativo de consciência plena enquanto vai para o trabalho, no ônibus.
 
— Os smartphones são uma parte tão grande de nossas vidas atualmente e é muito bom poder usar a tecnologia dessa forma — disse ela.
 
The New York Times / Zero Hora

Empresa brasileira obtém registro de dois medicamentos estratégicos para o SUS

Empresa brasileira obtém registro de dois medicamentos estratégicos para o SUS Janos Posztos/Deposit Photos
Foto: Janos Posztos / Deposit Photos
Antirretroviral será fabricado pela Farmanguinhos em parceria
com a empresa Blanver
Instituto ligado à Fundação Oswaldo Cruz fabricará comprimidos para combate à aids e para tratamento de excesso do hormônio feminino prolactina
 
O Instituto de Tecnologia de Fármacos (Farmanguinhos) da Fundação Instituto Oswaldo Cruz obteve registros de dois medicamentos considerados estratégicos pra o Sistema Único de Saúde (SUS): um antirretroviral que associa dois princípios ativos em um único comprimido e é empregado no combate à aids; e outro para tratamento do excesso de hormônio feminino prolactina, responsável pelo estímulo à produção de leite.
 
Os dois medicamentos vão atender às necessidades do SUS. O antirretroviral do tipo 2 em 1 combina o fumarato de tenofovir desoproxila com a lamivudina, cada substância com 300 miligramas (mg) na composição. Já o cabergolina, indicado para o tratamento da hiperprolactinemia, tem apresentação de 0,5 mg. Os registros dos dois medicamentos foram publicados no Diário Oficial da União de segunda-feira.
 
Ambos os medicamentos são frutos de parcerias de desenvolvimento produtivo, pelas quais enquanto o Farmanguinhos recebe a tecnologia de produção dos medicamentos, uma empresa farmoquímica nacional adquire a tecnologia para a produção do insumo farmacêutico ativo.
 
A parceria é considerada pela coordenadora de Desenvolvimento Tecnológico de Farmanguinhos, Kátia Miriam, como estratégica para o fortalecimento do setor. No caso do antirretroviral, a pesquisadora disse que a formulação, chamada dose fixa combinada, traz dois grandes benefícios:
 
— Além de melhorar a adesão, já que se trata de dois fármacos em um único comprimido, o custo é mais baixo.
 
O antirretroviral será fabricado pela própria Farmanguinhos em parceria com a empresa Blanver. Na avaliação da gerente do projeto de transferência de tecnologia, Maristela Rezende, a produção do 2 em 1 na Farmanguinhos, além de garantir o fornecimento do medicamento para a rede pública de saúde, poderá propiciar uma economia de cerca de R$ 215 milhões aos cofres públicos, ao longo dos cinco anos do acordo.
 
A produção do cabergolina, por sua vez, resulta de uma parceria de desenvolvimento produtivo envolvendo a Fundação Baiana de Pesquisa Científica, Desenvolvimento Tecnológico, Fornecimento e Distribuição de Medicamentos (Bahiafarma), pela qual cada instituto atenderá à metade da demanda nacional. Além de tornar disponível o medicamento na rede pública, a iniciativa contribuirá para descentralizar a produção da indústria farmacêutica para o Nordeste.

Agência Brasil

Fumar pode inibir o funcionamento do paladar em mulheres obesas, sugere estudo


Fumar pode inibir o funcionamento do paladar em mulheres obesas, sugere estudo Gina Sanders/Deposit Photos
Foto: Gina Sanders / Deposit Photos
Ao contrário da crença existente, cigarro não ajuda na perda
de peso, mas no ganho
Elas tendem a comer mais por serem incapazes de identificar sabores dos alimentos
 
Muitas pessoas acreditam que fumar ajuda a emagrecer porque o cigarro poderia atuar como um inibidor do apetite. Mas uma nova pesquisa sugere que o hábito pode, ao contrário, fazer com que algumas pessoas acabem ganhando peso.
 
O estudo mostrou que fumar pode entorpecer a capacidade das mulheres obesas de sentir o gosto da gordura e do açúcar. Apesar de querer sempre ingerir alimentos calóricos e açucarados, o grupo é menos propenso a perceber esses sabores, o que pode levar ao consumo ainda maior de calorias.
 
Yanina Pepino, professora da Faculdade de Medicina da Universidade de Washington, realizou uma série de testes em que diferentes grupos de mulheres - entre 21 e 41 anos - provaram vários pudins de baunilha contendo diferentes quantidades de gordura e foram solicitadas a classificá-los segundo o nível de doçura e cremosidade. As participantes eram fumantes obesas, obesas não-fumantes, fumantes com peso normal e não-fumantes com peso normal.
 
— Em comparação com os outros três grupos, as fumantes que eram obesas perceberam um teor menor de cremosidade e doçura. Elas também provaram menos prazer ao degustar os pudins— afirma a cientista.
 
Yanina alertou que a investigação apenas verificou possíveis associações entre o tabagismo e o paladar, e não as razões definitivas para justificar o porquê de as fumantes obesas serem menos propensas a detectar os sabores. Contudo, os resultados apontam que tal incapacidade de percepção compromete as mulheres fumantes e obesas, contribuindo para o aumento da ingestão.
 
— Pessoas obesas, muitas vezes, anseiam por alimentos ricos em gordura. Nossas descobertas revelam que ter esse desejo intenso, mas não perceber nem a gordura nem a doçura na comida, pode levar essas mulheres a comer mais— esclarece a pesquisadora.
 
Curiosamente, foi a combinação de fumo e obesidade que criou uma espécie de "golpe duplo" porque as fumantes que não estavam acima do peso mantiveram a percepção normal dos sabores, assim como as não-fumantes. Estudos anteriores já haviam relacionado o tabagismo ao aumento das compulsões alimentares e ao maior consumo de gordura, independentemente se o fumante era obeso.
 
Os resultados contribuem para desmistificar a ideia persistente de que fumar ajuda as pessoas a manter um peso saudável.
 
— As mulheres são muito mais propensas que os homens a começar a fumar para controlar o peso. E, no caso de mulheres obesas que fumam, parece que o tabagismo pode tornar as coisas ainda piores do que se pensava anteriormente— conclui Yanina.
 
Zero Hora

Saiba como garantir cicatrização adequada ao optar por piercings e tatuagens

Saiba como garantir cicatrização adequada ao optar por piercings e tatuagens  Genaro Joner/Agencia RBS
Foto: Genaro Joner / Agencia RBS
Higienização é essencial para evitar possíveis infecções
Especialista elenca os principais cuidados após os procedimentos
 
O uso de tatuagens e piercings tem se tornado recorrente na vida das pessoas, principalmente dos jovens. No entanto, para realizar essas intervenções na pele é preciso ter alguns cuidados desde os primeiros dias, sobretudo no verão, para que não ocorram alergias e infecções que prejudiquem a cicatrização e gerem complicações.
 
A dermatologista Anelisa Lamberti alerta que tanto o piercing como os pigmentos da tatuagem são identificados como corpos estranhos pela pele, podendo ser rejeitados pelo organismo. Para isso, é preciso tomar algumas precauções após a realização.
 
— Muitos se submetem a intervenções e esquecem ou negligenciam os cuidados na recuperação, sendo que esta fase é uma das mais importantes de todo o processo. Principalmente nos quentes, quando o corpo tende a ficar mais exposto, as chances de complicações no local são mais altas— explica a especialista.
 
É recomendável o uso de uma camada fina de pomada antibiótica, composta por sulfato de neomicina e bacitracina zíncica, para evitar possíveis infecções. Já no caso do piercing, o mais indicado é lavar o local com sabonete neutro, movendo suavemente a peça e, em seguida, usar um spray antisséptico ou soro fisiológico de duas a três vezes ao dia durante ao menos três meses. Em ambos os casos, evitar exposição solar é muito importante para não causar manchas indesejáveis.
 
Confira os principais passos para quem deseja fazer intervenções como estas na pele:
 
- Saber se o organismo está preparado: caso a pessoa apresente baixa imunidade, seja portadora de doenças autoimunes, esteja no período gestacional ou em tratamento de quimioterapia, por exemplo, é preciso ter consciência de que não é recomendável colocar piercings e fazer tatuagens.
 
- Escolha do local: saber onde serão feitos os procedimentos é fundamental. Verificar a higiene do lugar, conferir se o espaço conta com a aprovação de órgãos fiscalizadores, se utiliza apenas instrumentos esterilizados e se conta com profissionais habilitados é muito importante.
 
- Higiene: É essencial lavar o local com água fria ou morna, evitando temperaturas elevadas e banhos muito demorados. A limpeza não deve ser realizada com bucha ou outros materiais ásperos que agridam mais a região. Na sequência, enxugar bem o local com toalha macia.
 
- Fazer curativo: no caso das tatuagens, deixe-as protegidas durante os três ou quatro primeiros dias.
 
- Dicas para uma boa cicatrização: é preciso evitar exposição solar, banhos de mar, piscina e sauna, além do contato com areia ou terra nos primeiros meses. Não tocar no piercing sem necessidade e evitar peças pesadas que possam com o tempo, alargar o orifício ou mesmo rasgar a pele, são atitudes que devem ser levadas em consideração para obter um resultado satisfatório.

Zero Hora