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segunda-feira, 21 de abril de 2014

Animais peçonhentos: reconheça os sintomas da picada e aprenda o tratamento

Transportar o inseto até o hospital pode ajudar na identificação
e tratamento da picada
Ocorrem no Brasil mais de 80 mil acidentes envolvendo escorpiões, serpentes e aranhas
 
Por Dr. Ralcyon Teixeira
 
Animais peçonhentos são aqueles que produzem veneno e são capazes de inocular o veneno por meio de estruturas próprias (dente, ferrão, aguilhão, cerdas) para fins de caça ou defesa própria. Cobras, aranhas, escorpiões, lacraias, taturanas, vespas, formigas, abelhas e marimbondos são exemplos dessa categoria. Estima-se que ocorram anualmente no Brasil cerca de 26.000 casos de acidentes com serpentes, 21.000 com aranhas e 39.000 com escorpiões, havendo mortes relacionadas a esse tipo de acidente ou sequelas físicas graves.
 
 Todo território nacional apresenta animais peçonhentos, o que varia entre as regiões é o tipo e o grupo de animal encontrado, mas lembrando que áreas de mata fechada ou caatinga são mais propensas a ter serpentes, enquanto que áreas de terrenos baldios com presença de entulhos são mais propícios a ter a presença de escorpião ou aranhas. Apesar de parecerem assustadoras para algumas pessoas, esses animais tem uma importante função dentro do ecossistema em que vivem. Dessa forma temos que evitar o acidente com esses animais e não os matar de forma indiscriminada.
 
Os principais sinais e sintomas iniciais pós-acidente são a dor (podendo ou não ter a marca da picada), vermelhidão, inchaço, hematoma (pele fica de cor roxa) e formação de bolhas no local. Esses achados podem evoluir para formas mais graves e a dor pode passar a ser muito forte. Depois dessa primeira fase, dependendo do local do corpo afetado e do animal em questão, sintomas mais graves podem aparecer, como hemorragias importantes, perda da força muscular e queda da pressão arterial.
 
As principais condutas frente a uma suspeita de acidente com animal peçonhento é acalmar a vítima, não deixar que ela se movimente muito, elevar o membro atingido, lavar o ferimento com água e sabão, chamar socorro médico ou levar a pessoa acidentada ao hospital mais próximo ou a um centro especializado em atendimento de acidentes com animais peçonhentos (como é o Instituto Butantã aqui na cidade de São Paulo). Ofereça muita água para a vítima do acidente.
 
Não pise na bola
Os principais erros envolvidos no tratamento de picadas de animais peçonhentos são intervenções inadequadas como torniquete (amarrar o local), sugar o ferimento com a boca, cortar o local afetado e uso de substâncias  contaminadas no local da picada (como por exemplo: pó de café, teia de aranha, urina, terra). Se possível e não houver perigo, leve o animal envolvido no acidente em transporte adequado para que seja feito seu reconhecimento em local especializado. Isso facilita o diagnóstico e tratamento da vítima.
 
O tratamento consiste em caracterizar o tipo de acidente e o animal envolvido, realizar medicações para dor, hidratação e administrar precocemente o antiveneno. Quanto mais cedo for administrado o antiveneno, melhor o prognóstico do paciente, por isso que a procura de um serviço de saúde deve ser a mais rápida possível. 
 
Prevenção
A melhor forma de evitar acidentes é adotar medidas de prevenção. Por isso, se recomenda manter a casa e a área ao redor limpas, uma vez que o lixo e entulhos podem servir de abrigo para muitos destes animais. Também é importante ficar atento à limpeza de armários, já que ambientes escuros e úmidos servem de esconderijos para aranhas e escorpiões. Vedar frestas e buracos em paredes, assoalhos, forros, meias-canas e rodapé, além de utilizar telas e vedantes em portas, janelas e ralos, são outras formas de evitar a presença dos animais peçonhentos. Moradores de área rural e trabalhadores da agricultura e turistas não podem deixar de usar luvas e botas de cano alto e calça ao entrar em regiões de matas ou plantações.
 
Minha Vida

Comer sete porções de frutas e vegetais por dia reduz risco de morte em 42%

salada - foto Getty ImagesDieta colorida também diminui chances de doenças cardiovasculares, AVC e câncer, diz estudo
 
Pesquisadores da University College London sugerem que devemos comer pelo menos sete porções de frutas e vegetais por dia para nos protegermos contra diversas doenças e reduzir o risco de morte. Os resultados foram publicados dia 01 de abril no Journal of Epidemiology and Community Health.

A equipe analisou dados de estilo de vida por meio de questionários sobre saúde respondidos anualmente na Inglaterra entre 2001 e 2008. Informações de mais de 65.000 pessoas foram selecionadas aleatoriamente com idade entre 35 anos ou mais foi para o estudo.

Em média, os entrevistados relataram comer pouco menos de quatro porções de frutas e legumes do dia anterior. Durante o período de acompanhamento do estudo, 4.399 das pessoas rastreadas (6,7% da amostra) tinham morrido.

Comer de duas a três porções de vegetais por dia foi ligado com um risco 19% menor de morte, enquanto uma ingestão equivalente de frutas forneceu um risco 10% menor. Eles descobriram que as pessoas que comiam pelo menos sete porções de frutas e vegetais por dia tiveram um risco 42% menor de morte por todas as causas.

O grupo de sete por dia também tiveram um risco 31% menor de morte por doença cardíaca e AVC, além de 25% menos chance de morte por câncer.

Segundo os autores, legumes parecem oferecer mais proteção do que frutas. Comer duas a três porções de vegetais por dia foi ligado com 19% menos risco de morte, enquanto uma ingestão equivalente de frutas só forneceu um risco 10% menor de morte.

O trabalho também mostrou que os benefícios protetores de frutas se estenderam às frutas frescas e secas, mas a frutas congeladas ou enlatadas, que na verdade aumentaram o risco de morte em 17%. Os cientistas acreditam que os açúcares adicionados em frutas processadas estão por trás deste salto no risco.

De acordo com os autores, os resultados mostram a importância de políticas públicas incentivando o consumo de frutas e legumes, além de iniciativas para que os preços desses alimentos sejam acessíveis a todos.

Aprenda a comer legumes e verduras
Fazer cara feia para a salada, além de prejudicar a sua saúde, impede você de provar um dos pratos mais completos e nutritivos que existem. Bem combinados, os ingredientes de um prato colorido podem até valer por refeição - desde que contenham, além de legumes e verduras, variações de proteínas - como frango desfiado ou atum em conserva. "Quem não teve o hábito de comer salada na infância, geralmente, sofre para se acostumar a consumi-la na fase adulta", afirma a nutricionista Paula Castilho, da Sabor Integral Consultoria. Mas tem como reverter o cenário e se apaixonar por inventar combinações, testar receitas novas e encantar o paladar.
 
A seguir um time de especialistas dá dicas para você passar a ter mais espaço para a salada no seu prato:
 
Faça combinações
Tem quem diga que as saladas não têm gosto. Contra isso, uma dica é combiná-la com alimentos que você gosta de comer: frango desfiado, atum, ovo, queijo branco, peito de peru e salmão, segundo a nutricionista Roseli Rossi, da Clínica Equilíbrio Nutricional, são opções saudáveis e que inclusive deixam a salada mais completa.

Sementes como nozes, castanhas e sementes de gergelim são ricas em gorduras boas, que fortalecem a saúde cardiovascular e dão saciedade. Os grãos como ervilha, grão de bico e soja também podem fazer parte das saladas, pois são ricos em aminoácidos, carboidratos e fibras.

"Outra combinação interessante é acrescentar frutas naturais ou desidratadas à salada", explica Roseli. Abacate e maçã são possibilidades que agradam vários paladares.                     
 
Invista em temperos
Há uma infinidade de temperos naturais que podem ser agregados à salada para deixá-la mais saborosa. A nutricionista Paula Castilho recomenda o uso de limão, cebola, alho ou especiarias para agregar o prato. "Quem quiser também pode colocar algumas torradas integrais em pedaços para acompanhar", diz.

A nutricionista Roseli Rossi aposta em molhos caseiros que podem combinar especiarias, azeite, vinagre balsâmico e iogurtes. "Isto enriquece o prato e facilita o consumo, incentivando a pessoa a comer a salada diariamente", conta. Todas essas alternativas realçam o sabor dos ingredientes sem ameaçar a qualidade nutricional do prato, como acontece com a maioria dos molhos prontos - ricos em sódio, que aumenta a retenção de líquidos, e gorduras. 
 
Prepare de outro jeito
Alguns legumes apetecem mais quando cozidos ou refogados. Pense nisso antes de decidir o que vai ser servido cru na salada. "Mas não vale adicionar manteiga ou óleo demais no preparo", afirma a nutricionista Paula Castilho. 
 
Ralado ou picado
Tem quem se incomode até com a aparência dos alimentos na hora de recusar um prato de salada. Folhas grandes demais, legumes duros e difíceis de mastigar também servem como desculpa para pular o mix de vegetais. "Alimentos ralados ou picados têm a presença e o sabor disfarçado em meio aos outros ingredientes, isso pode servir como um incentivo ao consumo", sugere a nutricionista Paula Castilho. 
 
Evite sabores fortes
Para quem já não gosta de salada, o gosto forte do pimentão, da berinjela ou da rúcula, por exemplo, pode gerar traumas que amedrontem ainda mais o paladar. "Tomate, alface, vagem, cenoura e palmito são alimentos facilmente ingeridos e mais aceitos", afirma a nutricionista Roseli Rossi. 
 
Família e amigos devem ajudar
Se todos que estão à mesa comem salada, fica mais fácil sentir vontade provar o prato. Comente com os amigos e com a família sua disposição em incluir mais legumes e verduras no prato. Aproveite para pedir companhia e dicas de consumo nesta fase de adaptação.
 
Insista na sua escolha
Você pode rejeitar um legume logo de cara, mas não desista. Muitas vezes, o paladar precisa de mais oportunidades para se acostumar com sabores diferentes. "O ideal é tentar mais de uma vez até ter certeza de que você realmente não tolera algum alimento. experimente variações no preparo e combinações novas antes de recusar, definitivamente, algum sabor", afirma a nutricionista Paula Castilho. 
 
Minha Vida

Lesões nos joelhos atingem muitos jovens e é frequente no futebol

Reprodução
Tratamento do problema envolve cirurgia e é preciso cuidados para retomar as atividades físicas
 
Por Dr. Ricardo Nahas
 
Articulação responsável pelos dribles, pelas mudanças de direção, o joelho é alvo frequente das mais diversas lesões, agudas, por trauma direto ou indireto, mas instantâneos e de maior energia, e crônicos, por traumas de menor intensidade, mas maior frequência. Há quem diga ser esta articulação aquela que mais frequente tem lesões traumáticas nos esportes. 
 
Dentro da extensa variedade de lesões, uma chama a atenção pela frequência com que ocorre, principalmente no futebol com toda exposição de mídia, e por levar a longos períodos de tratamento e recuperação: a lesão do ligamento cruzado anterior. 
 
Essa ocorrência atinge cada vez mais os jovens, que passaram a competir cedo e intensamente, leva a instabilidade do joelho muitas vezes incompatível com a prática esportiva, do futebol, basquete e vôlei, por exemplo, e expõe a articulação a outros danos, como a lesão de meniscos e cartilagem. 
 
Seu tratamento preferencial é o cirúrgico, embora o conservador, não cirúrgico, tenha espaço. Principalmente para os mais velhos e não tão ativos que aceitem mudar para uma atividade física compatível com sua condição atual. 
 
Operado, o paciente passa por período de "cicatrização" e recuperação por algo em torno de 6 a 8 meses. Além da integração do novo "ligamento" ao osso, o tecido implantado deve aprender sua nova função antes de ser colocado à prova, trabalho desempenhado por fisioterapeuta especializado.
 
Por fim, e não menos importante, antes do retorno ao esporte, promove-se o correto balanço e recuperação muscular, repetindo em treino as condições do esporte. Estes momentos que precedem os retorno à competição também exigem acompanhamento profissional especializado. 
 
Os cuidados não terminam por aí. Jamais devemos esquecer a genética e a história de vida de cada um. O rompimento de ligamentos ocorre por uma conjunção de fatores, como dieta apropriada ou não, histórico esportivo, traumas anteriores e individualidades de sexo, idade, entre outras, o que torna a recidiva das lesões, e mesmo sua ocorrência no outro joelho, possível. Daí o valor do trabalho preventivo para todos. 
 
Os traumas que originam as lesões de ligamentos são em sua maioria de ocorrência indireta nas atividades físicas e esportivas, ou seja, consequência a entorses e torções. O comprometimento articular dependente da intensidade, duração e direção da força transmitida. 
 
Essa complexidade torna o exame clínico inicial fundamental para o correto diagnóstico e planejamento do tratamento, cirúrgico ou não. Embora mais frequente, a lesão do ligamento cruzado anterior pode fazer-se acompanhar por outras, como dos ligamentos colaterais e do cruzado posterior, ou mesmo não existir. Esses outros estabilizadores podem ser lesados independentemente e são tratadas de maneira diferente e apropriada para cada caso, cada ocorrência. 
 
Como em toda tragédia, o melhor é prevenir. E aqui não é diferente. O trabalho preventivo é fundamental, pois nunca conseguimos o 100% da cura desejada, das condições de antes da lesão. Cicatrizes, maiores ou menores, sempre restarão. 
 
Essa prevenção inicia-se por avaliações médico-desportiva periódicas, exame clínico apurado com ou sem exames complementares e pela compatibilidade da idade do candidato com o início de treinos e prática competitiva. Ela também passa pelo material e campo de treino e jogos adequados, e termina em uma boa educação física, na qual o praticante aprende que exercícios individuais, de fortalecimento, flexibilidade, resistência, coordenação e equilíbrio, são tão importantes quanto os técnicos que ensinam a chutar, saltar, arremessar, entre tantos. Cuide bem dos seus joelhos para ter longa vida nos esportes.  
 
Minha Vida

Curso de Imaginologia com Ênfase em Oncologia

Reprodução
A FACIS, Faculdade de Ciências da Saúde de São Paulo, acaba de abrir inscrições para o curso de pós-graduação em Imaginologia com Ênfase em Oncologia


Destinado a biomédicos, médicos, enfermeiros, físicos e tecnólogos em radiologia médica, o curso tem duração de 11 meses e acontecerá sempre no terceiro final de semana de todo mês.
 
As aulas começam às 09h e terminam às 18h. O biomédico especialista em Imaginologia e  Mestre em Ciências Oncológicas Dr. João Ítalo Fortalesa de Melo, do Hospital AC Camargo, é o coordenador do curso e tem vasta experiência na área.
 
O objetivo do curso é oferecer aos estudantes, através da vivência prática dos professores envolvidos, um diagnóstico diferenciado em oncologia para que, ao se formar, o aluno esteja preparado para atuar com as mais avançadas técnicas e protocolos ligados à Radiologia e ao Diagnóstico por Imagem.
 
Introdução a Oncologia, Fisiopatologia do Câncer e Anatomia e Patologia Correlacionada à Imagem são apenas alguns dos temas que serão estudados e debatidos durante o decorrer do curso.
 
Público Alvo: biomédicos, médicos, enfermeiros, físicos e tecnólogos em radiologia médica

Início previsto: 24 de Maio/2014

Periodicidade: ministrado uma vez por mês, sempre no terceiro final de semana de todo o mês

Horário: Sábado e Domingo - 9h às 18h

Investimento:

Matrícula – R$280

Mensalidade – R$608

Divulgação: Rojas Comunicação

(11) 3675-4940 / 3873-6261

Pixeon lança portal para melhorar comunicação entre médicos e pacientes e facilitar agendamento de exames

Foto: reprodução
Portal ClickVita será apresentado durante a 44a Jornada Paulista de Radiologia, de 1 a 4 de maio, em São Paulo

Facilitar o fluxo de entregas de exames, proporcionar agendamento pela internet, melhorar comunicação entre médicos e pacientes. Esses são alguns dos benefícios do portal ClickVita, nova ferramenta da Pixeon, uma das maiores empresas de tecnologia para medicina diagnóstica. O lançamento do portal ClickVita acontece durante a 44a Jornada Paulista de Radiologia (JPR), maior encontro de diagnóstico por imagem da América Latina, entre os dias 1 e 4 de maio, no Transamérica Expo Center (TEC), em São Paulo.

O ClickVita já está sendo utilizado por diversas clinicas no Brasil e em alguns casos, houve clínicas com 50% de entrega de exames de ressonância pelo portal, 30% de tomografia e 20% de Raio-X. O ClickVita é uma forma mais fácil para o paciente, usuário do sistema de saúde, trocar informações de forma direta com o médico pela internet. Com isso, é criada uma rede de relacionamento entre médicos, pacientes e clínica, no qual o exame pode ser compartilhado entre todos. Para essa funcionalidade, o portal torna possível ainda que o paciente e o médico conversem entre si através de comentários, para tirar dúvidas, solicitar retorno ou até mesmo para o médico avisar ao paciente que não há necessidade de mais exames e de uma nova consulta.
 
Outro benefício que o ClickVita vai proporcionar é o Agendamento Web. Essa funcionalidade permite que o paciente marque consultas e exames pelo próprio sistema, inclusive de forma intuitiva e interativa, que torna o agendamento mais rápido e prático. “Com o ClickVita, agora além de atender ao nosso cliente, a Pixeon vai atender o cliente do cliente, oferecendo benefícios e integrando toda a cadeia de saúde no Brasil”, explica o diretor de Pesquisa e Desenvolvimento da Pixeon, Fernando Peixoto.
 
Desenvolvido para ser e acessível de qualquer dispositivo com acesso à internet, o ClickVita possui distribuição de laudos e imagens de alta resolução, rede de relacionamento, armazenamento do histórico de saúde dos pacientes, além da possibilidade de fazer todo o compartilhamento com os médicos de um único lugar, garantindo maior agilidade na entrega de exames. Com isso, o médico ganha tempo com o fluxo dinâmico no trabalho e pode armazenar os resultados dos exames solicitados tão logo fiquem prontos. A facilidade de distribuir os laudos e imagens por um único canal ajuda ainda na redução de custos e fidelização do público.
 
A JPR é organizada pela Sociedade Paulista de Radiologia e Diagnóstico por Imagem (SPR) em parceria com a Radiology Society of North America (RSNA). O evento tem um programa de alto nível científico, reunindo conferencistas nacionais e internacionais, além das mais importantes empresas da área, para discutir inovações e novas descobertas.
 
Rafaela Blacutt
Dialetto www.dialetto.com.br
e-mail: rafaela@dialetto.com.br
t.: (48) 4009-3223 | c.: (47) 9222-0109
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