Aplicativos, carreira, concursos, downloads, enfermagem, farmácia hospitalar, farmácia pública, história, humor, legislação, logística, medicina, novos medicamentos, novas tecnologias na área da saúde e muito mais!



quinta-feira, 24 de abril de 2014

Aplicativos: 100 Sucos Medicinais

2 de 3
Esta versão adiciona mais sucos assim como correção de pequenos bugs
 
Este app contém uma seleção de sucos medicinais que vão ajudar a fortalecer ainda mais sua saúde.
 
É separado por enfermidade e também traz uma seção sobre as propriedades nutricionais e/ou medicinais de cada ingrediente.

Aproveite as mais variadas receitas de sucos naturais afinal as frutas possuem não só um grande valor nutritivo, mas também efeito medicinal. Desintoxicam o organismo, dissolvem e expelem os venenos; além de repor as vitaminas necessárias e os sais indispensáveis.

Adição de receitas de sucos detox.
 
Gratuito
Ao instalar, você concorda com Termos de uso e outros termos
 
 
Tamanho do download
4 MB            
 
Última atualização
24/04/2014            
 
Versão
2.1.0.0                            
 
Funciona com
- Windows Phone 8.1
 
- Windows Phone 8
 
Aplicativos necessários
  • identidade do proprietário
  • serviços de localização
  • mapas
  • biblioteca de fotos
  • reprodução de mídia
  • serviços de dados
  • teclado numérico do telefone
  • Proximidade
  • sensor direcional e de movimento
  • controle por voz
  • componente do navegador
  • HD720P (720x1280)
  • WVGA (480x800)
  • WXGA (768x1280)
 
Idiomas suportados (1)
Português (Brasil)
 
Faça o download e instale manualmente                          

Micose de unha: tire suas dúvidas sobre o tratamento

Foto: Reprodução
Onicomicose
Alguns fatores podem fazer com que essa dermatite demore mais tempo para ser curada
 
Por Dra. Tatiana Gabi
 
A micose de unha é uma dermatose incômoda e antiestética que afeta os pés, principalmente, mas que pode também estar presente nas mãos. Trata-se de uma infecção por fungos que se alimentam da queratina, presente na pele e unhas. Em geral, o paciente primeiro adquire a micose na planta dos pés e, após um período variável de tempo, devido às condições favoráveis para o desenvolvimento desses fungos (sapatos fechados tornam o ambiente quente e úmido), eles acabam por atingir também as unhas. 
 
O problema em relação a essa doença é que o tratamento é longo (média de 12 meses para os pés e quatro meses para as mãos) e os resultados demoram a serem percebidos, levando muitas pessoas a desistirem de se tratar. Além disso, alguns pacientes apresentam condições que dificultam o seu tratamento, o que prolonga ainda mais este período. Elaboramos este post com dicas do que fazer para evitar a reinfecção e sinais de que a sua micose de unha é de tratamento mais complicado. 
 
Como reconhecer o problema?
A micose de unha geralmente se manifesta com manchas brancas na superfície ou embaixo da unha, espessamento da pele sob a unha e da lâmina ungueal em grau variável. Além disso, alterações da coloração podem acompanhar os achados anteriores, variando do branco-amarelado ao acastanhado e até preto. Sempre que observar esse tipo de alteração nas unhas é aconselhável procurar o dermatologista para iniciar rapidamente o tratamento, uma vez que a doença mais avançada tende ser mais difícil de tratar. O melhor tratamento vai ser indicado pelo médico dermatologista e pode consistir de medicações orais, locais ou uma associação de ambas. 
 
Quais os sinais de que o tratamento vai demorar mais?
Os sinais mais importantes que indicam uma maior dificuldade para tratar a onicomicose são: a doença está na lateral da unha e chega até a região da cutícula, intenso descolamento da unha em relação ao leito e quando temos unhas muito espessadas. 
 
Além disso, pacientes que apresentem um crescimento mais lento das unhas - devido a problemas como: hipotireoidismo, doença vascular periférica, diabetes ou simplesmente idade avançada - têm uma maior suscetibilidade para o surgimento da infecção e, uma vez presente, uma maior dificuldade no seu tratamento. 
 
Pacientes do sexo masculino, imunossuprimidos e com doenças associadas que impedem o tratamento oral, também terão uma maior dificuldade de tratamento. Os fungos dermatófitos são mais facilmente eliminados que as leveduras e estas, por sua vez, do que os bolores. Portanto, o tipo de fungo que está envolvido também ajuda a estimar o tempo de tratamento e o que esperar dele. 
 
O que fazer para evitar a reinfecção?
Após fazer o tratamento da micose, é importante tomar alguns cuidados: secar bem os pés antes de calçar os sapatos, limpá-los muito bem e deixá-los no sol, usar talcos antifúngicos para evitar a contaminação e ficar atento a qualquer sinal de retorno da doença. 
 
Minha Vida

Confira atitudes que devem ser evitadas na alimentação diária

Confira atitudes que devem ser evitadas na alimentação diária Divulgação/RBS TV
Foto: Divulgação / RBS TV
Café da manhã é a principal refeição do dia e precisa
 ser completo
Produtos industrializados, ricos em corantes e conservantes, são os principais vilões
 
Quem nunca exagerou na comilança durante uma semana e depois tentou recuperar a boa forma através de dietas restritivas? Ou afirma que mantém uma má alimentação por causa das inúmeras atividades que precisa realizar no dia-a-dia, seja no trabalho ou em casa? Manter uma dieta balanceada é fundamental para estarmos saudáveis.
 
— É preciso evitar os produtos que atuam causando danos no nosso organismo. Os industrializados são os principais vilões, pois são cheios de corantes, conservantes, aromatizantes, substâncias químicas que podem levar a reações alérgicas. Além disso, impedem que o corpo funcione com toda a potência— explica a nutricionista Ana Huggler.
 
O excesso de sódio e açúcar são outros inimigos da nossa saúde. Ingerir mais sal do que o necessário pode não apenas levar a retenção de líquidos corporal e, obviamente, contribuir para o sobrepeso, mas também aumentar a pressão arterial, elevar o risco de doenças nos rins e cardiovasculares como o infarto e o AVC. Já o açúcar, quando consumido em grandes quantidades e com frequência, pode agravar o desenvolvimento de diabetes.
 
A nutricionista ressalta ainda que para uma melhor qualidade de vida é preciso ter disciplina com a alimentação.
 
— Realize trocas inteligentes, substituindo, por exemplo, temperos prontos por temperos naturais como alecrim, manjericão e cebolinha. Outra dica é diminuir a quantidade das refeições para não provocar a distensão do estômago— orienta a especialista.
 
Veja outras cinco atitudes que devem ser evitadas para manter saúde e corpo em dia:
 
Não tomar café da manhã
O café da manhã é a principal refeição, pois é por meio dela que o corpo obtém energia para gastarmos no decorrer do dia. Além disso, impede a perda muscular, ativa o metabolismo e ainda inibe o apetite para as demais refeições. Sendo assim, ele precisa ser completo com vitaminas, carboidratos, minerais e proteínas.
 
Ingerir líquidos no almoço e na janta
Quando bebemos água, sucos ou refrigerantes nas principais refeições, estes atrapalham no funcionamento do ácido clorídrico, responsável pela nossa digestão, pois o mesmo se dilui nestes líquidos. Além disso, provoca distensão abdominal - em decorrência do aumento do estômago.
 
Pular as refeições
É importante se alimentar em intervalos de três horas para não provocar um desaceleramento do metabolismo. O mesmo se mantém em pleno funcionamento quando fracionamos a dieta, ou seja, quando o estômago percebe que está recebendo novos alimentos, estimulando o gasto calórico e evitando a elevação do peso.
 
Mastigar depressa
Ingerir os alimentos rapidamente é um erro muito comum por causa da correria do dia-a-dia. No entanto, de acordo com Ana, uma mastigação devagar contribui para uma boa digestão porque o processo fica mais rápido. Com a trituração bem feita já na boca, a saciedade aumenta com menor quantidade de comida, propiciando o emagrecimento.
 
Não comer frutas e verduras
Estes itens são essenciais na nossa alimentação diária, pois é por meio deles que o corpo recebe vitaminas e nutrientes necessários para o seu funcionamento. Também proporcionam maior saciedade, evitando que o consumo de alimentos calóricos seja maior.

Zero Hora

Classificar obesidade como doença contribui para que as pessoas comam mais

Classificar obesidade como doença contribui para que as pessoas comam mais Ver Descrição/Ver Descrição
Relação sugerida faz com que as pessoas descuidem de vez
da alimentação e do peso
Estudo apontou que, para obesos, associar condição a uma patologia justifica resignação comportamental
 
Dizer que a obesidade é uma doença faz com que as pessoas comam mais, sugere uma nova pesquisa. O rótulo de patologia também incentivaria o comportamento insalubre entre as pessoas que estão com sobrepeso, revelou ainda o estudo.
 
Os pesquisadores acreditam que isso ocorra porque rotular a obesidade como uma doença faz com que as pessoas pensem que sua condição é imutável e que as tentativas de perda de peso tendam a ser infrutíferas.
 
Cientistas da Universidade de Richmond e da Universidade de Minnesota dizem que indivíduos obesos, quando cientes de que sua condição é patológica, tendem a dar menos importância à alimentação e se preocupam menos com o peso. Como resultado, eles também são mais propensos a ser menos saudáveis.
 
A Associação Médica Americana definiu a obesidade como uma doença em junho de 2013, e as psicólogas Cristal Hoyt e Jeni Burnette quiseram estabelecer o efeito desta mudança.
 
— Considerando que a obesidade é um problema de saúde pública importante, uma compreensão mais sutil do impacto da frase "a obesidade é uma doença" tem implicações significativas para as futuras políticas públicas. Quisemos contribuir para o debate, trazendo dados concretos em vez de especulações e concentrando-nos sobre as repercussões psicológicas— diz Cristal.
 
A equipe recrutou mais de 700 voluntários para participar de uma pesquisa on-line através de três estudos diferentes. Os participantes leram artigos diferentes relacionados à saúde e ao peso e, em seguida, responderam algumas perguntas.
 
Parte dos voluntários leu um artigo que descrevia a obesidade como uma doença; outros, uma mensagem padrão de saúde pública sobre o peso; e um terceiro grupo, um artigo especificamente afirmando que a obesidade não é patológica. Dados de peso e altura foram utilizados para calcular o índice de massa corporal (IMC) e classificá-los, em conformidade com as diretrizes da Organização Mundial de Saúde (OMS).
 
Os resultados mostraram que as mensagens lidas pelos indivíduos obesos teve um impacto claro sobre as suas atitudes em relação à saúde, dieta e peso. Especificamente, aqueles que tiveram acesso ao texto "a obesidade é uma doença" deram menos importância à dieta e relataram menor preocupação com o peso, em comparação com os outros grupos que obtiveram os outros dois artigos. Eles também escolheram opções com muitas calorias quando convidados a eleger um sanduíche de um menu.
 
— Juntas, as evidências apontam que as mensagens que as pessoas ouvem sobre a natureza da obesidade têm consequências auto regulatórias— explica a psicóloga.
 
Apesar desses achados, a equipe também concorda que a rotulagem da obesidade como uma doença pode ter benefícios. Os acadêmicos afirmam que a estratégia pode reduzir o estigma e ajudar pessoas obesas a se envolver mais com sua condição e tentar resolver o problema.
 
Zero Hora

Riso pode ajudar a melhorar desempenho da memória

Riso pode ajudar a melhorar desempenho da memória Aleksandra P./stock.xch
Foto: Aleksandra P. / stock.xch
Níveis do cortisol, hormônio do estresse, prejudicam a capacidade de lembrar acontecimentos
 
Um estudo descobriu que o riso pode ser a melhor forma de melhorar a memória. Pesquisadores americanos dizem que as pessoas mais velhas são mais propensas a lembrar de algo quando elas riem com frequência.
 
Isso porque o riso reduz os níveis de estresse — e estresse pode ter um efeito negativo sobre a memória. Cientistas da Universidade de Loma Linda, na Califórnia, pediram a 20 adultos saudáveis para assistir a um vídeo divertido por 20 minutos. Ao mesmo tempo, outro grupo foi convidado a se sentar, sem assistir ao filme.
 
Depois disso, ambos os grupos realizaram um teste de memória e os indivíduos tiveram amostras de saliva coletadas para o hormônio do estresse, o cortisol. Os resultados mostraram que as pessoas que assistiram o vídeo engraçado tiveram melhor desempenho no teste de memória de curto prazo do que aquelas que não o tinham visto e, consequentemente, rido. Eles também revelaram que os níveis de cortisol na saliva de pessoas que tinham rido foram muito menores.
 
— A capacidade de aprendizado e a memória tardia se tornam desafios à medida que envelhecemos. Rir com os amigos ou até mesmo assistir a 20 minutos de humor na TV, como eu faço diariamente, me ajuda a lidar com o estresse diário— afirma o autor do estudo, Gurinder Bains.
 
Ele acrescentou que as pessoas que são menos estressadas tendem a ter uma memória melhor. Isso ocorre porque o riso aumenta o nível de endorfinas no corpo e o envio de dopamina para o cérebro, proporcionando uma sensação de felicidade e recompensa. O processo altera a atividade das ondas cerebrais, resultando em melhora da memória, dizem os pesquisadores.

Zero Hora