Aplicativos, carreira, concursos, downloads, enfermagem, farmácia hospitalar, farmácia pública, história, humor, legislação, logística, medicina, novos medicamentos, novas tecnologias na área da saúde e muito mais!



domingo, 4 de maio de 2014

Conheça melhor os barulhos que o corpo humano faz no dia a dia

Foto: Reprodução
Estalo dos dedos
Ronco e estalos de ossos estão entre os sons que produzimos. Ruídos são comuns, mas há casos em que podem indicar doenças
 
Pode parecer exagerado, mas a verdade é que para fazer barulho basta estar vivo. Todo corpo faz algum tipo de som, e essa variedade vai desde a respiração e a circulação, geralmente mais baixinhos, até estalos de ossos e movimentações dos gases no intestino que todo mundo consegue ouvir.
 
O Bem Estar entrou no corpo humano para explicar de onde vem tanto barulho. Para isso, teve a participação da pediatra Ana Escobar, do clínico geral Antônio Carlos Lopes, e a ajuda de uma nova ferramenta tecnológica, uma mesa holográfica em 3D que ilustrou o que acontece lá dentro do corpo.
 
O sistema respiratório é o que mais produz sons no corpo humano. A começar pela própria respiração, que fica bem mais barulhenta quando estamos ofegantes por algum motivo. A respiração também se torna mais perceptível quando estamos com o nariz entupido ou quando o pulmão fica mais cheio de secreção. Em caso de gripe, a pressão dentro da cabeça também faz tapar o ouvido, e ouvimos um estalo.
 
Outros barulhos que esse sistema faz e podem ser sintomas de doenças são a tosse e o ronco. O ronco, quando exagerado, pode indicar apneia do sono. No caso da tosse, é preciso reparar se ela é seca ou vem acompanhada de catarro, pois cada sintoma pode indicar uma doença diferente.
 
Do sistema digestório vêm alguns dos sons que mais nos incomodam. Quando comemos, ingerimos ar junto com a comida. Isso, além dos gases que cada alimento contém, provoca uma reação natural, que é a saída desses gases pela boca: o arroto. No intestino, muitas vezes é possível ouvir a comida se movimentando, e esse barulho pode ser ainda maior quando a pessoa está com gases. O que nos leva ao último barulho, que pode ou não vir acompanhado de mau cheiro: a flatulência – ou pum, em português bem claro.
 
O coração, quando fica acelerado, também pode ser ouvido. Isso só é normal em caso de susto ou grande esforço físico. Caso contrário, é melhor ver um médico.
 
Quanto aos ossos, é melhor evitar estalar o tempo todo. Nos dedos, o excesso de atrito que o estalo representa pode levar a algum processo inflamatório. Nos joelhos, o barulho pode não ser nada, mas pode também ser sinal de inflamação, então é sempre bom consultar um especialista.
 
G1

Saiba mais sobre: Dengue

Infográfico Dengue (Foto: Arte/G1)
 
G1

Anvisa divulga classificação de bares e restaurantes do Brasil para a Copa

Menu da Copa
Divulgação
Os locais serão categorizados com base em critérios que analisam
 os aspectos higiênico-sanitários
Agência analisou mais de 2 mil estabelecimentos em 24 cidades do país. Projeto ainda é piloto, mas deve ser expandido no segundo semestre
 
A categoria A é dada a serviços que cumprem a legislação corretamente; B, para locais com falhas de baixo ou médio impacto; C, para estabelecimentos com maior quantidade de falhas, mas ainda no limite sanitário aceitável.
 
Ainda segundo o levantamento, 15,6% dos locais avaliados ficaram sem nota – são serviços com condições abaixo das exigidas pela legislação sanitária. De acordo com a Anvisa, proprietários que ficaram "pendentes" podem se readequar e ganhar notas depois.
 
No fim deste mês, os selos com a classificação deverão ser expostos nos restaurantes. O projeto deve ser expandido para outras cidades ainda este ano, informou a Anvisa.

Veja a avaliação de estabelecimentos das cidades-sede da Copa do Mundo do Brasil:

- Porto Alegre (RS)
Categoria A: 3,90%
Categoria B: 26%
Categoria C: 37,6%
Pendente: 32,5%

Aeroporto Salgado Filho
Categoria A: 5,56%
Categoria B: 88,89%
Categoria C: 5,56%
Pendente: 0%

- Curitiba (PR)
Categoria A: 7%
Categoria B: 52%
Categoria C: 28%
Pendente: 13%

Aeroporto Afonso Pena
Categoria A: 100%
Categoria B: 0%
Categoria C: 0%
Pendente: 0%

- Rio de Janeiro (RJ)
Categoria A: 20,20%
Categoria B: 39,10%
Categoria C: 23,70%
Pendente: 17%

Aeroporto do Galeão
Categoria A: 4,76%
Categoria B: 66,67%
Categoria C: 28,57%
Pendente: 0%

- Belo Horizonte (MG)
Categoria A: 8,20%
Categoria B: 44,30%
Categoria C: 34,40%
Pendente: 19,40%

Aeroporto Confins
Categoria A: 100%
*Como o aeroporto de Confins está em reforma, apenas uma loja foi categorizada.
 
- São Paulo (SP)
Categoria A: 39%
Categoria B: 54,60%
Categoria C: 6,40%
Pendente: 0,90%

Aeroporto de Guarulhos
Categoria A: 79,07%
Categoria B: 18,60%
Categoria C: 2,33%
Pendente: 0%

- Brasília (DF)
Categoria A: 24,50%
Categoria B: 29,70%
Categoria C: 29,20%
Pendente: 16,50%

Aeroporto Presidente Juscelino Kubitschek
Categoria A: 52,63%
Categoria B: 31,58%
Categoria C: 10,53%
Pendente: 5,26%

- Cuiabá (MT)
Categoria A: 5,10%
Categoria B: 25,60%
Categoria C: 28,20%
Pendente: 41,10%

Aeroporto Marechal Rondon
Categoria A: 100%
Categoria B: 0%
Categoria C: 0%
Pendente: 0%

- Manaus (AM)
Categoria A: 3%
Categoria B: 41%
Categoria C: 34%
Pendente: 23%

*Aeroporto não foi avaliado porque está em reforma

- Recife (PE)
Categoria A: 2,60%
Categoria B: 29,70%
Categoria C: 40,60%
Pendente: 27,10%

Aeroporto Gilberto Freyre
Categoria A: 0%
Categoria B: 72,2%
Categoria C: 22,22%
Pendente: 5,56%

- Salvador
*A cidade não avaliou seus estabelecimentos alimentícios, apenas os do aeroporto

Aeroporto Deputado Luís Eduardo Magalhães
Categoria A: 26,32%
Categoria B: 52,63%
Categoria C: 10,53%
Pendente: 10,53%

- Fortaleza (CE)
Categoria A: 8%
Categoria B: 42,60%
Categoria C: 32%
Pendente: 17,30%

Aeroporto Pinto Martins
Categoria A: 76,92%
Categoria B: 15,38%
Categoria C: 7,69%
Pendente: 0%

- Natal (RN)
Categoria A: 11,53%
Categoria B: 39,20%
Categoria C: 24,61%
Pendente: 24,61%

Aeroporto Augusto Severo
Categoria A: 33,33%
Categoria B: 66,67%
Categoria C: 0%
Pendente: 0%

G1

Projeto universitário ajuda deficientes físicos a retomarem a independência

produção órtese unicentro (Foto: Divulgação / Coorc Unicentro)
Foto: Divulgação / Coorc Unicentro
Projeto já entregou gratuitamente 1.725 órteses, próteses e meios
de locomoção auxiliares à população 
Projeto da Unicentro foi criado há 10 anos e já contabiliza 4,5 mil pacientes. 'Órtese e Prótese' atende a 20 municípios da região central do Paraná
 
Um projeto desenvolvido pelo curso de fisioterapia da Universidade Estadual do Centro-Oeste (Unicentro), em parceria com o Sistema Único de Saúde (SUS) e com outros cursos da área de saúde da universidade já beneficiou mais de 4,5 mil pacientes que viram a vida mudar repentinamente após acidentes ou por doenças degenerativas. Desde 2003, o projeto "Órtese e Prótese" oferece gratuitamente órteses, próteses e meios de locomoção auxiliares para pessoas que tiveram partes do corpo amputadas ou que perderam os movimentos de algum membro.
 
Entre os beneficiados está José Altanir Marques, de 43 anos, que participa do projeto desde agosto do ano passado. Ele trabalhava em uma companhia de energia elétrica de Guarapuava quando, em um dia normal de trabalho, recebeu um choque de 34 mil volts. "Perdi o braço direito e a perna direita.
 
Logo depois que recebi alta do hospital eu me inscrevi no projeto. No período entre agosto e dezembro eu fiquei só fazendo fisioterapia e andava só com a cadeira de rodas. Eu ainda estava me questionando se eu ia voltar a andar ou não", revelou ao G1.
 
Após passar por uma avaliação, José começou a receber treinamentos para fortificar a musculatura da perna, procedimento que faz parte da preparação do corpo para receber a prótese. Ele também passou a receber acompanhamento psicológico, que analisou uma possível existência de traumas ocasionados pelo acidente e pelas amputações. "Consultei três meses com ela e recebi alta. Cheguei de cadeiras de rodas e saí andando. Hoje tenho apenas a prótese da perna, mas estou na fila de espera para receber a prótese do braço. Além disso, todas as terças e quintas-feiras eu faço atividades físicas na Unicentro. Eles me ensinaram a andar novamente, aprendi a viver uma nova vida. Era um milagre eu estar vivo, era para eu ter perdido a vida", explicou.
 
Conforme a coordenação do projeto, o caso do José está entre as patologias mais atendidas pelo "Órteses e Próteses", que são as relacionadas a complicações decorrentes do parto - as paralisias celebrais - e as amputações de membros inferiores ocasionados por traumas, diabetes ou vasculopatias. O programa da Unicentro atende atualmente a 20 municípios pertencentes a 5ª Regional de Saúde do Paraná, que abrange a região central do estado, e já entregou 1.725 órteses, próteses e meios de locomoção.
 
Além de fornecer órteses e próteses, o projeto realiza a prescrição, avaliação, adequação, treinamento e o acompanhamento de pessoas com deficiência física natural ou adquirida. O programa também visa a reinserção dos pacientes com deficiência a uma vida normal, de acordo com a professora coordenadora do projeto, Maria Regiane Trincaus.
 
Segundo a coordenadora, atualmente são atendidos uma média de 35 novos pacientes por mês, além dos que já estão cadastrados. Entre os pacientes antigos está o estudante Leandro de Oliveira, de 22 anos. Este ano completa 11 anos que ele participa do projeto. "Quando tinha 11 anos eu sofri um acidente de trânsito e acabei perdendo a perna direita. Eu comecei o tratamento desanimado, pensava que minha vida tinha acabado. Foi bem estressante, mas conversando com a psicóloga e com outros pacientes eu percebi que tinha gente com problemas muito piores do que o meu", disse.
 
O jovem, que vive no município de Rio Bonito do Iguaçu, também na região central do estado, afirmou que termina o 3º ano do ensino médio este ano e está se preparando para o vestibular. "Eu tenho uma vida completamente normal, vou para a aula a pé, jogo bola, às vezes eu até esqueço que tenho a prótese. Agora eu estou aguardando uma prótese nova, já que a recomendação é trocar a cada dois anos", explicou. O estudante vai até Guarapuava, onde está localizado o campus da Unicentro que sedia o projeto, uma vez por mês para acompanhar o tratamento. "Antes eu ia com mais frequência, mas reduzi as visitas para poder estudar", contou.
 
projeto unicentro (Foto: Divulgação / Coorc Unicentro)
Foto: Divulgação / Coorc Unicentro
O projeto 'Órtese e Prótese' foi desenvolvido pelo curso de
fisioterapia da Unicentro
Equipamentos assistivos
De acordo com a coordenação do "Órtese e Prótese", entre os equipamentos mais fornecidos entre 2012 e 2013 estão os andadores, bengalas e muletas, contabilizando o total de 147 equipamentos. A pedagoga aposentada por invalidez, Simone de Fátima Siqueira, de 38 anos, foi diagnosticada com esclerose múltipla em 2007 e também é beneficiada pelo projeto, que forneceu um par de muletas do tipo canadense e sessões de fisioterapias. A doença deixou sequelas na perna direita de Simone. "No começo eu usava uma bengala de madeira. Foi então que me inscrevi no projeto para conseguir as muletas. Se não fosse o projeto, eu não ia ter como arcar com o custo dessas muletas, que são caras e pelo projeto saiu de graça", revelou.
 
O "Órtese e Prótese" fornece, também, calçados especiais, palmilhas, coletes, talas, tutores, cadeiras de rodas especiais e adaptações para o banho, em cadeiras e em carrinhos. Todos os aparelhos são fornecidos pelo projeto são fabricados por empresas de Curitiba e de Pato Branco. Cinquenta e três profissionais atuam nos trabalhos do "Órtese e Prótese", entre estudantes e professores. Atualmente, alunos e docentes dos cursos de psicologia, fonoaudiologia, serviço social, fisioterapia, enfermagem e terapia ocupacional colaboram com o programa.
 
Serviço
Os atendimentos são feitos no campus Cedeteg da Unicentro de segunda a sexta-feira, das 8h às 12h e das 13h às 17h. Os agendamentos de consultas devem ser feitos pelos telefones (42) 3629-8140 ou (42) 3629-8141. Para a avaliação, os pacientes precisam apresentar RG ou certidão de nascimento, CPF, cartão do Sistema Único de Saúde (SUS), comprovante de residência e encaminhamento de um profissional de saúde. Todos os procedimentos são gratuitos.
 
G1

Mãe concilia tratamento de câncer com gravidez e dá à luz bebê saudável

Cintia com seu filho Lucas, ainda na incubadora (Foto: Cintia Valle/Arquivo Pessoal)
Foto: Cintia Valle/Arquivo Pessoal
Cintia com seu filho Lucas, ainda na incubadora
Diagnosticada durante a gravidez, ela iniciou químio a partir do 2º trimestre. Tratamento nessa situação nem sempre é possível, explicam médicos
 
A bancária Cintia Valle, de 39 anos, recebeu uma das melhores notícias de sua vida, a da gravidez, enquanto passava por uma bateria de exames que finalmente levariam a um diagnóstico de câncer.
 
Ela chegou a ouvir da equipe médica a possibilidade de ter de interromper a gestação para fazer o tratamento. Mas seus médicos avaliaram a situação e decidiram adiar o início da quimioterapia para o segundo trimestre da gravidez, quando a medicação não traria riscos ao feto.
 
A história tem um final feliz: o bebê Lucas, hoje com 9 meses, é uma criança saudável e Cintia, que conseguiu fazer o câncer regredir, já até voltou a trabalhar. Mas a família do Rio de Janeiro ficou comovida com o caso da funcionária pública Patrícia Alves Cabrera, que decidiu interromper a quimioterapia durante a gravidez para proteger seu filho e acabou morrendo na semana passada, poucos dias após um parto prematuro. Cintia e seu marido, Fabio Sergio Valle, procuraram o G1 para compartilhar sua história, que pode ser vista como uma esperança para famílias que passam pelo mesmo problema. Contudo, nem sempre o tratamento de câncer é compatível com a gravidez e, em cada caso, a decisão final é dos pacientes (leia mais abaixo).
 
De acordo com especialistas, apesar de a quimioterapia não ser recomendada no primeiro trimestre de gravidez, alguns tipos de medicações podem ser usadas com segurança a partir do segundo trimestre de gestação. “Existem vários casos de pacientes que recebem quimioterapia nesse período e isso não impacta em uma maior taxa de malformação”, diz a oncologista clínica Solange Moraes Sanches, do A.C.Camargo Cancer Center. No entanto, nem sempre o início do tratamento pode ser adiado sem prejuízo para a saúde da mãe.
 
Surpresa
Fazia quatro anos que Cintia Valle e seu marido, Fabio Sergio Valle, tentavam engravidar. Mas os planos ficaram de lado quando Cintia começou a investigar alguns sintomas, a princípio atribuídos a um abscesso na mama. A notícia da gravidez veio de repente, em um teste rápido pedido pela médica antes de Cintia se submeter a uma ressonância magnética. O exame foi apenas um dos muitos realizados pela bancária, que levaram finalmente até o diagnóstico de um linfoma não-Hodgkin de células B.
 
A gravidez foi descoberta em janeiro do ano passado. O diagnóstico veio em seguida, depois da retirada de sua mama para biópsia. A possibilidade de interrupção da gravidez foi levantada, mas os médicos resolveram adiar o início da quimioterapia, para garantir o desenvolvimento normal do bebê. Cintia conta que fez as sessões de quimioterapia entre março e junho. Lucas nasceu prematuro, no dia 26 de julho, na 33ª semana de gestação.
 
Pesando 1,7 quilo, ele ficou 21 dias na UTI para ganhar peso e aprender a sugar. Cintia conta que nos primeiros meses ele ainda passou por muitos especialistas para ter certeza de que a quimioterapia realmente não tinha afetado seu desenvolvimento. Hoje com 9 meses, Lucas é uma criança saudável. “É uma criança iluminada, é muito bonzinho e nunca me deu trabalho”, diz.
 
Já Cintia está sem sinais do linfoma e agora faz acompanhamento a cada três meses. Segundo ela, encarar os problemas de forma positiva foi essencial para que sua família conseguisse passar por essa situação. “Com tudo isso que passamos, meu marido e eu passamos a cuidar mais do lado espiritual, ficamos mais unidos e conhecemos pessoas maravilhosas.”
 
Decisão difícil
Em casos de tumores mais agressivos ou em estágios mais avançados, a ocorrência de uma gravidez pode levar a família a ter de tomar uma decisão mais difícil, de acordo com o oncologista João Soares Nunes, do Hospital de Câncer de Barretos. “Uma situação difícil é quando a paciente engravida durante o tratamento para câncer de mama metastático, chamado assim quando já se disseminou para outros órgãos do corpo, e essencialmente precisa de quimioterapia para controlar a doença. Neste caso, tanto o feto quanto a mãe ficam em risco muito grande.”
 
De acordo com a oncologista Solange Moraes Sanches, neste momento o médico explica todas as alternativas de tratamento e esclarece se existe a possibilidade de manter a gestação de uma forma segura ou se os únicos tratamentos possíveis são incompatíveis com a manutenção do feto. “A decisão final é do paciente”, diz a médica.
 
Segundo Nunes, caso a exposição à quimioterapia ocorra na fase inicial da gestação, o feto está sujeito a aborto, parto prematuro, deformidades ou outros cânceres como leucemia. Por causa dos riscos do tratamento, toda paciente diagnosticada com câncer que esteja em idade fértil é orientada a usar métodos contraceptivos.

G1