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domingo, 11 de maio de 2014

Alerta: Energéticos e isotônicos estão ligados a adolescentes pouco saudáveis

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Especialistas estão preocupados com consumo de isotônicos e
 energéticos entre adolescentes
Academia Americana de Pediatria faz ressalvas sobre a ingestão de isotônicos e contraindica o consumo de energéticos; mesmo assim, consumo triplicou nos últimos anos
 
O consumo semanal de bebidas energéticas e até mesmo de isotônicos por adolescentes tem relação com hábitos pouco saudáveis, como a alta ingestão de outras bebidas ricas em açúcar, o cigarro e o sedentarismo. Foi o que mostrou um estudo realizado por pesquisadores da Universidade de Minnesota e da Universidade Duke, ambas nos Estados Unidos.
 
Nos Estados Unidos, houve um declínio no consumo de refrigerantes e sucos de fruta, ao passo que a ingestão de isotônicos e de energéticos triplicou entre os adolescentes nos últimos anos. O alto teor de cafeína nos energéticos, bem como a quantidade de açúcar contida tanto nos energéticos e nos isotônicos tem gerado muita preocupação entre os profissionais de saúde.
 
Para entender melhor o comportamento de consumo dos adolescentes, os cientistas pesquisaram 2.793 estudantes de 14 anos em escolas públicas e privadas.
 
Eles analisaram peso e altura dos adolescentes, tabagismo, a frequência de consumo das bebidas, tipo de café da manhã, horas por semana dedicadas à atividade física, tempo jogando videogame e tempo destinado para ver televisão.
 
Os pesquisadores notaram que, embora o consumo de isotônicos esteja ligado a adolescentes com níveis mais elevados atividade física, há também um forte consumo entre adolescentes pouco saudáveis, que ingerem altas doses de bebida energética assim como de isotônicos, teoricamente uma bebida voltada para esportistas. 
 
"Notamos que, entre os meninos, o consumo semanal de bebidas esportivas foi significativamente associado com bastante tempo em frente à TV. Aqueles que consumiam regularmente isotônicos passaram cerca de uma hora a mais por semana assistindo TV em comparação com os que consumiam menos", disse a autora do estudo Nicole Larson, da Faculdade de Saúde Pública da Universidade de Minnesota, Minneapolis. "Os meninos que consumiram bebidas energéticas pelo menos uma vez por semana passaram cerca de quatro horas a mais por semana jogando videogame em comparação com aqueles que consumiam menos bebidas energéticas", completou.
 
A Academia Americana de Pediatria recomenda que isotônicos sejam consumidos por adolescentes apenas após exercício físico vigoroso, já as bebidas energéticas não devem ser consumidos por não oferecerem nenhum benefício à saúde dos adolescentes e por aumentarem os riscos para a super estimulação do sistema nervoso.
 
iG

Sete fatores que você nem imaginava que melhoram o sexo

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Alguns elementos que você nem imagina podem melhorar
a sua vida sexual
Hábitos diários e dicas preciosas ajudam a incrementar a experiência sexual
 
Você pode criar alguns hábitos para não cair na rotina ou dar uma impulsionada na vida a dois.
 
Quando isso é necessário, “é importante o casal se comunicar e chegar a um consenso. A responsabilidade é dos dois”, recomenda a sexóloga Carla Cecarello, fundadora da Associação Brasileira de Sexualidade (ABS).
 
Para ajustar os ponteiros, conversar é o ponto de partida. “O diálogo é muito importante.
 
A grande maioria dos casais não conversa sobre a sua intimidade”, diz Carla. Mas nem tudo se resolve na conversa. Outros fatores que você nem imaginava podem melhorar a vida sexual.
 
Veja sete deles abaixo:
 
1. Faça pilates
A atividade é ótima para fortalecer a pélvis e desenvolver mais controle nessa região. O ioga também é aconselhável por trabalhar muito a flexibilidade, facilitando a variação de posições sexuais.
 
Além disso, praticar atividades físicas aumenta a oxigenação do cérebro da mesma maneira que um orgasmo. Logo, quanto mais atividades você praticar, por mais tempo conseguirá manter uma relação e ter um orgasmo mais pleno.
 
2. Corte o cabelo ou inove o visual
Mesmo comprar uma roupa nova tem influencia positiva no desempenho na cama. “Cuidar de si mesma, se olhar no espelho e se achar bonita é importante. A pessoa fica mais confiante e se solta mais na hora do sexo”, explica Carla.
 
3. Espere menos
Para Isabelle Moura, terapeuta corporal especializada em sexualidade, a melhora da vida sexual começa quando deixamos de nos preocupar tanto com o sexo. Parece contraditório, mas não é. “Nas cidades grandes, é comum que o casal tenha falta de tempo de qualidade. Outro problema é a quantidade de expectativa que se coloca um no outro. Muitas vezes espera-se que seu parceiro o faça feliz, perceba suas necessidades”, comenta.
 
Portanto, para diminuir essa expectativa, é essencial ir com calma. Não precisa mudar tudo de uma só vez.
 
4. Intensifique o contato físico
Isabelle explica que uma massagem diária, sem conotação sexual, melhora muito a relação entre o casal. “Compre um creme ou óleo bem cheiroso. Todos os dias, antes de dormir, massageie seu parceiro por quinze minutos. Esse contato físico carinhoso libera hormônios como a endorfina, além de trazer intimidade para o relacionamento”, diz a terapeuta.
 
5. Liste do que você gosta e do que não gosta na hora do sexo
No que diz respeito à sexualidade, achar que existe uma regra é ilusão. Por isso, é importante saber o que agrada e desagrada na cama. Peça para o seu parceiro fazer o mesmo e depois troquem as listas. “É uma espécie de manual de instruções mesmo. Muita gente acha que o ‘óbvio é óbvio’, mas isso não é verdade. Compartilhar essas informações traz mais maturidade e intimidade para a relação, além de retirar a ansiedade de tentar adivinhar o que o outro gosta na cama”, comenta Isabelle.
 
6. Comidinhas podem tirar a relação da rotina
“Alimentos afrodisíacos não existem. O que encanta é o visual, a maneira como é arranjado. Flores comestíveis, frutas que remetem ao sexo são boas para encantar”, explica a sexóloga Carla Cecarello.
 
Isabelle concorda. Para ela, “afrodisíaco” é a maneira como se inserem os alimentos na brincadeira. “Pode passar o alimento pelo corpo do parceiro, fazer com que cheire, estimular os sentidos, dar de comer na boca, ou até morder um pedaço e colocar na boca de seu companheiro. Saborear é muito importante”. Uma dica é abusar de frutas sem cheiro muito forte e que não deixem pedacinhos nos dentes.
 
7. Olho no olho, respiração conjunta
Antes do sexo ou durante a penetração, sentir a genital de seu parceiro com mais calma é um prazeroso caminho para o orgasmo. A dica é parar os movimentos e respirar juntos, sem desviar os olhos um do outro. Nessa posição, focalize toda a atenção na região genital e experimentem mexê-la bem devagar. Para os homens, contraiam a base do pênis; para as mulheres, tentem apertar a musculatura da vagina. “Durante o sexo agitado, a percepção dessa área diminui, fazendo com que seja uma experiência incompleta. Sentir essa parte do corpo aumenta a possibilidade de um orgasmo pleno, além de aumentar a cumplicidade entre os dois”, finaliza Isabelle.
 
Delas

15 mitos e verdades sobre bebês prematuros

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Prematuros precisam de cuidados médicos especiais e estão
 mais vulneráveis a doenças
Especialistas esclarecem as principais dúvidas sobre bebês que nascem antes do previsto
 
Prematuros são bebês mais frágeis já que nascem antes do previsto e, algumas vezes, sem terem alcançado o desenvolvimento ideal dos órgãos. Existem muitas dúvidas que cercam essas crianças: todas precisam ficar mais de um mês no hospital? Podem ser seguradas pelas mães? Podem ser amamentadas no peito?

A evolução da medicina é capaz de confortar, mas não de acabar com todos os medos dos pais. O iG reuniu as questões mais recorrentes entre mães de prematuros. Especialistas consultados esclarecem o que é mito e o que é verdade quando o assunto é um bebê que nasceu antes dos ideais nove meses de gestação.
 
Todo prematuro é igual
Mito. Existem prematuros tardios e extremamente prematuros (que nascem com menos de 32 semanas). Segundo Victor Nudelman, neonatologista do hospital Albert Einstein, é possível cuidar de bebês a partir de 25 semanas, com peso próximo a 500 gramas. “A ansiedade da mãe de um bebê assim é diferente da mãe de um bebê de 34 semanas. Dependendo do grau de imaturidade, os bebês terão tempos e dificuldades completamente diferentes”, diz.
 
Bebês de 35 semanas são prematuros
Verdade. “Crianças que nascem antes de 37/38 semanas, por definição, são prematuros”, afirma a pediatra Heloisa Ionemoto, do Hospital Infantil Sabará.
 
A mãe não pode segurar o bebê prematuro
Mito. Segundo os médicos, as mães devem segurá-lo no colo, desde que com cuidado e sempre orientada pela equipe médica, como ressalta Jorge Huberman, neonatologista do Hospital Albert Einstein. A pediatra Heloisa lembra que há programas como o “Projeto Canguru”, no qual o contato físico entre pai/mãe e bebê prematuro ajuda no desenvolvimento. Mas vale lembrar que a incubadora é importante para manter o pequeno sempre aquecido.
 
O prematuro precisa passar mais de um mês no hospital
Depende. O risco de mortalidade e doenças específicas está inversamente relacionado à idade gestacional. “Quanto menor a idade gestacional, maior a chance de complicações. Os prematuros com mais de 34 semanas, de um modo geral, se saem muito bem, já os menores enfrentam mais dificuldades. Desta forma, estes bebês precisam de cuidados especiais que podem durar poucos dias a alguns meses, com necessidade de internação hospitalar”, esclarece Maria Otília Bianchi, neonatologista da UNICAMP.
 
Os órgãos do prematuro não estão prontos Verdade. Principalmente os pulmões, uma vez que ele fazia a troca de ar por meio da placenta. Por isso é muito comum ele apresentar dificuldades respiratórias, o que requer ajuda para assegurar os níveis adequados de oxigênio. Nudelman alerta para a necessidade de aparelhos que forneçam alguma pressão positiva para o ar entrar e medicações que mantenham o pulmão, ainda imaturo, mais aberto.

O prematuro não pode ser amamentado
Mito. Ele deve ser amamentado, porém não consegue sugar, por isso, a alimentação pode ocorrer por meio de sondas. De acordo com Maria Otília, o ideal é alimentar o bebê com leite materno ordenhado, mas pode ser necessário o uso de nutrição endovenosa. “Mesmos os prematuros maiores são sonolentos, sugam vagarosamente e não ganham peso”, explica.
 
Quanto menos aparelhos ligados no bebê, melhor ele está
Verdade. Isso significa que o corpo já consegue se manter aquecido sem a necessidade da incubadora, os pulmões estão suficientemente desenvolvidos para garantir o ar necessário, ele já consegue sugar e se alimentar sem ajuda de sondas.
 
Prematuros terão problemas para o resto da vida
Mito, embora prematuros extremos tenham mais chances de apresentar alguma complicação. “Casos graves, como falta de oxigênio ao nascer, por exemplo, podem deixar sequelas e por isso precisarão de acompanhamento prolongado”, aconselha Heloisa.
 
O prematuro não pode fazer todos os exames
Mito. Huberman afirma que o acompanhamento clínico e laboratorial, além de exames de imagem para verificar o crescimento e desenvolvimento do bebê são primordiais. A prevenção de doenças acontece graças à extensa bateria de exames.
 
Ele é mais vulnerável a doenças
Verdade. Principalmente as respiratórias.
 
As vacinas do prematuro são as mesmas do calendário nacional de vacinação
Verdade. “Mas o pediatra pode orientar de forma diferente, caso haja necessidade”, cita Huberman.
 
É impossível evitar a prematuridade
Mito. “Com um pré-natal precoce e muito bem feito, é possível detectar os indícios da prematuridade”, diz Huberman. As causas mais comuns do parto prematuro são hipertensão arterial, ruptura precoce das membranas amnióticas e infecções.
 
O desenvolvimento neurológico do bebê prematuro é diferente
Verdade. “Os prematuros ganham um descontinho, visto que consideramos a data provável para 40 semanas para avaliar as novas conquistas. Por exemplo, um bebê que nasce de 31 semanas ao completar quatro meses deve fazer o mesmo que um bebê não prematuro que completou dois meses”, conta Maria Otília. Porém, este “desconto” acaba quando se completa dois anos. A mesma regra é utilizada para peso e estatura, o que significa que ele tem um tempo a mais para buscar o que perdeu por nascer antes.
 
Os cuidados médicos devem ser diferenciados
Verdade. Heloisa aponta para a necessidade de assistência médica diferenciada e equipe multidisciplinar, principalmente para os nascidos com menos de 30 semanas. “No futuro, o pediatra poderá indicar outros profissionais, como fisioterapeutas e fonoaudiólogos, se necessário”, acrescenta Huberman.
 
O bebê prematuro precisa viver numa redoma de vidro
Mito. Após os cuidados extremos no hospital – e o ganho de peso e maturidade necessários para ir para a casa – os médicos sugerem que a família leve vida normal, sempre que possível: passeios, aleitamento materno exclusivo, contato com o mundo exterior, inclusive com outras crianças. “Manter as vacinas em dia, alimentação saudável e evitar o contato com pessoas doentes bastam”, diz Maria Otília.
 
Delas

10 verdades e mentiras sobre a queda de cabelo

careca
Foto: reprodução
A queda de cabelo é um dos maiores medos dos caras que são ligados na própria beleza. Na real, até os brucutus ficam meio bolados quando aquela entradinha tá mais parecendo a rodovia dos Bandeirantes do que a Avenida Angélica
 
Segundo dados da Associação Brasileira de Cirurgia de Restauração Capilar, a queda de cabelo aflige 40% dos homens antes dos 35 anos. Com o começo da calvície vem as dúvidas: Meus cabelos estão caindo porque eu usei boné demais? Será que é só stress? Depois de cair esse poodle da minha cabeça, será que algum fio de cabelo voltar a nascer de novo?
 
Para ajudar você que está cheio de perguntas e nenhuma resposta, separei alguns dos maiores mitos e verdades sobre a queda de cabelo.
 
Confira:
 
1. Usar bonés faz cair os cabelos?
Não. O uso do boné não faz os cabelos caírem mas ele pode ajudar a agravar problemas que estão ligados diretamente à calvície como dermatite seborreica, eczema ou caspa. Culpa do abafamento que o couro cabeludo sofre e que faz com que ele produza mais oleosidade, proliferando os fungos.
 
Se você usa o boné muito apertado, pode acontecer também de os fios da frente da cabeça ficarem mais escassos e finos por causa da tração que as raízes sofrem. O ideal é usar boné com o cabelo seco e a cada uma hora tirar ele para dar uma arejada de cinco minutos no couro cabeludo.
 
2. Dormir de cabelos molhados faz mal?
Sim. Dormir com os cabelos molhados ajuda na retenção de água no couro cabeludo causando a proliferação de fungos, bactérias e da caspa. Seus cabelos acabam ficando mais oleosos, quebradiços e sua raiz fica mais fraca.
 
3. Usar gel faz os fios caírem?
Não. O gel funciona na superfície do cabelo e não afeta diretamente os folículos. Porém, evite dormir com o produto aplicado por dois motivos: os fios endurecidos podem se tornar mais quebradiços e o acumulo da substância pode ajudar a criação de caspa e seborreia.
 
4. Calvície é genética?
Sim, a culpa é do seu DNA. Cerca de 70% dos caras ficam carecas por fatores hereditários. Tanto do lado do seu pai, como da sua mãe. Então, pare de ficar reclamando só com o velho por suas entradas.
 
A queda de cabelo começa aos 18 anos, com o crescimento dos fios diminuindo de ritmo e a raiz atrofiando. Os cabelos ficam mais finos e começam a regredir na estradas, testa e no topo da cabeça.
 
5. Cortar muito o cabelo pode me deixar careca?
Não. A queda de cabelos está relacionada com a raiz. Apenas cortar ou aparar o fio não muda em nada.
 
6. Stress provoca queda?
Sim, o seu chefe pode realmente estar te deixando careca. Stress em excesso, cansaço, ansiedade e depressão causam alterações hormonais que podem levar ao problema.  Será que você pode cobrar da sua firma um implante capilar por lidar com um gestor babaca?
 
7. Lavar cabeça com água quente faz cair os cabelos?
Não. Porém, se você sofre de caspa ou de dermatite seborreica devem evitar a água quente. Ela estimula a produção de oleosidade, pode piorar a doença e influenciar na queda dos fios.
 
8. Mudanças na alimentação aumentam a perda de cabelo?
Sim. Você deve manter uma alimentação balanceada, rica em vitaminas, antioxidantes, proteínas, ferro, zinco e vitamina A e C. Aposte em cereais integrais, castanha do Pará, peixes, ovos e leite. Vai ajudar a manter os fios fortes.
 
9. Remédio para tratar calvície causa impotência?
Não. Apesar de determinadas remédios apresentarem esse sintoma na bula, o fato costuma ser muito raro. Os remédios contra calvície podem diminuir a mobilidade dos espermatozoides e reduzir a quantidade de esperma ejaculado.
 
10. Os cabelos voltam a nascer depois de começar a cair?
As vezes. O cabelo pode voltar a crescer se a queda tiver relacionada a stress ou doenças. Nos outros casos, quanto mais cedo você buscar um tratamento, melhor.
 
Manual do Homem Moderno

Redução de seis fatores de risco poderia evitar a morte de 37 milhões em 15 anos

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. Quanto mais idade, maior a chance de ter hipertensão
Estudo analisou impacto de redução do uso do tabaco, consumo de álcool, ingestão de sal, pressão arterial, nível de açúcar no sangue e obesidade em todo o mundo
 
Reduzir ou restringir apenas seis fatores de risco - como o uso do tabaco, de álcool, ingestão de sal, a pressão arterial, o nível de açúcar no sangue e a obesidade - poderia evitar mais de 37 milhões de mortes prematuras no período de 15 anos.
 
Isto porque isso reduziria a incidência de doenças cardiovasculares, doenças respiratórias crônicas, câncer e diabetes - quatro das principais doenças não transmissíveis que mais matam no mundo.
 
Os dados são preocupantes.
 
Em 2010, 28,3 milhões de pessoas morreram dessas doenças no mundo. Logo, a diminuição de 37 milhões de mortes equivale a uma extinção de quase um ano e meio de mortes.
 
Veja quais são fatores que causam a hipertensão:
 
Álcool: abusar do álcool ou bebê-lo regularmente faz a pressão arterial se elevar
 
Gênero: até 45 anos, os homens lideram a lista de de hipertensos. Depois disso, se igualam às mulheres e, a partir dos 64, são elas quem sofrem mais
 
Genética: 90% dos hipertensos têm essa condição por razões hereditárias
 
Idade: as artérias ficam mais rígidas com o passar dos anos. Quanto mais idade, maior a chance de ter hipertensão
 
Obesidade: a médio e longo prazo, a obesidade estimula o sistema nervoso simpático, que manda uma substância que enrijece as artérias, causando pressão alta
 
Sal ou sódio: presente também em muitos alimentos embutidos, o sódio aumenta a retenção de líquido, aumentando o volume sanguíneo que eleva a pressão
 
Sedentarismo: falta de exercício físico contribui para o aumento da pressão arterial. Exercitar-se faz o contrário, ajuda a reduzir
 
Este é o primeiro estudo que analisou o impacto que a redução fatores de risco globalmente para reduzir as mortes prematuras por doenças não transmissíveis .Usando dados nacionais sobre as mortes e os fatores de risco e modelos epidemiológicos, pesquisadores do Imperial College London, Reino Unido, calcularam que a carga de cada um dos seis fatores de risco. 
 
No estudo foi calculado os resultados da redução de 30% (e uma redução mais ambiciosa de 50%) do fumo, 10% do consumo de álcool, 30% da ingestão de sal, redução de 25% da pressão arterial elevada além de travar o travar o aumento da prevalência de obesidade e diabetes.
 
No geral, os resultados sugerem que o cumprimento das metas para redução dos seis fatores de risco diminuiria a morte prematura por quatro das principais doenças não transmissíveis em 22% em homens e 19% para as mulheres em 2025 em comparação ao que eram em 2010. A redução ocorreria em todo o mundo, retardando pelo menos a morte de 16 milhões de pessoas com 30 anos de idade e 21 milhões naqueles com 70 ou mais.
 
Os autores do estudo preveem que os maiores benefícios virão pela redução da pressão arterial e do tabagismo. Eles calculam que uma redução mais ambiciosa de 50% na prevalência do tabagismo em 2025, mais do que a meta atual de 30%, reduziria o risco de morrer prematuramente por mais de 24% em homens e em 20% nas mulheres.
 
iG