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terça-feira, 13 de maio de 2014

As cinco bebidas mais indicadas para crianças

Thinkstock/Getty Images
O leite é importante para as crianças porque é uma fonte rica
em cálcio e outros nutrientes
Saiba se o que seu filho anda bebendo é realmente a melhor opção para crianças. Além disso, confira a quantidade ideal de água que os pequenos devem ingerir no dia a dia
 
Suco, refrigerante, chá, café, leite ou água. Diante de tantas opções disponíveis, muitos pais ficam perdidos na hora de escolher a bebida certa para as crianças.
 
Especialistas recomendam que os pais fiquem de olho, em primeiro lugar, na qualidade nutricional do produto. Ler rótulos deve virar hábito, pois ali se descobre a composição.
 
“As bebidas são importantes fontes de nutrientes e completam as refeições infantis. Mas é necessário cuidar do que a criança está bebendo”, diz a nutricionista Ellen Beatriz Pietruszynski. 
 
Confira as cinco bebidas mais recomendadas para crianças:
 
Água
Água é a bebida mais recomendada por pediatras e nutricionistas. É essencial para as crianças, que precisam mais de água do que os adultos, pois possuem pouca massa corporal e com isso absorvem mais calor. Elas também apresentam menor capacidade de suar do que os adultos. Por isso, a água não pode ser substituída por outro líquido e os pequenos devem bebê-la mesmo quando não estiverem com sede.
 
De acordo com a Dietary Reference Intakes (DRI), diretriz americana que estabelece o consumo desejável de diversos nutrientes na dieta diária da população, a ingestão de água varia de acordo com a faixa etária e o sexo da criança:
 
Bebês (meses de idade)Ingestão de água total (litros/dia)
0 - 60,7 *
7 - 120,8 **

Crianças (anos de idade)
 
1 - 31,3
4 - 81,7

Meninos (anos de idade)
 
9 - 132,4
14 - 183,3

Meninas (anos de idade)
 
9 - 132,1
14 - 182,3
 
* proveniente do leite materno
** proveniente do leite materno + alimentação complementar 
 
Leite
Leite é importante para as crianças porque é uma fonte rica em cálcio o que ajuda a fortalecer os ossos. Contém ainda potássio, fósforo, proteínas e vitaminas essenciais para o bom funcionamento do organismo, como vitaminas A, B12 e D.
 
Chá
Chá é uma boa opção, especialmente no frio. Dependendo da folha usada na infusão, a bebida pode oferecer nutrientes que ajudam no bom funcionamento do organismo. Chás de camomila, hortelã, erva-doce e capim-cidreira são muito populares e os mais recomendados. Eles também podem ajudar a aliviar cólicas e resfriados, além de acalmar e relaxar a criança.
 
Suco natural
O suco feito com frutas in natura é excelente fonte de vitaminas, fibras e minerais. Além disso, ajuda a criança a conhecer novos sabores e a incentiva a comer frutas, alimento indispensável para uma dieta saudável.
 
Água de coco
Água de coco é uma bebida muito saudável que contribui para a hidratação – especialmente em dias quentes – e ainda possui potássio. Ela é rica em sais minerais e tem poucas calorias.
 
Fontes: nutricionistas Ellen Beatriz Pietruszynski, Bruna di Chiara Passos e Karen Jacob.

Delas

11 doenças que podem causar perda de memória

Getty Images
Estresse é uma das causas da perda de memória. Felizmente, é
possível reverter o quadro, o que não acontece com o Alzheimer
Acidentes de carro ou problemas na tireoide, por exemplo, podem causar esquecimentos temporários ou permanentes
 
Às vezes a pessoa tem apenas uma vaga lembrança de um momento. Outras, nem sequer lembram que aquela cena existiu. Tarefas não são feitas, compromissos são perdidos, não por má vontade, mas sim por não ter se lembrado deles. Parece uma traição do cérebro, mas não é. Em alguns casos, pode sinalizar que algo está errado e é preciso acompanhamento médico imediato.
 
Existe aquela perda de memória transitória, que logo volta ao normal. Algumas, no entanto, acabam comprometendo o cérebro e as recordações podem ser apagadas para sempre. É o caso das lesões cerebrais por conta de traumas físicos, como acidentes automobilísticos, pancadas na cabeça, além daquelas doenças que atrofiam o cérebro, como o Alzheimer.
 
Veja algumas causas da perda de memória:
 
Alzheimer - “No Alzheimer, a pessoa não a pessoa só perde a memória, mas também a atitude, a cognição. Ela fica sem iniciativa”, explica Antônio Carlos Montanaro, neurologista do Hospital Beneficência Portuguesa. É uma doença neurológica que é progressiva, atrofia o cérebro e não tem cura, apenas retardamento da evolução.
 
Lesões traumáticas – nos acidentes automobilísticos, por exemplo, o quadro pode ser irreversível. “Em uma batida de carro, é necessário lembrar que o corpo todo do viajante está na velocidade do carro, então o crânio bate de um lado e do outro e, eventualmente, se o acidente fizer o carro girar, o cérebro pode girar dentro do crânio, como se torcesse um tubo de spaghettis e voltasse”, explica Montanaro. “Dependendo do local que a lesão acontece, o cérebro perde a capacidade de interagir de um hemisfério com o outro, assim o paciente não consegue mais se lembrar de algumas coisas”.
 
Parada cardíaca – a perda de memória não é comum, mas, dependendo do tempo em que alguém levou para ser socorrido e, consequentemente o tempo em que o cérebro ficou sem oxigenação, podem haver sequelas, pois o cérebro é lesado.
 
Perdas transitórias da memória
Esquecer-se de muitas coisas do dia a dia pode ser consequência de um dia a dia muito corrido, preocupante, de uma dieta pobre em vitaminas e também de problemas na tireoide, explica o neurologista da Santa Casa de Misericórdia de São Paulo, Rubens Gagliardi.
 
Estresse - “Às vezes o estresse muito forte, a falta de sono e o cansaço podem comprometer a memória”, conta Gagliardi. Problemas totalmente reversíveis. Para voltar ao estado ‘original’ de memorização, basta quem está sendo afetado descobrir que é esse o seu problema e descansar mais, ter boas noites de sono e gerenciar o estresse. “A pessoa tem tanta coisa para fazer que esquece mesmo, por conta da sobrecarga”, explica Montanaro.
 
Problemas na tireoide – a glândula em forma de borboleta que fica no meio do pescoço é essencial para uma boa memória. Por ser responsável pelo equilíbrio hormonal do corpo, controlando hormônios essenciais para a vida, qualquer problema que acontece nela pode resultar em perda de memória. Um endocrinologista pode avaliar, pedindo exames, se algo está errado na sua função. As disfunções tireoidianas são tratáveis com medicações.
 
Carência de vitaminas – a máxima “você é o que você come” é real. Quem não come bem e não consegue absorver todas as vitaminas necessárias para corpo pode sofrer com esquecimentos. E é algo fácil de resolver, basta fazer um exame de sangue que consegue dosar as vitaminas para ver se existe algo de errado.
 
Diabetes – está comprovado que o diabetes pode deixar alguns bem esquecidos. Com a disfunção controlada, a pessoa volta a ter a memória de sempre.
 
Pressão alta – a hipertensão é um risco para a perda de memória, já que aumenta o risco de AVC, que lesa o cérebro e pode deixar a pessoa com problemas na memória.
 
Depressão – a depressão é uma causa comum de perda de memória, que pode ser revertida com o tratamento da doença.
 
Déficit de atenção – alguns casos são apenas temporários, por conta de sobrecarga de trabalho e atividades cotidianas. Outros casos, Gagliardi explica, são patológicos e precisam de tratamento médico.
 
Traumas psicológicos - dependendo do trauma e da susceptibilidade da pessoa, ela pode ter perdas de memória relacionadas ao evento.
 
Como preservar a memória?
Muitos sonham em, quando aposentar, comprar uma casa na praia e passar o dia olhando para o mar, no maior relaxamento possível. Relaxar é bom, pois o estresse também faz mal para a memória, mas não pensar em nada pode ser perigoso. “O cérebro é como um músculo. Se parar de usar, ele atrofia”, explica Montanaro. A recomendação, portanto, é sempre se manter ativo. E, claro, para isso valem, sim, as tão conhecidas palavras cruzadas
 
iG

Consumo de álcool no Brasil supera média mundial, afirma OMS

Foto: Reprodução
Segundo a pesquisa da OMS, no Brasil se perde, em média, cinco anos de vida devido ao consumo de bebidas alcoólicas
 
Pesquisa divulgada hoje (12) pela Organização Mundial da Saúde (OMS) mostra que o Brasil está acima da média mundial em consumo de bebidas alcoólicas.
 
Segundo o levantamento, foram consumidos, em média, 8,7 litros de álcool por ano, entre 2008 e 2010, no país. A média mundial calculada pela OMS é de 6,2 litros. Os dados consideram o público maior de 15 anos.
 
A cerveja representa 60% do consumo de álcool no Brasil, segundo o estudo, que diagnosticou que os homens bebem três vezes mais do que as mulheres.
 
Ao longo de um período de três anos, eles ingeriram, em média, 13,6 litros de álcool por ano, enquanto elas consumiram 4,2 litros.
 
Em 2010, enquanto os casos de abuso de álcool chegaram a 11,1% das mulheres que bebem, entre os homens, este número quase chegou aos 30%. Segundo a pesquisa, no Brasil se perde em média 5 anos de vida devido ao consumo de bebidas alcoólicas.
 
O estudo da OMS também aponta que, em 2012, cerca de 3,3 milhões de pessoas morreram em todo o mundo, em consequência do consumo exacerbado de álcool. A Europa é a região com maior consumo per capita de bebidas alcoólicas do mundo, com consumo de quase 11 litros por ano, em média.
 
O relatório conclui que o nível de consumo tem se mantido estável nos últimos cinco anos na Europa, na África e nas Américas, mas tem aumentado no Sudeste Asiático e no Pacífico Ocidental.
 
Cinco verdades sobre o álcool:
 
1. Misturar tipos de bebidas deixa bêbado mais rápido: Verdade. Os fermentados são menos agressivos do que os destilados. Misturar os dois aumenta a dosagem etílica
 
2. Mulher é mais fraca para a bebida: Verdade. O organismo feminino tem hormônios que reagem pior com o álcool e aceleram a bebedeira
 
3. Café ajuda a curar a ressaca: Verdade. No dia seguinte, optar pela cafeína é bom, em especial para a dor de cabeça. A substância é usada nos tratamentos de enxaqueca
 
4. Tive amnésia por causa da bebida: Verdade. Algumas pessoas são mais afetadas do que outras. O álcool afeta a área cerebral responsável pela memória e por guardar informações
 
5. Beber de estômago vazio é perigoso: Verdade. Sem comida, o corpo prioriza a absorção do álcool
 
iG

Gêmeas nascem de mãos dadas após gravidez de risco

Foto: Reprodução
Irmãs que dividiram o mesmo saco amniótico durante a gestação nascem de mãos dadas e emocionam pais e médicos
 
“Elas já são melhores amigas”. Foi assim que Sarah Thistlethwaite, 32, definiu o estado das duas filhas gêmeas que nasceram na última sexta-feira (09), em Ohio, nos Estados Unidos. Depois de uma gestação rara e arriscada, as irmãs Jillian e Jenna vieram ao mundo de mãos dadas e emocionaram pais e médicos.
 
As gêmeas idênticas dividiram o mesmo saco amniótico e a mesma placenta. Esse tipo de gravidez é chamada de monocoriônica monoamniótica. Os médicos afirmam que esse tipo de gestação acontece em uma em cada 10 mil. A condição é arriscada porque os cordões umbilicais podem se entrelaçar e causar a morte dos bebês.
 
A americana contou que as meninas saíram do respirador artificial no último domingo e já são capazes de respirar normalmente.

Diante da melhora, os pais puderam pegar as filhas no colo no Dia das Mães.
 
“É difícil colocar em palavras como é maravilhoso saber que as meninas estão bem”, afirmou a mãe em entrevista à Associated Press.
 
* Com Associated Press
 
iG

Planos de saúde terão de ampliar tratamento para pacientes com câncer

Thinkstock/Getty Images
a distribuição dos medicamentos para efeitos colaterais fica a
cargo de cada operadora de plano de saúde
Consumidores com planos de assistência médica passam a receber medicamentos, de uso domiciliar, contra efeitos colaterais. Medida entra em vigor nesta segunda-feira
 
As operadoras de planos de saúde passarão a fornecer aos pacientes com câncer ,medicamentos para controle dos efeitos colaterais de tratamento quimioterápico oral ou venoso. A Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) publicou nesta segunda-feira (12/05) a Resolução Normativa 349, que obriga a distribuição de oito grupos de medicamentos, de uso domiciliar, para tratar os efeitos colaterais.
 
De acordo com a resolução normativa que regulamenta a lei 12.880/2013, a distribuição dos medicamentos para efeitos colaterais fica a cargo de cada operadora de plano de saúde, segundo o mesmo modelo da medicação oral para o câncer, - incluído no novo Rol de Procedimentos e Eventos em Saúde da ANS , em 2 de janeiro. . Desta forma, poderá ser de modo centralizado pela operadora e distribuído diretamente ao paciente; ou o medicamento pode ser comprado em farmácia conveniada; ou, ainda, comprado pelo paciente com posterior ressarcimento (reembolso do consumidor).
 
“A inclusão de medicamentos orais para o câncer, em vigor desde janeiro deste ano, e, agora, a inclusão também dos que tratam os efeitos colaterais possibilitam que o paciente faça seu tratamento todo em casa. A medida terá impacto direto na saúde e no bem-estar dele, além de reduzir o atendimento hospitalar”, ressalta o diretor-presidente da ANS, André Longo.
 
Em 2 de janeiro deste ano, o tratamento para o câncer com medicamentos via oral foi incluído no novo Rol de Procedimentos e Eventos em Saúde da ANS. Cerca de 10 mil pessoas já recebem dos planos de saúde medicação oral para tratamento de câncer em casa, desde então, conforme estimativa da agência reguladora.
 
O Rol é a lista dos procedimentos, exames e tratamentos com cobertura obrigatória pelos planos de saúde. Essa cobertura mínima obrigatória é válida para planos de saúde contratados a partir de 1º de janeiro de 1999 e é revista a cada dois anos. Passaram a ser ofertados medicamentos para o tratamento de tumores de grande prevalência entre a população, como estômago, fígado, intestino, rim, testículo, mama, útero e ovário.
 
A Lei 12.880/2013 inclui entre as coberturas obrigatórias dos planos de assistência médica os tratamentos antineoplásicos de uso oral, procedimentos radioterápicos para tratamento de câncer e hemoterapia, incluindo medicamentos para o controle de efeitos adversos relacionados ao tratamento e adjuvantes. A Lei ressalta ainda o compromisso com a elaboração de protocolos clínicos e diretrizes terapêuticas, revisados periodicamente e publicados pela ANS, após debate com as sociedades médicas de especialidades da área.
 
iG