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quarta-feira, 21 de maio de 2014

Maçã pode ser tão potente quanto remédio na prevenção do colesterol, diz estudo

Thinkstock/Getty Images
Comer uma maçã por dia tem efeitos semelhantes à estatina,
remédio usado no controle do colesterol e que previne doenças
 cardiovasculares
Pesquisa da Universidade de Oxford mostrou que antioxidantes da fruta combatem o LDL sem os efeitos colaterais das estatinas, que incluem fraqueza muscular e diabetes
 
O velho ditado inglês que diz que comer uma maçã por dia mantém o médico longe parece ser realmente verdade – ao menos é o que diz um estudo publicado no periódico British Medical Journal no ano passado. Pesquisadores da Universidade de Oxford estudaram os efeitos preventivos da estatina – droga que combate o mau colesterol – comparados aos efeitos do consumo da maçã.
 
Num mapeamento com pacientes atendidos pelo sistema de saúde público, tanto o medicamento como a maçã foram capazes de reduzir a mortalidade decorrente de doenças cardiovasculares ou acidente vascular cerebral (AVC). A estatina preveniu 9.400 mortes, enquanto a maçã conseguiu evitar 8.500 casos fatais por ano.
 
Segundo o estudo, a vantagem em adotar a maçã como prevenção é que a fruta não carrega os efeitos colaterais da estatina, que envolvem miopatia (fraqueza muscular) e o surgimento do diabetes, além de outras reações adversas.
 
Apesar dos benefícios da fruta, os cientistas se preocupam com o acesso da população britânica às maçãs frescas. Por lá, a fruta é mais cara do que as estatinas e a maioria da população não consome as porções recomendadas.
 
Um problema que inexiste no Brasil, explica a nutróloga Ana Luisa Vilela Barbosa, membro da Sociedade Brasileira de Nutrologia. "Aqui a maçã é barata e de fácil acesso. Você encontra em qualquer lugar".
 
Ana explica que os antioxidantes presentes na maçã ajudam a diminuir a oxidação do LDL, o colesterol ruim. Além disso, a fruta também traz outros benefícios. “A maçã é rica em fibras, é considerada até um limpador natural de dentes, pois ela impede a proliferação de cáries e tem poder antibacteriano, além de ter baixa caloria e baixo índice glicêmico”, explica.
 
A fibra da maçã também é considerada benéfica. “A pectina ajuda na diminuição do colesterol”, explica a nutróloga. Isso além dos antioxidantes que contribuem na prevenção de várias doenças, inclusive o câncer, e das vitaminas, sais minerais e ferro encontrados nela. É melhor consumir com a casca, pois é onde se concentram bastantes nutrientes”, complementa.
 
iG

Estudo relaciona colesterol alto com dificuldade para engravidar

Foto: Reprodução
Estudo mostrou que casais com colesterol alto têm mais dificuldade
 de ter filhos
Relação surgiu tanto em casais em que a mulher tinha alto colesterol, como naqueles em que o índice ruim era do homem
 
O colesterol pode contribuir para a dificuldade de ter filho. De acordo com estudo dos Institutos Nacionais de Saúde, dos Estados Unidos, existe relação entre o colesterol alto e a dificuldade de os casais conseguirem engravidar. 
 
No estudo, publicado no periódico científico da Sociedade Americana de Endocrinologia, uma equipe de pesquisadores analisou 501 casais, deste total, 347 ficaram grávidos no período de 12 meses. Ao comparar os índices de colesterol dos participantes notou-se relação entre os casais em que um ou ambos tinham colesterol alto e a dificuldade para ter filho.
 
"Além de aumentar o risco de doença cardiovascular, nossos resultados sugerem que o colesterol pode contribuir para a infertilidade", disse um dos autores do estudo, Enrique F. Schisterman dos Institutos Nacionais de Saúde. Ele afirma que aqueles que apresentam dificuldades para terem filhos deveriam checar o colesterol para se assegurarem que estão em níveis aceitáveis.
 
O colesterol é uma substância semelhante à gordura encontrado em todas as células do corpo. Cerca de um terço dos adultos americanos - 71 milhões - têm níveis elevados de lipoproteína de baixa densidade, o LDL, também chamado de colesterol ruim. Apenas um em cada três adultos com LDL elevado tem a condição sob controle.
 
Os pesquisadores mediram o colesterol de todos os casais a partir de amostras de sangue colhidas no início do estudo. Em vez de medir o colesterol LDL e outros subtipos, os investigadores mediram as quantidades totais e livres de colesterol no sangue. Segundo os resultados, os casais em que um ou ambos os parceiros tinham colesterol elevado levou muito mais tempo para engravidar.
 
"Nosso estudo também encontrou casais em que a mulher tinha o colesterol elevado e o homem não, eles também levaram mais tempo para engravidar do que casais em que ambos os parceiros tinham níveis de colesterol dentro dos limites normais", disse Schisterman.
 
iG

Publicação do CBA sobre Acreditação, Qualidade e Segurança em Saúde é reconhecida por programa do Ministério da Educação

Foto: Divulgação
Estimular a reflexão e a produção científica a respeito de temas ligados à avaliação da Qualidade e Segurança em instituições de saúde
 
Este é um dos objetivos da Revista ACRED, publicação eletrônica semestral do Consórcio Brasileiro de Acreditação (CBA), vinculada ao programa de pós-graduação da entidade. A revista acaba de ser reconhecida pela Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes), do Ministério da Educação. Com isso, passa a integrar o Programa Qualis, que reconhece a qualidade de periódicos científicos.
 
Com acesso gratuito, o veículo tem como objetivo favorecer a difusão da metodologia de Acreditação, principalmente a da Joint Commission International (representada exclusivamente, no Brasil, pelo CBA), contribuindo para a disseminação da informação e, indiretamente, para a melhoria da assistência aos pacientes no país.
 
A revista, que segue para sua 7ª edição, é publicada duas vezes ao ano e tem como público-alvo os profissionais de saúde e gestores de empresas e órgãos públicos. De acesso livre, circula exclusivamente por meio eletrônico (pelo Sistema Eletrônico de Editoração de Revistas - SEER), trazendo discussões de natureza acadêmica e caráter multi e interdisciplinar.
 
Os trabalhos publicados privilegiam pesquisas nos eixos Acreditação e processos de avaliação da Qualidade e Segurança em Saúde, dando enfoque a relatos de pesquisas, estudos teóricos, revisões de literatura, resenhas, entre outros tipos de trabalho. Até o momento, já foram divulgados 71 estudos, dos quais 52 artigos científicos, três resenhas, oito resumos de teses e cinco entrevistas.
 
A abrangência e o conteúdo da Revista ACRED proporcionaram a classificação da publicação pelo Qualis/Capes em três áreas: Enfermagem (classificação B5), Saúde Coletiva (classificação C) e Medicina I (classificação C). A classificação é um importante reconhecimento e inclui a revista entre os mais prestigiados veículos de divulgação científica.
 
Os interessados em submeter seus textos para avaliação e publicação deverão enviá-los por meio do site www.cbacred.org.br/ojs, onde também constam as normas para publicação. No mesmo site, estão disponíveis os papers das últimas edições do periódico. Para mais informações, autores, leitores e interessados podem fazer contato através do e-mail: revista.eletronica@cbacred.org.br.
 
Assessoria de Imprensa
SB Comunicação, (21)3798-4357

Especialista esclarece sobre sexo após infarto

Foto: Reprodução
A vida sexual pode ser retomada normalmente após um
evento cardíaco
Ao contrário do que muitos pensam, a vida sexual pode ser retomada normalmente após um evento cardíaco
 
A maioria das pessoas que já sofreu um infarto se questiona sobre como será às relações sexuais posteriores. Mas de acordo com o cardiologista, Eduardo Nagib, diretor médico do Hospital TotalCor, não há porque se preocupar. “A vida sexual pode ser retomada normalmente após um evento cardíaco. Recomenda-se apenas um período, que varia de uma semana a dez dias, no qual o paciente deverá evitar fazer esforços físicos, de moderados a intensos, incluindo a atividade sexual.”, explicou Nagib.
 
No entanto, dependendo da gravidade e da extensão da doença coronariana, o esforço realizado pelo paciente durante a atividade sexual pode representar risco. Mas, de um modo geral, passada a fase aguda do infarto e o período de recuperação recomendado pelo médico, os riscos são muito pequenos. Para tanto, é fundamental que o paciente não interrompa o seu tratamento.

Outra dúvida recorrente é em relação ao uso de remédios para aumentar o desempenho sexual após um infarto. Mas ao contrário do que muitos pensam, eles podem ser usados pela maioria dos pacientes : “A única contraindicação para o uso destes medicamentos ocorre quando o paciente faz uso contínuo de nitratos (isordil, monocordil). Isso porque a interação destes remédios pode causar uma queda importante de pressão e isquemia cardíaca, o que pode ser grave nestes casos”, esclareceu Nagib. Ainda segundo o cardiologista, o uso de bebidas alcoólicas, embora não seja proibida, reduz a potência de ações dos medicamentos usados para a melhora da ereção.

Outra curiosidade é que os pacientes que já possuem stents ou se submeteram à uma cirurgia cardíaca teoricamente estão mais protegidos. “Estes pacientes tiveram suas obstruções coronarianas resolvidas de forma mecânica e apresentam na sua maioria menos risco de isquemia cardíaca e infarto em curto prazo”, explicou Nagib.
 
Mas mesmo assim devem ficar atentos aos principais sintomas, em especial a dor no peito, durante a atividade sexual. Caso o paciente tiver dor, o recomendado é interromper a atividade e procurar uma emergência. Ele pode estar diante de uma angina no peito ou de um processo de infarto agudo do miocárdio. No mais, não há nenhuma patologia que torna a relação sexual inviável ou contraindicada. Para Nagib, “pelo contrário, deve ser recomendada”.
 
Priscila Pais

Tomógrafo de última geração capaz de reduzir exposição à radiação em até 80% estará disponível para cariocas em maio

Foto: Divulgação
Tomógrafo Aquilon ONE - Toshiba
Primeiro equipamento a chegar à América Latina que realiza novos exames e oferece mais conforto e segurança para pacientes
 
Com investimento de aproximadamente R$ 5 milhões, a Clínica de Diagnóstico por Imagem (CDPI), no Rio de Janeiro, é a pioneira na utilização do tomógrafo Aquilion ONE, com 320 canais, fabricado pela empresa japonesa Toshiba, considerado o mais moderno do mundo. O equipamento – o primeiro a chegar à América Latina – é capaz de realizar novos estudos, exames mais rápido e com a mínima exposição à radiação possível, reduzindo em até 80% nos procedimentos cardiológicos.
 
Segundo Vítor Sardenberg, coordenador do Serviço de Tomografia Computadorizada da CDPI, o novo aparelho possui 320 fileiras de detectores que capturam simultaneamente as imagens com uma velocidade de rotação de apenas 250 milissegundos, o que significa mais rapidez na realização do exame, pois o tomógrafo é capaz de adquirir 640 cortes de imagens em apenas um quarto de segundo.
 
Mas os benefícios do equipamento não se resumem à agilidade, embora isso impacte diretamente na exposição do paciente à radiação – já que ele permanece menos tempo na máquina – e na redução do uso de contraste venoso aplicado (líquido injetado no sangue para possibilitar a visualização dos órgãos).
 
“A redução do tempo do procedimento proporciona mais conforto e tranquilidade para os pacientes, além da redução da exposição à radiação, que pode chegar a 50% em exames pediátricos e 80% em exames cardíacos, por exemplo. O que implica também a redução da quantidade de contraste utilizado, uma vez que o tomógrafo tem maior cobertura dos órgãos”, afirma o médico.
 
O tomógrafo, utilizado para especialidades como medicina interna, cardiologia, neurologia e investigação musculoesquelética, entre outras abordagens, dá a chance de os médicos realizarem novos estudos que auxiliam no diagnóstico e ampliam o portfólio de procedimentos à disposição dos clientes.
 
“Com ele é possível efetuar estudos dinâmicos e oferecer ao paciente uma experiência mais rápida e precisa. Os 320 detectores de alta resolução permitem o estudo completo do órgão em apenas uma rotação, reduzindo significativamente o tempo do exame”, esclarece Vítor Sardenberg.
 
De acordo com Clerio Azevedo, cardiologista e coordenador do Serviço de Imagem Cardíaca da CDPI, em uma angiotomografia coronária, por exemplo, a dose de radiação poderá ser reduzida em até 80% em comparação com as tomografias convencionais. Já a dosagem de meio de contraste chegará a cair até um terço da empregada nos tomógrafos comuns.
 
“Com o novo tomógrafo, em uma única rotação do tubo, a aquisição será de 640 imagens, que permite cobrir toda a área do coração com apenas um batimento cardíaco, por exemplo”, reforça Clerio, afirmando que, atualmente, esse é o melhor equipamento para fazer o exame de angiotomografia das artérias coronárias, técnica que auxilia no diagnóstico de doenças coronarianas de forma não invasiva.
 
Os clientes da CDPI poderão desfrutar dessa moderna tecnologia em tomografia computadorizada sem gastar mais por isso. O objetivo da clínica é oferecer soluções inovadoras, por meio da aquisição de equipamentos de tecnologia de ponta que possibilitem um diagnóstico ainda mais preciso e com mais segurança para os pacientes.
 
O novo equipamento será apresentado oficialmente pelo presidente do conselho Dasa, Romeu Cortês Domingues, no próximo dia 24 de maio, na conferência “As Novas Fronteiras da Angiotomografia Coronariana”, que aconterecá no Cid Leblon. E estará disponível na unidade CDPI Barra Shopping – Av. das Américas, 4.666/grupos 302A, 303, 307, 325 e 326, Barra da Tijuca, Zona Oeste do Rio de Janeiro.
 
Juliana Xavier
Assessoria de Imprensa